Lazzaro Felice. Feliz como Lazzaro.
Comecei esse filme sem saber nada sobre ele, na realidade eu vi o trailer mas não da para entender nada a partir dele, e terminei sem entender muita coisa. O motivo de não entender de cara foi porque realmente não sabia do que se tratava, é um filme muito mais poético do que caracteriza 100% cenas possíveis. No final das contas achei que fez sentido, depois ler sobre, claro. A história: Lazzaro, um menino italiano ali nos seus 17/20 anos que mora no interior do país com sua família enorme. O menino faz de tudo pelos outros, é taxado de bobo porque faz tudo de coração mas as pessoas não reconhecem. Um dia chega a marquesa e seu filho que tem da idade de Lazzaro, chamado Tancredi.
Tancredi se revolta com a mãe por um motivo que ainda não está claro para nós e se afugenta nas montanhas da paisagem, Lazzaro apresentou o lugar para ele e eles viram amigos. Amigos no sentido que Tancredi pede de tudo pra Lazzaro e é mal agradecido.
Não quero contar mais para não estragar a surpresa, o plot. Mas assim, quando acontece a virada da trama depois que Lazzaro desperta eu fiquei sem entender nada, jurei que era um filme de cenas que fazem sentido no mundo humano.
Enfim, eu pensei no início que Lazzaro era apaixonado pela Antonia, depois pelo Tancredi e no fim não era nada disso. Isso mostra que o ator é sensacional, porque o olhar dele de apaixonado para todos é incrível.
É um filme muito legal mas bem poetizo, tem simbolismo, e cult sim. Vale a pena ver naquele dia que está disposto a ver um filme tranquilo e quer pensar um pouco.















