.✦ ݁⋆ ── notas: o mimo da vez é para minha princesa gótica @redtearsheart 🥀
.✦ ݁⋆ ── avisos: smut, hoje é dia dos pais então, vai ter daddy kink sim! Dirty talk, citação à filme pornô, size kink, keeho noivinho, masturbação, diminutivos, sexo desprotegido, ejaculação na cara, menções a “papai”. Todos os envolvidos são maiores de idade e consentem com tudo que será abordado. (Keeho x leitora)
Suas chaves giram, destravando a porta do apartamento que lhe acolhe feito um abraço aconchegante assim que pisa no assoalho amadeirado. Lá fora faziam menos três graus, talvez? Caminhou duas quadras sobre uma camada fina de gelo, o vento castigou o seu rostinho bonito sem pudor, um vapor já escapulia do interior de sua boca.
Devido à nevasca prevista para o fim daquela tarde, fora dispensada mais cedo que o habitual. Keeho adoraria isso.
Funga, sentindo o cheirinho gostoso do jantar feito, nota a mesa posta à sua espera, no entanto, não há sinal de Yoon ali. O lar estava silencioso demais, para um noivo comportado de menos.
Você passa por uma, duas portas. Chegando na última do corredor que está entreaberta. Seu instinto é levar a mão direto à maçaneta, todavia sua audição apurada faz com que pare segundos antes de concluir a ação.
O quê você escuta são ruídos curiosos que vinham direto da televisão do quarto. É sugestivo, é sujo, são gemidos. Altos e repetitivos.
Keeho estava assistindo a um pornô? Pelo som da cama rangendo no que estava sendo reproduzido, você deduz estarem trepando feito animais no cio para haver tanta movimentação abrupta em sequência. Tapas, baques, resmungos incompressíveis.
Era um pornô.
Talvez, estivesse saindo do chuveiro, lembrou-se de que estava sozinho, foi oportuno. Curiosa, inclinou-se para a frestinha disponível e vislumbra um pedaço da coxa do homem descansada sobre a cama. Ele está nu, relaxado, mente em outro lugar.
As pernas protuberantes estão arreganhadas, um dos braços está repousado atrás da cabeça. Isso queria dizer que com a destra Keeho se masturbava.
À princípio, o sentimento é inconclusivo. Saber que Yoon curtia ver mulheres nuas na internet, fodendo e gritando através de uma tela era um tanto quanto surpreendente. Não haviam abordado a pauta “pornô” até então, até porque, tinham uma vida sexual muito, mas muito ativa. Ativa de forma até extrapolante, você diria. Então, porque?
Homens possuíam uma necessidade tão desenfreada por sexo que precisavam indispensavelmente consumir pornografia? Para Keeho, você era uma figura sublime, uma divindade que era estritamente devoto e venerava com rigor, só tinha olhos pra você. Para o seu corpo. Bom, ao menos, era o que costumava demonstrar, no entanto, aquele era Keeho quando estava sozinho.
Enquanto divaga, os sons putíferos ecoando em paralelo tornam-se mais audíveis, porque pasme, o filho da puta aumentou o volume!
Aparentemente queria ouvir cada detalhe dos gemidos que aquela puta emitia, cada respiração, cada fraquejo dela. Como se quisesse fixá-los na mente.
A mão grande e lotada de relevos pelas veias saltadas, move-se com mais firmeza ao redor do pau duro que, pegava fogo na palma dele.
Vez ou outra, Keeho intercalava entre a destra e a canhota, diminuindo o ritmo da punheta gradativamente para não gozar tão rapidinho.
“Caralho, que cuzinho pequeno da porra.” Ele diz entre uma esfregada e outra, e o seu sangue ferve ao ouvi-lo comentar de forma tão escancarada o corpo de outra mulher.
“Geme igual uma puta.” Sua respiração está vacilante. Porra, ele poderia ao menos assistir à aquela merda por uma guia anônima no celular como qualquer outro homem “normal” faria. Mas, não! Houve toda uma preparação!
O quarto parcialmente escurinho, o creme hidratante escolhido para ajudar no deslizar das mãos pelo falo teso — o seu creme hidratante de morango, por sinal — os lenços de papel postos estrategicamente sobre a mesinha de cabeceira, fáceis de se alcançar e limpar toda a bagunça. Mas, o que, de fato, realmente lhe instiga a raiva, é perceber que o ordinário do seu futuro marido está gemendo. Está gemendo manhoso e entregue para a mulher daquele vídeo chulo e esquecível.
Keeho não gemia contigo nem mesmo quando faltava se desmontar na cama de tanto se contorcer. Ciúme. É o que você sente.
Aquela mulher o tinha ao ponto de fazê-lo gemer, você não. O maior agora alcança uma almofada sobre a cama, soca-a no meio das pernas, esfregando-se nela feito um cachorro no cio, como se a almofadinha fosse a buceta daquela puta. Esmagava a própria rola, inerte na TV, frenético. Se pergunta agora porque está mais odiosa? Talvez, o fato dos gemidos dele estarem se fundindo aos dela? Talvez, porque o seu noivo dava contigo no máximo alguns grunhidos másculos demais para se classificar como “gemido” e estava chorando feito um moleque que acabara de descobrir o orgasmo pra um vídeo pornô de merda? Puto desgraçado!
Keeho até mordia o travesseiro para se conter, metia os dentes nos seus ombrinhos, no próprio antebraço enquanto te comia de quatro, só para não deixar nenhum ruído chulo escapar. Ou seja, não conseguia arrancar um mísero sonzinho daquele filho da puta, mas para uma piranha imunda de um site adulto qualquer ele faltava uivar? Ah, não fode!
Já devia estar pertinho do ápice, porque espaçou mais as pernas e acariciou o períneo com o indicador, deu uma apertada gostosa nas bolas cheias como se preparasse para esvazia-las. O som melado da punheta soa ainda mais audível que os gemidos da desgraçada na TV.
Uma sequência de “Hunf!” escapam dos lábios masculinos e por mais estressada que estivesse agora, odeia admitir, mas a sua buceta está babando! Porra, está melecadinha na calcinha! Grudenta, dolorida. Francamente, era muito burra por Keeho!
Ficou molhada por ouvir seu homem gemendo para outra mulher. Tão vislumbrada com os raros choramingos que, sem querer, esbarra na porta e ela se abre, revelando ali a sua presença. Merda. Na mesma hora, a mão grande de Keeho para o que está fazendo. Soltou o pau melado sobre a coxa, ainda duro, mirando os olhos aos seus. Culpado.
— Linda? — Fechou as pernas por pura educação, porque sabia que já tinha visto tamanha absurdez. — Chegou cedo, eu terminei o jantar e tomei um banho pra…
— Tocar uma punheta?
Ah, a vadia suja continuava gritando na televisão escandalosamente, você adentra ao quarto, espumando. Antes que Keeho pudesse argumentar ou sequer elaborar uma desculpinha clássica como “Eu sou homem, e homens precisam dessas coisas.” já se antecipa.
— Olha só, eu não tô nem aí pra o quê você faz pra aliviar essa sua “sobrecarga masculina”, falou? Eu definitivamente não tô nem aí! — Ah, mas você estava. Estava muito aí por sinal. — Mas, fazer isso na nossa cama? No nosso quarto? Gemendo pra uma vadia qualquer, quando eu tenho que ralar pra conseguir arrancar qualquer gemidinho seu, Keeho, seu idiota! — Põe a mão na cinturinha, chateada. Aponta à TV enorme e não cede aos encantos dos olhos puxados que te miram.
— Continue.
— Ah, você quer ouvir mais? — Surpreende-se, cruzando os bracinhos. — Francamente, eu não entendo! O quê exatamente essa piranha desclassificada tem de tão especial pra fazer você gemer, enquanto eu…
Sua fala se quebra. Está encarando a tela gigantesca agora. Muda, perplexa. A bunda que Keeho tanto assistia na TV era a sua bunda. A voz que gritava feito uma “piranha desclassificada” era a sua voz. Tratava-se de um vídeo caseirinho que gravavam só por diversão. Yoon passa a palma pelos cabelos, mansamente, alcança o controle universal em cima do travesseiro e pausa, respirando fundo.
— Nossos vídeos. As vezes eu assisto. — Assume, encarando os próprios dedos dos pés relaxados sobre a cama. — Não é a primeira vez. Gosto de colocar na TV. É mais fácil de captar detalhes seus. Gosto de bater uma te vendo quando tô sozinho.
O seu queixo só não cai porque está mordendo a própria língua agora.
— Não sou um pervertido, a única puta escandalosa aqui é você. E, é a única que eu quero ver. Sinto sua falta quando está fora por muito tempo. As vezes uso seu hidratante pra ter seu cheiro — Explica. — As vezes eu até pego uma calcinha sua e…
— Keeho.
— Você não queria uma explicação? Estou te dando uma explicação — O tom é audaz. Queria mesmo te deixar desconsertada por puro orgulho. — Quando eu me satisfaço, te vendo assim — Aponta a tela congelada. — Toda ridícula e desesperada, gemendo, se acabando de chorar feito uma vagabunda sem cérebro, eu não consigo segurar… os meus gemidos. Tá se perguntando porque eu me seguro com você? — Não queria criar mais caso, já havia perdido aquela briguinha patética que nem ao menos deveria ter começado, mas se já estavam ali.
— Tira essa roupa e vem aqui — As pernas longas voltam a se espaçar. Você tira o casaco, o jeans. Ele observa. Restam apenas a calcinha e camiseta.
Tímida, deita-se por cima do torso úmido do noivo, sentindo o calor do corpo masculino te engolir. Ah, Keeho era sempre tão confortável. Sentia-se uma tola agora.
— Quando tô perto de gozar, fico do jeito que me viu há pouco, descontrolado, escandaloso. Não quero que minha menina me veja tão vulnerável na palma da mão dela feito um animal irracional — O risinho que te escapole dos lábios, o faz relaxar o cenho. — Mesmo que eu seja.
— Que desculpa esfarrapada. Tá dizendo que é tímido? — Morde o peito nu que ainda se acalmava. Estava molhado pela água do chuveiro e pelo suor. Keeho agora não consegue te olhar nos olhos, as maçãs do rosto coram e essa é a sua resposta. — Então, é mesmo tímido…
Seus dedinhos descem pela piroca babenta que está repousada sobre a barriga pálida. A recolhe, balança, sente o líquido escorrer por entre os dedos. Aperta-o na cabecinha dura e os olhos miúdos se fecham na hora, o punho já é levado automaticamente à boca. No entanto, você o retém.
— Não. Não vai tampar.
— Papai tá muito sensível… toquei com força.
— Eu sei, eu vi — Seus dedos descem pela extensão grossa, sobe ordenhando, apertadinho. Keeho abre os lábios carnudos, mas nenhum som sai deles. — Tava se punhetando feito um louco e pra quem?
— Pra você — A voz escapole, sôfrega. Está delirando com o aperto em volta do falo. — Só pra você.
— Até quando pode assistir qualquer outra vagabunda, você prefere ver a sua, não é? — Ele sorri. Detestava se sair por baixo em qualquer situação.
