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@philip-th-blog
🌹… a confession.
— Quem queimou o chuveiro do banheiro fui eu, mas eu não posso fazer nada se o resistor devia ser baratinho e não aguentava o limite da temperatura quente… que por acaso, nem é tão quente assim.
🛑 stop my muse from doing something reckless
[AU?]
— Você é idiota por acaso?! — repreendeu a garota no mesmo segundo em que tivera a oportunidade. Não sabia exatamente a razão para encontrá-la naquele estado de embriaguez e não podia negar que aquilo o deixou bastante preocupado, sobretudo com o que havia acontecido. — É sério que você ia entrar no carro daquele homem sem nem ao menos conhecê-lo?! — praticamente berrava para a loira totalmente indignado sobre a tamanha inocência feminina e também extremamente puto pela asquerosidade do desconhecido; uma parte sua acreditava que as ameaças proferidas não foram suficientes… uma parte sua gostaria de ter o socado com toda sua força. E se não tivesse surgido no momento certo? O seu corpo tremeu só de imaginar as possibilidade do que teria acontecido com a Nari, seu peito ardia e o orgulho que possuía se desmanchava cada vez mais, era incapaz de se manter insensível diante daquilo. Gyeongsu aproveitou que a garota se encontrava perdida nas próprias falas (dizendo coisas totalmente sem nexo) para analisar cada parte do corpo dela em busca de algum arranhão, felizmente não encontrando nada e, no mesmo segundo que pôde ter certeza que ela estava bem, abraçou-a com toda força que possuía. Suas mãos pousando gentilmente sobre os fios… era tão bom senti-los sob suas digitais. E permaneceu em silêncio, concentrando-se no calor alheio em busca de aliviar a agitação angustiante de seu corpo. — Vou te levar para casa.
“Você não me conhece. Me julgando assim até parece que eu sou o pior ser humano do mundo”
— Como assim eu não te conheço? Estamos juntos na mesma empresa há mais tempo que muitos casamentos. Não quero que você se sinta o pior ser humano do mundo, mas não posso te considerar o melhor também…
the crucible: how heavily do you depend on others when forming opinions?
— Não sei, nunca parei para pensar sobre isso… Eu gosto de ouvir a opinião dos outros sobre determinados assuntos para ver se os argumentos delas são suficientes para derrubar as coisas que possuo na cabeça, mas acho que é só isso.
artemis fowl: how much do you depend on technology?
— Eu posso dizer que eu dependo muito da tecnologia, o meu celular já virou parte do meu corpo e só de esquecer ele no dormitório, eu já fico nervoso.
( ✉ → sms ) pretty sure you dialed the wrong number, but thanks for the 13 drunk voicemails last night.
( ✉ → Namji ) O QUE?( ✉ → Namji ) Por favor, diz que você não ouviu tudo( ✉ → Namji ) Eu não sei o que deu em mim depois dessa festa…
the scream: do you have an unusual fear? / david: do you think beauty is defined, or a matter of opinion? / water lily pond: do you enjoy nature? if so, why? if not, why not?
Do you have an unusual fear?
— Não é algo que me orgulho, mas tenho medo de borboletas.
Do you think beauty is defined, or a matter of opinion?
— Acredito que um pouco dos dois? Existe um padrão que muitas pessoas tendem a achar bonito, mas como cada cabeça é um mundo, também existem diversas opiniões sobre o belo.
Do you enjoy nature? if so, why? if not, why not?
— Eu gosto, a natureza costuma me transmitir muita tranquilidade… que é algo que me falta um bocado.
42. Do you believe that everyone has a soul-mate?
— Por um período eu acreditei que sim, mas agora eu acho que isso é só uma fantasia mesmo.
ask 4 ask q
yohan-th :
Podia dizer que já tinha feito um tour por todo o buffet e, naquele momento, um suspiro mais pesado faria o botão da calça estourar. Mas dançava como se não houvesse amanhã, porque era bom se divertir sem pensar no quanto teria de treino no dia seguinte. O copo em sua mão estava cheio sabe-se lá do que e, na tentativa de beber mais um pouco para diminuir o calor de toda aquela agitação, seu ato foi impedido ao ter o pulso puxado e sequer conseguiu dizer algo aos colegas conforme Philip o carregava. Antes que se sujasse ou sujasse alguém, deixou o copo na primeira superfície reta que achou pelo caminho até que o terraço foi seu destino final. Foi inevitável curvar o corpo e apoiar as mãos no joelho para recuperar o fôlego, comeu o suficiente para se sentir pesado e aquele mínimo esforço já o deixara esbaforido. — Caramba. Onde é o incêndio, hyungnim?!
