AVE MARIA, PSICOGRAFADA POR CHICO XAVIER
Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, Ai do mundo se não fora A vossa missão sublime!
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@rodrigoc-ribeiro
AVE MARIA, PSICOGRAFADA POR CHICO XAVIER
Ave Maria! Senhora Do amor que ampara e redime, Ai do mundo se não fora A vossa missão sublime!
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“Gosto de você de graça.” Escutei esta expressão á pouco em um filme que estava assistindo, coloquei-me a refletir sobre o significado desta expressão e pude compreender o quão bonito ela é. Afinal, o que seria gostar “de graça”? o dicionário vem nos proporcionar o seguinte significado para a palavra graça: “favor que se dispensa ou recebe; mercê, dádiva.” Ou seja, gostar de graça é conceder a dadiva de ter o outro sempre perto, sem a espera de um algo a mais. Existe um ditado popular que diz: “de graça até injeção na testa.” E de fato como é bonito alguém gostar de nós simplesmente pelo o que nós somos, sem interesse, sem espera, sem cobrança. Eu gosto porque gosto, e precisa de explicação para isso? Quantas pessoas hoje você gosta de graça? Ou seja, quantas são as pessoas que poderiam não ter serventia nenhuma para você e que você gostaria dela mesmo assim? Se você imaginou algum nome (ou vários nomes) tenha a certeza que esse sentimento é o verdadeiro, porque você gosta da essência e não do rotulo, gosta do produto e não da propaganda, gosta do estar perto e não da serventia. Em tempos que tudo é comercializado (até mesmo o amor) quando alguém diz que gosta de algo “de graça” é porque encontrou nesta pessoa o que ela procurava sem nenhuma pretensão de torna-la o que gostaria que ela fosse, gosta da pessoa pronta. Termino com a seguinte pergunta que pretende leva-lo a reflexão: o que você tem feito para que as pessoas gostem de você de graça? (Rodrigo Ribeiro)
Certa vez quando passava por alguns problemas em minha vida uma das minhas madrinhas (sim, graças a Deus tenho muitas) repetia para mim a seguinte frase: “Entregue tudo ao Sagrado Coração de Jesus.” Quanto mais eu decidia me martirizar pelos problemas mais ela repetia esta frase: “Entregue tudo no Sagrado Coração de Jesus” por fim, acho que cansada de tanto me ouvir reclamar ela mudou o discurso para “Eu entrego você e todas as suas decisões no Sagrado Coração de Jesus” Hoje colocando-me a refletir sobre a função do coração constatei que os sentimentos não ficam no coração, mas na mente, na alma, e porque falam tanto do coração? Simples, porque ele é o único órgão que sustenta a cada batida de todo um corpo, toda uma mente. É do coração que surge o “combustível” para que possamos continuar acreditando. O sangue que passa por nossas veias e nos deixa encorajados ou não, foi bombeado pelo coração. As pessoas apaixonadas quando estão perto dos grandes amores sentem o coração palpitar com mais rapidez, mais emoção. Muitos podem se perguntar: “Mas o que tem isso a ver com a frase da sua madrinha? Por acaso quer igualar-se ao coração do Cristo?” de maneira nenhuma, mas acredito que o amor (que é simbolizado pelo coração) é exatamente isso: não desistir do outro! Apontar o caminho certo sempre, mas quando apontamos e a pessoa teima em não encontra-lo é preciso arrasta-lo! Simplesmente porque quem ama nunca desiste! Esse texto caros senhores não tem nenhum cunho religioso, mas é para justificar o simples fato de que, como minha madrinha, é preciso pegar na mão do outro e leva-lo até a trilha correta, quem ama nunca desiste. (Rodrigo Ribeiro)
