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Kiana Khansmith
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⁂
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A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À ANNELISE.
Você já viu Annelise Desrosiers Castillo andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ela veio de Los Angeles e que se parece muito com Cleo Lazuli, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-la trabalhando como dona de uma floricultura e de uma clínica veterinária.
FICHA TÉCNICA
Nome: Annelise Desrosiers Castillo.
Data de Nascimento: 20/11/1990.
Origem: Los Angeles, Estados Unidos.
Altura: 1,70cm.
PERSONALIDADE
o·ti·mis·ta (quem é partidário do otimismo): Um dos maiores traços de Annelise era seu otimismo. Mesmo quando as coisas estavam ruins dentro de casa, ela tinha fé de que tudo ia melhorar. Estava sempre animando a mãe, sabia que um dia as coisas iriam melhorar. Bem, ela não estava lá muito certa, mas ainda mantinha a postura em todos os casos! E levou aquilo para a vida, estava sempre tentando animar os outros ao seu redor, sempre olhando pelo lado positivo.
gen·til (delicado, amável, encantador): A gentileza fazia parte de seu ser, estava entranhada em seu sangue. Por mais que vivesse tendo que se adaptar em novas culturas, ela era um doce. Ela, definitivamente, era a gentileza em pessoa: estava sempre disposta a ajudar, independente a situação que seja. Dava o seu melhor para fazer os outros felizes e isso geralmente significava abandonar seus próprios afazeres.
pre·o·cu·pa·da (que se preocupa ou tem preocupações): É extremamente amável e carinhosa, protegendo tudo e todos ao seu redor. Todos que são amigos de Annelise são tratados como pequenas bolinhas de fofura, apertados e amassados com muito carinho. A sensação que a menina passa ao conversar com os outros é de uma irmã mais velho que quer cuidar e amar todos. Por esse costume de cuidar dos outros, pode acabar sendo um pouco possessiva e ciumenta com os amigos.
hu·mil·de (simples, modesto): Apesar de ter tido tudo do bom e do melhor, Annelise não esbanja na cara dos outros, pelo contrário! Ela oferece tudo que pode se isso ajudar a outras pessoas, muitas vezes acabando por ser inocente. Foi mimada, sim. Às vezes acabava se rebelando e agindo como uma adolescente mimada por não gostar muito bem de ouvir "não", mas num geral ela era muito humilde e muito fácil de lidar.
tei·mo·sa (quem é persistente numa ideia ou .ação): Ah, se ela era teimosa. Não havia alguém que pudesse convencê-la de fazer algo que ela não queria. Se era dormir às seis da manhã e faltar aula que queria: era o que iria fazer. E não tinha alma viva que a convencesse do contrário. Era um demônio quando se tratava daquilo. Geralmente, batia o pé até que a pessoa desistisse e cedesse a seus caprichos. Uma vez, ficou doze horas sem comer porque não queria comer o almoço. E venceu a batalha.
BACKGROUND
Annelise Desrosiers Castillo, nascida em Los Angeles, California era descendente de filipinos e franceses Seus avós maternos eram filipinos e os paternos, franceses. Quem mandava na casa era a mãe, dona de uma das maiores marcas de maquiagem do mundo inteiro. Trabalhava feito doida e o marido era quem cuidava das crianças. Annie tinha um irmão mais novo, dois anos mais novo que ela. Durante a infância, sempre foi muito fácil de lidar. Era dócil, carinhosa e um grude. Ela era o tipo de menina que pedia colo o tempo inteiro e se o pai a soltava para cozinhar, ela grudava na perna dele e dali não saía mais. Sempre foi muito mais extrovertida do que o irmão, desde pequenos. No jardim de infância, ela tinha milhares de amigos e todos a amavam mais do que tudo! Era a melhor aluna, as professoras sempre elogiavam seu comportamento, mas atentavam para um detalhe: Annie parecia gostar muito de coisas "tipicamente" masculinas, como futebol ou bolinhas de gude mas também sempre gostou de música e voleibol! Diferente dos pais, ela mostrou ter muito jeito para com plantas e animais. Ela era extremamente arteira! Apesar de nunca dar problemas para os professores, costumava voltar para casa da escolinha toda suja, parecia ter rolado na lama e realmente tinha! Geralmente, passava seu dia mexendo com plantas e jardinagem, cuidando de todas elas com seus dons praticamente mágicos.
