Ela mexe com todo o meu psicológico. Ela me trava. Me deixa sem palavras e olha que eu falo pra caralho. Ela faz o meu coração pular de 60 à 220, só com aquele sorriso perfeitinho dela. Ela fode com todo o meu eu. Confesso, eu amo isso. Eu amo tudo o que ela me faz sentir. Eu amo o cafuné na nuca que ela faz em mim distraidamente, todas as noites antes de nós dormimos. Eu amo todas as vezes em que ela me pede pra ficar, mesmo que as vezes, infelizmente eu não possa. Eu amo quando estou quase dormindo e ela fala toda carinhosa aquele “amor” só pra dar boa noite. Eu amo a voz dela, amo mais ainda quando ela canta pra mim, mesmo que ela não seja muito boa com ritmos. Eu amo aquela bunda gostosa dela, aqueles peitos redondinhos me deixam louco. Eu amo cada pedacinho do corpo dela, mesmo que ela bata o pé e diga que não gosta muito de si. Eu amo quando por vezes depois de uma frase idiota minha, ela fale: “eu te mereço, né?”. Amo dizer que sim, ela merece. Ela merece tudo. Não sou um tudo, eu sou cheio de quase, de tentativas mal feitas, sou cheio de porquês e dúvidas que ainda não foram saciadas. Eu sou confusão e ela sabe disso. Ela, se possível, é mais confusão e intensa que eu. A gente se completa, tipo, brigadeiro e pipoca. Eu sou dela. Ela é inteira minha. Eu sou o caos. Ela é a paz do meu caos. Ela é você.
Pedro Capeto. (via apodrecendo)













