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(amo especialmente os AU e crack, mas ela é boa em tantos lados do Hidan que vocês podem aproveitar bastante)

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"Parece que minha aluna finalmente cresceu, mas infelizmente pra um caminho que não consegui te trazer de volta."
— Jiraya-sensei. — Por um segundo, pensou que não seria capaz de esconder a surpresa. Nem sempre foi assim. Houve um tempo em que não eram inimigos. — O que veio fazer aqui?
Tobi está casualmente desenhando — com um traço bem estilo maternal — na moça. (spiralisman)
Konan suspirou, enquanto levantava o braço cuja pele virara papel, para ver o que ele tanto rabiscava.
— Está desenhando um monstro, Tobi?
“Monstro? Não! É só o Deidara-senpai.” Que nos traços infantis do ninja, parecia mesmo um monstro.
— Oh. — Konan observou seu braço com mais atenção. Sua expressão se tornou menos confusa. — Agora que você falou, estou vendo as semelhanças. Não está ficando tão ruim. Talvez ele não tente te matar dessa vez.
* origamisdakonan.
Passou as costas das mãos para afastar os fios coloridos de sua testa suada. Ainda não sabia o que acontecera, mas um dos membros da Akatsuki - o único, fora ela, que não estava em missão - diminuiu de tamanho. Diminuiu de idade também, o que levou um certo tempo para Konan perceber, já que ele agia como criança naturalmente. Aqui, criança, criança. Konan bateu palmas em uma tentativa de chamar sua atenção.
– O que preciso fazer? – Então, teve uma ideia. Correu para alcançar um lápis e logo sua pele escamou em pequenas folhas de papel. – Quer desenhar em mim?
desde que a viu, yahiko não conseguiu tirar os olhos dela — quer dizer, era konan, ora essa, sua konan, sua amiga desde sempre, que ele via todo dia! entretanto, o que havia de diferença? ela estava mais alta, mais bonita… mas assim que as íris douradas dela voltaram-se na direção de yahiko, ele notou que elas estavam mais vazias, também. ❛ konan, o que houve com o brilho do seu olhar? ❜ soltou em impulso, as palavras da outra entrando por um ouvido e saindo pelo outro. ele piscou diante da técnica com as folhas de papel, surpreso por aquele ser um jutsu que konan ainda estava aprendendo com jiraiya-sensei, desde que ele estava lembrado. yahiko esticou a direita, tentando tocar numa delas.
A criança parecia confusa e agitada, mas assim que Konan se pronunciou e ela se acalmou, teve a chance — e a surpresa — de ver quem ele era. Congelada, a única coisa que se movia era a escamação de sua pele se transformando. O chakra a esquentava, mas sentiu seu coração esfriar ainda mais, pois pensava ser uma ilusão de sua mente. — Pain? — Não, não era Pain. Era... — Yahiko?
Desviou-se do toque, finalmente saindo de seu estado de choque e instantaneamente se arrependeu de ter feito isso. Podia sentir o calor que emanava do corpo de Yahiko, anos mais novo do que quando partira, provando que não estava vivo apenas por um jutsu. Ou estava? Konan estava extremamente confusa e as perguntas só atrapalhavam seu raciocínio.
— Quem fez isso com você?
Tobi está casualmente desenhando — com um traço bem estilo maternal — na moça. (spiralisman)
Konan suspirou, enquanto levantava o braço cuja pele virara papel, para ver o que ele tanto rabiscava.
— Está desenhando um monstro, Tobi?
Passou as costas das mãos para afastar os fios coloridos de sua testa suada. Ainda não sabia o que acontecera, mas um dos membros da Akatsuki - o único, fora ela, que não estava em missão - diminuiu de tamanho. Diminuiu de idade também, o que levou um certo tempo para Konan perceber, já que ele agia como criança naturalmente. Aqui, criança, criança. Konan bateu palmas em uma tentativa de chamar sua atenção.
-- O que preciso fazer? -- Então, teve uma ideia. Correu para alcançar um lápis e logo sua pele escamou em pequenas folhas de papel. -- Quer desenhar em mim?
– A cantada não deu certo com outra? Essa é a única coisa que me passa pela cabeça ao te ver implorar. – O Anjo não pôde segurar a feição tranquila e riu docemente, como se não tivesse culpa alguma pelo que dissera antes. – Para você, qualquer palavra minha é a palavra final. – Deixou-o aproximar-se até que fosse possível sentir seu perfume, e então se preparou para dar meia-volta. – É melhor se acalmar, ou vai acabar nem precisando mais de mim para ter o que deseja.
-Cantada? Que cantada, meu anjo? - Tentou disfarçar para tentar seduzir ainda mais. Hidan segurou gentilmente o pulso dela, levou-o até seus lábios, que o beijou. Após o beijo, a olhou nos olhos, sorrindo de canto, e então aproximou seu rosto do ouvido da mulher, sussurrando. -Então você sabe o que eu desejo?