A rotina dos Castillo não era muito tranquila : Annie fazia balé e cursos da língua filipina e de espanhol. Já o irmão fazia esportes e artes marciais. Mas todo ano, eles tiravam duas semanas de descanso no meio do período, próximo do aniversário da garota. Viajavam o mundo em mochilões. Em um ano específico, foram para Orlando, onde as crianças aproveitavam os parques da Universal e da própria Disney. Nessa mesma viagem, quando ela tinha 7 anos, conheceu um sul-coreano. Tornaram-se imediatamente amigos e só andavam juntos. Onde quer que ela fosse, o garoto ia junto. Talvez fosse seu primeiro amor, talvez fossem destinados a serem amigos. Não sabia dizer, era apenas uma criança. Ao final da viagem, se separaram. Ele teve de voltar a seu país e ela voltou para sua cidade. Durante aquela época, adotou um cachorrinho, cujo nome era Sebastian. Sempre foi apaixonada por animais, queria ser veterinária no futuro.
Annelise cresceu uma menina muito humilde, embora fosse dona de uma herança de mais de milhões. No começo de sua pré-adolescência, aos 10, os pais se separaram. O pai decidira ficar nos Estados Unidos, com o filho. E a mãe viajava pela Ásia, abrindo novas lojas da marca. Inicialmente, foram para Manila, nas Filipinas, casa de seus avós e a base de sua família materna. Annie não aguentava mais não ter uma casa fixa. Aos dezessete, mudou-se para a Coréia do Sul. Em Seoul, conheceu um rapaz, com quem namorou por uns bons anos, até seus vinte e quatro. Ao terminar sua graduação em medicina veterinária com uma pós-graduação em biologia botânica, engravidou do namorado, mas aquilo fora o suficiente para o homem surtar. Tornou-se violento, batia na estrangeira, dizia que ela iria abortar querendo ou não. Àquela altura, Annie já morava com ele e sua mãe não mais estava em Seoul para auxiliá-la. Num dia, quando o namorado estava dormindo, ela arrumou suas coisas e foi embora para uma cidadezinha do interior, fugindo. E foi assim que chegou à pacata Samcheok. Com o dinheiro de sua herança deixada pela mãe na conta bancária, Annelise abriu uma floricultura na cidade e um consultório veterinário, onde trabalharia em part-time por conta do pequeno bebê que estava prestes a nascer. Passados três anos, ela já estava totalmente estabilizada, seus dois negócios funcionavam perfeitamente, nenhum sinal do ex louco em sua procura. Bom... até que ele voltou a lhe mandar mensagens, mas ela passou a ignorar. Não respondia e não ligava a localização do celular por nada, temendo ser rastreada. Ao menos tinha sua filha, Camilla.
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TRIVIA
Tem acrofobia, medo de altura.
Ama jogar videogames e ficar lendo livros.
Se chateia facilmente.
Come muito mais do que aparenta conseguir.
Sua cor favorita é rosa.
Ama animais.
Tem uma filha chamada Camilla, de três anos.
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À JINSOUL.
Você já viu Jeon Jinsoul andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ela veio de Busan e que se parece muito com Lana Condor, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-lo trabalhando como maquiadora.
FICHA TÉCNICA
Nome: Jeon Jinsoul.
Data de Nascimento: 15/03/1997.
Origem: Busan, Coreia do Sul.
Altura: 1,67cm.
PERSONALIDADE
A personalidade de Jinsoul é exatamente o contraste entre peixes e câncer.
Extremamente amorosa, vive com a cabeça nas nuvens mas sabe ser mais racional que tudo quando é necessário. Tem um lado protetor enorme e faz o possível para que as pessoas em sua volta se sintam feliz.
Perfeccionista e teimosa quando quer. Gosta de ter tudo exatamente do jeito que planejou e não aceita mudanças.
Odeia injustiças e quer lutar pelas diferenças que existem. Feminista até demais.
Não é de falar muito, prefere ser ouvinte e sempre presta atenção nos detalhes.
Considera-se bem criativa. Gosta de expressar suas ideias através de palavras e desenhos.
BACKGROUND
Foi em meio à suas loucuras que Jason conheceu Kelly, uma estudante descendente de vietnamitas que passava um tempo em Newark para realizar seu intercâmbio. Ambos eram jovens, mas foi amor logo à primeira vista. As coisas aconteceram rápidos demais, um namoro, noivado e a repentina mudança de querer mudar para um país totalmente diferente e conhecer coisas novas. Assim foram para Busan, na Coreia em busca de novos caminhos e oportunidades. A casa era pequena até então, o que eles não esperavam era que uma futura gravidez logo viria.
