Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecido como TERRENCE, do conto PETER PAN antes da maldição atingir o seu mundo NEVERLAND e o seu reino PIXIE HOLLOW. Agora, em Storybrooke, você é conhecido como RICHARD ASHER BELL, um BARTENDER NA DRINK IN HELL E TRAFICANTE de VINTE E CINCO anos de idade. Você me lembra um pouco THOMAS DOHERTY, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
Pontos positivos (+): Carismático & divertido.
Pontos negativos (-): Acomodado & desmotivado.
𝕰𝖒 𝕾𝖙𝖔𝖗𝖞𝖇𝖗𝖔𝖔𝖐𝖊
Richard cresceu sem um pai, sendo criado apenas pela mãe que tinha de batalhar para colocar comida na mesa, mesmo assim pela mãe o menino sempre se esforçou para ser gentil e alegre, fazendo tudo que podia para ajudar. Quando ele tinha doze anos a mãe se casou outra vez, inicialmente ele achou que poderia ser uma boa ideia, mas sempre teve um pé atrás com o padrasto e sua forma suspeita de agir. Porém, pela mãe ele fez o que pode para se dar bem com o homem, mesmo que algo em sua mente dissesse que as coisas não acabariam bem.
O dinheiro tinha a cor da felicidade, o cheiro de sucesso e a estabilidade do homem que agora chamava de pai, ainda que a contra gosto. Mas não existia nada que Richard não faria para ver sua mãe sorrir, mesmo que significasse a falta do próprio. Foi assim que largou a escola e suas histórias mais infantis, firme apenas no que importava no mundo obscuro que entrava. Infelizmente, ou felizmente, existia um limite para qual mal feitores conseguiam escapar das consequências, a vida não era um conto de fadas e drogados não ganhavam asas. Não foi surpresa quando as gangues começaram a ser derrubadas com uma operação mais forte da polícia, e a agressividade de seu padrasto apenas crescia. Era óbvio que o desespero dele não era sobre seu enteado ou sua mulher, e sim, a grana que conseguia com as pessoas que cheiravam. Foi assim que Richard implorou para que ele a mãe fossem embora, e mesmo a mulher temendo que nunca conseguiriam sobreviver, Richard assegurou que seriam felizes. Fugindo e morando em outro lugar, ele não tinha muitas opções além de continuar no tráfico. Claro, ele podia aproveitar o próprio rosto...mas existia um limite que se poderia aguentar.
O que surpreendeu Richard era que seu carisma realmente pagava as contas, pois suas vendas eram cada vez maiores, chegando a contatos de pessoas superiores e superiores...ainda que perigosas. Claro, ele tinha tudo sobre controle. Até não ter mais. Foi com uma ligação de sua mãe que Richard soube que seu padrasto tinha os achado, pior do que antes e com sede de vingança, ele queria a morte dos dois. O que o garoto não contava é que nem toda a sorte do mundo pode salvar uma família, e o gatilho da arma foi apertado antes que a polícia conseguisse arrombar a porta. Richard apenas não foi junto porque a mesinha da sala, quebrada com o corpo de seu padrasto, o impediu de chegar até si.
Sozinho e quase sem esperanças, ele pensou em acabar ali. Mas não podia, sua mãe ainda queria que ele fosse mais, que estudasse e fosse mais. E talvez ele pudesse, talvez existisse mais. Ainda que não fosse exatamente o que ela esperava. De um contato para contato, quando seus talentos chegaram aos ouvidos de pessoas com muito mais poder, uma oportunidade surgiu. Ir para Storybrooke, uma cidade pacata e sem holofotes, onde poderia trabalhar em uma nova droga especial. Uma com nome peculiar, e que de fato chamou atenção.
Richard passaria a criar pozinho mágico.
