Ă que eu nunca fui do meio-termo.
Tudo o que me alegra, me transborda, me faz sentir viva.
E tudo o que me entristece, me atravessa por inteiro;
me quebra, me parte, me desfaz um pedaço de cada vez.
Porque eu nunca sou metade em nada:
ou sinto com toda a alma, ou nĂŁo sinto.