Assim que chegaram no terraço da festa, Gyeongsu se sentiu extremamente aliviado por não estar diante de tantas pessoas quando seu lado mais vulnerável passou a dominar o seu corpo. Não sabia ao certo a razão de ter arrastado Yohan consigo, pois a opção de simplesmente passar por ele sem trocar palavra alguma também existiu. Quando a pergunta foi lançada pelo mais novo, o moreno apontou desajeitadamente para seu peito (estava bêbado demais para controlar o corpo eficientemente). — Aqui dentro — respondeu. Bebia a fim de equilibrar o seu lado racional do emocional e, dessa forma, conseguir aproveitar (mesmo que minimamente) eventos como aquele, mas havia exagerado na dose e sua razão foi para o espaço. — Por que eu sou uma pessoa tão merda, ein? — soltou a questão de forma melodramática, seus olhos marejando.
moonnari-th :
Ela se limitou a responder as primeiras coisas que ele respondeu com um dar de ombros, estava distraída demais com a reação que ele exibiu ao seu toque para prestar atenção em suas palavras. Nari queria que ele tivesse deixado a mão sobre a dela e desejada até que ele tivesse entrelaçados os dedos nos dela, ela sentia falta de pequenas coisas como aquela mais que tudo, sempre fora atraída pelas pequenas coisas que ele fazia mesmo. Outra coisa que Nari amava era ver Gyeongsu corando, ainda mais quando era ela quem o fazia corar, achava adorável e não pode conter um sorriso naquele instante. As palavras que o garoto proferia soavam rápidas demais para que a mente embriagada de Nari entendesse todas perfeitamente, no entanto, ela entendeu mais que claramente a ultima parte. Dizer que a rapper estava chocada era pouco comparado ao turbilhão de sentimentos que acontecia dentro dela, parte dela estava em um completo estado de euforia por saber que ele ainda gostava dela enquanto outra suspirava de alívio por saber que talvez, só talvez, ela não estava fazendo um papel de trouxa por ainda nutrir sentimentos pelo rapaz. Porem ela estava receosa afinal era nítido que Gyeongsu havia bebido e não estava sóbrio, podia-se notar apenas pelo fato de que ele veio falar com ela em primeiro lugar, então a possibilidade daquelas palavras serem frutos de uma mente que não esta sã eram gigantescas. Mas o que foi dito bêbado foi pensado sóbrio, certo? Era esse o pensamento que a loira possuía em mente quando ela se aproximou dele, deixando apenas uma minúscula distância entre os dois. — Você ainda gosta de mim. — Não era uma pergunta ou uma provocação, mas uma simples confirmação para si mesma antes dela pressionar os lábios nos dele.
O álcool fizera tudo ao seu redor parecer acelerado demais para que sua mente fosse capaz de processar, ou talvez sua mente apenas estivesse num ritmo totalmente diferente da realidade, então a aproximação de Nari não foi medida pelo rapaz e, quando se dera conta, os lábios femininos já estavam pressionados contra os seus. Uma pequena parcela de Gyeongsu rosnava para si mesmo, reprovando aquela proximidade e qualquer palavra que permitiu que aquilo acontecesse (pois seu raciocínio estava tão distante que nem sequer lembrava do que fora dito segundos atrás), mas a outra grande parte se deixava afundar diante daquela tsunami de sentimentos tão nostálgica. Como seu lado racional não se encontrava tão forte naquele instante, o moreno era capaz de admitir: sim, ainda gostava dela. E durante todo aquele tempo se sentiu um verdadeiro idiota por ainda tê-la em seu peito, sobretudo quando não parecia ser o mesmo para ela. E então retribuiu o beijo, sentia saudades daquela interação... sentia saudades daquela interação com ela, e seus lábios se moviam lentamente a fim de aproveitar cada segundo com todo seu coração. Sua mão pousou na face feminina, acariciando-lhe a bochecha com o polegar antes de deslizar até a nuca, onde podia sentir por entre os dedos os fios de cabelo tão macios dela. — Eu senti tanto a sua falta... — murmurou sobre os lábios da loira antes de entreabrir a boca e permitir que o beijo se aprofundasse mais.