— É, você me pegou… pegou o papai no flagra e agora? — Os lábios sacanas são direcionados ao seus, soprando uma respiração quente para dentro de sua boca. — Presta atenção. Já que interrompeu, vai terminar o meu serviço. Vai aprender a não bisbilhotar enquanto eu me alivio.
— Eu vou deixar você terminar essa merda sozinho.
— Não vai — Ah, odiava quando batia de frente com ele. Como se fosse páreo. A mão grande te estimula a bombar mais forte. — Você chegou na hora certa, vai fazer o papai gozar do jeito que ele gosta — Yoon une os lábios aos seus afim de calá-los, portanto os recusa. Não consegue te capturar de novo, porque está ocupando demais tentando se conter. Apertou mais o falo em um desce e sobe, rodeando a mão em volta.
— Faz como eu te ensinei. Anda, porra.
— Você mesmo se coloca na palma da minha mão, Yoon Keeho. E diz que tá com vergonha de deixar isso mais óbvio? — Alcança o controle remoto da televisão e aperta o play. Os seus gemidos no vídeo voltam a ecoar pelo quarto. Keeho encara a TV, e encara o seu rosto em seguida.
— Me assiste. Onde quiser, papai! — Os olhos masculinos focam em seu sobe e desce com as mãos ao vivo, no entanto, revezava com o sobe e desce de seus quadris na televisão.
Naquele vídeo em específico, a câmera estava bem centralizada em seu cuzinho apertado sendo alimentado pela rola grande. Keeho dava um zoom certeiro quando estapeava a sua carne com tanta gana.
O pigmento vermelho cereja em sua bunda era lindo na tela. Tornou-se a cor favorita de Yoon. Vez ou outra, mirava a câmera para seu rosto afobado, só para captar a boca bonita chupando o próprio dedo enquanto dava o cuzinho pra ele. Deplorável.
O gozo gostoso sobe pela extensão gorda e jorra dolorida na sua cara, sem avisos, melecando toda a bochecha, a boca, o queixo. Escorrendo pela virilha dele, pelas bolas e o som estridente escapole da boca do maior. Alto pra caralho!
Merda, parecia que estava o matando. Os gemidos sôfregos de Yoon misturam-se com engasgos, soluça, engole ardido, funga. Os dedos fincam no travesseiro com força, até que os batimentos cardíacos regulassem devidamente. Está morto. Ridiculamente entregue a você.
— Guarda a porra do papai… lambe… — A voz grossa dá um contraste nítido com os gemidinhos que escutara há pouco. — Limpa com a boca. Deixa tudo bonitinho — Enfiou os dedos longos em seus cabelos, descendo sua cabecinha, empurrando-a para a pele ensopada. Faz sua barriga de depósito para a porra com muito o gosto.
— Você tá toda suja — Apanhou o seu queixo, encarando a face pingando o cremezinho esbranquiçado que te deu. O sêmen era pegajoso, grudento. Ligas e mais ligas escorriam por sua bochecha. O polegar másculo apanha uma quantidade do líquido e soca-o para dentro de sua goelinha. Fundo, ríspido. Sequer lhe dá tempo para respirar.
— Tá imunda — Keeho aperta sua bochecha com os dedos. — Babada, nojenta… vai levar um tempo pra tirar tudo isso de você. — O braço de Keeho se estica, alcança a câmarazinha em cima da cabeceira e uma luz vermelha se acende. Porque não está surpresa com o quê o sorriso maquiavélico sugere?
— Vai pro banho. Tira essa calcinha que o papai vai te registrar hoje. Vai abrir essa buceta linda pra câmera e criar mais uma coisinha pra ele usar quando não estiver em casa. Vou me masturbar olhando pra essa sua cara de sonsa! — Mirou a câmera em sua face embebida da leitada para um primeiro registro.
[💋AVISOS:] smut, nicholas amigo de infância e big!dick, uso de cigarro eletrônico, corruption kink, muita degradação, tapas, masturbação!fem&masc e squirting
[🍷NOTES:] eu precisava escrever com o homem da minha vida e postar né kkkkkk
— Sua mamãe sabe que você tá frequentando esses lugares? — foi o que Nicholas perguntou, soprando a fumaça do vape de morango ao te ver completamente nua, deitada na cama daquele quarto com luzes vermelhas.
Simplesmente o puteiro recém inaugurado da cidade.
Era como ver uma princesa com seus vestidos bordados a ouro e cabelos bem organizados por damas de companhia caindo diretamente no lugar mais imundo, perigoso e profano que se pudesse imaginar.
— E-eu só venho aqui p-para… — balbuciou, quase sem fala pelo medo de ter sido pega pelo seu amigo de infância e, principalmente, pelo Wang estar se aproximando de você sem camisa.
— Shh… — ele segurou seu rostinho. — Eu sei, não vou contar pra ninguém que você vem aqui para aprender umas coisinhas. Já aprendi coisa pra caralho em lugares como esse.
A pele dele era linda e leitosa, com ombros largos… Tudo parecia tentador demais, mais perfeito do que você secretamente imaginava desde que vocês dois começaram a crescer.
— Não pode meter — você sussurrou, preocupada que suas amigas que realmente trabalhavam ali não tivessem avisado.
— Como se eu fosse foder uma princesinha igual você aqui, não é? — fechou os olhinhos quando o rosto dele se aproximou, pensando que seria beijada. Mas Yixiang riu, se afastando para te oferecer um trago docinho, que você aceitou de prontidão sem nem tossir.
Que garotinha má.
— Você é linda pra caralho, sabia? Eu ficaria contigo sem nada daqui e sem pagar, era só me pedir…
Sua bucetinha, que já estava molhada só de estar naquele ambiente proibido, pulsou sedenta com a informação.
— Sério? V-Você pagou?
— Claro que sim! Olha que gostosa, vale cada centavo e muito mais… — a mão dedilhou todos os contornos do seu corpo, arrepiando sua pele inteirinha. — Paguei só pra te olhar rebolando essa bunda linda, com as perninhas bem abertas. Quero te ver desesperada pra ter algo na bucetinha, mas não poder…
As mãos grandes te empurraram de volta no colchão, o som do cinto de couro sendo aberto ecoando no quarto vazio.
A cena te deixou completamente hipnotizada. Só havia experimentado coisas com as meninas dali, nunca tinha visto um homem sem roupas sem ser na tela do seu celular às duas da manhã, muito bem escondidinha de qualquer pessoa… E Nicholas estava ali, se despindo inteirinho pra você, com aquele pau grande e grosso saltando quando ele tirou a cueca — a única coisa deliciosa e quase desproporcional nele.
O Wang ouviu seu arfar surpreso, dando uma risadinha:
— Tá com medo de quê? Minha pica não vai te arrebentar, gracinha.
— Mas podia… — sussurrou.
— É, podia mesmo — apesar da concordância, ele não estava nem sonhando em ultrapassar o limite imposto. Mas, provocar… Aquilo era outra história.
Quando ele avançou de novo em sua direção, foi impossível não pressionar as perninhas de tesão — até ele as abrir de novo com as mãos fortes.
— Deixa eu ver, deixa — pediu, se abaixando entre elas. — Pode tocar?
— P-Pode…
Os dedos longos abriram os lábios da sua bucetinha com cuidado, quase escorregando de volta no processo de tão encharcada que você estava. Mordeu o lábio cheinho com vontade com a visão, te devorando com os olhos e maluco por ouvir os seus gemidinhos completamente manhosos só por estar sendo vista, sem nem ter o pontinho mais sensível tocado.
— Puta que pariu, não é que a princesinha é virgem mesmo? — rosnou, o pau guinando ao ver com clareza o hímen protegendo a entradinha pulsante.
Levou a mão à própria ereção, o pré-gozo pingando no chão encerado enquanto começava a bater uma devagarinho. Se imaginava arrebentando o seu cabacinho sem dó, o sangue da película destruída pintando a extensão dele junto com o seu batonzinho vermelho — por que ele com certeza te colocaria pra mamar pra ficar calminha antes de dar —, sua bucetinha o esmagando enquanto gemia como uma vagabundinha desesperada…
— Nicho… — você choramingou.
— Que foi, bebê? Quer ver eu batendo uma pra você, é?
— Uhum…
A risada dele deixou mais um pouco de fumaça escapar:
— Eu nunca pensei que você seria uma coisinha pervertida assim, sabia? — se levantou, entregando o cigarro eletrônico na sua mãozinha. — As quietinhas são mesmo as piores…
Você nem conseguia defender a própria honra, corada com as palavras difamatórias e hipnotizada com o que Nicholas fazia consigo mesmo — o ritmo, as veias nas mãos e na pica, como o punho girava a cada vai-e-vem apertadinho, a glande brilhante… Só tragava o vape docinho e soprava com a respiração entrecortada.
Mas bastou ele estender a mesma mão para você abocanhar os dedinhos — muito mais interessantes — com vontade, desesperada para sentir o gostinho de uma pica de verdade ali — e, caralho, você estava tão desesperada que, na sua cabecinha burra, era tão docinho…
— Isso, engasga nos meus dedos, sua vagabunda — Nicholas xingou, mas havia um fascínio profundo no olhar dele. — Chupa bonitinho que eu te ensino a me mamar depois, uh?
Ah, e você fez um showzinho com o pouco que havia aprendido de sedução naquele lugar. Piscou os olhinhos — já marejados de tesão — com falsa inocência, com a cabecinha indo e vindo, prendendo os dedinhos num cantinho da bochecha para dar aquele voluminho que deixava os homens com a cabecinha derretida… Claro que Nicholas iria perder o controle cedo ou tarde.
E foi o que rolou. Quase gozou com o tapinha delicioso me molhado de saliva que ganhou na cara.
— Seu projetozinho de vadia… — rosnou abrindo mais ainda suas perninhas.
Levou uma mão até seu clitóris inchadinho, te fazendo estremecer inteirinha enquanto levava a livre até o próprio pau de novo, ficando só a alguns centímetros da sua entradinha:
— Olha, olha como eu podia enfiar facinho nessa sua bucetinha, boneca — falou quase com ódio, descontando todo o tesão em você e nele. — Só mais um pouquinho e eu enfiava a cabecinha em você, e tenho certeza de que ia me implorar pra enfiar tudo. Sabe por que? Por que você é só uma cadelinha no cio!
— N-Nicho…
— Geme mais pro seu amiguinho, geme — acelerou o ritmo. — A partir de hoje você é minha, ouviu?
— Porra, Weno… — gemeu no nomezinho que tanto ouviu falar que as ficantes dele usavam.
Nicholas te olhou completamente incrédulo, sem palavras. A única coisa que a cabeça fodida só de te siriricar conseguiu pensar foi em acertar mais um tapa na sua bucetinha extremamente sensível.
Foi o suficiente para você esguichar enquanto gozava, as perninhas tremendo enquanto o líquido translúcido jorrava da sua bucetinha caia no abdomen definido, no peito, no pau pulsando e derramando a porra quentinha bem no seu meiozinho…
Se olharam, ofegantes, dessa vez com mais confidência.
Nicholas se inclinou e capturou a sua boquinha num beijo lentinho, quente e carinhoso. As mãos sujas dos seus líquidos agarrando sua bunda cheinha, te trazendo para um abraço com os corpos nus.