Nascida em meio a primavera, a vinda da menina foi marcada pelo o que seus pais chamavam de “benção”. Durante os meses de gestação, as coisas apertaram um pouco para o casal, que enfrentaram algumas dificuldades financeiras e a depressão da mulher. As coisas andavam difíceis, mas ambos nunca pararam de lutar e sorrir, principalmente com a grande expectativa de ter a filha. Não foi nada planejado, mas acabou sendo o melhor presente que os Jeon poderiam ter ganhado.
Mesmo com dificuldades, Jinsoul cresceu sem problemas algum. Recebeu a melhor educação, exemplos e tinha um futuro inteiro já decidido, mesmo que ainda não soubesse. Sendo filha única, a expectativa dos pais sempre foi em ter uma filha perfeita, que seguisse exatamente o que era lhe ensinado.
Na época os pais ainda eram jovens mas eram totalmente fiéis a religião que possuíam. Por conta disso, era difícil que a menina não estivesse presente em todos os eventos, cultos e atividades que possuíam na igreja. Sua educação inteira foi através de sua religião, mesmo que questionasse e não entende muitas coisas das que eram lhe ditas. Ainda sim, era a filha perfeita e isso era um motivo ainda maior de orgulho para os Jeon, que não queriam que a filha tivesse as mesmas experiências que tiveram quando mais novos.
A vida de Jin sempre foi perfeita, era dedicada aos trabalhos beneficentes que fazia e tentava seguir tudo que seus pais lhe diziam, mas as coisas bagunçaram quando Jeon realmente se apaixonou pela primeira vez. O que deveria ser normal, mas o fato de que havia se apaixonado por uma menina já ia contra tudo o que tivera sido ensinada. Claro que havia tentado negar o sentimento de todas as formas possíveis, mas era impossível de conter o coração acelerado quando olhava para a moça que havia mudado tudo em si. Tudo aconteceu rápido demais, de uma forma tão bonita e inocente que ela acreditava ter finalmente encontrado a felicidade que imaginava. Ambas eram jovens, mas já sabiam que a ideia do amor não era tão incomum assim. Porém, doía não poder ter toda a experiência completa de um namoro que envolve família e coisas juntas, sem ter medo de alguém descobrir. Seus pais nunca aceitariam isso e era difícil pra ela não declarar seu amor pela pessoa que mais amava no mundo.
Conhecer a outra garota foi a melhor coisa que já havia lhe acontecido, mas por uma ironia do destino, tiveram que se separar quando a mesma teve a oportunidade de realizar seus sonhos em outro lugar, longe dali. Não foi fácil para ela aceitar a ideia, mas não podia segurar a menina e impedi-la de voar na direção que quisesse, mesmo com todo o vazio que sentia quando ficou sozinha mais uma vez. Foi dessa forma que ela encontrou refúgio em cartas e poemas que escrevia, a maioria sempre inspirados naquela por quem se apaixonou. Óbvio que jamais forem entreguem, já que esses foram uma forma dela tentar aliviar aquele sentimento.
A garota seguiu bem sua vida depois. Se mudou com os pais para Samcheok, agora pastores e descobriu novas coisas na cidade nova. Encontrou-se nas artes e na escrita e continuava dedicando seu tempo nas ações de caridade da Igreja. O problema é que ela havia colocado na cabeça que a separação foi um sinal divino para que ela se encontrasse no caminho que acreditava ter sido destinado a ela. Não queria machucar seus pais e tinha medo do que poderia acontecer, o que levou a própria a duvidar e esconder sua própria sexualidade.
Depois de algum tempo, começou a estudar História e ganhar seu próprio dinheiro com os trabalhos que fazia. A vida dela estava totalmente tranquila, até que seus pais apareceram com a história de casamento, já que desconfiavam sobre algo e não queriam que ela seguisse um mal caminho. Não entendia como iria se casar com alguém que mal conhecia, não era isso que havia sonhado algum dia. Mas não podia ir contra as ideias de seus pais, por mais loucas que seriam, por causa desse pecado que poderia cometer. Agora, tudo o que restava era realizar todos seus objetivos e casar-se, mesmo contra sua vontade, com o jovem escolhido
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TRIVIA
Bissexual.
Maquiadora profissional e trabalha com isso quando não está participando dos eventos da Igreja.
