Yo digo que tengo estándares altos, pero en realidad me enamoraría de alguien que fuera genuinamente amable y gentil conmigo.

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Yo digo que tengo estándares altos, pero en realidad me enamoraría de alguien que fuera genuinamente amable y gentil conmigo.
Aunque me agobia, me mata, me tortura...
El saber cosas que no debería, el ver cosas que no debería, soñar, pensar, intuir, y mi millones de palabras más que para resumir termino en aquel mar cristalino sobre dudas como si fueran mi salvavidas. Dónde están todas esas olas de verdad que todos desean saber, pero a la vez huyen del dolor que causan si sucede. A veces es duro saber la verdad, es duro abrir los ojos, es duro verte a ti mismo al espejo y pensar en todo lo que ya sabes "¿Que harás con ello? " mientras solo duele.
A fin de cuentas estoy agradecido con Dios que habita en mi corazón para decirme que todo lo que sé, tenía que llegar de alguna forma. Pese al dolor muchas veces agradezco por estar vivo sintiendo esto. Y creo que es lo único que queda por hacer, dar gracias por lo que se y por lo fuerte que me hago cada vez que un duro golpe de realidad se presenta.
No se vive de besos: El amor en tiempos de caos.
Vivimos en una época donde todo está revuelto, bombardeados de mil formas, desde lo imaginario hasta lo literal. El amor es un sentimiento tan hermoso como destructivo: hoy te sonrojas, pero mañana estarás de rodillas pidiéndole a Dios el porqué de lo acontecido.
En esta actualidad ya no se vive de besos, ni caricias, ni de palabras bonitas que calman el ruido mental pero no solucionan el conflicto. Hoy estamos sobre una balanza, prefiriendo tener al lado gente leal y con estabilidad en todos los sentidos.
A las mujeres, el reloj nos corretea. Nos tiene respirando en la nuca, presionándonos a decidir si somos el único ser en este mundo o si nos multiplicamos para que la cadena genética siga. ¿Pero para qué? Si este mundo se cae a cachitos, la economía se desploma y nada está asegurado. La violencia hacia la mujer —antes, durante y después de crear vida— es cada vez más frecuente, incluso más que encontrar una buena pareja que te trate decentemente.
Las opciones se presentan y uno, a ciegas (o tal vez no), debe elegir. El maldito tic-tac suena de fondo. La vida es bella pero corta, y una sola decisión trae miles de consecuencias: elegir, disfrutar, sufrir, sacrificar, avanzar. Todo está en un "sí" o un "no", porque un "tal vez" es temporal o inexistente.
Entonces, ¿estás listo para madurar, elegir y atravesar las consecuencias?
Hijaheredera
Estoy harta de que no te atrevas las cosas conmigo...
E… a “família” ataca novamente
Quando o sangue vira violência, e sobreviver passa a ser um ato de resistência diária
Pois é. No exato dia em que eu finalmente consegui fazer o que parecia impossível - limpar a minha mente, me desvencilhar de pessoas que me torturaram a vida inteira - eu fui obrigada a encará-las novamente.
Pessoas com quem eu não tenho absolutamente nada em comum além do sangue, que, para mim, não tem mais valor nenhum.
Pessoas que me mostraram, de forma progressiva e cruel, até onde a maldade pode chegar - e que, nunca, nunca mesmo devem ser subestimadas, porque elas sempre conseguem se superar no nível de crueldade de que são capazes.
E não foi por escolha. Foi por necessidade, obrigação, LEI.
Na tentativa de continuar cuidando de mim mesma - encontrar um psiquiatra competente, construir um tratamento sério, alguém que pudesse caminhar junto com a terapeuta, ajustar o que fosse preciso no caminho - eu tinha uma consulta marcada justamente para hoje.
E, ironicamente, a médica era boa demais. O que é maravilhoso, mas o tiro saiu pela culatra - ela era boa o suficiente para enxergar a gravidade absurda do meu quadro e do que tinha sido causado em mim. Boa o suficiente para ouvir e enxergar meu estado, de verdade. Boa o suficiente para agir com responsabilidade e de acordo com a minha necessidade.
Resultado: fui encaminhada para um hospital psiquiátrico para avaliação. E, para isso, eu precisava de um acompanhante. Da “família”.
A médica prontamente se ofereceu para ligar para a minha “mãe”, e conseguem adivinhar qual foi a primeira resposta dela ao ouvir da MÉDICA que o meu quadro era muito grave e que eu poderia ter que ser internada o mais rápido possível?
“Hoje está complicado para MIM, mas posso ir amanhã.”
Aí o meu sangue voltou a ferver. Eu queria ir sozinha. Não era permitido. E nem essa situação fazia essa "pessoa" enxergar a seriedade da coisa toda ou me colocar um pouco mais alto na lista de prioridades dela. Tudo realmente vale mais do que eu, minha saúde e minha vida para ela, e já tinha sido mostrado de tantas formas, mas isso foi o cúmulo. Gritei ao telefone: "Cuida das coisas importantes aí na sua vida; eu vou achar outra pessoa hoje porque posso não estar viva amanhã para ir." Aí acho que eu feri o ego dela - a imagem de mãe perfeita, o que SIM tem valor na vida dela, e ela disse que iria de imediato.