Ficaram ali, trocando beijinhos e carinhos por quase uma hora, tendo as conversas mais normais do mundo até ele murmurar.
— Vou tirar a princesinha daqui e levar pro meu castelo, que tal?
Você abriu um sorrisinho bobo, ciente de que Wang Yixiang nunca brincaria com os seus sentimentos.
Seu namoradinho quer te mostrar uma coisinha que ele aprendeu na academia...
[🤍AVISOS:] smut, mackiah big!dick, size kink, strength kink, cum, muita bagunça, dirty talk, sexo desprotegido (não façam!!!), oral!masc e menção à oral!fem
[🗒NOTES:] dedicado para a minha @mahteeez que me deu um jiho delicioso ontem 🫦✨️
Era um finalzinho de tarde delicioso de sábado, com nada para fazer além de ficar deitadinha no peito de Mackiah, assistindo séries e enchendo a barriguinha de salgadinhos e doces que haviam comprado na noite do dia anterior, animados por finalmente poderem passar um tempinho juntos após uma semana agitada.
Isso, até ele te fazer aquela perguntinha:
— Gatinha, posso te mostrar o que eu aprendi essa semana na academia?
Ele estava sorrindo. Sorrindo até demais.
— Claro que pode! — concordou, selando a boca vermelhinha. — Qual o nome do exercício?
— Elevação pélvica.
Ah, você sabia exatamente o que aquilo significava…
Já havia visto vários vídeos sobre na internet, principalmente sobre os resultados daquele tipo de exercício na cama. Só de imaginar seu namoradinho executando aqueles movimentos, sabia que não sairia da academia sem dar para ele bem gostoso no banheiro, lambendo o suor do pescoço longo.
Mas, ao invés de dizer que sabia mais do que bem sobre elevação pélvica, preferiu fazer sua melhor carinha de desentendida, com a bucetinha já pulsando burrinha por pica, empinando o bumbum que ele antes segurava só pelo prazer de apertar:
— Não conheço… Me mostra?
[ 🤍 ]
— A-Amor, droga… — sua voz fraquinha xingou, o sonzinho imundo de Mackiah te fodendo ficando mais alto do que a televisão.
— Fica paradinha, fica — era forte o bastante para te segurar no ar pelos quadris enquanto socava o pau na sua bucetinha. — Uh, assim… Pra eu enfiar bem no seu fundinho…
E ele estava conseguindo, erguendo a pelve sem dificuldade alguma e indo até o fundo do seu canalzinho macio e molhado, forte. O entra e sai te deixava ofegante, perdidinha e, principalmente, inquieta.
Não gostava de deixar tudo por conta dele, se sentia deliciosamente mal por estar sendo fodida até babar sem ter que fazer um esforçozinho sequer...
— Mackiah, porra… E-Eu quero sentar…
— Shhhh… — o moreno enfiou dois dedos grossos na sua boca. — Me deixa te mimar, caralho!
Sugou os dígitos toda chorosinha quando ele acelerou os movimentos, fazendo seu corpinho dar solavancos que eram muito bem contidos pelos braços dele. Você era tão pequenininha, nem se comparava ao peso que ele já havia aprendido a carregar… Podia quebrar sua bucetinha numa metida só, se usasse toda a força que podia.
Quando relaxou, seu corpinho ficou ainda mais soltinho e começou a ser fodida como uma bonequinha:
— Tá curtindo, vadia?
— Uhum… — murmurou, ainda com a boquinha cheia.
— Olha essa carinha de putinha… Eu vou gozar nela, ouviu? Você não vai conseguir ver nada, só a minha porra! — rosnou.
Dito e feito. Quando estava quase no próprio limite, Mackiah inverteu as posições e te jogou no sofá, masturbando a extensão enorme até jorrar jatos quentinhos no seu rostinho corado, cobrindo seus cílios, suas bochechas, para no final ainda esporrar mais um pouco dentro da sua boquinha macia.
— Gostosa pra caralho… — espalhou ainda mais a bagunça pela sua face quentinha, agarrando o seu pescoço com a mão imunda do próprio gozo. — Tu não tem noção do quanto eu sou maluco por você, garota!
Seu sorrisinho de puta foi a perdição dele. Mackiah precisou te beijar bem lentinho e babado, te arruinando ainda mais.
Até que o maior se deitar de novo:
— Senta aqui pra me dar o troco, senta — mandou, dando dois tapinhas no próprio rosto.
Vocês iriam fazer bem mais do que matar a saudade naquele fim de semana…
eu vou te chamar de papi (nem ligo se eu sou maluca!)
jiho + daddy kink para @redtearsheart, a mulher mais fiel desse brasil. 𝜗ৎ
jiho guia cada movimento teu, com aquele pau longo roçando perfeitamente no meio dos teus lábios inchados e forçando a entrada no teu orifício dolorido. ele vai afundando aos poucos, deixando a umidade amortecer a entrada do pau que vai deslizando para dentro das tuas paredes, te rasgando inteira. é devastador e você sente ele. sente mesmo.
— continua respirando, amor, inspira e expira... do jeitinho que a gente treinou.
naturalmente, sua buceta tenta rejeitar ele, as paredes se contraindo e empurrando o pau para fora como se estivessem revoltadas com a ousadia de tentar esculpir a sua bucetinha apertada.
não é a primeira vez que vocês transam assim, de forma tão crua e vulnerável, mas a grossura dele sempre testa a elasticidade da sua buceta, fazendo parecer toda vez que você é uma virgem tendo seu cabaço tirado.
ele não tinha culpa. esse bobão carinhoso tinha um pau gigante, coberto pelas veias mais grossas que você já viu. uma leve curvatura pra esquerda deixava ele no ângulo perfeito para te foder bem gostoso, e a grossura era suficiente para te tirar o fôlego toda vez, sem falta.
e olha que jiho tentou. orgasmo após orgasmo, dois dedos virando três enquanto ele te esticava além do seu limite, deixando seu buraco aberto e sedento. ele deveria ter a noção — não, deveria ter percebido que preparação nenhuma no mundo deixaria sua bucetinha pronta para a coisa que ele carrega entre as pernas.
um gemido de insatisfação escapa dos teus lábios abertos. seus olhos se fecham com força quando as lágrimas pesadas na linha d’água começam a escorrer, gotas salgadas descendo pelas laterais do seu rosto em direção ao queixo.
e ele percebe.
— tá esticando demais, né? — ele pergunta, com os olhos cansados acompanhando as lágrimas brilhantes. a cama range quando ele encosta os lábios na sua bochecha, te beijando como se estivesse com medo de te machucar, como se o pau dele não estivesse te detonando. — relaxa pra mim, princesa, preciso ter certeza de que cê não vai se machucar.
você olha pra ele. o cabelo loiro, antes penteado, agora cai bagunçado pela testa. o melhor é que só você pode ver ele assim. suas mãos encontram as dele, bem maiores, e suas unhas afundam nas veias que se sobressaem sob a pele.
— não consigo. é grande demais.
jiho sabe exatamente como te trazer de volta pra realidade, sussurrando com a voz grave bem no seu ouvido:
— mas cê consegue sim, lembra? — ele ajusta a posição de vocês rapidamente, parando de empurrar o pau enquanto as mãos dele vão para o teu rosto, segurando as bochechas quase num aperto. — aqui, olha pra mim... olha pro papai, por favor.
papai.
é difícil aguentar o olhar sério dele, ainda mais quando ele se chama assim — um termo reservado só para momentos intensos como esse.
— tá doendo, papai… — sai da sua boca num sussurro. suas pernas tremem quando ele empurra de novo, encaixando mais um pouquinho. não consegue evitar e olha para baixo, onde os dois se conectam, e seus lábios tremem ao perceber que ele nem chegou perto de entrar tudo. — não foi nem metade…
— shh… foca em como tá gostoso — ele coloca o polegar largo no seu clitóris, sorrindo só quando os teus chorinhos começam a virar gemidos.
— jiho– merda!
— oi, meu amor? tô quase entrando todo, princesa.
uma onda de alívio passa pelo rosto dele quando te sente relaxar, graças a deus conhecendo seu corpo como a palma da mão. esfrega o brotinho entre as tuas pernas tão suavemente que você consegue sentir cada onda de prazer, transformando a dor em puro êxtase.
gemendo alto, suas pernas trêmulas se enroscam na cintura dele.
— tá bem melhor... obrigada, jiho.
— boa menina... tô tão orgulhoso de você, bebê, aguentando o papai tão bem…
ele está prestes a perder o controle.
você nunca aguentou tanto e tão rápido. suas paredes gulosas estão tão lubrificadas que jiho sabe que podia se empurrar todo pra dentro de uma vez, mas que não deveria.
não enquanto você olha para ele desse jeito, com as pupilas brilhando com uma doçura que deixa o pau dele ainda mais duro.
— quero sentir você todo, amor... quero que doa... — balbucia, a cabeça se movendo preguiçosamente de um lado para o outro no travesseiro de cetim, seus tornozelos pressionando o quadril dele na esperança de que ele se mexa.
mas ele não se mexe.
— mas não vai doer não, eu vou garantir isso. — o loiro limpa a garganta, o pau dando um pulo dentro de ti enquanto mais um pedaço desaparece na sua buceta. — mas se é isso o que quer, vou adorar dar pra minha boneca exatamente o que ela precisa.
seus olhos lacrimejam.
— por favor?
— por favor, o quê? — choi pressiona o polegar com força contra o seu clitóris, fazendo-a se contorcer toda. — quando alguém quer uma coisa, tem que pedir com educação.
— por favor… — você sente suas bochechas esquentarem ao encarar ele, os lábios tremendo ao formar a palavra que seu namorado tanto quer ouvir. — ...papai.
sente o pau dele pulsar dentro de si. ele te dá um beijo molhado nos seus lábios babados, murmurando:
ele é muito lindo (às vezes deixo entrar sem condom!)
uma pausa de jobe bellingham para entregar essa drabble dedicada à @mahteeez 𝜗ৎ stan ampers&one!
o negócio é que mackiah odeia usar camisinha.
mate ele, mas não o faça encapar o pau. ele sente que é uma barreira desnecessária que o impede de sentir você — a namoradinha linda dele que ele morre de tesão —, por inteiro e de te preencher como deve ser. mas ele concordava, óbvio, você quem mandava na relação.
(e também, ele é um desesperado para entrar em você. sempre foi. sempre será.)
agora, mesmo depois de vocês terem trepado mais vezes do que consegue contar usando proteção, ele… cansou. mackiah sabe que você vai amar fazer no pelo. que você vai precisar disso. que nunca mais vai mandar ele colocar a porra de uma camisinha quando descobrir como é bom sentir ele se afundando em ti.
você só precisa da ajudinha dele — é o que ele pensa depois de elaborar o plano perfeito.
e com plano perfeito, ele quer dizer choramingar no teu ouvido até você aceitar.
— amor…
a sua resposta é um ganido manhoso que se transforma em um arfado quando ele apoia o pau contra a sua virilha e começa a deslizar lentamente para frente e para trás.