“Só Cristo amou de verdade, porque já amou sabendo...” Afirmava o padre Antonio Vieira em um de seus sermões na capela de Lisboa. De fato o sacerdote, baseado nas escrituras, dava ao amor do Cristo uma importância muito maior do que o amor do humano., afinal, o Salvador já sabia as consequências de sua vida, já sabia que subiria ao calvário, já tinha conhecimento de que aqueles a quem ele amava os entregariam aos algozes, mesmo assim amou. Talvez o sacerdote tenha chegado a esta conclusão pelo simples fato dele entender que o amor humano é uma relação de troca, o divino não. O que teríamos nós para oferecer ao filho de Deus que valesse tanto quanto sua morte? Mas e nós? Como temos amado? Padre Antonio Vieira nesta pequena frase deixa-nos uma pequena “pulga atrás da orelha.” Se você soubesse o quão difícil é amar uma pessoa você persistiria amando? Se você soubesse que um grande projeto que você tem desempenhado culminaria num fracasso total, você persistiria nele? Se soubesse que o seu par o trairia daqui a alguns anos, continuaria insistindo no amor? O amor humano senhores vive da barganha, da troca. O que seria um casal de namorados no auge de um relacionamento se não fosse a participação da vida de um do outro, De que valeria o amor que você dispõem ao seu filho ou filha hoje se soubesse que, mais tarde, quando atingisse a idade em que não pode responder mais por sí ele te colocaria num asilo? Até onde vai o amor que você sente? Ou melhor: quanto vale o amor que você pensa sentir? Ainda concordo com a afirmação do Padre Antonio Vieira dizendo que só Cristo amou de verdade. (Rodrigo Ribeiro)
Acredito na realidade dos fatos a medida em que cada um deles vão acontecendo aos meus olhos, tinha um amigo que dizia que “os fatos dizem” e é verdade, por vezes pude perceber pessoas que se contradizem diante dos fatos, ou melhor ainda, dos seus atos. O homem está fadado a responder por seus atos, aqui ou num futuro próximo, porem, nada falará mais alto do que seus atos. Já ouviram aquela máxima: “quer conhecer uma pessoa? De poder a ela.” Ou até mesmo: “quer conhecer uma pessoa? Observe como ela trata quem não pode lhe dar nada em troca.” O ser humano, movido por sua natureza egocêntrica tende a servir e agradar somente aqueles que lhe dão algum proveito, algum credito, alguma troca. O interesse está no sangue de cada um, porem, poucos aprenderam que sentimentos, aprendizados, afetos, quanto mais se guarda mais se perde e quanto mais se reparte mais lhe agrega. De que vale tanto amor guardado? Num mundo tão carente de carinho e atenção. Servir ao próximo é uma forma de ama-lo, colocar-se a disposição é uma forma de dispensar aquilo que nos foi entregue de graça e que de graça devemos retribuir: a caridade. Sempre tem, muito perto de nós alguém carente de afeto, até mesmo na nossa própria casa, ao nosso lado. Seu marido/esposa talvez precise de uma palavra amiga, seu filho (a) talvez precise ser escutado, seus pais talvez precisem ser compreendidos. Mas o humano tem essa vocação de enraizar em si um sentimento egoísta onde só ele habita. A ingratidão seria o mal do século, e a empatia a única cura. Estamos de fato fadados ao fracasso com a geração que caminha rumo ao individualismo? Nossas família se tornarão pequenas “ilhas” guardadas e defendidas em pequenos “quarteis” chamado cômodos? Quando se ganhava menos, se conhecia menos, e se separava menos as famílias eram mais unidas. O que aconteceu com nossa geração? Não digo que devemos regredir, pelo contrario acho que devemos avançar a tal ponto de compreender que somente quando estamos unidos é que conseguiremos alcançar algo. Lutamos pelo mesmo ideal mas separadamente, buscamos os mesmos direitos mas com militâncias subjetivizadas por seus