ㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤ não conseguia conter o sorriso de canto , tão nítido no rosto que quase brilhava , mesmo sem mostrar os dentes . as duas mãos escondidas nos bolsos da calça em pura satisfação . ele pensava em levar o homem para beber e jogar um pouco de conversa fora , mas talvez aquele desvio de planos fosse ainda mais interessante na própria mente . ele se pergunta : “ por que não ? “ assim que se põe a seguir romeo até o seu carro , fazendo o rumo quieto , sem muita estranheza m no entanto . apenas se mexe para adentrar o veículo no assento do carona . não sabia se deveria ou não dizer o seu nome , não que fosse uma celebridade exemplar ou algo do tipo , mas a carreira universitária era crucial para os planos da towa – kai . então ele percebeu que não estava fazendo nada que pudesse comprometer sua carreira de fachada . — sora . satoru sora . — sorriu assim que disse , ajeitando – se no assento da forma mais confortável possível . — eu não preciso colocar o cinto né ? eu não sou o tipo de cara que liga de bater a cabeça no vidro .
𝑨ssim que escutou o nome sua mente fez um clique, relembrando ter esbarrado em algumas matérias e entrevistas, ás vezes em portais de notícias outras em canais de notícia. Não era atoa que sua figura lhe parecia familiar.
Rapidamente arqueou as sobrancelhas de forma levemente exagerada, fingindo certa surpresa.
— Hmm, então quer dizer que estou ao lado de Satoru Sora? Que honra. — comentou em um tom brincalhão com uma pequena pitada de ironia para complementar. — Estou ansioso para avaliar sua performance pessoalmente. — Se inclinou conforme falava, próximo ao rosto de Sora, 100% de sua visão focada em sua boca ao mesmo tempo que separava uma mecha de seu cabelo, acariciando os fios antes de se aproximar mais e o encarar diretamente. Finalizada a frase voltou ao seu local original, girando a chave, pronto para tirar o automóvel do lugar.
O comentário sobre o cinto fez uma risada breve escapar.
— Desde que prove a minha inocência, caso sobreviva, não vejo problema algum. — devolveu a brincadeira, puxando a marcha e girando o volante para começar a dirigir pela estrada. Romeo acreditava na segurança que os equipamentos de proteção ofereciam, mas não era como se ligasse o bastante para cobrar a qualquer um que entrasse no carro, uma babá não era com toda certeza.
Pelo hotel não ser tão distante do local original não levou muito tempo para estacionar. Romeo passou pela recepção piscando brevemente para a recepcionista, a mulher contribuiu com um simples aceno e um sorriso suspeito no rosto.
Em poucos minutos já estava saindo do elevador, o objeto estava parado no terceiro andar diante do corredor que o levaria até o quarto nº57. Destrancou a maçaneta calmamente, tocando no interruptor próximo a porta. Luz amarelada, alguns pertences e uma cama de casal completamente arrumada e de travesseiros limpos foi revelada. Como se não passasse muito tempo ocupando o lugar.
Romeo se tornou mais um elemento sobre d cama assim que se balançou preguiçosamente, caindo sentado no colchão macio. Em postura totalmente relaxada, voltou sua atenção à Sora, o meio sorriso desafiador, ao mesmo tempo que malicioso, perdurou no canto de seus lábios.