gyeongho.
- ̗̀ ░ ——— Reconhecia e não gostava nem um pouco daquela falsa intimidade que buscava pretexto para punir aqueles que não faziam parte do meio afortunado entre as mansões, encarando a jovem junto ao cenho franzido antes de decidir tomar alguma atitude. — Jei! — Gritou, acenando para que se juntasse a ele, lhe dando as flores recolhidas do jardim que seriam devidamente amarradas para que se tornassem buquês, porém fora dali. — Os ignore quando tocarem nesse tipo de assunto, não tenha medo de ficar quieta para o que não te interessa. Estamos só fazendo nosso trabalho, certo? — Piscou um olho antes de enviar um sorriso amigável, tocando o topo da cabeça feminina com a mão livre. Eram jovens e viviam basicamente a mesma condição, a avó até mesmo tentando empurrá-lo para a garota, mas não era assim que queria enxergar qualquer mulher no momento. — Essa galera só arruma encrenca, nem a gente tem tanto problema.
❛ :+ ♡ ˙˖ ❝ ——— Estando no tipo de situação que Jei nunca sabia muito bem como lidar, ouvir seu nome do outro lado da rua do condomínio a aliviou num nível absurdo. Quando virou a cabeça na direção do som, um sorriso enorme de pura gratidão tomou conta do rosto da tailandesa ao ver Gyeongho, uma das poucas pessoas que a entendia bem por lá. Com a voz trêmula, desculpou-se com a pessoa desconhecida ao se retirar e juntar-se ao rapaz mais velho. “Obrigada. De verdade! Você me salvou.” Disse baixinho, num sussurro, porém totalmente exasperada. Refletiu o sorriso amigável do mais alto, franzindo o nariz ao que lhe tocou o topo da cabeça. “Você está certo. Eu sou só uma empregada, ninguém relevante e não tenho nada de importante pra falar.” Disse mais certa de si, por um momento sentindo como se tivesse tirado algum tipo de responsabilidade de cima de si. Segurou o buquê de flores com força, olhando por cima do outro para ter certeza de que seja lá quem fosse a pessoa que queria lhe interrogar já havia ido embora. “Obrigada.” Agradeceu mais uma vez, colocando-se na ponta dos pés para deixar um selar no rosto de Gyeongho. “Pra que é o buquê? O que fiz pra merecer?”











