ice cream; pinky ♡ seojun
seojun-oct:
De todas as palavras do mundo, a que mais poderia descrever com perfeição Bae Seojun era “workaholic”. O rapaz dava tudo de si o tempo todo, sem descansar direito, e não por conta de pressão da empresa ou dos colegas de grupo, não. Seojun esforçavase de forma autodestrutiva por vontade própria. Sentia que não era o suficiente, e que nunca poderia merecer o amor e orgulho das fãs e das pessoas à seu redor — e principalmente o da avó — se não praticasse cada vez mais e mais. E, definitivamente não esperava que ninguém notasse as noitadas e dias inteiros passados dentro do estúdio de dança e dos vocais treinados sozinho num canto qualquer.
Por isso, quando foi arrastado para fora, de surpresa — literalmente —, do estúdio por uma grande-pequena força, os olhos do rapaz se arregalaram. A sequência de pensamentos do garoto foram: “meu deus, o que está acontecendo?”; “oh, é a pinky-ah.”; “HOLLY FUCK, É A PINKY-AH.”; o que de certa forma, foi expressado no rosto avermelhado do rapaz. Ela era tão bonita mesmo quando estava brava. “Sorveteria? Oh, Pinky-ah, não precisa se preocupar…”, “eu não mereço isso”, quis complementar, mas manteve-se quieto.
"É claro que eu preciso, oppa! Você não pode ficar trabalhando o dia inteiro, não é saudável!" Enquanto estava na sua jornada até a sorveteria, com uma das mãos fixas em um dos braços do garoto - essa mão que lentamente escorregava até a mão alheia, e Pinky queria não se sentir tão animada com a ideia - olhou para trás repentinamente, apenas para ver o rosto de Seojun vermelho. E isso mexeu com algo dentro dela; ela não sabia se era vergonha, adoração ou choque, então provavelmente eram os três juntos. As borboletinhas voavam livremente pelo seu estômago de um modo desagradável. Aquele rubor adorável não era porque ela representava algo para ele, certo? Era só pela situação repentina... E talvez por estar sendo arrastado para o local próximo, o que pode fazer com que se sinta envergonhado por alguns outros seres assistindo a cena estranha. Subitamente parou, olhando para sua mão que por pouco não estava encostada na do mais velho, e o próprio rosto ficou vermelho. Ok, não deveria pensar nisso; apenas balançou a cabeça e continuou seu caminho, tentando conter a onda de empolgação que atingia seu corpinho.