— não posso te ter assim, meu bem? — mackiah esfrega a extensão grossa dele para cima, a cabeça rosada e inchada roçando no seu clitóris a cada deslize pressionado. — queria tanto te sentir, linda. queria tanto sentir essa bucetinha gostosa apertando o meu pau sem nada impedindo…
ele se sente esperançoso quando você morde a ponta do dedo, olhando-o carente.
— não sei, amor… eu tenho medo…
ele mantém as estocadas curtas, quase leves, só para te deixar louca de tesão com essa provocação. quando você começa a se contorcer debaixo dele, ele olha para a sua buceta faminta e a vê se contraindo no vazio.
— olha pra ela, amor — ele diz, e direciona aqueles olhos escuros e brilhantes para ti, parecendo uma corça de tão precioso. — ela me quer tanto, precisa tanto de mim…
o pau dele está tão coberto pelo teu mel que mackiah “sem querer” apoia a cabeça na sua entrada. sem parar o movimento, ele empurra só um pouquinho para dentro. seus olhos se arregalam de surpresa.
— mackiah…
a frustração borbulha no peito dele, mas ele não desiste, porque você sorri, safada, e aí ele percebe que a tua intenção é ver a humilhação.
ele leva o rosto no seu pescoço para esconder o sorriso, lambendo e chupando a sua pele do jeito que sabe que você gosta.
— só a cabecinha, amor? por favor? — ele enfatiza os ganidos manhosos empurrando o quadril mais um centímetro para frente. — deixa eu botar só um pouquinho? eu nunca mais te peço nada.
suas unhas rasgam a pele das costas dele.
— por favor…
— só um pouquinho? — você balbucia bem no ouvido dele. faz a voz mais dengosa que consegue encontrar no seu inventário. — você promete?
a resposta dele vem contida:
— eu prometo, eu prometo, meu bem.
a promessa vai para o espaço quando ele desliza só mais um tiquinho para dentro e é recebido por um aperto quente e sedoso.
— caralho… — ele rosna, os músculos tencionando, e você dá um gemidinho agudo, rolando os olhos para trás. as estocadas dele são rasas e insatisfatórias. depois de apenas algumas, ele já está se contorcendo de vontade, tentando pateticamente se enfiar mais fundo.
— olha o que você prometeu, amor.
— amor, é tão gostoso…
— se você vacilar, tá fodido. sabe que eu tô no período fértil.
as palavras quase fazem mackiah começar a socar forte dentro de você. a ideia de gozar fundo até colocar em ti um filho dele invade sua mente. a ideia de que você vai ficar com ele para sempre e... ah, sim. é isso que vai acontecer. ele decide.
mackiah se inclina e te beija de forma lenta e preguiçosa, tentando te foder com a língua até você se render. a sua buceta está se contraindo rapidamente ao redor do primeiro centímetro do pau dele, dizendo que você quer isso tanto quanto ele.
— é que você é gostosa demais, amor... preciso tanto disso... preciso de você inteirinha.
um gemido sem fôlego escapa de ti com o elogio.
— me fode.
você mal consegue terminar de falar antes de ele empurrar tudo para dentro de uma vez só. sons guturais de prazer são arrancados de vocês dois enquanto você o aperta com tanta perfeição e ele te alarga de um jeito tão gostoso. é intenso, íntimo e cru. gostoso para um cacete.
conforme mackiah começa a te foder com vontade, o som obsceno de corpos se chocando ecoa pelo quarto. ele chora alto de tesão com a sensação quente e molhada e com os barulhos que o teu corpo faz.
quando você diz, chorosa, entre gemidos:
— a-amor… não esquece de tirar antes de gozar...
é preciso todo o resto do autocontrole que sobrou nele para não rir alto.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, rough sex, mating press, menção a daddy kink, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Se as minhas meninas querem, minhas meninas ganham! Vem aí sequência de smuts do Ampers&One. Totalizamos 5 pessoas no fandom br agora (sim, eu estou contando você sugarshortcakeism). Princeso da @redtearsheart pra começarmos.
Como Jiho, depois de saber que nenhum dos homens patéticos com quem a linda amiga dele já foi pra cama conseguiu fazer ela gozar, poderia não fazer nada em relação a isso? Ah, claro que não. Pra ele isso soa até como um ultraje, principalmente agora, dada a forma como ele tem o pau socado bem gostosinho na sua bucetinha.
“Deixa esse trabalho pra mim então, te prometo que você vai gozar tanto a ponto de nunca mais querer meu pau fora dessa buceta.” A frase que ele te disse no início da noite ainda ecoa na sua cabecinha. Bom, você pagou pra ver, e caralho... talvez essa tenha sido a melhor decisão da sua vida.
Você gozou uma, duas, três... sinceramente, parou de contar quando esguichou em cima dele. Achou até que vocês iam parar por aí, mas nunca esteve tão enganada. Mesmo estando toda sensível, Jiho não facilitou nadinha pro seu lado, afinal, ele é um homem de palavra.
Levantou suas pernas de modo que os joelhos praticamente alcançassem seus ombros, os seios fartos ali bem esmagadinhos, o corpo todo dobradinho abaixo dele. As costas chegam a descolar da cama, mais um pouco e dá pra dizer que você estaria de ponta-cabeça. Enquanto isso, Jiho tá praticamente montando na sua buceta, com os pés cravados na cama para conseguir mais impulso e o impacto ser mais bruto, segurando na parte de trás das suas coxas e sem desgrudar os olhos de toda e qualquer reação sua.
Se subestimou Jiho em algum momento, é nessa hora que se arrepende. Você tá esgotada, dolorida, a bucetinha chorona mesmo inchadinha e judiada quer mais.
— Fode... ai caralho, isso, fode. — Uma babinha escorre pelo canto da sua boca, os corpos chegam a ficar escorregadios de tanto suor.
— Mm-hm, assim não. Fala daquele jeitinho que eu disse que é pra me chamar de agora em diante, vai. — Corrige, praticamente sem fôlego, mas o sorriso no canto dos lábios surge sem qualquer esforço.
— Hmm, papai... mais... por favor, papai, eu tô quase.— Choraminga bem vagabundinha. Fecha os olhinhos com força, ouve a risadinha presunçosa de Jiho assim que sente o polegar dele começar a fazer pressão no grelinho sensível.
— Papai dá mais sim, meu amor. Papai prometeu, né? — As estocadas passam a ir num ritmo animalesco. Você sente as bolas tão pesadas te acertando em cheio, o cacete deslizando por suas dobras com tanta facilidade devido ao estado da bucetinha, molhada o suficiente para fazer ele alcançar bem onde deveria. — Não vai parar de gozar até ficar bem burrinha, até que a única coisa que consiga pensar é em como trato bem essa buceta.
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
Kyrell era o namorado perfeito, mas você conhece uma face diferente e ainda mais interessante dele...
[🤍AVISOS:] smut, kyrell namoradinho, spit kink, sexo desprotegido (não façam!!), um tapinha, dirty talk, size kink e oral!masc
[🗒NOTES:] esse é um presentinho pra minha nunu @stszrgirl 🤍! Espero que goste, amore!
Kyrell era um namorado tão bonzinho…
Amava te fazer carinho, te levava para os seus lugares favoritos sempre que podia, ouvia todas as músicas do Buck-Tick com você, bancava todos os seus produtos de skincare, exibia um sorrisinho amável em todas as fotos — sempre segurando sua cintura e sussurrando no seu ouvido que te amava antes de posarem.
Um príncipe encantado, alguns te falavam ocasionalmente, deslumbrados com a maneira que seu namoradinho te olhava, te tocava, te tratava. E ele era mesmo tudo isso.
Mas, havia uma parte dele que só você conhecia muito bem…
Kyrell podia ser ardiloso quando queria alguma coisa.
E daí que você estava ocupada estudando para mais uma prova da faculdade? Ele precisava te comer!
Te ver toda concentrada em algo, jogando fios rebeldes atrás das orelhas, murmurando palavras complexas e vestindo só a blusa dele o deixava maluco, faminto para enterrar em você até se concentrar direitinho em cada centímetro de pica que invadia sua bucetinha.
Fez um bico enorme quando teve os beijinhos que salpicou por seu pescoço ignorados, mas ficou puto mesmo quando o afastou com a mãozinha disse que a tal prova seria só na semana seguinte — porra, ele tava tão sem moral assim?!
Ele, então, decidiu apelar, saindo do banho sem toalha com a desculpa de “ter esquecido e não querer interromper”.
Claro que seus olhinhos foram para o corpo com gotículas de água morna, os músculos bem desenhadinhos que destoava completamente do rosto doce… O pau duro pra caralho pulsando pra você num convite imundo.
— Que foi, gatinha? Não tá estudando? — ele perguntou, o sorrisinho de desafio estampado nos lábios convidativos e úmidos.
— Kyrell… — murmurou, num tom que misturava sermão e desejo.
— Não consegue tirar os olhos de mim, é? — droga, e como isso amaciava o ego dele…
Foi o seu fim. Quando viu, já estava tentando provar para Kyrell que tinha mais orgulho ainda.
Encaixou-se no colinho dele, guiando a pica rosada e coberta de veias até a sua entradinha que, pateticamente, já estava molhada o suficiente para que pudesse descer até o talo. Sentava bem devagarinho de propósito e continha os gemidinhos manhosos — caramba, como aquilo era difícil! —, focada no rostinho corado de tesão do seu namoradinho se contorcendo com o contato delicioso com a sua bucetinha.
— A-Amor? — ele gemeu, os dedos cravados no seu quadril, sabendo que não podia usar toda a força adquirida na academia para te fazer sentar logo.
— Hum? — você resmungou, evitando abrir a boca para não chorar como uma putinha para aquele mimado.
— Senta logo… Porra, meu pau tá até doendo!
Ah, devia estar mesmo! Você o sentia pulsando e guinando em desespero por mais, desejando ser mais esmagado do que já estava pelas suas paredes macias.
Você quase teve pena. Quase.
Queria levá-lo até o limite, provocá-lo como ele havia feito contigo.
Por isso parou de sentar e só rebolou naquele pau delicioso, mordendo a boquinha corada com força, ignorando o pedido.
Kyrell rosnou, levando as mãos aos próprios fios molhados enquanto te observava esfregar o clitóris contra ele, parecendo satisfeita pra caralho em desafiá-lo de volta — os olhinhos de revirando por trás dos cílios longos, os pelinhos suaves dos braços arrepiados sob a luz da sua escrivaninha, os peitos balançando suavemente… Só faltava uma coisinha que ele amava.
— Geme, putinha — mandou.
Você negou com a cabeça, disfarçando um sorrisinho maléfico. Ele estava quase perdendo a cabeça.
— Eu não tô de brincadeira, amor.
Respirou fundo antes de responder:
— Ah, é?
— É sério, abre essa boquinha ou eu vou dar um jeito de abrir — último aviso.
Você se inclinou sobre ele, prontinha para sussurrar:
— Tenta.
— Filha da puta…
Os braços fortes te arrancaram de cima dele e tudo o que você conseguia fazer era sorrir enquanto era deixada deitadinha na beira da cama, balançando os pezinhos no ar.
— Tá divertido me irritar hoje, é? — Kyrell sussurrou, agarrando seu rostinho. — Abre.
Aquela única palavra te enfraqueceu.
Sabia muito bem o que ele estava querendo te dar — e estava louca para receber.