Possui duas tatuagens, que foram feitas após muito trabalho em convencer os pais.
Ama ler e escrever poesias, mas não tem coragem em publicar suas obras. Também escreve algumas histórias.
Odeia qualquer tipo de esporte e vive fugindo destes na grade complementar da faculdade.
Está no terceiro semestre e ama discutir sobre as guerras e histórias de outros países. Mas principalmente, seu foco é na história e mulheres.
Tem vontade de aprender francês e conhecer Paris.
É apaixonada por artes e ama visitar museus. - Seus pintores preferidos são Van Gogh e Monet.
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À EZRA.
Você já viu Ezra Jenel andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ele veio de Denver e que se parece muito com Noah Centineo, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-lo trabalhando como escritor.
FICHA TÉCNICA
Nome: Ezra Jenel.
Data de Nascimento: 18/11/1996.
Origem: Denver, Estados Unidos.
Altura: 1,85cm.
PERSONALIDADE
Imprevisível - Ezra tem a tendência de sempre surpreender as pessoas, seja com coisas pequenas ou não. Dificilmente alguém pode prever com facilidade seus movimentos, decisões ou qualquer coisa do gênero. Pode-se dizer que ele é um verdadeiro mistério, mesmo que não seja uma característica que força para surgir.
8 ou 80 - Talvez essa seja uma de suas características mais fortes. Nunca aceita um meio termo e isso a incomoda bastante. Sempre que tem que tomar decisões, não fica em cima do muro. Ou gosta ou desgosta de alguém, porque simplesmente não consegue ser "tanto faz" com nada. Isso fica muito claro sempre, porque ele não consegue disfarçar muito bem quando não vai com a cara de uma pessoa, apesar de ser totalmente de bem com a vida e gostar de praticamente todo mundo.
Sentimental - Apesar de esconder muito bem seus sentimentos - ou pelo menos tentar -, Ez é uma pessoa extremamente apaixonada, em todos os sentidos da palavra. Seja por escrever, seja por conta de um crush. Mas é difícil para ele demonstrar tão bem o que sente, por isso coloca seus sentimentos em personagens, com suas histórias postadas na internet.
Persistente - Ezra gosta muito de correr atrás das coisas que quer. Para ele os desafios são as melhores coisas do mundo e está sempre em busca de conseguir o que deseja. Apesar de por vezes acabar sendo insistente demais e um pouco exagerado com isso, sempre tenta se segurar o máximo possível para não acabar sendo chato.
BACKGROUND
Nem os melhores médicos do Colorado puderam salvar a sra Jenel no momento do parto de seu primeiro filho. Devido complicações, ela acabou perdendo a vida ao dar a luz àquela pequena criança, um menino, que ganhou o nome de Ezra. Era o nome que ela queria para o filho, então foi a última homenagem prestada pelo, agora viúvo, seu amado. Depois disso aquele homem só se dedicara a duas coisas: seu trabalho e o filho.
Não era uma tarefa fácil ser um pai solteiro e tão atarefado, mas em momento algum aquele homem faltou com o pequeno. Esteve presente em todas as festividades da escola, em todos os aniversários e jogos de futebol americano. Era um pai como nenhum outro e se esforçava muitas vezes mais do que os pais de vários amigos de Ezra, o que sempre deixava muitas mães, solteiras, ou não, impressionadas, querendo se aproximar, o que o homem nunca deixara que acontecesse.
Por sua vez, Ezra sempre se dedicava aos estudos, não tirava notas baixas e vez por outra fazia uma surpresinha pro pai, mesmo que isso lhe custasse uma noite pouco dormida para esperá-lo chegar das incontáveis reuniões no trabalho. Eram, definitivamente, melhores amigos e ninguém poderia separá-los. Ninguém conseguiria mudar o que construiram ao longo de tantos anos juntos. Nem mesmo a nova namorada do papai.
Depois de quase 20 anos a grande notícia chegou. Seu pai havia conhecido uma mulher e queria ter um relacionamento sério com ela. Como os dois sempre conversaram sobre tudo, não houve discussões ou qualquer coisa do gênero. Pelo contrário, Ezra apoiou totalmente o pai naquela investida e quis conhecer a moça que havia tomado seu coração. Acabou se dando muito bem com ela e, como a mulher era coreana, até foi aprendendo uma língua nova quando começaram a morar juntos.