criadores, partidários, egoístas. Devemos compreender que é na ajuda mutua, no respeito ao próximo, na dedicação para com o outro e na união geral que alcançaremos a máxima para a felicidade. Talvez seja muito fácil defender isso por trás da tela de um computador como eu estou fazendo agora, e sim, eu também me culpo por esse grande mal chamado solidão do qual acuso neste texto e sofro na carne. Mas a conscientização senhores, não é algo que acontecerá num estalar de dedos, num passe de magica. É uma pequena casa que construída, passo a passo, vai tomando forma, criando raiz, talvez, se estivéssemos nos importando mais com o bem geral iniciando com o bem que eu faço não com o que eu quero que os outros façam estaríamos sempre um passo na frente do futuro que tanto almejamos. (Rodrigo Ribeiro)
Li uma vez num texto do autor Rubem Alves a seguinte definição para Deus: “Deus existe para tranquilizar a saudade." Essa é uma das melhores definições que eu encontrei, ousaria porem fazer uma pequena alteração na celebre frase descrita acima e deixaria apenas: “Deus existe para tranquilizar...” Não só a saudade, mas qualquer sentimento que nos ronda. Imagine nesse momento quais foram às vezes em que você procurou Deus? Se foi para agradecer é porque queria tranquilizar o seu “debito”, como uma criança que ganha um presente e agradece por educação, caso contrario, se na ultima vez que você falou com Deus foi para pedir, sua intenção era tranquilizar o que transformava o seu coração, os seus sentimentos que estavam como uma ressaca marítima em uma calmaria. Desde os primórdios Deus existiu para justificar fenômenos naturais inexplicáveis e assim tranquilizar a mentalidade de todo um povo. Quando você se lembra de Deus, aceita sua paternidade e o declara como salvador imutável você tranquiliza o vazio que existe dentro de você por não crer em mais nada. Não quero com este texto dizer que ter Deus como um tranquilizante vital seja errado (quem seria eu para tanto) mas acredito que quando uso Deus como tranquilizante preciso ser Deus no outro para tranquiliza-lo também! De que adianta “monopolizar” o Todo Poderoso, acreditando que só você precisa de tranquilidade enquanto um mundo lá fora precisa de um conforto, um alento, uma atenção, ali também se encontra Deus. Quando passo a trata-Lo como meu “banco” de tranquilidade passo a ter uma relação de interesses pessoais. Crer em Deus é andar em uma via de mão dupla. Para terminar, uso as palavras de um sacerdote amigo que sempre lembro quando examino a minha fé: “A cruz possui sua parte vertical para lembrar-nos de que estamos ligados diretamente com o céu, e a parte horizontal para nos mostrar que se não olharmos para o lado e viver aqui, na assistência imediata do irmão os mandamentos de caridade nunca conseguiremos chegar no reino dos céus.” (Rodrigo Ribeiro)
Ter que matar alguém dentro de si é tão triste quando se está cheio de vida pra dar.
As vezes é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem. Espere sempre o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Ouse, arrisque, não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguém precisou de resto para ser feliz.
Pedro Bial. (via adverbio)
Eu te amo como uma criança que olha as estrelas sem poder toca-las.
Guilherme. (via adverbio)
Com você eu parei. Parei de falar sobre nós e de perguntar se você um dia voltaria. Cada não era uma surra diferente no meu peito.
Stefany Garcia. (via adverbio)
E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda.
Dom Casmurro. (via adverbio)
Amor é quando você coloca em suas orações a pessoa que você ama, independentemente se essa pessoa te machuca ou não.
