PANSY MORRIGAN PARKINSON Ă© uma estudante da SONSERINA de 19 anos que fez o seu NONO ANO em 1999. sĂł cuidado para nĂŁo confundir com ALICE PAGANI porque elas sĂŁo parecidas!
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BIOGRAFIA:
Pansy Parkinson nasceu dentro de uma das famĂlias mais tradicionais entre a elite purista, o que significava que seus princĂpios foram gravados em sua pele antes mesmo da sua chegada ao mundo. Uma criança existir na mansĂŁo dos Parkinson era quase como uma mentira de mau gosto, o lugar parecia praticamente inabitado: os corredores sempre foram silenciosos, os mĂłveis impecĂĄveis e nĂŁo era difĂcil de ser palco de jantares cerimoniais e reuniĂ”es privadas entre as famĂlias da alta sociedade. Assim, crescendo dentro dessa dinĂąmica onde poder importava mais que bem estar familiar que, desde pequena, Pansy Parkinson aprendeu que amor era uma moeda de troca e afeto sĂł vinha acompanhado de exigĂȘncias, humilhaçÔes ou violĂȘncia.
Seu pai era um homem frio e cruel, do tipo que nunca precisava levantar a voz para causar medo. Ele acreditava, e repetia isso sempre com muita veemĂȘncia, que a fraqueza deveria ser esmagada antes mesmo de crescer, e isso era aplicado tanto nos empregados quanto na prĂłpria esposa e filha. A mĂŁe de Pansy era o retrato perfeito de uma mulher quebrada pelas circunstĂąncias, amarga, ressentida e presa a um casamento que apodrecia tudo ao redor. E como quase toda dor naquela casa funcionava como efeito cascata, a mĂŁe descontava em Pansy tudo aquilo que sofria do marido.
Assim, Pansy cresceu ouvindo que era insuficiente. Magra demais. SensĂvel demais. Barulhenta demais. Nunca importava o que fizesse e o quanto se esforçasse, sempre existia algo errado nela. Com o tempo, as palavras se tornaram palpĂĄveis e ela entendeu que machucar primeiro era mais seguro que esperar ser machucada. EntĂŁo começou a fazer exatamente isso. Aprendeu a manipular, usar palavras como forma de proteção e transformar suas inseguranças em arrogĂąncia. Cresceu cercada por discursos sobre superioridade e poder, sobre como o sangue puro era mais valioso que qualquer outro, e absorveu tudo com facilidade, porque odiar os outros distraĂa o Ăłdio que sentia por si mesma.
Em Hogwarts, tudo pareceu piorar. Ela se tornou agressiva, arisca e profundamente cruel, especialmente com aqueles que ela considerava mais frågeis, simplesmente porque ela gostava da sensação de controle.
Mas, por trås da postura impecåvel, existia alguém completamente deteriorada por dentro.
Ainda adolescente, Pansy começou a beber escondido. Primeiro vinho roubado das adegas da famĂlia, depois qualquer coisa que conseguisse encontrar. Mais tarde, desenvolveu dependĂȘncia em poçÔes calmantes e sonĂferas. NĂŁo porque quisesse relaxar â Pansy odiava a sensação de vulnerabilidade â mas porque o barulho dentro da prĂłpria cabeça era insuportĂĄvel. Ela precisava entorpecer a culpa, a raiva, o vazio constante. E as poçÔes deixavam tudo distante e menos sufocante.
No fundo, Pansy Parkinson virou exatamente aquilo que mais odiava: uma continuação viva da prĂłpria famĂlia.
PERSONALIDADE:
Pansy Ă© o tipo de pessoa que entra em um ambiente e imediatamente faz todo mundo se sentir desconfortĂĄvel. Existe algo nela que parece sempre Ă beira de explodir. Sua raiva Ă© quase animalesca. Quando perde o controle, se torna cruel de verdade: grita, quebra coisas, ameaça, provoca brigas fĂsicas e diz coisas imperdoĂĄveis sĂł para atingir o ponto mais doloroso possĂvel. Depois age como se nada tivesse acontecido, exatamente como seu pai;
Ela funciona quase inteiramente pelo ego. Tudo gira em torno do que sente, do que quer, do que a irrita. Pansy nĂŁo Ă© alguĂ©m empĂĄtica; ela entende emoçÔes alheias apenas o suficiente para usĂĄ-las contra as pessoas. Tem talento natural para descobrir inseguranças e apertĂĄ-las atĂ© machucar. Ăs vezes faz isso por diversĂŁo. Ăs vezes porque estĂĄ entediada. Ăs vezes porque alguĂ©m simplesmente olhou para ela da forma errada;
Sangue puro, status, dinheiro e influĂȘncia sĂŁo coisas que usa como armas psicolĂłgicas. Ela adora lembrar aos outros que pode destruir reputaçÔes com meia dĂșzia de comentĂĄrios venenosos;
Mesmo assim, Pansy nĂŁo Ă© caĂłtica o tempo inteiro. Existe uma versĂŁo dela fria e perigosamente calculista. Ela sabe ser elegante, sedutora e socialmente impecĂĄvel quando precisa. Em festas da alta sociedade, consegue parecer sofisticada, divertida e encantadora â atĂ© alguĂ©m atravessar um limite invisĂvel e a mĂĄscara cair completamente;
Pansy tambĂ©m possui um lado profundamente autodestrutivo. Bebe demais, mistura ĂĄlcool com poçÔes sem se importar com consequĂȘncias e frequentemente desaparece por dias em crises impulsivas. Existe uma necessidade constante de anestesiar a prĂłpria existĂȘncia. Ela odeia ficar sozinha porque o silĂȘncio obriga ela a encarar tudo aquilo que tenta ignorar;





