Algum tempo depois, a mulher conseguiu uma oportunidade de um investimento que iria multiplicar a fortuna que aquele homem já havia conseguido juntar. Porém, para que isso acontecesse de fato, teriam que ir morar na Coréia do Sul, numa cidade chamada Samcheok. Ok, poderia lidar com isso. Adorava novos desafios e esse seria mais um. Só não esperava mesmo era que, após o casamento de seu pai com a madrasta, a família dela fosse pressionar o novo casal a arrumar uma esposa para si. Aquilo era meio século 18, mas se isso ia ajudar seu pai com alguma coisa, estava disposto a aceitar.
Em pouco mais de um mês, fora apresentado a sua nova, porém "à força", namorada: Jinsoul. Nunca tinha passado por nada disso, não entendia direito como iria namorar alguém que sequer conhecia, e pior, como iria casar com ela? Teriam tempo... Esperava que fosse o bastante. Era uma garota legal, os dois passavam momentos interessantes juntos, mas até o momento nenhum sentimento real. Aquilo deveria levar tempo, acreditava. Poderia amá-la? Esperava que sim e até acreditava nisso. Mas a grande pergunta que não saía de sua mente era: conseguiria conquistá-la? Aí só com o tempo descobriria.
TRIVIA
Ezra tem um blog na internet onde posta histórias e alguns poemas. Ninguém sabe que é dele, pois usa um pseudônimo para isso.
Apesar de parecer mais um macho alfa jogador de futebol, é muito emotivo e chora no banho se alguém brigar com ele.
Além de jogador de futebol e macho alfa, também tenta jogar League of Legends, mesmo sendo noob.
Apesar da cara de espertinho, Ezra nunca chegou aos finalmentes com nenhuma garota. Ele quer se guardar pro casamento. (em teoria)
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À SORA.
Você já viu Choi Sora andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ela veio de Busan e que se parece muito com Yu Subin, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-la estudando História na Universidade Chungang ou trabalhando como bartender no Candy Candy.
FICHA TÉCNICA
Nome: Choi Sora.
Data de Nascimento: 31/10/1996.
Origem: Busan, Coreia do Sul.
Altura: 1,70cm.
PERSONALIDADE
the ocean’s licking tongue, the letting of the blood; Sora é, acima de tudo, atormentada por seu passado. Os hábitos doentios perpetuados pela convivência com a mãe são a sequela que a garota carrega até hoje, tornando-a instável e irritadiça, eternamente incapaz de se livrar de seus demônios. A energia carregada ao redor dela diz o suficiente sobre sua personalidade, que não se esforça nem minimamente para mudá-la.
watch me rise as the waves break your dull kingdom and its pitiful ache; com um ódio de mil sóis ardentes enclausurado em seu ser, Choi Sora é a absurda e exata personificação da impaciência e da falta de cuidado, com exceções grandiosas para suas habilidades e seu treinamento no baixo. Nem mesmo a faculdade de História é capaz de fazer com que se concentre, tornando os estudos algo de segundo, terceiro e, talvez, quarto plano. Guarda sua disciplina para a oficina do diabo - passar as 24 horas de seu dia remoendo memórias de um passado longínquo e violento.
my hunger for a sun lost for years, for the sea, for indolence, the pleasure; não acredita em personificações de nenhum tipo, mas se torna dividida ao concentrar pura luxúria em veias pulsantes, carne e ossos. Torna sua vida uma eterna missão de seduzir e ser seduzida; apaixonada por jogos mentais e becos sem saída, acostumou-se a buscar conforto no calor alheio, mesmo que não conheça nomes e endereços de suas vítimas noturnas. O desejo carnal é o vórtex que consome seus pensamentos mais sórdidos ao lembrar-se que perpetua o comportamento tóxico da mãe, Hyerim.
why are you so in love with things unbearable? torna-se fraca ao ser incapaz de desligar sua mente hiperativa de seus pensamentos mais melancólicos. Sora se perde, diariamente, na memória de momentos únicos e romantizados por seus ideais doentios, objetos e pessoas que marcaram sua vida de todas as formas, principalmente das formas ruins. Mesmo que busque sair do círculo vicioso, é acometida por seus erros diversas vezes, dificultando seus esforços para melhorar sua saúde.
if i pass a mirror, i turn away, i do not want to look at her, and she does not want to be seen; apesar de toda a fúria obsessiva e do fogo violento, Choi Sora utiliza uma máscara de imperturbabilidade que impede os absurdos de sua mente de serem concretizados. Por fora, é uma mulher silenciosa, formal e resoluta ao tratar todos ao seu redor da melhor maneira possível; sua real personalidade vem à tona ao perceber que alguém pode, talvez, se identificar com seus ideais objetivos..