Valentina, 7 anos. (via adverbio)
Eu já não queria mais esconder os meus sentimentos, precisava escancara-los como quem abre uma janela para permitir a entrada da luz do sol e assim deixar que o cheiro de mofo vá embora. Sim, os sentimentos velhos também cheiram a mofo: ódio, rancor, disputa, vingança, orgulho, tudo isso são entulhos que guardamos sem necessidade em nossa alma e poluímos aquele cômodo que antes poderia ser ocupado por algo mais importante. Como aquela sala chamada “coração”que quando vazia do que não nos serve mais nos permitimos preenche-la com tudo o que nos faz bem, mobiliar novamente de acordo com aquilo que nos deixa feliz, nos traz alegria, nos garante a leveza. Sempre existirá aquela gaveta em que, vez ou outra, esconderemos o nosso passado e como a “caixa de pandora” permitirá que os nossos traumas se libertem, mas cabe a nós decidir se eles ficam ou não, se nos controlam ou não. O tempo é o maior remédio para deixar esse cômodo bem arrumado, não é fácil, muito menos rápido, é preciso paciência, como quando desejamos trocar o sofá de lugar e para isso é preciso movimentar toda a outra mobília. Quando queremos fazer de nós pessoas melhores, é preciso saber quem priorizar, quem ou o que esquecer, quem entra ou sai das nossas vidas. Somos nós os arquitetos, somos nós os construtores, da nossa própria mente e coração. Se não temos controle não poderemos ter se quer um pingo de felicidade. Uma coisa é fato, neste cômodo, bem lá no cantinho existirá uma cadeira para uma amiga que vez ou outra nos visita e se chama saudades. (Rodrigo Ribeiro)
Acho graça em quem perde a compostura por nada ou até mesmo se “descabela” sem importância, aprendi com o tempo e repito sempre a seguinte frase quando algo me aborrece: “A vida é mais que isso.” Sim caros leitores, quando me irrito com alguma palavra mal dita por alguém ou mal interpretada por mim, quando não consigo que algo aconteça do jeito que eu queria ou até mesmo nada coopera para que o meu dia transcorra da melhor forma tento sempre ter em mente que a vida é mais além, vai muito mais além que algo de momento. O que é mais valioso: o som estrondoso de uma buzina num transito caótico ou a rizada de uma criança? A presença de um alguém que, até mesmo sem abrir a boca, consegue incomodar ou a companhia de um amigo que nos escuta e aconselha nos momentos difíceis? Uma simples derrota numa tentativa de subir na vida ou as inúmeras chances que nos esperam para galgar novas experiências? Um aborrecimento quando esperamos a ligação ou mensagem da pessoa que amamos ou um simples “como você está?” vindo de alguém que realmente se importa com você? O ser humano denominado “ser pensante” é o único que se aborrece podendo evitar. Já observou como vivem os animais? Certa vez observava um casal de filhotes de gatos, ambos brigavam entre si pela comida jogada por um alguém na janela de um restaurante, porem, logo depois saíram juntos, como chegaram. Sabem porque os animais se comportam assim? Porque simplesmente não possuem a capacidade de guardar magoas, isso só compete aos humanos. Deveríamos aprender mais vezes com os animais... Existe alguma pessoa que o incomoda? Seja lá no trabalho, estudos ou vida familiar, mantenha a distancia, guarde o silencio, respire fundo e permita-se, no seu intimo, perceber que existem coisas muito mais maravilhosas a serem feitas e que tudo tem o tamanho da importância que damos. A “régua” que mede os nossos valores, as nossas prioridades ou até mesmo a nossa intensidade, pertence a nós. E quando estiver perto de “explodir” por causa de algo ou alguém, respire fundo e repita para sí mesmo: “A vida é mais que isso.” (Rodrigo Ribeiro)
E eu estou chorando agora, mas principalmente de raiva por a gente ter que mendigar carinho pra se sentir uma boa pessoa. Se ninguém nos telefona, se ninguém vem à nossa casa, se ninguém aceita o nosso jeito, parece que a gente não existe, parece que as coisas deram errado, e não deram. Sou uma pessoa bacana, forte, generosa, não deveria precisar que ninguém me aplaudisse, mas a gente precisa dos outros, precisa que eles demonstrem que nos admiram, mesmo que estejam fingindo
Martha Medeiros. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Caminho dentro de mim sem saber aonde começo e termino, escuto meus ecos pelos meus vazios interiores, sou feito de abismos, e por descuido sempre acabo despencando dentro de mim, tenho vários nomes, várias vidas, às vezes sou a pessoa forte e paciente, vez ou outra, sou desesperado e inconsequente, procurei fórmulas insanas que curassem as minhas inseguranças, e descobri que o melhor jeito de acabar com um problema que parece gigante, é deixar que ele te engula e matá-lo de dentro pra fora.
Sean Wilhelm. (via inverbos)
É, eu só lamento, sabe? Lamento ter visto muita coisa numa pessoa que não viu nada em mim.
Tati Bernardi (via alentador)