Então cedeu, abrindo os lábios e colocando a língua rosada para fora, recebendo de bom grado a saliva oferecida diretamente pela boca do seu namoradinho puto.
— Agora engole, vai — mandou de novo, rindo de forma quase adorável quando te observou obedecendo. — Isso, sua cachorra, engole o meu cuspe. Daqui a pouco vai tá engolindo é a minha porra.
O tapinha levinho que recebeu no rosto fez a sua bucetinha pulsar de tesão. Nem esperou ele pedir dessa vez para esfregar a glande melada do seu melzinho na língua, deixando beijinhos estalados, cuspindo, fazendo um verdadeiro showzinho para o seu namoradinho pervertido pra caralho.
Porém, para sua surpresa, Kyrell se afastou e foi até a sua escrivaninha, pegando um dos seus livros antes de se sentar na cama:
— Vem cá, vem, amor — sussurrou, puxando seus fios.
Te deixou com o rosto pertinho de novo da pica dele, o pré-gozo jorrando ca cabecinha enquanto ele abria exatamente a página em que você havia parado de estudar, apoiando-a nas coxas bem desenhadas:
— Mama minha pica e estuda, gracinha — desdenhou antes de abrir espaço nos seus lábios.
Você ficou revoltada e cheia de tesão, mas com a boquinha cheia demais para reclamar, começando a chupar como a vadia que era.
Medo do filme de terror que assistiu com seu namoradinho? O Koga resolve...
[🎞AVISOS:] SMUT, koga namoradinho & big!dick, masturbação!fem, menção à penetração, exibicionismo, muito dirty talk e degradação.
[🍿Notes:] não preciso nem dizer no que foi inspirado, né?
A noite estava fria como o refrigerante que havia bebido ao longo de uma hora e quarenta e cinco minutos de filme — cerca de 500ml de Coca-Cola com duas gotinhas de baunilha, pipoca amanteigada e uma barra de chocolate com recheio de caramelo, você se lembraria de cada detalhe naquela sala de cinema para sempre.
Principalmente do horror que havia sentido.
Não se achava medrosa, já tinha visto uma quantidade considerável de filmes de terror. Mas, aquele lobisomem louco por destruição e vingança assombrando aquele vilarejo pequeno, destruindo casas inteiras — e pessoas — com apenas dois golpes das garras afiadas, os caninos enormes e brilhantes rasgando tudo… Uh, aquilo te deu arrepios!
— Gatinha, eu preciso desse braço pra mexer na marcha, sabe?
A voz de Koga te despertou do transe. Há quanto tempo estava agarrada tão fortemente assim nos braços dele, dentro daquele Delorean vermelho?
Seu rosto ficou da cor do carro enquanto se soltava, fingindo arrumar o cabelo no retrovisor. Mas Yudai tinha olhos negros e atentos para notar as suas mãozinhas ainda trêmulas.
— Tá com medo do filme, é? — abriu um sorrisinho travesso.
— Não! — você exclamou na mesmíssima hora, orgulhosa demais para admitir. — Só estou com frio…
— Por isso eu te dei meu casaco há uns vinte minutos atrás.
Poft! — devia ser o som dos seus argumentos caindo por terra.
Resmungou baixinho, cruzou os braços e ficou calada. Yudai era brincalhão, conseguia ver o sorrisinho brilhante dele de quem estava prestes a te zoar, encantado com o seu cenho franzido e o seu jeitinho estressado que ele sempre, sempre mesmo, sabia lidar muitíssimo bem.
— Boba, eu te protejo dos lobisomens! — cutucou suas costelas, mordendo o lábio ao te arrancar uma risadinha.
— Você? Magrelo desse jeito? — implicou de volta, lutando para não deixar mais nenhum rastrozinho de riso escapar.
Ele não se sentiu ofendido. Se sentiu desafiado.
— Eu sei desenrolar, ué… — sussurrou com a voz macia, o cheiro do perfume dele acompanhando a própria aproximação. — Como que eu consegui uma gostosa assim? Na lábia, é claro…
Sentiu a boca selar seu pescoço exposto e se arrepiou inteirinha.
Te elogiando, dando risadinhas, fingindo estar totalmente entorpecido pelo gostinho da sua pele quando passava a língua… Sonso!
Seu namorado só se fazia, era natural. Quem o via andando por aí não enxergava malícia, mas quando aquele filho da puta dançava… Ah, sim! Todo mundo percebia que por trás daquele rostinho lindo tinha um puto que metia rebolando!
E os dedos longos dele foram dançando até por baixo da sua saia.
— Tadinha da minha garota, com medo do filminho besta… — sussurrou rente a sua boca, só para provocar e fingir que ainda queria manter algum tipo de diálogo. — Sabe que eu só escolhi ele pra te comer, né? A gente deu azar da sala ter lotado.
Você soprou um riso. Típico do Koga querer te foder assim, naquelas aventurinhas discretas e imundas:
— Porra, eu teria te dado tanta pica, metido mais forte na hora que tivesse uma cena tosca de susto para pensarem que você é só uma gatinha assustada, não uma vadiazinha que me mama em qualquer cantinho escuro das boates… — selou sua boca, os dedos circulando ao redor da sua calcinha bem devagar, do jeitinho certo. Te arrepiava todinha. — Era pra ter medinho só de gritar meu nome do nada enquanto sentava em mim, amor.
— Yudai… — gemeu baixinho, movendo os quadris, tentando ter mais contato, mais prazer.
Ele te beijou lentinho e riu do seu desespero, afastando a sua calcinha minúscula para o lado:
— Grita, vai.
Enfiou um dedo, e cada sílaba do nome dele morreu na sua garganta enquanto o indicador sentia seu interior cálido e úmido.
— K-Koga, caralho… — balbuciou.
Ouviu um “tsc” estalar na língua dele. Não era aquilo que queria.
Então sorriu, enfiou mais dois dedos e acelerou de uma vez, fazendo suas costas se arquearem e cada pedacinho do seu corpo estremecer com tanto estímulo. Caralho!
— Y-Yudai! S-Seu filho da puta! — finalmente gritou, mas agarrou o pulso para que tivesse certeza de que ele não iria ter a coragem de tirar; as unhas marcando a pele clarinha como a Lua.
— Que isso, vida? Só três dedinhos e já tá me xingando, é?
— D-Desgraçado, você vai ver…
— É mesmo? — curvou os dedos, vendo a ameaça virar belos gritinhos de uma vadiazinha imunda tendo seu ponto g atacado. — Eu não tenho medo de cachorra não, pode sentar com raiva que eu banco e ainda gozo nessa buceta de puta!
Foi ficando gradativamente burrinha, quase babando de tanto estímulo enquanto aqueles olhos te observavam e estudavam com uma mistura ilegal de falsa pureza e desdém. Podia ver a mão livre dele agarrando o volume enorme na calça de couro e, se pudesse falar algo coerente, imploraria para ser fodida logo no banco de trás.
Mas Yudai precisava manter a pose de bom moço. Seus pais achavam que estava namorando o príncipe encantado em carne e osso, e você tinha hora para chegar em casa.
Então, depois de te fazer ver ainda mais estrelinhas no céu de tanto gozar e sujar a mão dele de porra, enfiou os dedinhos na sua boca e te deu um beijinho delicioso com o sabor da sua buceta — que ele tanto amava chupar.
— Será que se eu falar que tô com medo meu pai me deixa ir dormir contigo, uh? — sussurrou mansinha, ainda ofegante.
— Você não vai dormir, eu vou te aterrorizar a noite todinha…
Eu turnava antes e amava — além de me ajudar MUITO a escrever — mas acabei perdendo contato com quem curtia também. Tô com saudades real desse hobbie 🥺☝🏻
Christopher achou bizarro aquele lance de uma mulher que era fisioterapeuta de dia e dominatrix à noite.
Porém, embora opostos totais, algo nessas duas ocupações encaixava perfeitamente...
Yin e yang, cuidar e ferir, libertar e prender, resgatar e condenar.
[⛓️AVISOS:] chan!sub & leitora!dom, relação sadomasoquista com consentimento e acordo, tapas, oral!fem, masturbação!masc, shibari, nipple play, asfixia erótica, pet play, um pouco de degradação, sexo desprotegido (não façam), aftercare e mais umas coisas que devo ter esquecido kkkkk
[🤍Notes:] Essa estava lá no meu Spirit. Torcendo pra chegar no público que ama essa vibe ☝🏻
Sua sala de fisioterapia já estava vazia há algumas horas, o que era bem comum para uma tarde de segunda feira. Por isso, estava se distraindo com um pouco de música e algumas imagens do Pinterest que certamente fariam seus pacientes verem você com outros olhos.
Mas, como suas amigas da faculdade viviam falando: as quietinhas sempre são as piores.
A sobrenatural “Playing Dead” da And One foi interrompida pelo som irritante e repetitivo de chamada no seu celular. Suspirou baixinho e pegou o aparelho, surpreendendo-se com o nome “Christopher” acompanhado de uma foto de perfil de um asiático lindo, de lábios cheios e cabelo negro, aguardando que selecionasse o botão verde do Whatsapp Business.
Demorou um pouco para atender, babando nos músculos lindos exibidos pela regata justa, cada contorno tão tentador que poderia se imaginar dedilhando com os dedos e fazendo um milhão de coisas…
Mas ele provavelmente era só um cara que pegou pesado demais nos treinos e agora precisava de umas sessões de fisio. Era extremamente comum na rua rotina de trabalho.
“Clínica BodyMary, como posso ajudar?”
“Asura?”
Fazia muito tempo que seu coração não parava ao ser chamada por aquele nome, a adrenalina correu por suas veias como se estivesse passando por aquilo pela primeira vez. Apesar do tom tímido, a voz de Christopher era grave, masculina, que arrepiava cada fio de cabelo.
Minimizou a guia de sua pasta “BDSM Aesthetic” e se apressou para abrir um arquivo específico no computador que continha tudo o que provavelmente iria precisar, as mãos sutilmente trêmulas sobre o mouse enquanto respondia:
“Sim, sou eu.”
Um silêncio três vezes maior que o seu se instaurou antes do sussurro ainda mais grave surgir:
“Ouvi falar que você presta alguns… Serviços?”
“Presto sim” — riu da timidez dele, inclinando-se na cadeira com um sorriso largo e entretido, mesmo que ele não pudesse vê-la. — “Então… Você quer?”
Outro silêncio. Ah, se aquele cara soubesse que estava te deixando mexida também — e o quão raro era tal coisa acontecer —, talvez não estaria tão receoso assim…
“Q-Quero. Como funciona?”
“Olha, para ser mais privado para você, vou te enviar um arquivo com as informações que precisa saber e preencher para que desfrute a experiência. Se tiver alguma dúvida é só mandar, okay?”
“Tudo bem, vou ler e já volto, Asura.”
[ ♡ ]
Foram os vinte minutos mais longos da sua vida até receber uma mensagem de concordância com todas as regras e o formulário preenchido.
Droga, ficou com a calcinha toda molhada só de ler a extensa lista de fetiches e permissões que havia recebido. Quem olhava para o rostinho bonito de Christopher Bang nem sonhava que ali habitavam desejos tão sórdidos e fora do comum. Diante daquilo, nem ficou surpresa ao ler a parte que esclareceu que o moreno tinha muita experiência sexual, mas nenhuma dentro do BDSM.