Poderia aparentar ter cara de SANTINHA mas de santinha Lenore não tinha nada. Estava cansada de frequentar os mesmo LUGARES como o Gray’s Room, Drink In Hell… Queria DESCOBRIR novos ambientes e principalmente NOVAS pessoas - lê-se novas vítimas. E o homem a sua frente ENCAIXAVA em todos seus requisitos, não que perdesse muito tempo com eles, mas não iria MENTIR que achava divertido brincar com humanos homens. Eles eram tão manipuláveis que a vampira quase sentia pena deles. QUASE. Como sua audição era AGUÇADA ela conseguiu ouvir o que o outro tinha falado, abrindo um sorriso falso tímido, olhando para o chão e aproximando-se sua boca da orelha alheia para que PUDESSE ser ouvido apesar da música alta que tocava. - M-me beijar? - gaguejou de propósito, fingindo estar com VERGONHA da situação mas tudo fazia parte do seus PLANOS maus intencionados. - V-você pode sim... Mas eu nunca fui beijada antes, a gente poderia ir para um lugar mais reservado? - perguntou num tom inocente mas que de suas ações FUTURAS não tinha nada.
Richard sorriu, achando adorável a maneira tímida que ela se mostrava, os olhos azuis brilhando ao encarar a beleza. Talvez fossem os cabelos avermelhados, ou a face quase inocente, mas ele se sentia compelido apenas a seguir. Ainda que ficasse surpreso sobre a outra nunca ter beijado. ❝ Claro, claro que podemos, o que você quiser. Mas me surpreende....você é tão linda. As pessoas estão cegas? ❞ Brincou, os dedos alisando a cintura fina, antes de chegar até a mão delicada, esperando que ela o guiasse.
Pode-se dizer que às vezes era bom estar sempre preparada e carregar consigo seu material básico de tiragem de medidas e costura, além do mais, o balcão que se encontrava na sala principal possuía algumas amostras de cor e, principalmente, tesouras. Assim, com um sorriso gentil e sublime, Dália seguiu em direção a bancada - Eu deixei ela em algum lugar, mas… - diz, abaixando-se no balcão, sumindo de vista por um breve momento - Eu sempre tenho outras a disposição - fala, mostrando uma tesoura dourada com detalhes avermelhados. Seguindo para ficar frente a frente com o jovem rapaz - Bom, eu ainda não cheguei a sair da loja, mas a noite parece bem fria e eu não tenho o costume de deixar pessoas andando com as roupas erradas por aí - pontua, apontando para as roupas não tão apropriadas do rapaz para um dia frio - Eu posso de mostrar alguns dos casacos que temos a disposição na loja, assim você pode se redimir por estar aqui depois do fim do expediente, o que acha, monsieur Bell?
❝Certo... Por um segundo fiquei preocupado que pudesse estar com você quando caiu, não teria sido bonito.❞ Ele suspirou um pouco mais aliviado, não gostava de ver as pessoas machucadas a sua volta, se sentia um tanto inútil por não poder fazer muito além de ligar para outra pessoa ou uma ambulância. ❝Ah, claro, um casaco novo poderia me cair bem... Mas to sem dinheiro em mãos, vocês aceitam pix?❞ Indagou tornando a coçar a cabeça, até tinha dinheiro, mas com toda certeza não o suficiente para comprar um caso novo. ❝Você definitivamente entende mais desse tipo de coisa, então, qual casaco você acha que combinaria mais comigo?❞
◜ 🌸 . O mundo ao seu redor parecia girar, mas não da forma que costumava acontecer sempre que escapava da constante vigilância de sua mãe para beber um pouco e experienciar coisas novas. Esse era um hábito recente, por isso era de se esperar algumas surpresas ocasionais omo aquela. Um gosto amargo invadia sua boca contra a sua vontade, a fazendo seu rosto se contorcer em uma careta. ─── Eu estar péssima não é novidade nenhuma, mas esse enjoo que eu tô sentindo, sim. ─── A mão massageava o local em uma tentativa frustrada de aliviar o desconforto. ─── O que foi que você colocou nesse copo? Eu falei que queria beber, não ser morta. Por que me odeia? ─── Lançou ao rapaz um olhar zangado, pois esperava que soubesse sua falta de resistência para o álcool. Passar mal não fazia parte de seus planos. ─── Prepare-se para segurar meu cabelo hoje.
