Bleep.

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Bleep.
“Heroes aren’t fearless. Heroes are brave. Bravery requires fear, and fear is born of loving something enough that its loss would break you.” - wordsbyjm
Indie. Canon Divergent. Multilanguage. index. ask. rules. credentials. source.
Is it true you rescued a human from drowning?
🌸 Pastel mermaid blog 🌸
Finished this illustration of Ariel for mermay! (I’ve been really inspired by the talented artist Dylan Bonner!)
karen page and her constantly distracting hair
/( Anhri! <3 I want rp com voce <3 )/
// Let’s rp junto, então <3
Her name is Slushie and she ate so many shrimps she turned pink
jesuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus amado
jellyfish
> seoji | アリエル >> republished w/permission
testing out my new brushes i bought + new computer
beastofryan:
“…”
Cor favorita? A Besta não sinceramente sabe a que a criança se refere. Das profundezas de seu cérebro deformado e distorcido, nas dobras do encéfalo propositalmente atrofiado, ele busca algo parecido com uma cor favorita. Mas nada vem. O que ele se lembra são os corais luminescentes que crescem livremente sobre as paredes de metal reforçado da Cidade, como eles brilham em rosa, azul e amarelo, tingindo a eterna noite submarina.
Ele se lembra do vermelho vibrante do sangue arterial esguichando para fora da carótida rasgada de um splicer, e do branco vestido da primogênita… Além disso, apenas barulhos, rostos misturados e interferência como um rádio fora da estação. Nomes sussurrados ao vazio… Ele não tem uma cor favorita, e no entanto ainda assim se sente compelido a responder, afim tão somente de manter a criança-peixe feliz. Sendo levado para fora da galeria, seus passos mínimamente acelerados pela vigorosa tração da Ruiva, ele pensa consigo que… Bem, se há uma cor que ele deve gostar mais, talvez o azul dos olhos da sereia sejam uma boa escolha. Azul pode muito bem ser a sua nova cor favorita.
O Sujeito Delta murmura sons inteligíveis, bolhas de ar escapando pelas frestas dos tubos acoplados ao elmo.
Azul… Azul é uma cor boa.
Havia quem dissesse (Sebastião, por exemplo) que era um muito incomoda a presença do Golem dourado ali--- Ariel não achava! Muito pelo contrário, a pequena sereia parecia apreciar enormemente o grande e novo amigo; porque, veja, mesmo em sua mudez (quase) absoluta, ele ainda era mais companheiro que boa parte dos seus conterrâneos falantes.
D. - como ela lhe chamava (já que não conseguia unir as letras de seu nome para compreendê-lo por completo) - parecia ser um bom ouvinte; e não só porque ele não podia responder, mas porque parecia, de fato, prestar atenção! Os rangidos e grunhidos eram respostas que ansiavam deixar o capacete, mas que nem sempre podiam ser compreendidas em sua plenitude - ainda assim, a menina fazia um esforço tremendo para decifrá-los e, de alguma forma, até conseguia! Dessa maneira, ela media se o que fazia agradava ou não o Mergulhador.
“Eu gosto muito do verde!” Comentou Ariel, pondo mais tração em sua cauda. Jogando mais bolhinhas para o alto. “Ah--- Veja, está logo ali!"
Um dedo em riste foi lançado na direção do que parecia ser, assim como aqueles que enfeitavam a Cidade, enormes corais - destas mesmas cores que lembrava Delta: rosa, azul e amarelo. Um porção deles, numa espécie de cidade em miniatura, por onde passavam cardumes de uma infinidades de criaturas subaquáticas minúsculas. Peixinhos prateados e sirizinhos vermelhos.
Mas não, não era nenhum desses que ela queria mostrar - e, por isso, continuou a puxar o Grandão.
“Está preparado?”