Pergunta 14: Qual será a palavra de segurança? (Deve ser algo fácil de pronunciar e fora do contexto dos atos, para evitar equívocos. Tudo irá parar no momento em que a disser.)
R: Azul.
— Uh, boa escolha… — murmurou, concentrada em cada sílaba.
Pergunta 15: Com qual animal você se identifica?
R: Lobo.
— Lobo… — sussurrou, intrigada.
Se não tivesse um cliente em vinte minutos, certamente teria largado tudo só para deixar sua imaginação voar e seus dedos deslizarem por seu clitóris até jorrar imaginando ter tudo aquilo para você.
Porém, de certo modo, seria bom ficar ansiosa.
“Estarei disponível essa noite, se quiser.”
“Pode ser. Poderia me enviar o endereço, por favor?”
[ ♡ ]
Christopher observava a sala escura — com sutis luzes vermelhas e vários brinquedos impróprios — como se estivesse dentro de um parque de diversões. Era aquilo que ele queria, que sempre quis mas nunca achou a oportunidade de experimentar.
De primeira achou bizarro aquele lance de uma suposta mulher da idade dele que era fisioterapeuta de dia e dominatrix à noite. Porém, embora opostos totais, algo nessas duas ocupações… Encaixava perfeitamente, como yin e yang.
Cuidar e ferir, libertar e prender, resgatar e condenar.
Porém, o que realmente fazia uma diferença de tirar o fôlego era te ver agora.
No perfil profissional tinha um sorriso doce, vestida de branco e com tons neutros na maquiagem. Até a voz cuidadosa no telefone reforçava a imagem de uma doçura quase angelical — tanto que perguntou pelo suposto apelido antes de uma abordagem mais direta, temendo estar enganado ou vítima de uma historinha de bar.
Porém, ali estava o mesmo rosto, coberto por uma maquiagem escura, chamativa, com pálpebras negras e lábios bordô tentadores que se recusaram a entregar um sorriso de saudação. O mesmo corpo, vestido com um macacão de couro que abraçava cada curva e um espartilho que terminava de fazer o desenho. Ah, e aquelas botas… Eram o toque final para trocar a ansiedade do novo por um calor insuportável.
Gostosa. Gostosa pra caralho.
— O-Oi, Asura…
— Senhora — corrigiu, firme. — O que está fazendo vestido?
Só sorriu quando viu as bochechas corando, o brilho curioso nos olhos escuros e puxados, a pressa com que Christopher arrancou a blusa e a atirou para longe, caindo bem na sua estátua vermelha de Vênus. Se permitiu encarar o abdômen definido e o peito largo por alguns segundos antes de caminhar em direção ao maior.
Droga, não era para ficar tão excitada por um cliente. Não ao ponto de querer tanto ser tocada.
O homem acompanhou a lentidão das mãos em seus ombros, a proximidade com o perfume tentador, afrodisíaco. Fechou os olhos quando sentiu seus rostos próximos, imaginando que seria beijado,, mas os abriu novamente ao ouvir o riso entretido, desdenhoso:
— O que tá fazendo de calças, uh? — você sussurrou, pressionando os dedos na pele branquinha. — Cachorros não usam calças.
Christopher ficou boquiaberto, indignado. Deu alguns passos para trás só para contemplar a carinha confusa e irritada dele, colocando as mãos na cintura afinada:
— Que foi? Achou que eu iria te tratar como um lobo? Como um… alfa? – riu, o encarando de cima a baixo. — Pode brincar de lobinho, mas aqui estamos falando da realidade. E a realidade é que você, lindinho, não passa de um cachorrinho no cio. Meu cachorrinho no cio.
Um argumento morreu na garganta de Bang. Afinal, a ereção dele latejou mais contra aquela maldita calça.
Arfou ao ver as duas peças restantes também voarem para longe, tomando fôlego antes de encarar aquele homem delicioso de novo. Mordeu o lábio para não gemer com a visão daquele pau enorme, pulsando cheio de veias e pré-gozo. Uma mulher normal faria a "piedosa", se colocaria de joelhos e abriria a boca sem pensar suas vezes.
Mas você não era nadinha normal.
— Ownt, já tá apaixonadinho por mim?
Christopher corou ainda mais e, mesmo que se esforçasse para manter a pose, a pré-porra continuava escapando de sua glande carente. Pensou que fosse gemer só de sentir uma coleira azul escura contornando seu pescoço largo.
Agradecia por estar coberta, pois também estava pingando de tesão, se contraindo no vazio de ver cada reação, cada tentativa de manter o equilíbrio.
— Tão pervertido... Você não tem vergonha de ficar duro facinho assim?
— Na verdade nã…
Acertou aquele rostinho lindo antes que tivesse a ousadia de discordar de você.
— Então você é um puto mesmo — xingou, os dedos pulsando pela força que tinha usado.
Christopher tocou o próprio rosto, os olhos expandidos, ofegante. A ardência era deliciosa, transmitia um choque elétrico para cada pedaço do corpo dele, o deixava mais louco do que qualquer droga poderia.
Quando notou, o homem já tinha avançado e tomado sua boca com uma voracidade que jamais havia experimentado. Ali, com aquela língua pressionando a sua e as mãos em sua bunda, precisou ceder parte do jogo e deitar para o lobo faminto que te beijava como se estivesse te fodendo.
Gemeu como uma putinha quando o maldito desceu o zíper do seu busto e ainda teve a coragem de encaixar o joelho bem no meio de suas pernas. Se esfregou ali até que o ar fugisse de seus pulmões e fosse puxada de volta para a realidade.
Para a sua posição e o nível do atrevimento daquele gostoso.
Empurrou aquele homem enorme no seu sofá de veludo vermelho e agarrou-o pelo pescoço de uma só vez, vendo a expressão de ousadia e vaidade de Christopher voltar novamente para aquela linda, vulnerável e clamando por piedade enquanto o apertava gradativamente mais, conforme ele tinha deixado e desejado.
— Shhh… Tem que ser um cachorrinho comportado — sussurrou, atenta às reações dele enquanto mantinha o aperto. — Sei que está louco para enfiar essa pica em mim — roçou o joelho na extensão enorme, vingativa —, mas precisa merecer, uh?
Geralmente nunca deixava um cliente te tocar de forma tão profunda, focava em outros meios de excitar e se sentir excitada. Te foder era uma dádiva para poucos e, porra, você queria muito dar para ele.
— Tá difícil de respirar, uh? — brincou, selando a testa úmida e lambendo as lágrimas do rosto másculo. – Segura a guia da sua coleira pra mim, uh? Bom menino…
Bang mal escutava suas palavras sádicas, mas conseguiu raciocinar para agarrar a corrente prateada. A sensação do corpo clamando por ar era deliciosa, seus peitos estavam tão pertinho da boca dele que até salivava. Sabia que estava totalmente em suas mãos e havia mesmo deixado aquilo rolar com assinatura e tudo. Era uma loucura, ia contra todas as coisas que havia sido ensinado e mesmo assim estava duro pra caralho, nunca tinha beijado uma mulher com tanto tesão quanto tinha te beijado.
Quando notou o maior amolecer nas suas mãozinhas e as correntes colidirem contra o chão, soltou Christopher no mesmo instante, dando tempo para que se recuperasse. Podia ouvir o homem arfando atrás de você enquanto colocava uma música baixinha para tocar, rebolando aquela bunda linda pra ele enquanto procurava pelas suas queridas cordas vermelhas no armário, demorando de propósito.
Claro que, quando se virou, o moreno estava batendo uma para a visão que ofereceu. Totalmente desesperado, o pau vermelhinho exigindo atenção enquanto era observada como se fosse a coisa mais preciosa e inalcançável do mundo.
Só que o agarrou pela guia e puxou com força, tirando os olhinhos nublados de tesão do seu corpo:
— Eu não lembro de ter deixado o meu cachorrinho brincar…
Christopher gemeu e encolheu os ombros, como se aquilo pudesse deixá-lo menor. Quase riu da tentativa.
— Desculpe, senhora.
Uh, adorou ser chamada assim… Mas amou ainda mais acertar a carinha de novo.
— Desculpado — emitiu, séria. — Agora levanta e fica quietinho. Se for obediente, eu vou te dar algo muito mais gostoso que a sua mão.
— Vai me deixar te foder, senhora? Vou poder te encher de porra?
Caralho, os olhinhos dele brilhavam pra valer.
— Uhum, mas só se ficar quietinho…
Foram longos minutos adornando o corpo de Christopher com a corda vermelha, demarcando os músculos conforme a sua imaginação, embora evitasse amarrar pontos que atrapalhassem a circulação sanguínea que fazia o membro rijo pulsar sempre que esbarrava em cada volta do seu quadril. Algumas vezes não resistiu em apertá-lo entre os dedos até ouvir Bang implorar para gozar, pelo bel prazer de parar bem quando ele estava pertinho.
Quando terminou sua obra prima, estava encharcada. Aquele homem ficava maravilhoso todo amarradinho, com as mãos para trás.
— Muito bem… — ronronou, tentando não soar tão manhosa.
Retirou o macacão de couro lentamente, sendo observada por aqueles olhos carentes e famintos até tudo estar no chão. Ficou ainda mais baixa sem as botas e gostou de encará-lo de baixo, louca por saber que tinha um homem enorme, delicioso e excitado pra caralho nas suas mãos.
Aceitou mais um beijo desesperado e repleto de gemidos graves, os lábios tentando substituir as mãos que estavam atadas, descendo gradativamente enquanto te selavam com uma devoção que te deixava maravilhada e assombrada ao mesmo tempo. Babaram os seus peitinhos sem nenhum pudor e ainda mordeu a sua bunda com vontade o suficiente para finalmente arrancar um gemido da sua garganta e garantir uma marca perfeita dos dentes — que duraria um bom tempo e, sinceramente, gostaria de ter aqueoa lembrancinha.
E quando conseguiu alcançar o centro de suas pernas, caralho, Christopher Bang nasceu para te venerar com a boca!
— Para, para, ou eu vou… — implorou, ébria, esfregando o clítoris no nariz proeminente.
Mas não foi ouvida, só mais e mais possuída com a língua em sua entrada até sujá-lo todo com o seu orgasmo. Viu o céu, o inferno e todas as estrelas do universo enquanto estremecia ali.
Transformou a necessidade de puni-lo em outra queda no sofá, tão furiosa e maravilhada que sentou em Christopher de uma só vez, choramingando de dor enquanto o maior revirava os olhos com a sensação.
— A-Apertada… — balbuciou extasiado.
Segurou-o pela mandíbula, assistindo a cada reação enquanto se movia lentamente, fingindo que também não estava com os olhinhos marejados de tesão, cheia até o talo com aquele pau enorme maltratando seu canalzinho a cada descida.
O xingava de cada nome imundo que conhecia, descontava a dor deliciosa de sentar nele em puxões de cabelo, tapas e arranhões na pele branquinha. O quadril do moreno investia contra o seu só para ser mais judiado pelas suas mãozinhas, cada vez mais descontrolado, até que sentisse outro orgasmo te atingir e seu interior lotar com a porra quentinha até extravasar.
