Ano novo, vida nova?
A ideia de termos uma data compartilhada mundialmente para ter aquela chance que todos querem e precisam de mudar me deixa fascinada. Mas, o que me deixa ainda mais chocada é que todos tem o seu ano novo particular, em outras palavras, o seu aniversário.
Acredito que não chegamos a ver o potencial escondido nos aniversários, talvez por essa ideia não ser propagada dessa forma. Acho que se as pessoas vissem dessa forma, a quantidade delas que não gostam dos seus aniversários seria reduzida. De qualquer forma, não é o ponto que eu queria alcançar.
Ultimamente eu venho me decepcionando com as pessoas, e comigo também. Eu não tenho o poder de mudar outras pessoas, só a mim mesma, e que oportunidade melhor de tentar isso do que agora? Claro, ninguém muda do dia para a noite, mas gosto da ideia de que o amanhã é construído no hoje. valorizar as pessoas que genuinamente gostam de mim e entender que nem sempre as ações que as pessoas tem comigo diz algo sobre mim, e sim sobre elas. Entender que algumas coisas não valem o trabalho que elas dão para manter, e tudo bem. Enxergar que as decepções levianas de agora podem ser um sobre aviso do universo para que coisas piores não aconteçam.
No espírito de ano novo pessoal, eu sinceramente espero amadurecer alguns bons hábitos e valorizar o bom da vida ao invés de focar só no que eu acho que falta, que não está bom...
Precisava escrever, sinto falta daqui.
Saudosos abraços aos que se deram ao trabalho de me ler até aqui.













