Mesclar distâncias.
© fotos Hörður Kristleifsson
Registro do Ato.
Cosimo Galluzzi

ellievsbear
The Stonewall Inn

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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Show & Tell
noise dept.
Jules of Nature
Misplaced Lens Cap
Keni
Fai_Ryy
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hello vonnie
we're not kids anymore.
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Lint Roller? I Barely Know Her

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@registrodoato
Mesclar distâncias.
© fotos Hörður Kristleifsson
Registro do Ato.
© fotografia Aruna M Cruz
@arunamcruz
Mercado San Pedro, Cusco. Peru.
A pureza das crianças Família Por Fi Ga (Aldeia Kaingang) © Aruna M Cruz
“¿Qué cosa fuera, qué cosa fuera la maza sin cantera? Un amasijo hecho de cuerdas y tendones Un revoltijo de carne con madera Un instrumento sin mejores pretenciones De lucecitas montadas para escena. ¿Qué cosa fuera, corazón, qué cosa fuera? ¿Qué cosa fuera la maza sin cantera?” © música La Maza, Silvio Rodríguez
La primavera ¡Que resuene el flautín que ahora está callado! Delicia de las aves de día y de noche; el ruiseñor en la quebrada, la alondra en el cielo, festivamente, festivamente, festivamente, para darle la bienvenida al año. El muchachito, repleto de gozo; la muchachita, dulce y diminuta; el gallo canta como tú lo haces; voz alborozada, barullo infantil, jubilosamente, jubilosamente, para darle la bienvenida al año. Corderito, aquí estoy; acércate y lame mi blanco cuello; deja que tironee tu lanilla suave; déjame besar tu suave rostro: jubilosamente, jubilosamente, para darle la bienvenida al año. © poema de William Blake. © fotografia Albarran Cabrera @albarrancabrera #williamblake #albarrancabrera #registrodoato
O calor dos sulistas que pegam sol vestidos mas dormem sem meias. © poesia Aruna M Cruz. © fotografia autor desconhecido e Brendan George Ko.
A profundeza no pássaro, a decolagem no peixe Passo o dia a imaginar incorporando no corpo o canto o salto o voo e lá de cima nesse imenso céu te vejo a beira mar molhando o corpo flutuando sobre as ondas estendendo o cabelo e alongando com o caminho da água. Flores azuis brotam das tuas mãos festejando a primavera. No passar dos dias não é chegada nem partida apenas um eterno começo. Cada um com a mudança das estações volta pra casa a tua no mar como peixe a minha no ar como pássaro. Nesse parto, vida e morte eu te falo: as coisas são muito mais simples quando sonhadas. © poesia Aruna M Cruz. © fotografias Taras Kuscynskyj e Alex Webb.
Todas as noites atravesso desertos desidratando corpo alma e na madrugada deitada com o céu de estrelas me proponho o desagues específico que mate minha sede. © poesia Aruna M Cruz. © fotografias Antonia Wagner-Strauss e Yuan Yao.
O único poema que me aconteceu Sobrevivo com as migalhas que sobraram na tua partida. Fui perdição e acontecimento prestes a concluir que imperfeito também pode ser nosso solo. De lembrança microscópica à nebulosa memória ventania, levantando os restos no cinzeiro, teu cabelo no travesseiro branco Teu ritmo no som das conchas. © poesia de Aruna M Cruz. © fotografias Iggy Smalls.
Saberei dizer a quanto tempo espero que se aperceba diante de mim aquilo que já estou farta. Sem escolha prévia, brinco com cada brecha que se aproxima. Na solidão e no excesso me vejo diante de mim mesma buscando aquilo que nem quero. © poesia de Aruna M Cruz. © fotografia Brendon Burton.
Dog on the beach Te inclino pro mar durante a corrida na areia. Faz tempo que insisto em dar rasante com raiva de não ser amada. © poema de Aruna M Cruz © performance Lia Chaia
Céu - APKA - Morrostock © Aruna M Cruz
35mm - Canon AE-1 Program, film Portra 160.
#apka #céu #35mm
Céu - APKA - Morrostock © Aruna M Cruz.
35mm - Canon AE-1 Program, film Portra 160.
#apka #céu #35mm
Céu - APKA - Morrostock © Aruna M Cruz.
35mm - Canon AE-1 Program, film Portra 160.
#apka #céu #35mm
cachoeira Paraíso, águas doces, raios e luzes
Antes de ver o gato preto, reconheço a ponte com a velocidade estampada no céu. Antes de ser preto o gato, reconheço a lagoa com barcos naufragados pelo tempo. Chegando perto quando reconheço o gato encontro em seus dedos anéis olhos em cor de terra a palavra muda mas o som nos pelos o sorriso, a fruta boa. Quando encontro o gato preto o bater da água enche o barco a vara estende a linha a gaivota voa plana desviando pra não enroscar na vara as duas em busca do peixe talvez também o gato. Enquanto tudo acontece ao mesmo tempo o gato preto, você se mantém com a palavra recorrente lembrando da bola de lã da infância com os olhos que pedem um pouco de tempo cinco anos, quem sabe (em breve um respiro às emoções) enquanto aqui, nada o peixe em minhas mãos.
© poesia Aruna M Cruz. © pintura Henni Alftan.
Haicai fotográfico Gabriela Cunha
Colônia Z3 - Pelotas/RS Fotografia analógica, Canon AE1 program | film Portra 400