Seguindo a leva dos que dizem que é possível aprender a desenhar, entrei em um curso de desenho - já que sempre quis ter este "dom".
Estava ouvindo a música Someone's Daughter da banda Jinjer e rabisquei isso aqui...
Alisa U Zemlji Chuda

JVL
almost home

blake kathryn
ojovivo
cherry valley forever
noise dept.
$LAYYYTER
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
TVSTRANGERTHINGS
art blog(derogatory)
Misplaced Lens Cap

#extradirty

@theartofmadeline

Product Placement

oozey mess

Origami Around
NASA
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Lint Roller? I Barely Know Her

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from Malaysia
seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Singapore
seen from United Kingdom

seen from Malaysia
seen from United States
seen from Germany
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from Poland
seen from Türkiye
seen from Germany
seen from Germany
seen from United States
@primabolha
Seguindo a leva dos que dizem que é possível aprender a desenhar, entrei em um curso de desenho - já que sempre quis ter este "dom".
Estava ouvindo a música Someone's Daughter da banda Jinjer e rabisquei isso aqui...
MISS NOBODY
Escolhas...Assim como em Mr. Nobody, filme que adoro, tenho dificuldades em decidir. E neste ritmo em que não me encaixo nunca, sigo sonhando em ter diversas vidas, inúmeras carreiras, diferentes amores e um sem número de funções que em nada se completam. A única semelhança é: em todas essas existências alternativas tenho sucesso, muito sucesso! Sou a melhor em cada uma delas, a dona de mim e do meu destino, a salvadora, a deusa Diana que me dá nome.
O que isto revela sobre mim? Saberei um dia qual é a vida real ou qual é a “alucinação consciente”? Quando é um chamado à realidade ou quando é apenas divagação de uma mente megalomaníaca e perturbada? Escolherei um caminho? É isto um traço de personalidade ou uma desordem psicológica?
E neste ponto tem residido uma das minhas maiores angústias: terapia é mesmo o caminho correto para mim? Ora, não consigo respeitar ninguém o bastante para ouvir ou assimilar os conselhos que me dão de bom grado. Estudar tanto sobre psicologia durante a minha infância e adolescência me faz antever todas as técnicas usadas pelos terapeutas, e nisso passo a manipulá-los sem piedade; nem deles e nem de mim, que sou carrasca de mim mesma.
É tão cansativo... A única pessoa que ouço sou eu mesma... Por isso decidi escrever: porque escrever sempre foi algo que me alimentou a alma, sempre foi o que me direcionou os pensamentos, me deu foco, me auxiliou a organizar essa bagunça que chamo de cérebro. Perder este hábito, bem mais que parar de dançar, desenhar e atuar, é algo que considero o mais nocivo e determinante sobre a situação de fracasso e sensação de perda em que me encontro atualmente: volto a escrever, na ânsia de voltar à vida... E de querer de fato viver.
O peso do existir, o vazio da inutilidade, a falta de direcionamento ou qualquer motivação... De onde vem isso e o que posso fazer para mudar? Esse é o enigma que não consigo decifrar e que me devora as entranhas.
E neste momento me vem à cabeça a música Cajuína. Preciso fazer as pazes com meu cérebro... Não consigo mais decifrar “os sinais”. 404 Page not found.
Sanfoneira que fiz para um festival cultural.
#Desenho #draw #drawingoftheday #aquarela #watercolor #acuarela #minhasartes
Aprendendo...
——————————————————————————————————————- SEIS MÚSICAS PARA DAR ADEUS A 2014
1. Nina Simone - Here Comes The Sun2. HAIM - Days Are Gone3. Coldplay - A Sky Full Of Stars4. Beyoncé - XO5. Capital Cities feat. André 3000 - Farrah Fawcett Hair6. WALK THE MOON - Shut Up...
Fotografias aleatórias.
Amadorismo fotográfico. #bjos
Prima Bolha completou 4 anos hoje!
Set me free...
Brincando com as possibilidades do ArtRage, enquanto me familiarizo com a ferramenta.
