Pyxis Matrona Goldstein possui 17 anos e está no 7º ano da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Seu status sanguíneo é mestiço, e pertence à casa Corvinal. No momento encontra-se indisponível, e seu Face Claim é Danielle Campbell.
Extracurriculares: Runas Antigas, Aritmancia, Jornal de Hogwarts e Grêmio Estudantil.
Varinha: Nogueira-preta, núcleo de pelo de unicórnio, 29 centímetros e inflexível.
Espelho de Ojesed: Vê em vestes parecidas com as que viu um dia o ministro da magia usar, interpretando que conseguiu atingir um de seus maiores sonhos. Ao seu lado, estão os seus pais com rostos jovens, exatamente como ela se lembra e recorda nas fotos que possui. Deseja, internamente, saber o que realmente aconteceu na noite de sua morte.
Bicho-Papão: Pyxis se vê sobre os corpos dos seus tios, marcas de mordidas por todo os rostos dele. O que mais teme, na verdade, é ela mesma.
Animal de Estimação: Um gato chamado Merlin.
“Staying up till morning. Only 17, but she walks the streets so mean.”
Os Goldstein são conhecidos pela sua imensa habilidade na técnica da legilimência, sendo que desde pequena Pyxis foi ensinada pelo pai – descendente direto de Queenie Goldstein – como devia praticar. Mesmo que não pudesse fazer magia, ela estudava cuidadosamente cada movimento que o pai fazia, esperando que um dia pudesse seguir a linhagem corretamente. A mãe de Pyxis era uma nascida-trouxa, mas uma das bruxas mais brilhantes do mundo bruxo, trabalhando no Departamento para Regulação e Controle das Criaturas Mágicas. Escreveu livros famosos mundialmente sobre magizoologia, usados por profissionais da área e muito bem elogiados pela crítica. A garota sempre admirou muito os pais, o orgulho declarado em um simples olhar. Não esperava, porém, que um dia toda sua felicidade poderia mudar da noite para o dia. Um ataque de um lobisomem foi o suficiente para mudar completamente o mundo de Pyxis. Por sorte, naquela noite de lua cheia, não foi estraçalhada pela criatura, sua vida sendo poupada, tendo como marca apenas uma cicatriz em seu quadril. Foi socorrida pelos vizinhos, mas seus pais não tiveram a mesma sorte, sendo encontrados em situações, no mínimo, deploráveis. A criança não teve nem coragem de olhar para os rostos desfigurados dos pais, cabendo aos tios galeses o reconhecimento. A guarda da menina acabou sendo dos tios, que aceitaram sem hesitar receber a garota em sua casa. A nova família de Pyxis se tornou seus tios e seu primo de sua idade, mas é claro que todas as noites a loira tinha pesadelos com os pais sendo mortos, devorados por um monstro de rosto peludo. O que poucos sabiam, é claro, que em toda lua cheia, a menina vira a coisa que mais teme.
Não se podia negar o quão nervosa a garota estava na primeira vez que colocou os pés dentro da estação 9 ¾. Se lembra que aquele dia estava tão nervosa que se dissesse alguma coisa, era capaz de vomitar. Pyxis encarava os tios, que conversavam distraidamente sobre as últimas decisões do ministério; mesmo que ela não compreendesse muito, sabia que era algo ruim, afinal a tia frequentemente revirava os olhos e estalava a língua impaciente a respeito do que o tio dizia. Seus olhos procuravam alunos ao redor, pensando que aquilo a acalmaria. Não poderia estar mais errada. A questão de qual casa seria colocada fez com que ela se preocupasse ainda mais, sendo que, quando se despediu dos tios, eles afirmaram que qualquer casa para qual fosse seria o suficiente. E se houvesse algum problema com ela e não fosse selecionada para nenhuma? Será que deixariam ela ficar no castelo? Seu coração batia acelerado quando o Chapéu Seletor foi colocado sobre sua cabeça, anunciando um tempo depois que Corvinal era o lugar o qual pertencia. E, de fato, tudo fez mais sentido. Pyxis era dona de uma imensa inteligência – não tão comum e reconhecida como deveria ser – na qual tinha um dom um tanto curioso com as palavras. Não era difícil encontrá-la tentando convencer alguém, usando as palavras certas para se expressar. Acabou por fazer várias amizades enquanto passava seu tempo no Salão Comunal, participando de várias conversas eruditas e que auxiliaram no que ela se tornou.
Não se pode negar que Pyxis possui uma lábia incrível, convencendo qualquer um com palavras. Tudo sempre bem pensado, são poucos que não ficam impressionados com as opiniões que ela tem e até mesmo aderem ela. Não foi uma surpresa quando decidiu participar do Grêmio Estudantil e do Jornal de Hogwarts. Todos que ouviam – ou liam – o que ela tem a dizer nessas atividades extracurriculares, não deixam de querer conversar com ela diariamente, querendo saber o que ela tem mais a dizer. Independentemente de não gostarem dela, todos carregam a mesma opinião: a Goldstein é praticamente um gênio. De qualquer maneira, Pyxis não é o tipo de garota que vai mal em alguma matéria. Estuda tanto que é frequentemente elogiada pelos professores por suas notas, fazendo com que um sorriso radiante apareça em seu rosto.
Pyxis jamais aceitou um “não” como uma resposta plausível para o que quer que queira. Não tem medo de usar seu charme para seus objetivos, conhecendo até mesmo algumas técnicas de sedução. Muitas vezes é vista com maus olhos por quem a pega tentando conseguir algo, mas não é algo que ela possa controlar – quando quer algo, ela consegue. Apesar disso, carrega uma personalidade bem confiante, beirando ao egocentrismo, fazendo com que se coloque no pedestal muitas vezes. Mesmo que nunca deixe seus estudos de lado, convencê-la a fazer algo que seja proibido não é uma tarefa árdua, principalmente porque ela é um imã para o perigo. Ela pode ser uma garota bem positiva e simpática, independentemente da pessoa com quem conversa. Pyxis gosta de manter uma relação boa com todos com quem conversa, mesmo que nem todos os alunos a agradem, porém sabe a necessidade disso.