Destino dos voos vindos do continente norte-americano, a ilha de Oahu, que recebeu 7,3 milhões de turistas em 2011, conserva muito da sua natureza em parques nacionais e revela, em memoriais, a história atribulada do Havaí
NO HAVAÍ, ILHA QUE É SEDE DA CAPITAL HONOLULU UNE AGITO E NATUREZA
Emoldurada pela montanha Diamond Head, a praia de Waikiki, na face sul de Oahu, concentra muito da história e do agito da ilha. Mas é a oeste, na região de Koolina, e também na face norte, onde estão as praias de Sunset e Waimea, que a natureza dá as caras.
Situado no Pacífico central, numa das regiões mais isoladas do mundo, o arquipélago havaiano tem oito ilhas principais -e Oahu é a entrada para todas elas.
Apesar do número de turistas, Oahu conserva praias e florestas
Para fugir do agito, ilha tem 180 km de costas; para entrar nele, vá aos festivais multiculturais
Festivais como o Made in Hawaii, de comidas, artesanatos, roupas e artes, preenchem o ano com lazer para turistas
SILVIO CIOFFI
EDITOR DE “TURISMO”
Com 900 mil habitantes, Oahu, ilha onde fica a capital havaiana Honolulu, recebeu 7,3 milhões de turistas em 2011 (4% mais do que no ano anterior). Primeiro destino para quem faz escala nos EUA, Oahu é rodeada por uma costa de 180 km.
Mescla lugares densamente povoados, como a praia de Waikiki, ao sul, com 50 mil quartos de hotel, e praias mais remotas como Makaha, a oeste, e Waimea e Sunset, ao norte, locais que recebem campeonatos de surfe em ondas gigantes no fim do ano.
No meio da ilha atravessada pelas montanhas de Koolau, há cachoeiras e reservas naturais intocadas que podem ser observadas de helicóptero.
Quem preferir escapar do agito de Waikiki pode se hospedar em Koolina, a oeste, onde há praias particulares em resorts Marriott e Disney.
Mas é preciso ter cuidado ao girar num carro alugado: há trânsito logo cedo e no fim de tarde nas estradas costeiras, e convém não deixar objetos à mostra ao estacionar.
Há o transtorno para quem paga caro para estacionar em Waikiki (o truque é comprar algo numa das inúmeras lojas ABC do bairro para obter desconto no tíquete).
Dicas práticas à parte, Oahu (visit-oahu.com) tem vida noturna intensa, vários festivais gastronômicos e culturais e, também, muita aventura. Mesmo em Waikiki, há imensa oferta de passeios de catamarã, aluguel de pranchões e até canoas polinésias coletivas que pegam onda.
Uma maneira de descobrir programas é comprar o Go Oahu Card (www.SmartDestinations.com/Oahu), que, por US$ 60, possibilita fazer vários passeios, desde que realizados num só dia.
Para escapar das atividades muito turísticas, há festivais como o Made in Hawaii (madeinhawaiifestival.com), que, de 17 a 19 de agosto, reúne 400 expositores, obras de arte e artesanato, roupas e comidas. Na mesma época, o Duke's OceanFest (dukefoundation.org) organiza, de 18 a 26 de agosto, competições de surfe, natação e esportes aquáticos.
E, para cinéfilos, há o Hawaii International Film Festival (www.hiff.org), que, em abril e outubro, reúne produções independentes.
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Passeios diferentes revelam a história e a natureza da ilha
Entre conhecer a cultura e o passado visitando o museu Bishop e mergulhar com os golfinhos, fique com ambos
Passear de helicóptero ou andar de barco pelas regiões recônditas custa caro, mas descortina cenários intocados
Quem tem fome de história logo fica impressionado com o acervo do museu Bishop (bishopmuseum.org), aberto de quarta a segunda, das 9h às 17h.
O local não fica perto de Waikiki e, sim, numa casa dos anos 1880 que conta a história do Havaí e de toda a Polinésia, mostrando canoas e pranchas antigas, estátuas e trajes rituais, vídeos e fotos. Tem inclusive instalações para mostrar a navegação tradicional pelas estrelas, explicar os vulcões e elencar as espécies de animais e plantas.
Com mesma pegada, o palácio Iolani (www.iolanipalace.org), aberto de terça a sábado, das 9h às 15h30, merece uma visita mais rápida e mostra como viveram Kalakaua, que o construiu, em 1882, e sua irmã e sucessora Liliukalani, os dois últimos monarcas havaianos.
