Ele era arte.
Mais bonito que as pinturas de Van Gogh, que os olhos de Capitu e as músicas de Chico Buarque.
Nenhuma arte de Pablo Picasso chegava aos pés dos seus traços.
Ele era aquelas metáforas com significado profundo.
Era aqueles livros que quanto mais você lia mais você queria ir mais fundo.
Podiam se passar dias, ele sempre me surpreendia.
Não importava onde estava e nem com quem estaria
Todos podiam estar olhando para mim, mas era nele que eu me via.


















