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“O problema é que as pessoas dizem “eu te amo” mas esquecem daquele bilhetinho de “bom dia”, daquela mensagem de “boa noite, estou com saudade”, esquecem de perguntar se você está bem, assim sabe, só por perguntar mesmo. Esquecem do abraço sem pretexto, do presente fora de época, esquecem de dar atenção nos detalhes e isso, faz com que esse “eu te amo” perca o valor. Por que o amor não se alimenta de palavras, se alimenta de atitudes.”
— Pedro Bial.
“Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.”
— Tati Bernardi.
“Quer? Então pega. Pega por inteiro. Minha parte boa, minha parte chata, minha parte cinza-chumbo. Crise de tpm, crise existencial, crise de riso, crise de choro. Não queira só um lado ou só algumas partes. Se quer (quer mesmo?), queira tudo. Completa e complicada. Simples e confusa. Dramática e exagerada. Não gosto de partes, gosto da coisa inteira. Metades não me agradam. Não me atraem. Não me satisfazem. Se eu te quero, quero 100%. Inteirinho. Com teu lado cretino e bonzinho. Com teu jeito arrogante e descontrolado. Tua doçura e acidez. Não me vem com mais ou menos. Nem vem. Nem, nem. Comigo é tudo ou nada. Mesmo. Quer?”
— Clarissa Corrêa.
“E se soubesse que tudo ia ficar bem no final, não me importaria em nada com o que acontece agora. Mas é horrível passar um dia depois do outro sem ter certeza de nada.”
— The Vampire Diaries.
“Poucas coisas ainda me fazem feliz, e você é uma delas.”
— Como eu era antes de você.
“O problema todo é sentir demais por quem não sente nada.”
— Fillipe Damasceno.
“Volta pra mim com os cortes na boca e a falta de fôlego porque sim, eu te aceito. E eu reparo teus danos e te refaço pro mundo, para que você voe novamente, e parta sem mim. Porque dentro do amor eu percebi que não há nada nosso, nem as noites em que cantamos a tristeza e reverberamos a solidão, nem o vulto da eternidade no teu pé errante. Não há nada que eu posso dizer que tive nos momentos onde a intensidade disse os verbos e nós proferimos o infinito. Volta pra mim, não, não volte pra mim, erre o caminho que os descaminhos são paralelos. Volta, não, não volta. Volta, que os eixos nas suas costas me dizem sobre o amor que gangrenamos nas mãos quando o sorriso não preencheu. E eu canto o que drummond diz: se mil vezes você me deixar e voltar, eu aceito. E eu faço dos versos nosso colete anti-monotonia e te abraço pra nunca mais existir. Porque o belo não existe, além do brilho que há no invisível, através da retina do olho esverdeado que você tem. Volta pra mim que os dias têm esmagado meus punhos, e eu tenho visto miúdo o que se vê brando e claro; não abro minhas mãos aos céus e sorrio há semanas e os raios do céu mudaram o curso: meus lábios pararam no tempo. Volta antes do dilúvio bíblico, antes da terceira guerra mundial iminente, antes que outro meteoro caia e desta vez aqui, aqui. Volta antes que eu agonize sua lembrança e refaça sua imagem turva e deturpada, antes da aurora-boreal encandecer o céu da Noruega, antes que eu e o suicídio conversemos sobre como andam os planos pro meu futuro. Antes do terremoto afligir meus dedos, antes da queda d’água explodir as estrelas mortas por nós que dissemos superficialidades. Não, não volta agora, estou desbotando todo destino. Canta pra mim, canta chico, e não volte enquanto o teu brilho não satisfazer meus dramas renegados. Eu te amo, mon amour, como um mantra que eu não soube pronunciar. “Se mil vezes você ir e voltar, eu te aceito… eu te aceito.””
— Floresinexatas.