moonnari-th :
Por mais que não devesse, Nari gostava da companhia de Gyeongsu. Aquele momento trazia de volta boas lembranças do relacionamento que tiveram e que talvez ainda teriam se ela não tivesse sido uma completa idiota, as vezes parecia que tudo aquilo havia acontecido há muito tempo, quase que em uma vida passada. Pelo menos era o que ela desejava, queria que toda aquela briga tivesse ficado no passado e que hoje eles estivessem bem, mas sabia que não era possível, não agora pelo menos. A provocação do mais velho atingiu em cheio seu coração e doeu um pouco, mesmo que ela soubesse que era verdade e concordava plenamente com ele— Sim, eu sou. — Concordou dando um novo suspiro e bebericando da bebida novamente, foi quando ela notou Philip tentando recuperar o copo roubado que ela voltou a sorrir. Ela ousou por uma mão sobre o peito do rapaz, o impedindo de chegar mais perto do copo. — Eu pensei que você fosse educado Gyeongsu! Não te ensinaram a não roubar a bebida dos outros? — Riu da própria provocação, assim como riu da reprovação dele sobre seus gostos e modos, Nari nunca foi a garota mais educada do mundo e muito menos a mais delicada. Um grande sorriso surgiu em seus lábios diante a uma certa palavra, assim como seu coração errou uma batida ao ouvi-lá. — Então você acha que eu estou parecendo uma princesa? É para combinar com sua reputação de príncipe? Meus gostos para bebida te incomodam tanto assim?
Por mais que aquilo soasse como música para uma parte de si, ouvi-la concordar sobre ser uma idiota não o fez sorrir ou se sentir minimamente feliz, na verdade, estar tão próximo da garota em que esteve tão apaixonado mexia negativamente seu interior alterado pelo álcool. Ser afogado por memórias de quando o relacionamento ainda existia era o que sempre temeu quando a figura feminina surgia em sua vista e estar sentado ao seu lado mostrava todos os motivos nos quais nunca estaria ali caso sóbrio. Quando tentou recuperar a bebida das mãos femininas, foi surpreendido pelo toque em seu peito e, numa resposta automática aquilo, Philip pousou a própria mão sobre a dela. Fazia tanto tempo que não tocava a mão de Nari, que aquele simples contato foi suficiente para que desenterrasse um episódio dentre os dois; o moreno afastou seus dígitos dos dela no mesmo segundo como se tivesse levado algum choque estático. Merda. — O-o que? — percebeu a fala feminina e o dançarino não conseguiu esconder a indignação de seus olhos. — Caralho, você é boa mesmo nessa coisa de roubar, ein? — riu desacreditado sobre aquela brincadeira — Pode ficar com esse, não é como se eu não pudesse pegar outro com os garçons... — deu de ombros, sentia-se esquisito... principalmente depois de perceber a palavra que havia a chamado. Comprimindo os lábios, Gyeongsu não sabia ao certo o que responder, pois realmente achava que a loira estava linda com aquele traje (e talvez também fosse essa uma das razões para ter se incomodado tanto com a cor escolhida para o vestido), mas admitir aquilo em palavras era demais para si, então apenas permaneceu travado até a próxima questão ser lançada. — Combinar com minha reputação? O-o que você está falando? Não é nada disso! Você que quis se aproveitar dessa minha “reputação” vestindo isso aí! — falou na defensiva enquanto sentia seu rosto esquentar em constrangimento. — Sim, me incomodam muito! Você parece uma louca andando por aqui segurando uma garrafa de soju como se fosse seu filho... e você nem sequer consegue apreciar um champanhe de qualidade! E sem falar que você assume diferentes personalidades quando bebe, parece duas vezes louca! Eu realmente não sei como ainda gosto de você com esse seu jeito ridículo! — falava tão rápido que nem sequer percebera o que havia dito.