Caiu sobre o peito largo do Bang, não contendo um sorriso ao sentir o beijo no topo da sua cabeça. Ficou ali por um certo tempo, até sentir as pernas de novo.
Levantou-se e esperou o maior fazer o mesmo, desfazendo os nós até que as cordas estivessem no chão, assim como a coleira. A cena já tinha acabado e agora precisava ver se tudo estava bem.
— Como se sente, Christopher?
— Incrível.
O sorriso doce e genuíno dele te derreteu junto com o líquido esbranquiçado que escorria de suas pernas.
— Que bom! Fique aqui, vou preparar um banho para você…
Não costumava oferecer banhos para quem atendia. Na real, nem trazia ninguém para a sala vermelha do seu apartamento, geralmente preferia levá-los para um motel ou uma boate focada em BDSM e manter tudo o mais “profissional” possível.
Tinha quebrado todas as regras hoje. Só faltava…
— Asura?
— ______ — sussurrou. — Meu nome é ______.
Virou-se para ele. Mesmo fora da cena, Christopher Bang ainda te olhava como se fosse Afrodite na Terra. Como quando ouviu a voz dele no telefone, ficou arrepiadinha da cabeça aos pés, ainda mais quando aquele pedaço de pecado sorriu para você:
Christopher achou bizarro aquele lance de uma mulher que era fisioterapeuta de dia e dominatrix à noite.
Porém, embora opostos totais, algo nessas duas ocupações encaixava perfeitamente...
Yin e yang, cuidar e ferir, libertar e prender, resgatar e condenar.
[⛓️AVISOS:] chan!sub & leitora!dom, relação sadomasoquista com consentimento e acordo, tapas, oral!fem, masturbação!masc, shibari, nipple play, asfixia erótica, pet play, um pouco de degradação, sexo desprotegido (não façam), aftercare e mais umas coisas que devo ter esquecido kkkkk
[🤍Notes:] Essa estava lá no meu Spirit. Torcendo pra chegar no público que ama essa vibe ☝🏻
Sua sala de fisioterapia já estava vazia há algumas horas, o que era bem comum para uma tarde de segunda feira. Por isso, estava se distraindo com um pouco de música e algumas imagens do Pinterest que certamente fariam seus pacientes verem você com outros olhos.
Mas, como suas amigas da faculdade viviam falando: as quietinhas sempre são as piores.
A sobrenatural “Playing Dead” da And One foi interrompida pelo som irritante e repetitivo de chamada no seu celular. Suspirou baixinho e pegou o aparelho, surpreendendo-se com o nome “Christopher” acompanhado de uma foto de perfil de um asiático lindo, de lábios cheios e cabelo negro, aguardando que selecionasse o botão verde do Whatsapp Business.
Demorou um pouco para atender, babando nos músculos lindos exibidos pela regata justa, cada contorno tão tentador que poderia se imaginar dedilhando com os dedos e fazendo um milhão de coisas…
Mas ele provavelmente era só um cara que pegou pesado demais nos treinos e agora precisava de umas sessões de fisio. Era extremamente comum na rua rotina de trabalho.
“Clínica BodyMary, como posso ajudar?”
“Asura?”
Fazia muito tempo que seu coração não parava ao ser chamada por aquele nome, a adrenalina correu por suas veias como se estivesse passando por aquilo pela primeira vez. Apesar do tom tímido, a voz de Christopher era grave, masculina, que arrepiava cada fio de cabelo.
Minimizou a guia de sua pasta “BDSM Aesthetic” e se apressou para abrir um arquivo específico no computador que continha tudo o que provavelmente iria precisar, as mãos sutilmente trêmulas sobre o mouse enquanto respondia:
“Sim, sou eu.”
Um silêncio três vezes maior que o seu se instaurou antes do sussurro ainda mais grave surgir:
“Ouvi falar que você presta alguns… Serviços?”
“Presto sim” — riu da timidez dele, inclinando-se na cadeira com um sorriso largo e entretido, mesmo que ele não pudesse vê-la. — “Então… Você quer?”
Outro silêncio. Ah, se aquele cara soubesse que estava te deixando mexida também — e o quão raro era tal coisa acontecer —, talvez não estaria tão receoso assim…
“Q-Quero. Como funciona?”
“Olha, para ser mais privado para você, vou te enviar um arquivo com as informações que precisa saber e preencher para que desfrute a experiência. Se tiver alguma dúvida é só mandar, okay?”
“Tudo bem, vou ler e já volto, Asura.”
[ ♡ ]
Foram os vinte minutos mais longos da sua vida até receber uma mensagem de concordância com todas as regras e o formulário preenchido.
Droga, ficou com a calcinha toda molhada só de ler a extensa lista de fetiches e permissões que havia recebido. Quem olhava para o rostinho bonito de Christopher Bang nem sonhava que ali habitavam desejos tão sórdidos e fora do comum. Diante daquilo, nem ficou surpresa ao ler a parte que esclareceu que o moreno tinha muita experiência sexual, mas nenhuma dentro do BDSM.
Pergunta 14: Qual será a palavra de segurança? (Deve ser algo fácil de pronunciar e fora do contexto dos atos, para evitar equívocos. Tudo irá parar no momento em que a disser.)
R: Azul.
— Uh, boa escolha… — murmurou, concentrada em cada sílaba.
Pergunta 15: Com qual animal você se identifica?
R: Lobo.
— Lobo… — sussurrou, intrigada.
Se não tivesse um cliente em vinte minutos, certamente teria largado tudo só para deixar sua imaginação voar e seus dedos deslizarem por seu clitóris até jorrar imaginando ter tudo aquilo para você.
Porém, de certo modo, seria bom ficar ansiosa.
“Estarei disponível essa noite, se quiser.”
“Pode ser. Poderia me enviar o endereço, por favor?”
[ ♡ ]
Christopher observava a sala escura — com sutis luzes vermelhas e vários brinquedos impróprios — como se estivesse dentro de um parque de diversões. Era aquilo que ele queria, que sempre quis mas nunca achou a oportunidade de experimentar.
De primeira achou bizarro aquele lance de uma suposta mulher da idade dele que era fisioterapeuta de dia e dominatrix à noite. Porém, embora opostos totais, algo nessas duas ocupações… Encaixava perfeitamente, como yin e yang.
Cuidar e ferir, libertar e prender, resgatar e condenar.
Porém, o que realmente fazia uma diferença de tirar o fôlego era te ver agora.
No perfil profissional tinha um sorriso doce, vestida de branco e com tons neutros na maquiagem. Até a voz cuidadosa no telefone reforçava a imagem de uma doçura quase angelical — tanto que perguntou pelo suposto apelido antes de uma abordagem mais direta, temendo estar enganado ou vítima de uma historinha de bar.
Porém, ali estava o mesmo rosto, coberto por uma maquiagem escura, chamativa, com pálpebras negras e lábios bordô tentadores que se recusaram a entregar um sorriso de saudação. O mesmo corpo, vestido com um macacão de couro que abraçava cada curva e um espartilho que terminava de fazer o desenho. Ah, e aquelas botas… Eram o toque final para trocar a ansiedade do novo por um calor insuportável.
Gostosa. Gostosa pra caralho.
— O-Oi, Asura…
— Senhora — corrigiu, firme. — O que está fazendo vestido?
Só sorriu quando viu as bochechas corando, o brilho curioso nos olhos escuros e puxados, a pressa com que Christopher arrancou a blusa e a atirou para longe, caindo bem na sua estátua vermelha de Vênus. Se permitiu encarar o abdômen definido e o peito largo por alguns segundos antes de caminhar em direção ao maior.
Droga, não era para ficar tão excitada por um cliente. Não ao ponto de querer tanto ser tocada.
O homem acompanhou a lentidão das mãos em seus ombros, a proximidade com o perfume tentador, afrodisíaco. Fechou os olhos quando sentiu seus rostos próximos, imaginando que seria beijado,, mas os abriu novamente ao ouvir o riso entretido, desdenhoso:
— O que tá fazendo de calças, uh? — você sussurrou, pressionando os dedos na pele branquinha. — Cachorros não usam calças.
Christopher ficou boquiaberto, indignado. Deu alguns passos para trás só para contemplar a carinha confusa e irritada dele, colocando as mãos na cintura afinada:
— Que foi? Achou que eu iria te tratar como um lobo? Como um… alfa? – riu, o encarando de cima a baixo. — Pode brincar de lobinho, mas aqui estamos falando da realidade. E a realidade é que você, lindinho, não passa de um cachorrinho no cio. Meu cachorrinho no cio.
Um argumento morreu na garganta de Bang. Afinal, a ereção dele latejou mais contra aquela maldita calça.
Arfou ao ver as duas peças restantes também voarem para longe, tomando fôlego antes de encarar aquele homem delicioso de novo. Mordeu o lábio para não gemer com a visão daquele pau enorme, pulsando cheio de veias e pré-gozo. Uma mulher normal faria a "piedosa", se colocaria de joelhos e abriria a boca sem pensar suas vezes.
Mas você não era nadinha normal.
— Ownt, já tá apaixonadinho por mim?
Christopher corou ainda mais e, mesmo que se esforçasse para manter a pose, a pré-porra continuava escapando de sua glande carente. Pensou que fosse gemer só de sentir uma coleira azul escura contornando seu pescoço largo.
Agradecia por estar coberta, pois também estava pingando de tesão, se contraindo no vazio de ver cada reação, cada tentativa de manter o equilíbrio.
— Tão pervertido... Você não tem vergonha de ficar duro facinho assim?
— Na verdade nã…
Acertou aquele rostinho lindo antes que tivesse a ousadia de discordar de você.
— Então você é um puto mesmo — xingou, os dedos pulsando pela força que tinha usado.
Christopher tocou o próprio rosto, os olhos expandidos, ofegante. A ardência era deliciosa, transmitia um choque elétrico para cada pedaço do corpo dele, o deixava mais louco do que qualquer droga poderia.
Quando notou, o homem já tinha avançado e tomado sua boca com uma voracidade que jamais havia experimentado. Ali, com aquela língua pressionando a sua e as mãos em sua bunda, precisou ceder parte do jogo e deitar para o lobo faminto que te beijava como se estivesse te fodendo.
Gemeu como uma putinha quando o maldito desceu o zíper do seu busto e ainda teve a coragem de encaixar o joelho bem no meio de suas pernas. Se esfregou ali até que o ar fugisse de seus pulmões e fosse puxada de volta para a realidade.
Para a sua posição e o nível do atrevimento daquele gostoso.
Empurrou aquele homem enorme no seu sofá de veludo vermelho e agarrou-o pelo pescoço de uma só vez, vendo a expressão de ousadia e vaidade de Christopher voltar novamente para aquela linda, vulnerável e clamando por piedade enquanto o apertava gradativamente mais, conforme ele tinha deixado e desejado.
— Shhh… Tem que ser um cachorrinho comportado — sussurrou, atenta às reações dele enquanto mantinha o aperto. — Sei que está louco para enfiar essa pica em mim — roçou o joelho na extensão enorme, vingativa —, mas precisa merecer, uh?