Já as marcas do ataque japonês a Pearl Harbor, em 1941, são o assunto da visita ao USS Arizona Memorial (www.ussmissouri.org), que funciona das 7h30 às 17h e tem sempre filas infinitas.
Mas a extravagância que vale a pena é o passeio de helicóptero da Blue Hawaiian (www.bluehawaiian.com), que parte de um canto do aeroporto de Honolulu e, por 50 minutos que parecem horas, dá a volta completa na ilha por nada módicos US$ 191.
Para mergulhar com golfinhos e ver tartarugas, a dica é o passeio da Wild Side Specialty Tours, que parte do portinho de Waianae, na costa oeste de Oahu, às 8h. É preciso reservar (tel. 00/xx/1/808-306-7273).
O local, depois da praia de Makaha, é distante da maioria dos hotéis, e o preço por pessoa também é salgado como a água do mar: cerca de US$ 200. Mas a experiência de navegar numa lancha ao largo da ilha de Oahu, avistar montanhas e fazer snorkel em praias remotas vale cada "cent".
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Escritores se deixaram enfeitiçar pelo Havaí
Robert Louis Stevenson e Jack London foram dois de uma uma longa lista
Após ser descoberto, o arquipélago entrou na órbita do mundo dito civilizado e viu sua cultura nativa declinar
Foi a partir de relatos e romances de escritores de língua inglesa como Robert Louis Stevenson (1850-1894) e Jack London (1876-1916) que a Polinésia -e em particular o Havaí- entrou no imaginário contemporâneo como destino turístico paradisíaco.
E como feitiço havaiano não pega só em surfista, a região foi assunto também para autores como Herman Melville (1835-1910) e Mark Twain (1835-1910), cujos escritos também remetem à história rica e conturbada do arquipélago. Outro escritor, o contemporâneo James Michener (1907-1997), aliás, se dedicou a examinar mais o lado turbilhante da história e, autor da saga "Hawaii" (1959), publicou mais de 40 títulos sobre as ilhas da Polinésia.
Mas nem é preciso ler Michener para intuir que, após a descoberta, o Havaí logo perdeu sua ingenuidade. E que, além de militares e missionários, recebeu imensos contingentes de imigrantes.
Com o início do século 20, veio a americanização e o ataque japonês à base de Pearl Harbor, em 1941. E, em 1942, os EUA entraram de vez na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Mas, a despeito de tantos acontecimentos, a aura de encantamento dessas ilhas, que ao todo somam 16.633 km2 e hoje são habitadas por 1,2 milhão de pessoas, permanece.
A exploração feérica do Havaí teve origem na Corrida do Ouro (1848/9), movimento ocorrido no outro lado do Pacífico, na Califórnia.
Nessa época, para ir de San Francisco, cidade que deu apoio à mineração, até o Extremo Oriente, de onde vinham trabalhadores braçais para as minas e para as ferrovias dos EUA, era preciso navegar seis meses.
Surgiu então o Clipper, embarcação rápida à vela que agilizou as viagens marítimas e desvelou os mares do Sul.
Mexicana até 1820, a Califórnia se tornou um trampolim para viajar à Polinésia, virtualmente desconhecida por europeus e norte-americanos até os anos 1830.
Mas é fato que, antes mesmo de Cook, navegadores holandeses já tinham estado na Tasmânia, ao norte da Austrália, que supunham ligada, ao sul, à Antártida. E os espanhóis já tinham mapeado o Havaí.
A caça às baleias, negócio já movido a óleo, sangue e suor, assunto caro a Melville, também contribuiu a seu modo para o desenvolvimento do Havaí e das cidades californianas até os anos 1900.
Assim, descoberto há uns 230 anos, o Havaí saltou do período neolítico para a órbita do mundo dito civilizado, mas viu sua população nativa declinar. Hoje, vive-se um momento de valorização de uma cultura que pode ser entendida numa visita ao museu Bishop (www.bishopmuseum.org) em Honolulu, o grande museu da Polinésia. E mesmo técnicas tradicionais de navegação, que atraíram escritores e historiadores, estão sendo resgatadas por organizações como a Polynesian Voyaging Society (pvs-hawaii.com).
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Polinésia logo entrou no mapa-múndi da literatura
Surfe, cultura nativa e paisagens havaianas inspiraram textos clássicos
Fim da monarquia foi divisor de águas no Havaí, que logo atraiu escritores e a cobiça de potências ocidentais
Foi graças ao clima desenvolvimentista que se instalou na Califórnia após a Corrida do Ouro que escritores como o escocês Robert Louis Stevenson e o norte-americano Jack London, nome de pluma de John Griffith Chaney, fizeram de San Francisco uma "ponte dourada" para alcançar o Havaí em seus veleiros.
