gira-gira são sempre os mesmos sentimentos, ou quase sempre. A dualidade, o caminhar sobre a linha tênue do ainda é e nunca vai deixar de ser desgastam profundamente. Desvio dos encontros e conspiro desencontros, mas quando o choque é quase inevitável, ali brota. A tensão de me colocar no lugar certo e obrigar meu corpo a obedecer movimentos voluntários que fogem do que o próprio corpo pede. E sente profundas saudades. Ao mesmo tempo que o saudosismo invade, a irritabilidade cresce. Não consigo me olhar no espelho. O tempo correu e tenho a sensação que me perdi dentro dele. O mundo girou e eu fiquei. Chato é entender que ela se perde quando percebe que eu me perdi. Gira de volta. Me deixa girar na direção contrária.