❝Não diz isso, quando sóbria você é maravilhosa.❞ Garantiu com um sorriso no rosto, piscando pra ela, logo dando uma breve risada com a fala dela. ❝Nada que achei que fosse capaz de causar esse estrago em você, mas relaxa vai passar.❞ Tentou dizer em consolo, uma mão passando pelas costas dela a guiando para um canto mais afastado da multidão de pessoas da festa, pegando uma garrafa de água e a oferecendo pra ela. ❝Aqui, toma, beber água vai ajudar um pouco.❞
Ela fazia o possível para se manter longe em situações como aquela, onde podia colocar alguém que ela considerava em perigo. Eram poucas pessoas, como Richard, que tinha a mania de ser ingenuo demais. Assim quando o viu, fingiu costume para o fazer acreditar que era apenas uma ingestão não muito boa, dando o dedo do meio para ele. “— Continua falando assim, logo vai estar desmaiado como sempre.” Brincou, antes de tossir, a garganta queimando ao olhar para ele. “— Não recomendo que chegue muito perto…” Pediu, passando a mão pela própria boca.
❝Eu desmaiado? Jamais!❞ Respondeu em uma risada ainda que ambos soubessem que ela estava mais do que certa em esperar algo do tipo vindo dele, a bebida e as drogas se viam como um refúgio para ele, o fazia esquecer de que todo o resto parecia tão errado e o deixava menos focado nos malditos sonhos estranhos que tinha. Porém, o sorriso desapareceu, olhando um pouco mais preocupado pra ela agora. ❝Por que? Está tão acabada assim? Acha que vai vomitar? Se sim, é melhor que eu lhe leve pra fora.❞
Denali costumava ser bastante precavida, preferia andar com um casaco no braço do que acabar passando frio. Contudo, acabara julgando mal “a cara do tempo” aquele dia, acreditara que o blazer que vestia seria o suficiente, especialmente para alguém que passaria boa parte do dia trancada no escritório. O compromisso depois do expediente acabara sendo surpresa, exatamente como o encontro com o rapaz.
A oferta veio como uma surpresa, porque não abraçara seu corpo com nenhuma segunda intenção, mas apenas reflexo do arrepio trazido pelo vento gélido. Ainda assim, a loira odiava sentir frio, então aceitou a peça, sentindo as bochechas esquentando por conta dos comentários. ━━ Não diz isso… ━━ Disse baixinho, sem graça.
Ao vestir a peça, o calor e o cheiro dele a abraçaram e trouxeram conforto. Denali suspirou e reuniu coragem para tornar a erguer os olhos verdes para ele. ━━ Pode não combinar com a minha roupa, mas é muito boa. Muito obrigada. ━━ Disse então, oferecendo um sorriso. ━━ E desculpa por não recusar, é que eu realmente odeio ficar com frio… Mas agora você vai ter que me deixar pagar um café para você em agradecimento, pelo menos.
Deixar as pessoas sem graça fosse por sua gentileza ou flertes não era surpresa alguma para Richard, mas sempre lhe trazia um sorriso a face, que apenas se estendeu quando ela aceitou a jaqueta. Afinal, ele se sentiria mal caso ela seguisse com frio em um clima daqueles e ao mais tardar acabasse por ficar doente, mesmo que não fosse necessariamente culpa dele nada daquilo. ❝Não tem de que, jamais me perdoaria caso você acabasse ficando doente quando eu poderia ter ajudado, é o mínimo que posso fazer.❞ Garantiu a ela, não achava que fazia nada demais além de estar sendo educado, ainda que soubesse que não eram todos que reagiriam daquela forma infelizmente. O Bell poderia não ser considerado uma das melhores ou mais confiáveis pessoas por sua linha de trabalho e suas tendências, mas ele gostava de pensar que fazia o possível para ser uma pessoa boa e decente com os outros. Talvez em seu inconsciente poderia ser considerado uma tentativa de redenção. ❝Eu diria que não é necessário, mas creio que seria estupidez da minha parte recusar a chance de desfrutar mais de sua companhia.❞
Olwen olhou para a foto e um pequeno sorriso apareceu em seu rosto, já faziam o que? 13 anos? Talvez mais. Ela se vira obrigada a abandonar aquele esporte por conta dos irmãos, e agora, sempre que tinha uma lembrança dele, acaba por sorrir boba com uma felicidade que não era mais dela. — Sim, sou eu — falou para quem lhe mostrava a foto. — Há muito anos, eu praticava snowboard, cheguei perto de ser profissional, mas acabei tendo que abandonar.