Nascido em Edimburgo numa família de engenheiros, Robert Louis Stevenson, também conhecido apenas pelas iniciais RLS, partiu para os mares do Sul deixando a baía de San Francisco para trás em 1888 a bordo do Casco.
Chegou a Oahu, a ilha havaiana onde hoje fica a capital Honolulu, só no ano seguinte, em 1889.
Quando tomou o rumo da Polinésia em busca de histórias e de um clima mais adequado para sua saúde debilitada, Stevenson nem imaginava se tornar "semideus" naquelas ilhas onde os nativos, exímios navegadores, acostumados à tradição oral e eventualmente adeptos do canibalismo, desconheciam os metais e a escrita.
Estabeleceu-se no Havaí até a morte do rei David Kalakaua, seu amigo, ocorrida em 1891 em San Francisco.
Com o ocaso da monarquia nativa, Stevenson partiu para o arquipélago de Samoa, onde fez uma casa com a madeira de uma sequoia californiana ("redwood") que encomendava aos capitães dos vapores que então já faziam serviço de correio e de carga entre os EUA e a Polinésia.
As potências de então -EUA, França, Inglaterra e Alemanha- planejavam instituir colônias nos mares do Sul. Stevenson foi, em Samoa, uma pedra no sapato dessas ambições colonialistas e se tornou amigo da nobreza polinésia também em Samoa, onde quase foi feito um prisioneiro.
Mas foi a busca de aventura, de histórias e de uma sobrevida para sua saúde debilitada que tornou RLS um viajante privilegiado e, desde logo, um compilador de casos e contos.
Em consequência de suas pesquisas e andanças, ele mapeou línguas polinésias descobrindo conexão entre elas ao visitar, a partir do Havaí e de Samoa, as ilhas Marshall, Fiji, Tonga etc.
Ele morreu em decorrência de um derrame e está enterrado em Apia, localidade que hoje fica no arquipélago de Samoa Ocidental, onde ainda é reverenciado como um semideus ou "tusitala".
Depois de RLS, Jack London, que nasceu em San Francisco em 1876 numa família operária e que viu sua casa ser incendiada no terremoto de 1906, também navegou por arquipélagos longínquos num veleiro improvisado chamado Snark. Esteve no Havaí, no Taiti, em Samoa e nas ilhas Salomão. Autor de "A Travessia do Snark", em 1907, ele cruzou o Pacífico de San Francisco até o Havaí para descrever o surfe, as cavalgadas e a cultura e geografia das ilhas batizadas originalmente de ilhas Sanduíche.
Ambos, Stevenson e London, testemunharam o tempo heroico e traiçoeiro em que o Havaí experimentava, meio que a contragosto, o contato escancarado com o Ocidente.
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Desbravador (e explorador), 'sir' Cook descobriu o Havaí em 1778
Capitão foi recebido com festa quando chegou ao arquipélago e considerado criatura superior
Mais tarde, havaianos, que eram canibais, se deram conta de que ele não era tão divino e o esquartejaram
Entre havaianos radicais, o capitão James Cook não tem boa reputação. Para eles, o intrépido explorador foi um "crook", ou estroina.
O termo explorador, é verdade, já enseja significado dúbio: pode ser lido como alguém que desbrava ou que explora, tira vantagem.
"Sir", Cook foi um descobridor do mundo tal como o conhecemos ao desvelar para o almirantado britânico as terras que faltavam ser colonizadas. Numa era em que a navegação à vela não tardaria a dar lugar ao vapor, descobriu a Austrália, a Nova Zelândia e o Havaí. E divisou limites da Antártida, que se supunha ligada à Austrália.
Nascido na região de Yorkshire, ele aprendeu navegação no porto de Whitby, entre o rio Esk e o mar do Norte, na costa onde Bram Stoker ambientaria o romance "Drácula" (1897). Depois, integradas por cartógrafos e naturalistas, suas expedições registravam descobertas em cadernos ricamente ilustrados.
Mas nem tudo foi um mar de rosas na vida de Cook. Na viagem em que descobriu o Havaí, em 1778, foi recepcionado pela maior festa presenciada por europeus, com barcos polinésios cheios de flores, na ilha de Kauai.
Navegadores místicos que se guiavam pelas estrelas, os havaianos acharam que a esquadra era uma floresta-cidade e concluíram que Cook era uma criatura superior.