Geralmente nunca deixava um cliente te tocar de forma tão profunda, focava em outros meios de excitar e se sentir excitada. Te foder era uma dádiva para poucos e, porra, você queria muito dar para ele.
— Tá difícil de respirar, uh? — brincou, selando a testa úmida e lambendo as lágrimas do rosto másculo. – Segura a guia da sua coleira pra mim, uh? Bom menino…
Bang mal escutava suas palavras sádicas, mas conseguiu raciocinar para agarrar a corrente prateada. A sensação do corpo clamando por ar era deliciosa, seus peitos estavam tão pertinho da boca dele que até salivava. Sabia que estava totalmente em suas mãos e havia mesmo deixado aquilo rolar com assinatura e tudo. Era uma loucura, ia contra todas as coisas que havia sido ensinado e mesmo assim estava duro pra caralho, nunca tinha beijado uma mulher com tanto tesão quanto tinha te beijado.
Quando notou o maior amolecer nas suas mãozinhas e as correntes colidirem contra o chão, soltou Christopher no mesmo instante, dando tempo para que se recuperasse. Podia ouvir o homem arfando atrás de você enquanto colocava uma música baixinha para tocar, rebolando aquela bunda linda pra ele enquanto procurava pelas suas queridas cordas vermelhas no armário, demorando de propósito.
Claro que, quando se virou, o moreno estava batendo uma para a visão que ofereceu. Totalmente desesperado, o pau vermelhinho exigindo atenção enquanto era observada como se fosse a coisa mais preciosa e inalcançável do mundo.
Só que o agarrou pela guia e puxou com força, tirando os olhinhos nublados de tesão do seu corpo:
— Eu não lembro de ter deixado o meu cachorrinho brincar…
Christopher gemeu e encolheu os ombros, como se aquilo pudesse deixá-lo menor. Quase riu da tentativa.
— Desculpe, senhora.
Uh, adorou ser chamada assim… Mas amou ainda mais acertar a carinha de novo.
— Desculpado — emitiu, séria. — Agora levanta e fica quietinho. Se for obediente, eu vou te dar algo muito mais gostoso que a sua mão.
— Vai me deixar te foder, senhora? Vou poder te encher de porra?
Caralho, os olhinhos dele brilhavam pra valer.
— Uhum, mas só se ficar quietinho…
Foram longos minutos adornando o corpo de Christopher com a corda vermelha, demarcando os músculos conforme a sua imaginação, embora evitasse amarrar pontos que atrapalhassem a circulação sanguínea que fazia o membro rijo pulsar sempre que esbarrava em cada volta do seu quadril. Algumas vezes não resistiu em apertá-lo entre os dedos até ouvir Bang implorar para gozar, pelo bel prazer de parar bem quando ele estava pertinho.
Quando terminou sua obra prima, estava encharcada. Aquele homem ficava maravilhoso todo amarradinho, com as mãos para trás.
— Muito bem… — ronronou, tentando não soar tão manhosa.
Retirou o macacão de couro lentamente, sendo observada por aqueles olhos carentes e famintos até tudo estar no chão. Ficou ainda mais baixa sem as botas e gostou de encará-lo de baixo, louca por saber que tinha um homem enorme, delicioso e excitado pra caralho nas suas mãos.
Aceitou mais um beijo desesperado e repleto de gemidos graves, os lábios tentando substituir as mãos que estavam atadas, descendo gradativamente enquanto te selavam com uma devoção que te deixava maravilhada e assombrada ao mesmo tempo. Babaram os seus peitinhos sem nenhum pudor e ainda mordeu a sua bunda com vontade o suficiente para finalmente arrancar um gemido da sua garganta e garantir uma marca perfeita dos dentes — que duraria um bom tempo e, sinceramente, gostaria de ter aqueoa lembrancinha.
E quando conseguiu alcançar o centro de suas pernas, caralho, Christopher Bang nasceu para te venerar com a boca!
— Para, para, ou eu vou… — implorou, ébria, esfregando o clítoris no nariz proeminente.
Mas não foi ouvida, só mais e mais possuída com a língua em sua entrada até sujá-lo todo com o seu orgasmo. Viu o céu, o inferno e todas as estrelas do universo enquanto estremecia ali.
Transformou a necessidade de puni-lo em outra queda no sofá, tão furiosa e maravilhada que sentou em Christopher de uma só vez, choramingando de dor enquanto o maior revirava os olhos com a sensação.
— A-Apertada… — balbuciou extasiado.
Segurou-o pela mandíbula, assistindo a cada reação enquanto se movia lentamente, fingindo que também não estava com os olhinhos marejados de tesão, cheia até o talo com aquele pau enorme maltratando seu canalzinho a cada descida.
O xingava de cada nome imundo que conhecia, descontava a dor deliciosa de sentar nele em puxões de cabelo, tapas e arranhões na pele branquinha. O quadril do moreno investia contra o seu só para ser mais judiado pelas suas mãozinhas, cada vez mais descontrolado, até que sentisse outro orgasmo te atingir e seu interior lotar com a porra quentinha até extravasar.
Caiu sobre o peito largo do Bang, não contendo um sorriso ao sentir o beijo no topo da sua cabeça. Ficou ali por um certo tempo, até sentir as pernas de novo.
Levantou-se e esperou o maior fazer o mesmo, desfazendo os nós até que as cordas estivessem no chão, assim como a coleira. A cena já tinha acabado e agora precisava ver se tudo estava bem.
— Como se sente, Christopher?
— Incrível.
O sorriso doce e genuíno dele te derreteu junto com o líquido esbranquiçado que escorria de suas pernas.
— Que bom! Fique aqui, vou preparar um banho para você…
Não costumava oferecer banhos para quem atendia. Na real, nem trazia ninguém para a sala vermelha do seu apartamento, geralmente preferia levá-los para um motel ou uma boate focada em BDSM e manter tudo o mais “profissional” possível.
Tinha quebrado todas as regras hoje. Só faltava…
— Asura?
— ______ — sussurrou. — Meu nome é ______.
Virou-se para ele. Mesmo fora da cena, Christopher Bang ainda te olhava como se fosse Afrodite na Terra. Como quando ouviu a voz dele no telefone, ficou arrepiadinha da cabeça aos pés, ainda mais quando aquele pedaço de pecado sorriu para você:
.✦ ݁⋆ ── notas: enquanto o spirit tá de gracinha, resolvi fazer uma coisinha pra matar a minha fome e me consolar pelo jogo tenebroso de hoje.
.✦ ݁⋆ ── avisos: smut, conteúdo adulto (+18), dirty talk, oral masc, size kink, dupla penetração oral, spit kink, diminutivos, sexo desprotegido, creampie e um pouquinho de degradação. (Jobe & Jude Bellingham x leitora)
— Calminha ai, garota, quer se sufocar de novo, é? — O riso nasal esbanjado por Jobe, soa quase escarnecedor perante o corpinho prostrado diante dele. Você já insistia naquele jogo de “abocanhada dupla” há o quê? Dois? Três minutos? E, nada!
Aparentemente, não importava o quanto se esforçasse, não importava o quanto teimasse, os irmãos Bellingham eram dotados demais para caberem em tão pouco espaço oferecido por você. Sabia disso, mas era ridiculamente teimosa.
— Já disse, princesa, tem que engolir um de cada vez… ‘cê é pequenininha demais, porra, não entra— O mais novo agarra seus cabelos, desferindo um tapa ardidinho no centro de sua bochecha, fazendo-a acordar daquele transe.
— Sabe que isso só dá mais corda pra ela, né? Deixa ela tentar, porra… sei que minha gata consegue, se abrir ela com jeito — Jude, o mais velho, adverte, tocando onde foi esbofeteada pelo irmão caçula, sentindo a carne quente ainda pulsar na palma da mão. — É orgulhosa demais. Acha que pode com dois ao mesmo tempo, não é? Então, deixa ela mostrar o quê sabe fazer.
As duas glandes arroxeadas são apontadas para a sua face abobalhadinha. Mais uma vez, encontra-se na fatídica situação de escolher a quem abocanhar primeiro. Uma questão que a sua mente já tola de tanto foder naqueles dois filhos da puta, não conseguia decidir por si só. Sempre acabava por agarrar os caralhos longos e levava-los à própria boca cansada como se dessa vez, por um milagre, ambos fossem se encaixar direitinho. Colados um no outro. Burrinha demais, né?
— Nossa menina gulosa vai fazer caber? — Jobe debocha. — Olha como você é apertada, caralho… ‘sa tua insistência me irrita — Apoiou a mão grande em sua nuca e empinou o quadril para se meter de uma só vez. Lota e sobrecarrega a cavidade apertadinha, espremendo a pica babona junto a do irmão.
— O Jobe tá duvidando de você, amor. Não vai deixar barato, vai? Já provou que sua bucetinha leva os dois numa boa, mostra pra ele que sua boca também dá conta— Jude cospe na própria extensão afim de deixá-la mais escorregadia e fodesse com maior facilidade. Você se esforça, aperta os olhinhos e as picas esticam seus lábios de maneira tão ridícula e apelativa que, por um momentinho só, é o suficiente pra se foderem ali dentro. É sufocante, é humilhante. As quatro mãos pesadas movimentam a sua cabeça, usando-a de brinquedinho de alívio. Se enterram com tanta voracidade que precisa se agarrar às coxas magras dos seus homens para que seu corpinho molenga não tombasse para trás. Sente a própria babinha pingar em seus seios cobertos pelo biquíni cortininha.
— Isso, vida, se esforça… se esforça pra fazer caber, hm? — As investidas tornam-se tão frenéticas que a lembrou do dia em que lamentavelmente “trocou” o nome dos marmanjos, e levou uma surrinha bem merecida. Ah, nunca mais cogitou proferir o nome de nenhum deles em uma foda. Fazer o quê se eram tão parecidos?
Em poucos segundos um jato quentinho é liberado sobre a língua cansada. Primeiro Jobe, depois Jude que, sem querer, deixa gotejar a porra esbranquiçada por sua bochecha.
— Aqui, lindinha, aqui… — Cuidadoso, recolhe parte do líquido viscoso com o dedo, levando diretamente para sua boquinha que o engole com um desejo emaranhado no estômago. Isso você sabia diferenciar bem. Jobe tinha a porra mais docinha, grossa e espessa. Jude era salgado, quase impossível de engolir. Mas, queria sentir-se cheia, devidamente esturricada de seus Bellingham’s, então tratou de engolir tudo e sem birra.
— Gosta de ver seus homens brigando pra se meterem em você, não é? Vadiazinha imunda… tu viu? Eu disse que ela se esforçava.
Com um sorriso satisfeito nos lábios, o mais novo a recolhe do chão da lancha, toda sujinha e degradada de porra e saliva, no entanto, de barriguinha completamente cheia. Coloca-a sobre o sofá confortável e sela a sua têmpora úmida de suor.
— É sempre aduladinha demais pelo Jude, né? Mas, como se provou boa em tudo que prometeu, tá liberada pra descansar um pouquinho — Os dedos longos amassam o seio coberto por um pano ridículo de tão pequeno. — Tira um cochilinho gostoso, princesa. Quando acordar, a menina dos Bellingham’s vai trabalhar mais um pouco pra gente. Bora ver se aguenta duas bocas em você.