Realizadores fazem o que os sonhadores não estão dispostos a fazer. É preciso paciência e resiliência para sentir as dores do caminho e não desistir do que acredita. Preparado?
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Realizadores fazem o que os sonhadores não estão dispostos a fazer. É preciso paciência e resiliência para sentir as dores do caminho e não desistir do que acredita. Preparado?
INTELIGÊNCIA vs. ESFORÇO
Carol Dweck é psicóloga e pesquisadora da Universidade de Stanford e, nos últimos 35 anos, tem realizado estudos sobre desenvolvimento, perseverança e motivação. Em uma de suas pesquisas, realizada com estudantes em Nova York, ele classificou as crianças em dois grupos: as recompensadas e/ou elogiadas por sua inteligência e as recompensadas e/ou elogiadas pelo seu esforço. O que se observou é que acontece uma dinâmica muito interessante quando você recompensa alguém por sua inteligência. Por exemplo, eu tenho um filho de 1 ano e 8 meses, o Rodriguinho, e toda vez que eu o recompenso pela inteligência ele automaticamente começa a entender o seguinte: “meu pai me valoriza pelo meu intelecto”. Automaticamente no próximo desafio que ele tiver, onde será preciso que ele decida entre opção A ou opção B, ele acessará aquela informação de que, lá atrás, ele foi recompensando por ser inteligente. A opção A é o caminho mais fácil, mais rápido, mais curto. Já a opção B, é mais desafiadora, ela vai te levar mais longe ao mesmo tempo em que te desafia muito mais, é um caminho com mais espinhos, um caminho mais difícil, mais árduo. O que você acha que ele vai escolher? Ao contrário do que se possa imaginar, e surpreendentemente, o mais inteligente fica com a opção A, porque ele foi recompensando por esse comportamento e entende que por ser mais inteligente ele tem de escolher a opção mais fácil. Afinal é isso que esperam dele. O mais esforçado por sua vez, escolhe a opção B. Porque ele sabe que quanto maior o desafio, maior é também a recompensa. Ainda segundo essa pesquisa o grupo dos “esforçados” insistiram por muito mais tempo na atividade que lhes desafiava; tornavam-se protagonistas e assumiam a responsabilidade pelo erro e muitos deles ainda diziam que o teste favorito era justamente aquele em que lhes foi exigido mais. Enquanto o grupo chamado de “inteligentes” desistia rapidamente. Faz sentido?
Tudo que eu falo e escrevo é resultado das experiências que vivo, dos erros que cometo e de todo aprendizado que essa vivência me traz. Após minha carreira como atleta profissional, iniciei minha jornada como apresentador de TV e entrevistei mais de 3000 empresários e pessoas bem-sucedidas. Durante esta jornada, criei a revista Segredo do Sucesso (publicada em 42 edições), o Fórum Empresarial Regional com mais de 100 eventos em 10 cidades do estado de SP durante 2007 a 2011.
Me tornei sócio da ESPA (Escola Superior Paulista de Administração) em 2010, criamos 7 cursos de MBA e a unidade de Negócios de Educação Corporativa, onde nasceu a Academia ABF (Associação Brasileira do Franchising). Ainda em 2010, comprei uma participação na ROB Mídia (empresa de mídia eletrônica exterior) que vendi em 2015. Em março de 2014, comprei uma participação na Salad Creations que, agora em 2016, se tornou BOALI (rede de alimentação saudável que deverá chegar a 38 restaurantes até dezembro).
Em 2013 me mudei para o Vale do Silício e criei a HandsOn.TV, que nasceu como um documentário sobre empreendedorismo e inovação, virou WebTV e em 2014, ela se tornaria o que é hoje: uma plataforma em vídeo focada em empreendedorismo. Em março de 2014 criei no Vale, o Pitchit, uma competição de startup que se tornou a HandsOn StartupTour. Fizemos 5 eventos em 4 países em 2014, 8 países em 2015 e repetimos agora em 2016.
Para essa edição criei um pequeno fundo de Investimentos com EU1.250mm (equivalente a R$ 5 milhões de reais) onde investiremos em até 5 empresas neste ano. Em agosto de 2016, lancei o livro Versão BETA e fomos durante 2 semanas o livro de negócios mais vendido do Brasil e estivemos também na lista da Revista Veja.
Todo aprendizado adquirido pelas experiências vividas, me fez entender que o meu maior LEGADO está em transformar SONHADORES em REALIZADORES e com isso, criei o Curso Versão BETA junto com o time da Faz Inova. Iniciamos essa jornada com 1 semana de curso gratuito onde falamos sobre: PROPÓSITO, Paixão, Protagonismo, Progresso e Paciência.