Depois, a esquadra partiu. Mas voltou em 1779 ao ser surpreendida por uma tempestade e aportou em Kealakekua. Foi aí que os havaianos, que eram canibais, se deram conta de que Cook não era tão divino. E, quando tudo parecia calmo, verificou-se que os nativos haviam surrupiado objetos metálicos, material que não conheciam.
Cook ordenou o sequestro do rei nativo e desembarcou, sendo brutalmente assassinado. Só as mãos de Cook parecem ter restado intactas da carnificina a que ele foi submetido. No dia 15 de fevereiro, elas foram entregues aos ingleses num manto de plumas brancas. Não houve perdão. Os oficiais atearam fogo às aldeias e, no dia 22 de fevereiro, quando partiram, o Havaí havia entrado de forma trágica -e definitiva- no mapa-múndi.
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PARA QUANDO VOCÊ FOR AO HAVAÍ
SP-HONOLULU-SP
American Airlines (via Dallas): US$ 2.008
Delta (via Atlanta): US$ 1.201*
United (via Chicago): R$ 2.452*
CONDIÇÕES
Valores sujeitos a alterações
*Preços pesquisados nos sites das companhias em 24/7, para viagens em agosto
RESERVAS
American : 0/ xx/11/4502- 4000; www.aa.com
Delta : 4003-2121; pt.delta.com
United : 0/xx/11/3145-4200; www.united.com
ALUGUEL DE CARRO
Hertz : US$ 84
Mobility : US$ 70
CONDIÇÕES
Diária de carro econômico, com quilometragem livre, taxas e proteções incluídas
RESERVAS
Hertz: 0/xx/11/3524-7525; www.hertzcar.com.br
Mobility : 0/xx/11/5091- 7771; mobility.com.br
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Alta gastronomia vai muito além do sushimi de Waikiki
Chefs como George Mavro, Roy Yamaguchi e Alan Wong criaram uma culinária havaiana contemporânea
Abusando de heranças bem étnicas e de ingredientes locais, Hawaiian Regional Cuisine faz 20 anos
Quem desembarca em Honolulu e fica num dos hotéis da praia de Waikiki logo vê que a cena gastronômica abusa de heranças étnicas. E como muitos turistas ali são japoneses, há nos arredores e nos shoppings restaurantes como o Nobu (noburestaurants.com) e o Suntory (restaurantsuntory.com).
Mas, mesmo em Waikiki, há nipo-americanos mais originais, caso do Roy's, na rua Lewers, 226 ([email protected]), de Roy Yamaguchi, chef que integra a organização Brand USA, criada pelo presidente Obama em 2009 para fomentar o turismo nos EUA.
Roy, que conversou com a Folha e cujos restaurantes servem de combinados de caranguejos a steaks suculentos, foi um fundador da Hawaiian Regional Cuisine que, em 1992, reuniu 12 chefs que se insurgiram contra peixes congelados e ingredientes então disponíveis em menus chamados "internacionais".
Entre os chefs que há 20 anos integraram o movimento e ainda são referências da alta gastronomia do Havaí está o inventivo chef George Marvo (chefmavro.com, na rua South King, 1.969), em cujo bistrô, afrancesado e contemporâneo, o menu harmonizado com oito taças de vinho e oito pratos custa US$ 123 (US$ 75 sem vinho).
Já o restaurante de Alan Wong ([email protected], na rua South King, 1.875) funde sabores franceses, chineses e havaianos. Com vinho, a refeição nesse bistrô -tido como o preferido de Obama-, não sai por menos de US$ 150.
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COM AÉREO; PREÇO POR PESSOA EM QUARTO DUPLO
US$ 2.141
Seis noites de hospedagem em Waikiki no hotel Aqua Palms. Na New Age: 0/xx/11/3138-4888; www.newage.tur.br.
US$ 2.344
Sete noites de hospedagem, sendo quatro em Honolulu (Maile Sky Court) e três em Maui (Lahaina Shores Beach). Inclui um café da manhã de boas-vindas, três dias de aluguel de carro econômico em Maui, traslados entre as ilhas e seguro de viagem. Na Top Brasil: 0/xx/11/5576-6300; www.topbrasiltur.com.br.
US$ 2.358
Pacote de seis noites em Waikiki no hotel Aqua Bamboo. Inclui aluguel de carro econômico com quilometragem livre. Na ADVtour: 0/xx/11/2167-0633; www.advtour.com.br.
