Não é salubá, é saluba!
will byers stan first human second
I'd rather be in outer space 🛸
he wasn't even looking at me and he found me
Jules of Nature
No title available
Misplaced Lens Cap
art blog(derogatory)
Sade Olutola
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
cherry valley forever
styofa doing anything

Origami Around
Alisa U Zemlji Chuda

No title available
TVSTRANGERTHINGS

PR's Tumblrdome
almost home
Not today Justin

titsay
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

seen from Germany
seen from United States
seen from United States
seen from Saudi Arabia
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from China

seen from Malaysia

seen from Indonesia
seen from United States

seen from United States

seen from Germany
seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States
seen from India

seen from Malaysia

seen from Malaysia
@pecadoramala
Não é salubá, é saluba!
Con tus ojito' verde' y esa cara bonita Tú me engañaste un día Y si ya no vuelves, este silencio grita Cómo te odio, maldita
(Tus Iniciales - Lola Indigo)
Cuidar da espiritualidade é mais dificil do que cuidar pra propria mente.
Oh Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu chegar
Oh Nanã, mamãe moldou o mundo pra eu viver
(Nanã - Anitta)
Hoje foi um daqueles dias que eu sentei na cama, refleti e pensei em desistir da minha casa, tudo estaria tão mais facil se ela já tivesse sido entregue.
Estou exausta, esse deve ser o pote de ouro com o caminho mais longo da história.
Deu tudo errado Eu não to nada bem
Não to nada bem - Stefan
Hoje eu senti sua falta e foi dolorido, por alguns momentos pensei em pegar meu celular e te ligar só pra ouvir sua voz.
Mas o silêncio em mim falou mais alto e eu resolvi escuta-lo.
O seu silêncio ainda está gritando dentro de mim.
E tanta gente Tanta gente cansou de falar E la no fundo eu sabia Mas eu temia acreditar
Crime - Pamela
Eu costumo usar esse espaço como quem abre uma janela na madrugada, não pra que alguém entre, mas pra deixar o ar circular. Eu não quero despejar tudo nas pessoas ao meu redor. Parece que ninguém aguenta mais os desabafos alheios. Então eu escrevo. E, lá no fundo, eu sinto que tá tudo bem.
É madrugada e eu dormi por exatos 13 minutos. E você conseguiu entrar no meu sonho. Doideira, né? A dor do seu silêncio foi tão grande que a minha própria mente te trouxe de volta. Acho que, nesses anos todos, eu nunca desejei tanto ouvir a sua voz. Mas quando o assunto envolvia tudo aquilo que sua mãe fazia, você nunca teve forças pra falar.
E eu aguentei.
Aguentei as ofensas veladas. Aguentei o seu ex, a sua ex, o desrespeito do seu filho. Aguentei comentários atravessados, situações constrangedoras, interferências constantes. Aguentei sua mãe ultrapassando limites que nunca deveriam ter sido cruzados. Aguentei esperando que você desse um basta.
Esse basta nunca veio.
Eu nunca quis disputar espaço com ninguém. Nunca quis competir com a história de vocês. Sempre tentei respeitar, entender, me colocar no lugar. Mas houve momentos em que eu estava ali, sendo desrespeitada dentro da minha própria relação, e você escolhia o silêncio. E o seu silêncio sempre doeu mais do que qualquer palavra dita.
Nada me marcou tanto quanto a forma como ela se referiu a perda da minha filha, sim, minha. A essa altura acredito que nunca foi nossa. A frieza. A banalidade. Como se aquilo fosse só mais uma história qualquer, sem peso, sem consequência, sem dor. Aquilo me atravessou de um jeito que você talvez nunca vá entender. Não só pelo fato em si, mas pela naturalidade com que sentimentos eram tratados como descartáveis.
Eu olhei pra você esperando reação. Esperando indignação. Esperando que, pelo menos ali, você se posicionasse.
Mas veio o silêncio. De novo.
E foi nesse acúmulo de omissões, de desproteção, de desgaste que eu fui me perdendo. Amor, pra mim, sempre morou nos detalhes. Mas mora também no respeito. Na defesa. Na proteção. Nas atitudes. Em se sentir escolhida.
Dessa vez não houve choro. Não houve vontade de olhar pra trás. E isso me assustou no começo. Porque eu sempre senti tudo demais. Mas agora foi diferente. Foi como tirar das costas um peso enorme. Como perceber que eu não preciso mais lidar com problemas que não são meus. Que eu não preciso mais ouvir coisas que não são sobre mim. Que eu não preciso mais disputar espaço dentro da minha própria relação.
Eu não terminei por falta de amor.
Eu terminei por falta de paz.
E hoje o silêncio é outro. Não é o que machuca. É o que acalma. É leve. É lúcido. É a primeira vez, em muito tempo, que eu me escolho primeiro.
PS: escrevi esse texto, provavelmente enquanto beirava o sono e a lucidez da ultima madrugada, completamente escrito por meu subconsciente, o encontrei em minhas notas e tive zero paciencia de corrigir os seus erros de portugues e concordancia, obrigada pelo trabalho IA.
Eu amo viver, mas ultimamente sinto que estão drenando minhas forças.
Me sinto exausta.