Nesta semana, lançamos um workshop online de 30dias. A ideia é transformar um objetivo de 5 anos e evoluir para um plano de ação, utilizando suas forças, repertório e recursos. Para saber mais acesse: www.cursoversaobeta.com.br
#versaobeta
A capacidade de realizar está diretamente ligada à capacidade de aprender fazendo. www.cursoversaobeta.com.br
Atribuir os resultados de quem “chega lá” à sorte e à ajuda de outras pessoas é um jeito cômodo de resignar-se e manter-se na zona de conforto. É verdade que encontramos pelo caminho pessoas que contribuem com a nossa jornada, que somam suas forças com as nossas, mas não os encontraríamos se não tivéssemos tido atitude e iniciativa para vencer o medo que nos aprisiona na inércia. Só somos capazes de compartilhar nossos sonhos e receber apoio para realizá-los se colocarmos energia e foco neles.
O segredo está no quanto você quer algo. Não vai ser fácil, vai doer às vezes, mas certamente será transformador. Realizadores buscam todos os dias. Cada passo é uma evolução. Estão sempre dispostos a abrir mão de outras possibilidades em busca daquilo que acreditam.
“O sucesso não é gratuito, não é filho da sorte. Acima de tudo ele é fruto da coragem e da ação que empenhamos na busca daquilo que acreditamos e queremos.”
Realizadores buscam todos os dias. Cada passo é uma evolução. Estão sempre dispostos a abrir mão de outras possibilidades em busca daquilo que acreditam.
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Seja, portanto, coerente e honesto com aquilo que você sente, com aquilo que você pensa e com aquilo que você fala. Assim se cria o alinhamento entre sentimento e atitude; pensamento e fala. Para mim, isso é honestidade.
Honestidade. Essa é uma qualidade que deveria ser valor fundamental para qualquer ser humano. Um valor indispensável que deve permear qualquer projeto que ele venha desenvolver, pessoal ou profissionalmente, e as decisões que toma todos os dias.
Nós sabemos da importância de sermos honestos, mas acredito que antes de ser honesto com outras pessoas, você deva ser honesto consigo. E isso tem muito a ver com o que eu falo sobre propósito. Porque propósito é algo intimamente ligado ao que a gente sente e a quem a gente é em essência.
O mundo atual precisa de velocidade de execução e, portanto, não acredito em projetos e planos cuja complexidade engessem o processo de adequação da proposta de valor de uma empresa. Nada de ideias mirabolantes, escopos fechados e respostas prontas. Pense simples.
# menosémais!
As pessoas pensam em soluções tão mirabolantes e passam tanto tempo tentando desenvolver minuciosamente essa coisa que se distanciam das oportunidades reais de solucionar aquele problema que as motivou. Aí vem alguém olhando para o mesmo problema de uma forma diferente, pensa e executa uma solução simples e prática que dá certo. O plano mirabolante? Vai para a reciclagem de papel.
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Se você é obstinado e tem ouvido que precisa ir mais devagar, eu digo para você: acelere!!!
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#VersaoBeta
Seja coerente e honesto com aquilo que você sente, com aquilo que você pensa e com aquilo que você fala. Não perca seu precioso tempo querendo ser algo que você não é!
Entre fazer o que você quer e o que de fato precisa ser feito, há uma enorme diferença. Entendeu?
Respeite a força do trabalho! Falo mais sobre isso nesse episódio do meu podcast. Escuta clicando aqui http://bit.ly/RespeiteoTrabalho ou baixa direto no app. ;-)
Nós viemos de uma cultura onde você desenvolvia o produto e tentava encaixá-lo na vida de possíveis compradores. Hoje nem você mesmo aceita mais isso. Como consumidor você não aceita mais que tentem encaixar produtos na sua vida. O problema é que, muitas vezes, como empreendedor, empresário, vendedor ou executivo você comete o erro de tentar fazer isso na vida das outras pessoas. Ninguém mais coloca produto na vida de ninguém, entenda isso. O produto entra na vida da pessoa, a partir do momento que ela tem um problema resolvido através da sua solução. É aqui que a coisa muda.