❝Por que teve que parar?❞ Indagou com certa curiosidade, ainda que ele estivesse longe de ser um exemplo para dizer aos outros que deveriam seguir seus sonhos, afinal, olha onde ele estava. ❝Já pensou em voltar? Se você era realmente boa acho que valeria dar uma chance, né?❞
A vila dos elfos, uma visão de outro mundo. Tilly estava feliz em ver aquele cenário de cores, luzes e sons. As pessoas, que achava que eram elfos mas poderiam ser apenas atores, naquela cidade tudo era possivel, faziam tudo muito mais interessante e vivido. Foi quando viu as renas, amante dos animais, Tilly foi logo até ás renas e começou a fazer caricias “Oi amigo…Você voa como as lendas?”
O mundo estava mais colorido e engraçado, talvez fosse o clima natalino ou algo que ele havia ingerido, ou os dois. Mas ver a garota falando com a rena lhe fez rir por uns longos segundos, foi parando conforme se aproximava. “Tenho certeza de que com a substância certa, ela voa sim... Você também.”
Os pontos de costura eram feitos com extremo cuidado pela jovem Fleur, afinal, aquelas pedras não se colocariam magicamente naquele vestido, algo que seria muito útil nesse momento. Mesmo com as costas doloridas por se debruçar por quase todo o dia, e agora noite, sobre mais uma de suas obras, Dália sentia que, mesmo abatida pelo cansaço, iria se sentir revigorada quando vise a satisfação de sua cliente com mais uma de suas criações impecáveis. Presa em seu trabalho e perdida em meio aos laços de cetim, um som irritante, marcado em sua memória por atormentá-la todas as manhãs, fez com que tirasse seu foco dos belos cristais e olhasse para seu celular. A tela brilhante mostra o horário: vinte horas em ponto. Com os olhos arregalados e com pressa em sua passada, ela se levanta rapidamente. Deveria ter fechado a loja a mais de uma hora.
Contudo, mesclar a bagunça cotidiana de seu local de trabalho e correria nunca foi uma boa ideia. Prendendo seu pé ao grande tecido azul que cai da mesa preso à cadeira, o tropeço foi inevitável. Trombando entre os demais materiais espalhados pela sala, talvez houvesse uma salvação para a queda iminente, mas nem sempre dá para impedir alguns desastres. Assim, na porta que ligava a sala de costura com o salão de atendimento, encontrava-se Dália, estendida de cara no chão. Estaria tudo bem se o destino a tivesse mantido sozinha, contudo ele nunca foi gentil com a garota. Antes mesmo de cair, o soar característico do sino na porta principal fez-se presente, indicando que havia um novo cliente à sua espera. olhando para cima, Dália vê um olhar confuse e assustade de MUSE, parade, ainda na entrada da loja. - Eu tava procurando minha tesoura, ela sempre foge de mim… - fala, com um riso constrangido, já se colocando de pé - Enfim, no que posso ajudar, mademoiselle/monsieur?
Talvez, só talvez ele devesse diminuir as vezes que se esforçava para ser um cavalheiro, talvez assim ele não estivesse quase congelando no momento atual por estar com um casaco a menos. Quando viu o local ainda aberto, ele tomou como sua chance adentrar nem que fosse apenas por alguns minutos para se aquecer um pouco antes de seguir seu rumo. Porém, definitivamente não esperava a cena da mulher caindo a sua frente, a olhando confuso e um tanto preocupado. “Tesoura? E não de machucou?” Indagou de aproximando um pouco, descendo os olhos para a analisar ainda que não a tocasse por respeito. Sorriu um tanto constrangido com a questão, coçando a cabeça. “Na verdade, eu só estava tentando escapar um pouco do frio... Mas posso ir embora caso eu não posso ficar aqui um pouco ou esteja fechando.”