Fui direto para o hospital - e, para minha surpresa, TODOS foram para lá. Não para apoiar, mas para garantir que eu fosse destruída um pouco mais e, claro, a pior e com intenções mais maliciosas: a Camila.
Tentaram, inclusive, exigir o “direito” - que juro que não sei por que acharam que teriam - de entrar comigo na consulta, como se isso fosse aceitável em qualquer realidade minimamente saudável. Claro que vetei esse absurdo imaginado por "pessoas" que são completamente cegas a qualquer realidade.
Mas ainda assim, alguém precisava ser acompanhante para esperar do lado de fora do consultório. E, claro, a dona Camila saiu correndo na frente, assumindo esse papel sem me dar escolha - porque ela tinha um plano, que envolvia as maiores necessidades dela neste mundo sobre tudo e todos: Controle. Manipulação. Sabotagem.
A consulta, por um lado, foi um lindo momento de lucidez no meio do caos. Falei tudo.
Falei que cortei contato com todos que me faziam mal. Falei do meu progresso e do meu sucesso no trabalho. Falei da reconstrução da minha vida. Falei dos meus planos.
E, principalmente, falei da minha maior motivação para continuar: o amor mais puro que eu já conheci na vida.
Nada disso era mentira. A médica viu. Entendeu.
Reconheceu minha consciência, minha determinação, minha força - uma força que, honestamente, eu mesma às vezes não sei de onde vem.
Pediu exames físicos. Direcionou o acompanhamento. Me tratou como um ser humano.
E então… veio a elaborada sabotagem da minha "querida irmãzinha" Camila, que estava o tempo todo só esperando uma oportunidade para colocar esse seu plano em prática.
Sem saber absolutamente nada do que tinha sido dito na consulta, ela começou a gritar. Mentiras. Acusações. Distorções. Uma avalanche de crueldade calculada.
Tudo com um único objetivo: me internar à força. Me rotular. Me descartar. Me transformar oficialmente em “problema de alguém”, para que eu oficialmente deixasse de ser o problema da família, ou melhor, um problema na vida dela.
Mandei ela calar a boca, e implorei à médica que não acreditasse em nada que ela estava dizendo, e que não deixasse que a minha "família" me destruísse ainda mais desse jeito. Expliquei mais uma vez o que tinha sido contado em consulta - que era isso mesmo o que faziam sempre comigo, o histórico, as acusações injustas, o padrão, o prazer dela em me fazer sofrer. Expliquei que aquilo não era preocupação, era destruição.
E, em uma rara situação, alguém escolheu me ouvir.
Saí de lá sem olhar para trás. Sem me despedir. Disse apenas: "Se qualquer um de vocês tentar me sabotar de novo, aí vocês vão realmente saber quem eu posso ser." E me fui.
Não sem ter tido crise de pânico, não sem ter sido mais uma vez ferida e violada por essas "pessoas", mas sobrevivi. Mais uma vez, saí viva.
E com certezas que se fortalecem a cada episódio como esse:
Eu não pertenço a esse lugar. Eu não pertenço a essas pessoas. E não vou permitir que me levem para baixo junto com elas.
Que venham os verdadeiros seres humanos!
Aniversários
Hoje é meu aniversário, acho uma data bem bonita 23/05. Estou tão reflexiva de tudo que me aconteceu ao longo dos anos, foram tantos aprendizados, tantas felicidades, tristezas, desafios… me sentindo velha para tanta coisa, mas ao mesmo tempo, tão jovem ainda. Eu só desejo para mim hoje, saúde e MUDANÇA ou melhor MOVIMENTO. Continuar na inércia, achando que precisa ser assim, não quero mais. Quero viver, experimentar, ousar, ser mais. Como alguém, que não lembro o nome, disse “ o que a vida espera da gente é coragem” talvez essa seja a frase mais realista. Que o medo não ocupe um espaço grande na minha vida, que ele esteja presente, mas apenas o necessário. Que eu possa ver beleza nas coisas simples da vida, que eu possa desfrutar da paz de estar em paz consigo mesma, que eu delimitar com clareza o espaço que cada pessoa pode ocupar na minha vida, nem para mais nem para menos, na dose certa. Que nesse novo ciclo eu possa escrever mais, porque amo, porque preciso. Que nesse novo ciclo eu possa ser mais, porque eu quero, porque eu necessito. Que nesse novo ciclo eu diga mais, eu faça mais, eu seja mais. Por mais que tenhamos dias difíceis, mas estar aqui é um presente. Sim, estou apaixonada, mas dessa vez pela vida e toda sua grandiosidade. Talvez eu tenha buscado isso em outras pessoas, mas só a vida me retribui a altura. Ela diz “olha o tanto de coisa que eu te proporciono, ou melhor, o tanto de gente que você tem e muitas vezes nem percebe, não desfruta” somos hoje e isso não é pouco, é muito. Nós só precisamos nos ver nesse lugar, nesse presente. Não é romantizar o sofrimento, as dificuldades, é direcionar as coisas negativas para um lugar neutro, um lugar onde possamos ver coisas positivas e principalmente aprendizados em cada momento. Como diz um samba “a beleza de ser um eterno aprendiz” viver é sobre isso… feliz aniversário para mim, uma escritora amadora.
Y creo que es de las sensaciones más horribles que puedo sentir..
Tomado de: @Callado_Z en instagram