Vale uma profunda reflexão: o quanto você tem sido específico na sua proposta de valor? Quanto você realmente tem entregue ao seu consumidor, ao seu público, uma solução efetiva para a vida dele? E não adianta você me dizer que não é assim. É assim, sim! Afinal quando você está desesperado por vender qual sua primeira atitude? Trazer mais gente, mais público, tentar abraçar o mundo, abrir mais a sua solução. Quando na verdade o que você precisa é fechar mais. É entender cada vez mais o seu consumidor. O seu público alvo. Estudar seu comportamento e cada vez mais resolver aquilo que de fato ele precisa. Ser cada vez ser mais específico!
Falo mais sobre isso nesse episódio do meu Podcast. Ouve clicando aqui bit.ly/MaisEspecificoMaiorImpacto — ou baixa direto no seu app.
As pessoas são muito diferentes, sendo necessário compreender que o empoderamento delas passa por motivá-las a colocar energia naquilo em que têm verdadeiro potencial, no que sabem fazer bem. Entender isso e liderar cada um conforme suas forças começou a trazer cada vez mais resultado para mim e para elas.
É fácil absorver quando a gente entende o princípio da complementariedade. Se todos fôssemos bons nas mesmas coisas, a que se reduziria o mundo? Quando você quer ser igual a outra pessoa que admira, corre o risco de frustrar-se ao perceber que não tem aquelas qualidades que o fizeram ser quem é. Mas, com certeza, você tem outras qualidades; outras forças que, possivelmente, seu ídolo não tem. É nelas que você deve focar para reduzir a sua curva de aprendizado e encontrar seu espaço dentro de uma equipe, no mercado e no mundo.
Em meus negócios eu valorizo e potencializo não só as minhas forças, mas também as dos meus sócios, de cada um dos talentos que trouxe para as equipes e também dos clientes, com os quais espero sempre contribuir para que descubram suas forças e as utilizem para escalar resultados. Em todos os momentos precisamos fazer as pessoas se perguntarem se estão colocando energia e paixão naquilo que são muito boas.
O que quero dizer é: tenha paciência. Uma carreira não dá certo em três anos. Ela precisa de investimento contínuo em aprendizado e amadurecimento. As coisas precisam de lapidação e tempo para darem certo, como acontece aos diamantes; como acontece aos melhores vinhos.
Uma startup não dá certo em três meses: leva tempo para desenvolver a ideia, encontrar os mentores e investidores, desenvolver os protótipos e ir ao mercado testar. Para mim, uma startup é uma empresa com base tecnológica, grande potencial de escala e uma curva de crescimento muito grande. Agora, quando a gente pensa nisso, não pode ter a ilusão de criar uma startup hoje e querer que ela esteja escalando daqui a alguns meses. Não é assim que acontece, salvo algumas exceções raríssimas. E por que demora tanto? Porque existe uma série de aprendizados quando você pensa em escala e é preciso validar cada passo, ajustar o plano de voo e muitas vezes mudar a rota.
Quando você faz a coisa certa, de forma consistente, as pessoas com quem você convive e, que são impactadas, trazem muito mais energia para que você faça isso cada vez melhor. Elas se tornam impulsionadores para que você continue. E fazer a coisa certa está muito relacionado com aquilo que você acredita. Fazer a coisa certa, está 100% relacionado com quem você é! Quando você faz aquilo que é, e tem 100% de verdade na execução, não há espaços para dúvidas.
Além disso, fazer a coisa certa traz uma importante lição: entender que o fracasso, que pode ocorrer no meio do caminho, é um grande aprendizado. Quando você percebe dessa forma, você então começa a não respeitar os fracassos, ou melhor, você para de dar poder a ele. Pára de permitir que ele cause estragos em sua vida, que outros fracassos já causaram. Você muda a perspectiva e é como se um novo mundo lhe estivesse sendo apresentado.
Porque quando você não está fazendo aquilo que você é, quando não está fazendo a coisa certa, o fracasso tem peso (machuca!). Você o empodera. Você permite que ele represente muito mais do que deveria. Ele deixa de ser um momento de aprendizagem, torna-se uma verdade e quando isso acontece, é muito provável que você deixe de fazer aquilo em que acredita.
Eu falo mais sobre o assunto nesse vídeo bit.ly/FazerCoisaCerta
Se preferir pode ouvir o meu podcast, clicando aqui bit.ly/FacaCoisaCerta
Espero que goste! RB
Eu decidi que não faria mais nada em que eu fosse apenas mediano, porque eu quero resultados extraordinários em minha vida! Quero fazer algo em que eu realmente possa ser diferente, entregar valor e impactar a vida de outras pessoas. De lá pra cá, tudo que fiz e tudo que faço carrega essa premissa.