Testando o ArtRage. Aparentemente melhor que desenhar no Photoshop...
"Aprendam a amar a arte em vocês mesmos, e não vocês mesmos na arte."
Constantin Stanislávski
Sonhos Lúcidos, Recorrências e Inconveniências
Acaso... Nos encontramos sempre sem querer.
É noite, está muito escuro. Há neblina e, sem enxergar nada, esbarramos um no outro... Choque... Arrepio...
Não, eu não sei em que lugar estamos, estou sempre perdida, sempre correndo, sempre fugindo e de alguma forma ele sempre me encontra: a sua antena.
- Quem é você? O que você quer? - pergunto. A resposta é sempre a mesma:
- Você sabe quem eu sou e o que procuro... Procuro o mesmo que você!
- Muitos rostos, muitas casas, muitas camas. Você nunca é apenas um! Tantas vidas, tantos corpos... Nada a encontrar, você também está perdido!
- Não estou e você também não está: apenas não se lembra.
- Esse lugar me assusta!
- Esse lugar é seu e você é minha!
- Não! (grito, enquanto olho desvairadamente para os lados, temerosa e continuo dizendo:) Não quero ficar aqui, não gosto desse lugar!
- E por que sempre volta? (fico em choque) Nunca precisei te atrair e cá está você, como sempre...
Em um rompante, acordo do estado apático em que estava e saio correndo. Percorro ruas escuras e estreitas, há casas em ruínas e multidões se amontoando pelos cantos, se contorcendo, se beijando, se engolindo, inebriados pelo gozo. Olho para trás e percebo que ele não me segue. Esbarro (olho com decepção. É ele novamente... Voltei para o mesmo lugar do início!). Fujo novamente, corro com mais velocidade ainda. O ar denso e rarefeito aperta o meu peito - seria o frio ou apenas o medo congelante? Entro em um bairro ainda mais assustador, porém novamente sinto o impacto de seu corpo contra o meu. Ele ri.
- Você pode correr, pode reunir todas as suas forças e fugir! Mas não adianta, é para mim que retorna toda vez! Você está assustada (pensativo), mas a culpa é minha, sempre tenho a ilusão de que você me aceitará do jeito que sou... Vamos começar de novo? (Fala em tom de deboche)
Mal ouço as últimas palavras, uma espécie de torpor toma conta de mim... Desmaio... Quando acordo, estou em minha cama, aconchegada, segura.
- Foi só um sonho! (suspiro aliviada).
Levanto-me e me apronto para trabalhar. O dia está lindo e todas as pessoas que encontro estão de bom humor, uma bênção! Mal chego no trabalho sou informada de que temos visitantes e que meu chefe me chama para conhecê-los.
Entro na sala intimidada, sou anunciada e obrigo-me a olhar para os visitantes. Um arrepio percorre minha espinha... Que ser divino é este que me olha tão faminto e ao mesmo tempo tão familiarizado? Mal percebo o outro homem que o acompanha, só tenho olhos para ele! O diálogo entre nós flui tão facilmente, somos praticamente um só. E eu o quero com urgência, desesperadamente dentro de mim.
Depois de muita conversa e trabalho, saímos todos para um bar afastado da cidade. Música alta, comida e muitas bebidas depois, lá estamos nós dois dançando lascivamente. Mal consigo respirar, o perfume dele me inebria, sinto uma vontade louca de arrancar-lhe a roupa ali mesmo em meio a multidão.
Acordo desta catarse com um puxão no braço. Ele leva-me junto a seu peito e beija-me com voracidade. Perco-me em seus braços, esqueço do mundo... Não sei mais onde estou e tudo o que existe são nossos corpos entrelaçados, vibrando no mesmo tom.
- Tão bom estar aqui contigo. Você é tudo o que eu procurava! (Sussurro) Ele sorri e diz, finalmente:
- Eu sei, esse lugar é seu e já disse que você é minha!
Grito aterrorizada e o empurro... Acordo! Estou suada e ofegante, porém aliviada por ter acordado. Ainda sonolenta, olho para o relógio:
- Puta que pariu! - Pulo da cama com urgência e corro o mais rápido possível - mas desta vez para o banheiro: estou atrasada novamente!