US$ 2.475
Seis noites de hospedagem em Honolulu no hotel Ala Moana. Inclui aluguel de carro econômico. Na Soft Travel: 0/xx/11 3017-9999; www.softtravel.com.br.
R$ 3.750
Pacote de quatro noites de hospedagem em Honolulu no hotel Hawaiian Monarch. Na Submarino: 4003-9888;www.submarinoviagens.com.br.
R$ 5.055
Sete noites de hospedagem em Waikiki no hotel Ohana Waikiki West. Pacote inclui passeio para observar o nascer do sol. Na Marsans: 0/xx/11/2163-6800; www.marsans.com.br.
US$ 4.684
Pacote com 11 noites de hospedagem, sendo três noites em Oahu (Miramar at Waikiki), duas em Kauai (Kauai Beach Resort), três em Kona (King Kamehameha's Kona Beach Hotel) e três em Maui (Kaanapali Beach Hotel), com café da manhã. Inclui visita ao memorial Arizona e city tour em Oahu, passeio ao cânion Waimea, tour em Big Island, traslados de chegada e saída, voos entre as ilhas e seguro de viagem. Na Canaus: 0/xx/11/4323-7190; www.canaus.com.br.
US$ 8.107
Pacote de dez noites de hospedagem, sendo quatro em Honolulu (Sheraton Princess Kaiulani), duas em Maui (Westin Maui Resort), duas em Big Island (Sheraton Keauhou Bay) e duas em Kauai (Sheraton Kauai). O roteiro contratado inclui traslados, seguro de viagem, passeio por Honolulu e pela cratera de Haleakala, caminhada ao redor da cidade de Wailuku, visita à igreja Kaahumanu, à antiga cidade de Lahaina e ao parque estadual de Lao Valley, tour por Big Island, visita às praias de Kualoa, Sunset Beach, Pipeline e Waimea Bay, visita ao cânion Waimea, passeio pelo vale Kalalau entre outros passeios. Na Interlaken: 0/xx/41/3019-3599;www.interlakenturismo.com.br.
SEM AÉREO; PREÇO POR PESSOA EM QUARTO DUPLO
US$ 834
Quatro noites em Waikiki, no hotel Honolulu Park Shore Waikiki, com café da manhã. Inclui tour por Pearl Harbor, pelo memorial Arizona e festa em Waikiki. Na STB: 0/xx/11/3038-1555; www.stb.com.br.
US$ 1.368
Oito noites, sendo três em Waikiki (Aqua Aloha Surf Waikiki), três em Big Island (Royal Kona Resort Hotel) e duas em Maui (Aston Maui Lu). Inclui traslados entre as ilhas. Na CVC: 0/xx/11/2191-8410; www.cvc.com.br.
US$ 1.533
Oito noites, sendo quatro em Honolulu (Ohana Waikiki) e quatro em Big Island (Royal Kona). Inclui passeio por Honolulu, aluguel de carro econômico em Big Island e traslados. Preço válido para reservas até 15/8. Na Intravel: 0/xx/11/3206-9000;www.intravel.com.br.
US$ 3.357
Pacote de 11 noites, sendo três em Oahu (Miramar at Waikiki), duas em Kauai (Kauai Beach Resort), três em Kona (King Kamehameha's Kona Beach) e três em Maui (Kaanapali Beach Hotel), com café da manhã. Inclui visita ao memorial Arizona, passeio ao cânion Waimea e tour por Big Island. Na Nascimento: 0800-774-1110; www.nascimento.com.br.
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EM WAIKIKI
Waikiki Gateway Hotel /Na Decolar.com: US$ 110*
Hyatt Regency /Na Venice: US$ 255*
Hilton Havaiian Village Waikiki /Na Canaus: US$ 350*
EM KO OLINA
JW Marriott Ihilani
Ko Olina: US$ 319**
Marriott's Ko Olina Beach Club : US$ 349**
EM MAUI
Aston Paki Maui/Na Intravel : US$ 204*
CONDIÇÕES
Valores sujeitos a alterações
*Preço por casal sem taxas incluídas
**Preço por casal com café e taxas
*Preço por casal com taxas
**Preço por casal com café da manhã, sem taxas incluídas. Válido para reservas em agosto
RESERVAS
Canaus : 0/xx/11/4323-7190; www.canaus.com.br
Decolar.com : 4003-9444; www.decolar.com
Intravel : 0/xx/11/3206- 9000; intravel.com.br
Marriott : 0800-703-1512; www.marriott.com.br
Venice : 0/xx/11/3087-4747; veniceturismo.com.br
Fonte: Folha de São Paulo - www.folha.uol.com.br