Na Cruz, deixou quem era e agora vive a paz do seu Criador.
Lorena Chaves (via melodismo)
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Na Cruz, deixou quem era e agora vive a paz do seu Criador.
Lorena Chaves (via melodismo)
Amoresponsal
Todos os dias, logo cedo dou uma piscadinha para Deus e peço: tomara que as nossas vontades coincidam. E se não coincidirem, que a Sua prevaleça.
Caio Fernando Abreu. (via melodismo)
(via https://www.youtube.com/watch?v=F10wjjVZSQw) Do tempo que música e poesia era uma coisa só...
Antes que a bebida comece a fazer efeito, quero desejar a todos um feliz aniversario, e que o coelhinho de natal, realize os sonhos deste carnaval que esta acabando e um 2018 repleto de realizações e viva os noivos.
(via issimos)
(via https://www.youtube.com/watch?v=PHIe9B5plDI)
Seu amor foi como um furacão. Fez flutuar, estremecer meu coração. E no final? No final só restou destruição.
Um clichê e meio. (via rotalizar)
Mel silvestre tirei das plantas, sal tirei das águas, luz tirei do céu. Escutai, meus irmãos: poesia tirei de tudo para oferecer ao Senhor. Não tirei ouro da terra nem sangue de meus irmãos. Estalajadeiros não me incomodeis. Bufarinheiros e banqueiros sei fabricar distâncias para vos recuar. A vida está malograda, creio nas mágicas de Deus. Os galos não cantam, a manhã não raiou. Vi os navios irem e voltarem. Vi os infelizes irem e voltarem. Vi homens obesos dentro do fogo. Vi ziguezagues na escuridão. Capitão-mor, onde é o Congo? Onde é a Ilha de São Brandão? Capitão-mor que noite escura! Uivam molossos na escuridão. Ó indesejáveis, qual o país, qual o país que desejais? Mel silvestre tirei das plantas, sal tirei das águas, luz tirei do céu. Só tenho poesia para vos dar. Abancai-vos, meus irmãos.
Maria Bethânia - Caderno de poesias
Eu gosto do silêncio. Da janela do meu quarto ficar observando o mundo la fora, somente eu e meus pensamentos. Por que de barulhenta, ja chega a minha mente, não preciso de multidão para aumentar meu caos.
Giulia S. (via effingos)
Sempre que chove Tudo faz tanto tempo... E qualquer poema que acaso eu escreva Vem sempre datado de 1779!
Mário Quintana
Poesia de Florbela Espanca vol. 2
São tantas dores guardadas que eu ainda não descobri qual a melhor forma de jogar tudo pra fora.
Trilhou (via rotalizar)
Eu também tenho medo. Pode parecer que não, mas é que aprendi ser assim. Criei uma personalidade capaz de enfrentar o mundo, que racionaliza com facilidade perante os absurdos da vida. Eu aprendi a enfrentar a dor. Mas te confesso, baby, foi a minha única saída. Caso contrário, tenho convicção, não estaria mais aqui. Me desculpa por ser tão frio, me desculpa por ser tão duro e ter a mania de dizer a verdade. Queria te pegar nos meus braços e falar que tudo não passa de um pesadelo inoportuno, chorar uma tarde inteira, recolher a tua dor trancafiando seu canto no horizonte de nossos olhos risonhos. Pode ser que eu tenha me organizado tanto, sentimentalmente falando, que minhas reações pareçam sair de uma caixa de seleções, mas eu lhe digo, baby, tudo não passa de tentativas de me manter em pé, é tão somente um esforço para avançar um único passo e seguir em frente. Eu também desmorono, meu interior é repleto de convicções traiçoeiras e inoperantes. Meu intelecto falha, me sinto em um labirinto emocional principalmente quando me deparo comigo mesmo diante do espelho, maldito espelho, que sempre me entrega a alma de mãos atadas. Eu queria poder lhe entregar o alívio, ser a tua rede a beira mar ao entardecer, te aconchegar e te fazer dormir. Eu sou teimoso, calculista, eu sempre digo às pessoas que não presto, sou muito triste e irremediavelmente cruel com quem mais me ama, porque quando se trata de evitar a dor sou egoísta, você sabe, meu livro atual de cabeceira é de Fernando Pessoa. De fato você mudou a minha vida e com delicadeza catou cada pedaço do meu coração. Eles se escondiam nas pontas dos dedos, você lembra? Você me provou que haveria uma chance de sermos felizes. O problema é que sou feito de velhas páginas, sou um livro velho pautado por velhas histórias, velhos sentimentos lotados de discórdia. Sou poeta do mar, minhas raízes acumulam outras vidas que marcaram a minha a ferro e fogo, são marcas que jamais poderão ser apagadas e que apesar de presas ao fundo do oceano um dia se desprendem e vem boiar na minha superfície, minha insanidade, minha doce e eterna amargura, minha completa inaptidão para amar. Eu te confesso mais uma vez, tenho amor à vida, já conheci a morte tão perto que aprendi a não me render tão facilmente frente a qualquer obstáculo. Meu problema são as pessoas. Eu sinto muito por tudo, por você, por mim, por esse meu jeito de ser. Sou imaculado, um ser sem extremidades, meus pensamentos são pássaros feridos, minha liberdade um alçapão pra tudo que não me é solto e revolto. Me despeço de ti, baby, sabendo que vou te deixar e que jamais me deixarás, vou em direção ao meu destino, minha saudosa solidão, minha paz, deixo contigo o melhor de mim, meu sorriso, minha esperança, minha fé, minha doce ilusão, mas esta na minha hora, tenho que partir. Adeus meu encanto.
Elisa Bartlett. (via introspectou)
Fantástico
Vamos florear o nosso dia...
Porque tu me chegaste Sem me dizer que vinhas E tuas mãos foram minhas com calma Porque foste em minh'alma Como um amanhecer Porque foste o que tinha de ser
F.Gouveia
A vida é uma grande aventura da qual nenhum de nós sairá vivo
F. Gouveia
Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morto por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.
Gabito Nunes. (via recomendar)