Não sabia que horas eram e muito menos onde estavam os meninos do WISH, mas nada disso incomodou Gyeongsu durante um bom tempo, afinal, estava ocupado demais permitindo que seu corpo se movesse como desejado no ritmo da música tocada e nunca se sentiu tão bem quanto se sentia no momento. Fazia um tempo considerável desde a última vez que pôde se movimentar livremente, sem a necessidade de uma coreografia pré-determinada ou alguém gritando no pé de seu ouvido lhe dando ordens sobre o que fazer; foi ali na pista de dança que percebeu as saudades que sentia de dançar por puro prazer, deixando fluir todo o sentimento de seu corpo. Infelizmente, a euforia de seus movimentos pareceu se diluir nas grandes quantidades de álcool ingeridas e foi necessário apenas uma canção mais lenta para o moreno precisar se afastar dos demais. O sentimento que queria fluir de seu corpo não era muito positivo. Com passos acelerados e cambaleantes, acabou por esbarrar em @yohan-th — E-eu não posso ficar aqui, vem comigo! — antes que outro fosse capaz de questionar qualquer coisa, o dançarino pegou o pulso do rapaz e o arrastou consigo em direção ao terraço.
jianna-th :
Mas eu não quero ficar no brilho, thats the point. Então você gosta de degustar, como aqueles degustadores de whisky ou cerveja, né?
— Então qual o objetivo de beber essas coisas que você não sente o gosto do álcool? Seria melhor beber algo não-alcóolico, não? Mais ou menos, não sou um grande entendedor para ser um degustador de verdade e o efeito da bebida me agrada...
nate-th :
“Opa, desculpa. Vou ser mais cuidadoso. E até tenho, mas desde que saí da casa da minha família ela definitivamente não é tão boa quanto essa.”
— Okay, está tudo bem. Ah sim, eu nunca tive esse problema porque meus pais nunca prepararam algo gostoso para mim e eu me virava sozinho... ninguém do Kronos cozinha bem?
moonnari-th :
A aproximação de Philip foi o que mais chocou a garota naquele momento, seu olhar alternava entre o garoto, a cadeira em que ele havia se sentado e onde ela estava sentada. Nari ponderava no quanto ele devia ter bebido para, em primeiro lugar, ir falar com ela e então sentar ao seu lado, no fim ela concluiu que deveria ter sido uma quantidade questionável. Mas não era como se aquilo fosse da conta dela, obviamente. Após o choque inicial, Nari olhou nos olhos do mais velho e deu um grande sorriso. — Claro que não. — Ela fingiu concordar com as palavras dele. — Minha mente é gigantesca e muito brilhante, mas você sabe muito bem disso. — Ela terminou de tirar as sandálias e soltou um longo suspiro de alívio ao sentir o chão gelado contra as solas dos pés antes de voltar a respondê-lo. — Mas é claro! Você é um garoto, eu não. Você é moreno e eu não sou, pelo menos não agora, mas agora estou pensando em pintar só pra te irritar mais. Você é rico também, eu não. Seus fãs te amam, os meus não me amam tanto assim. — Citava enquanto contava nos dedos as óbvias diferenças entre os dois, mas não era como se a loira realmente achava que os dois fossem tão diferentes, mesmo que achasse que talvez Gyeongsu você uma pessoa um pouco melhor que ela. Por fim, Nari se inclinou sobre ele, pegando o copo de sua mão e dando um pequeno gole, o gosto da bebida fazendo com que ela fizesse uma careta. — Como vocês gostam dessa coisa? É horrível.
Talvez se estivesse sóbrio, sentar ao lado de Nari e insistir numa conversa seriam as últimas coisas que passariam por sua cabeça, mas lá estava o homem acompanhado de sua bebida aproveitando os desbloqueios de seu corpo e mente diante das relações sociais. — Sei? — voltou a provocá-la, mas decidiu apenas encerrar o assunto balançando a cabeça positivamente como se concordasse com a garota. Um leve sorriso escapou de seus lábios ao ver a reação feminina ao retirar os sapatos, estava até surpreso por vê-la calçar algo como aquele salto quando sabia muito bem que estavam longe dos gostos dela, mas não demorou para esconder o riso com medo de ser mal-interpretado. Não queria parecer tão interessado na presença dela. Entretanto, Gyeongsu não pôde conter uma risada com a resposta da loira. — Sim, sim... somos bem diferentes mesmo — corrigiu a própria fala como se tivesse sido convencido por aquilo, quando, na verdade, sua opinião permanecia intacta. — E você esqueceu de que você é uma idiota e eu não — provocou-a mais uma vez, sendo surpreendido com a Nari roubando sua bebida. — Yah! Você pega minha bebida e ainda fala isso? — esticou-se para recuperar o copo. — Aish! Você é deselegante demais para entender alguma coisa sobre bebidas... Eu vi a garrafa de soju que estava tomando inteira — franziu o cenho como se estivesse perturbado com a visão que tivera da cena — Não faz sentido vir parecendo uma princesa, mas beber feito uma selvagem.