I really want to kiss you right now. With @vampiraemogostosax
Havia conhecido Saturno em uma das noites que estava trabalhando no drink in hell, claro que a beleza magnífica não passou despercebida pelos olhos de Asher que a toda e qualquer oportunidade, flertava com a mulher. E quando havia a encontrado em uma festa, era claro que não perderia a oportunidade de se aproximar dela. Fazendo proveito da dança para se ficassem com os corpos próximos, ainda que se afastaria a qualquer momento caso fosse indicado o desconforto alheio. Como a música era alta, ele se aproximou mais do rosto dele para se pronunciar ❝I really want to kiss you, right now.❞ Sabendo que mesmo que ela não pudesse o ouvir de fato, não precisaria de muito esforço para ler seus lábios ou intenções, considerando que ele já posicionava uma mão na cintura dela durante a dança.
You're shivering. here, take my jacket. With @trixbell
De certa forma, mesmo que não soubesse como ele parecia sempre acabar daquela mesma forma com o celular em mãos ajudando a loira gravar mais um de seus vídeos para o tiktok ou simplesmente a ajudando com o que quer que fosse, era simplesmente instintivo para ele. ❝E corta!❞ Pronunciou após algum tempo, se aproximando de Trixie para lhe entregar o celular em expectativa de que ela ficasse contente com o resultado da vez, ele não era o melhor filmando, mas havia pegado mais prática após um tempo. Enquanto esperava por uma resposta ele viu a analisando melhor, percebendo o leve tremor do corpo da mais nova ele não pensou duas vezes antes de tirar a própria jaqueta e estender pra ela. ❝Você está tremente, aqui, pega minha jaqueta.❞
You're shivering. here, take my jacket. @aurorabriar
O tempo naquela época já era mais frio no Maine e considerando como o clima havia estado nos últimos meses, ele acabava por muitas vezes andar com mais de um casaco consigo, apenas em casos de tempestades repentinas. Quando viu a bela mulher passar a mão pelos braços em indicativo de frio ele prontamente estendeu o casaco extra, tanto por não resistir a sua natureza de flerte quanto pela educação e gentileza que havia aprendido com a mãe. ❝Aqui. Pode ficar. Sei que tá longe de ser uma jaqueta bonita como as que você vende ou usa, mas vai ajudar com o frio.❞ Ofereceu um sorriso, esperando que ela aceitasse sua oferta. ❝Eu diria que não combinaria com sua roupa, mas acho que qualquer coisa fica boa em você.❞
i just fuck things up if you notice. With @tivgitc
Tw: Menção a drogas ilícitas
Tal como a maior parte das pessoas que tinha ao seu redor, Dick havia conhecido Tiago em um bar, talvez fosse mais pelo trabalho de ambos do que qualquer outra coisa. Qualquer um que passasse muito tempo perto do Bell podia notar que quando as coisas não estavam muito bem ele acabava se afundando em substâncias ilícitas e isso costumava não acabar muito bem, tal como era agora. ❝Eu só fodo com tudo caso não tenha notado...❞ Falou depois de um tempo na direção de Tiago, o tom de voz indicando que estava devidamente alcoolizado. ❝Por que eu não consigo fazer a porra da coisa certa?❞
Era comum que ele e Etienne acabassem perdidos em algumas festas, mas geralmente costumava ser ele a perder a linha e acabar acordando em algum canto fedido e desconhecido para si, como ele ainda se mantinha saudável era realmente um mistério científico. Passou a mão pelo nariz, olhando para a melhor amiga em uma risada jocosa. ❝Tu tá péssima!❞ Ele disse sem qualquer cuidado com as palavras, por que sabia que com ela não precisava ter cuidado ou receio, ela era pior que ele. ❝Depois eu que perco a linha, né?❞
Daisy havia dito que queria se divertir, se soltar um pouco mais, geralmente Richard dizia que aquilo com ele não era difícil, sabia como se divertir como ninguém. Mesmo assim, talvez tivesse exagerado um pouco na mistura de substâncias oferecidas a ela, ele deu uma risada baixa olhando pra ela. ❝Você tá péssima... Não acha melhor parar?❞ Indagou um tanto preocupado, ainda que ele parecesse distante da ideia de parar com que ele próprio consumia. ❝Acho que eu devia ter te oferecido algo mais leve, né?❞