– Uh, a cantada foi tão ruim que nem você percebeu. – Konan girou levemente o pulso, pensando que iria ser puxada, mas quando percebeu que a intenção era de um beijo em sua mão, deixou que o fizesse. O ar que saía dos lábios de Hidan fazia cócegas e a arrepiou. Ela usou a outra mão para empurrá-lo. – Qualquer um saberia. Você não faz a mínima questão de disfarçar.
-Hmm? Continuo não entendendo. Que cantada? Não estou fazendo cantada alguma. - Hidan se reaproximou dela, a puxando pelo pulso. - Disfarçar o quê? O quanto eu te acho gostosa e quero te conquistar? - Perguntou, sussurrando novamente próximo a seu rosto, porém a encarando profundamente desta vez. Apesar do que o albino disse, ele não havia reparado que estava bem claro o que ele sentia por ela.
-- Hidan, não brinque comigo. -- Poderia soltar-se facilmente da mão dele pelo jeito que seu pulso era segurado, se perguntava se continuar ali a entregava. Arqueou as sobrancelhas e deixou o queixo cair por um momento antes de rir novamente, desta vez debochando. Konan indicou com os olhos, imaginando que ele ainda não fizesse ideia do que ela queria dizer. -- O que te faz pensar que eu aceitaria ser conquistada por você?
– A cantada não deu certo com outra? Essa é a única coisa que me passa pela cabeça ao te ver implorar. – O Anjo não pôde segurar a feição tranquila e riu docemente, como se não tivesse culpa alguma pelo que dissera antes. – Para você, qualquer palavra minha é a palavra final. – Deixou-o aproximar-se até que fosse possível sentir seu perfume, e então se preparou para dar meia-volta. – É melhor se acalmar, ou vai acabar nem precisando mais de mim para ter o que deseja.
-Cantada? Que cantada, meu anjo? - Tentou disfarçar para tentar seduzir ainda mais. Hidan segurou gentilmente o pulso dela, levou-o até seus lábios, que o beijou. Após o beijo, a olhou nos olhos, sorrindo de canto, e então aproximou seu rosto do ouvido da mulher, sussurrando. -Então você sabe o que eu desejo?
-- Uh, a cantada foi tão ruim que nem você percebeu. -- Konan girou levemente o pulso, pensando que iria ser puxada, mas quando percebeu que a intenção era de um beijo em sua mão, deixou que o fizesse. O ar que saía dos lábios de Hidan fazia cócegas e a arrepiou. Ela usou a outra mão para empurrá-lo. -- Qualquer um saberia. Você não faz a mínima questão de disfarçar.
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“Um robô, um elemental, um monstro normal, não sei! Existem muitas possibilidades!” Haviam tantos tipos de monstros.
Franziu um pouco o cenho com a pergunta; Sans sempre dizia para não dar informações pessoais para estranhos. Podia ser perigoso! Mas bem… nenhum perigo era páreo para o Grande Papyrus! “Snowdin, no subsolo! E você?”
Permaneceu quieta, processando com cuidado o que ouvia enquanto tentava assimilar aquela criatura a qualquer experiência ou jutsu já que tinha visto ou ouvido falar, sem sucesso. Quando o ouviu responder sua segunda pergunta, alguma coisa clareou em sua mente. Akatsuki já rodou o mundo em busca da conclusão de suas missões, e nada sobre Snowdin já havia sido registrado, ao que soubesse.
-- Que interessante. -- Afirmou. Subsolo sempre foi lar de esconderijos de emergência por serem feitos com rapidez e serem mais fáceis de proteger e manter em sigilo. -- Aqui, em Amegakure. -- Pelo menos, pensou Konan, na maior parte do tempo. -- Pode me responder como chegou até aqui?
jashinkyo-sama
-É, essa dor é boa mesmo. Mas eu estava me referindo à você e esse corpão tão belo que possui, ó deusa da sexualidade. - Hidan seduzia – ou tentava – a moça com seus próprios olhos e sobrancelhas. A olhava de cima a baixo., sem perder um único detalhe. É claro que Konan não iria gostar, mas quem disse que Hidan se importava com opiniões alheias?
Respirou fundo. Discussões com Hidan sobre essa parte da convivência geralmente são complexas demais para a paciência de Konan, que já é grande o suficiente para aturá-lo. Se o batesse, ele iria adorar. – Se eu arrancar seus olhos, acha que Kakuzu conseguirá colocá-los de volta para você? – Fingiu estar ofendida com o olhar de Hidan. Konan gostava de ser observada, contanto que não fosse desrespeitoso, mas nunca vira Hidan ser respeitoso com alguém para sequer cobrar isso dele. – Eu te disse que aquela seria a ultima vez. Desista.
-Olha, não sei não, mas por favor, não faça isso, senão não poderei aproveitar mais essa beldade que está diante de meus olhos. - Bajulou Hidan, como se fosse ganhar algo de bom em troca. -Você me disse só depois que seria a última vez, mas é a primeira fala que conta. - Aproximou-se de pouco em pouco da mulher. - Então porque você não desiste, huh?
-- A cantada não deu certo com outra? Essa é a única coisa que me passa pela cabeça ao te ver implorar. -- O Anjo não pôde segurar a feição tranquila e riu docemente, como se não tivesse culpa alguma pelo que dissera antes. -- Para você, qualquer palavra minha é a palavra final. -- Deixou-o aproximar-se até que fosse possível sentir seu perfume, e então se preparou para dar meia-volta. -- É melhor se acalmar, ou vai acabar nem precisando mais de mim para ter o que deseja.
jashinkyo-sama
-É, essa dor é boa mesmo. Mas eu estava me referindo à você e esse corpão tão belo que possui, ó deusa da sexualidade. - Hidan seduzia – ou tentava – a moça com seus próprios olhos e sobrancelhas. A olhava de cima a baixo., sem perder um único detalhe. É claro que Konan não iria gostar, mas quem disse que Hidan se importava com opiniões alheias?
Respirou fundo. Discussões com Hidan sobre essa parte da convivência geralmente são complexas demais para a paciência de Konan, que já é grande o suficiente para aturá-lo. Se o batesse, ele iria adorar. -- Se eu arrancar seus olhos, acha que Kakuzu conseguirá colocá-los de volta para você? -- Fingiu estar ofendida com o olhar de Hidan. Konan gostava de ser observada, contanto que não fosse desrespeitoso, mas nunca vira Hidan ser respeitoso com alguém para sequer cobrar isso dele. -- Eu te disse que aquela seria a ultima vez. Desista.
"Oi, delícia"
-- Espero que esteja falando sobre como a dor que sente quando machuca a si mesmo é uma delícia. -- Konan já estava acostumada com as brincadeiras, que dependendo da situação, se revelavam palavras ditas com o máximo de seriedade que o rapaz conseguia atingir. Não que o máximo de seriedade dele fosse grande coisa. -- Oi, Hidan.
"Wowie!! Que cabelo bonito!" Tão azul, tão heroico.
– Obrigada! Na verdade é aquele tom entre o azul e o… – Deu uma risadinha, virando para ver quem elogiou seu cabelo. – roxo… Uh, você é um esqueleto?
Ainda fitava o cabelo dela, até ouvir a pergunta e desviar o olhar. “Sim!” A resposta saiu toda orgulhosa, como se ser um esqueleto fosse a melhor coisa do mundo. “E você é o quê? Humana?”
Já vira tanto nessa vida, que ver um esqueleto falante e usando roupas não deveria surpreendê-la. Pelo contrário, seu tom orgulhoso de ser quem era a surpreendeu. -- O que mais eu seria? -- Chacoalhou a cabeça. Que resposta ingênua. Haviam tantos jutsus que transformavam em tantas criaturas... O próprio líder da organização era um ótimo exemplo. -- De onde você é?
Por que você usa roupas se é um esqueleto?
Ao ouvir a pergunta, o esqueleto logo virou a cabeça na direção da voz. “Porque é feio andar por aí sem roupas!” Já pensou? Ele, o Grande Papyrus, ser preso por andar nú por aí?
“E além do mais, essa é uma super e grandiosa roupa de herói, nyeheh!” Fez até uma pose vitoriosa para mostrar o quão incrível ela era.
-- Não acho que exista algo aí para que andar sem roupas se torne feio. -- Diz, analisando a figura.
Sorriu. Pensou no que aquela engraçada criatura diria se Konan falasse que sua capa também deveria ser uma super e grandiosa roupa de herói, que se tornou de vilão. -- Você é um herói?
* A sua roupa é legal, moça! (xarbitrium)
– Obrigada! A parte boa das cores é que não preciso me preocupar em tirar as manchas. – “… de sangue”, completaria, se não estivesse na frente de uma criança.
[ AGIR: FLERTAR ]
Você sorri tão dócil para a mulher, que seria divertido se formigas te confundissem com açúcar e te carregassem para bem longe, mas infelizmente não é o que acontece. Pela sua cara, está pensando em qual cantada usar e apesar dos vários avisos para não fazê-lo, você não parece dar muita atenção, talvez seja meio surdx.
* Só havia uma coisa me preocupando ultimamente, mas parece que não mais, já que encontrei a peça que faltava pra completar o quebra-cabeça do meu coração!
Você diz por meio de linguagem de sinais, torcendo para que a moça te compreenda.
O sorriso no rosto daquela criança a fez sorrir a princípio, mas seus sinais foram observados com um semblante neutro, que logo se tornara confuso.
Konan faz muito essa mesma cara quando está perto de algum dos excêntricos membros da Akatsuki, recebendo agora uma leve pontada de decepção, pois seu recorde de uma semana fora quebrado.
-- Isso é uma brincadeira?
* A sua roupa é legal, moça! (xarbitrium)
– Obrigada! A parte boa das cores é que não preciso me preocupar em tirar as manchas. – “… de sangue”, completaria, se não estivesse na frente de uma criança.
"Wowie!! Que cabelo bonito!" Tão azul, tão heroico.
-- Obrigada! Na verdade é aquele tom entre o azul e o... -- Deu uma risadinha, virando para ver quem elogiou seu cabelo. -- roxo... Uh, você é um esqueleto?