BACKGROUND
“Who, if I cried out, would hear me among the angels' hierarchies? and even if one of them pressed me suddenly against his heart: I would be consumed in that overwhelming existence. For beauty is nothing but the beginning of terror, which we are still just able to endure, and we are so awed because it serenely disdains to annihilate us. Every angel is terrifying.”
Todos os anjos são aterrorizantes, e Son Hyerim fazia jus à poesia nauseante de sua existência.
Era algo absurdamente normal. A mulher era uma tormenta; a aura negra que envolvia sua presença repelia as mais boas almas, mas abria as portas para o pandemônio. Hyerim acostumou-se a ter o mundo na palma de sua mão, esbanjando sua sensualidade para conseguir o que queria. Foi dessa forma que o filho prodígio da família Choi, Hongki, caiu em seus encantos. O herdeiro corria atrás de Hyerim até não poder mais; a mulher se divertia com os absurdos que provocava na mente pura de seu mais novo brinquedinho. Até descobrir um propósito para todos aqueles jogos - Choi Hongki poderia, afinal, ser valioso.
O dinheiro de Hyerim era escasso, mas a ganância não. Se deleitava na adoração de Hongki, que banhava sua paixão a ouro e prata. Ela considerou, diversas vezes, a possibilidade dele se cansar da sua presença; isso fez com que agisse de forma impetuosa, violenta. Son Hyerim engravidou de Choi Hongki. Um casamento desgraçado feito às pressas, um buquê jogado rápido demais para que não houvessem indícios de escândalo. A mulher se perguntava se a família Choi era realmente tão ingênua; o dinheiro abundante e o renome não impediram de acolher uma pobretona, que logo decretou seu reinado naquele castelo de paz e bondade.
O nascimento da filha do casal foi a gota d’água para perturbar, de uma vez por todas, a mente doentia de Hyerim. Choi Sora, a menininha recém-nascida, era um colírio para olhos cansados; sua beleza absurda, fruto da genética da mãe, era responsável por virar cabeças. A impetuosidade também veio junto do resto do pacote; não possuía freio, e não media esforços para conseguir o que queria, seja na base do choro, ou no brilho dos olhos negros e ferozes. Aquilo despertava em sua mãe uma inveja inimaginável. Ela não gostava de saber que poderia ser superada pela própria filha, e o resultado de sua neurose mostrava-se real com o passar dos anos; Choi Sora sugava a atenção de todas as pessoas possíveis, algo que apenas Hyerim era capaz de fazer.
Hongki aguentou anos de submissão apenas pela filha, era o que ele sempre dizia. A mulher dava nós e mais nós em seu cérebro, mas ele era incapaz de se separar da responsável por suas noites mal dormidas. O casamento ia de mal a pior, e Hongki se esforçava para não perceber as traições e mentiras que Hyerim despistava em suas noitadas. Ele não conseguia entender o por quê de não conseguir se livrar de suas correntes; considerava impossível a sensação que sua esposa era capaz de exercer sobre si. Enquanto sua mulher se esforçava para destruir sua mente, depositava toda a sua força e bondade em sua filha. Sora era o motivo de sua felicidade, e o homem fazia o que podia para lhe ensinar sobre suas crenças e seus ideais. Despertou em sua filha o dever cristão, apagado em meio à tempestade que era sua personalidade, mas existente.
Nove anos depois do casamento, Hyerim se livrou de Hongki. Fez o possível para sugar dele toda a força de vontade, dinheiro e glória antes atribuída ao herdeiro; o divórcio transtornou o homem o suficiente para fazer com que arrumasse suas malas e se mudasse para o exterior, deixando uma filha confusa e uma ex-mulher satisfeita, alucinada na luxúria e no absurdo. Hyerim fazia o possível para tornar a vida de Sora um inferno: mudava de cidade sempre que sentia vontade, impedindo-a de criar laços e de ser acolhida pela família do ex-marido. Alimentou na garota seus piores hábitos, que era violentada de todas as formas; porém, no fundo, Sora sabia que possuía um dever maior.
“Shouldn't this most ancient of sufferings finally grow more fruitful for us? Isn't it time that we lovingly freed ourselves from the beloved and, quivering, endured: as the arrow endures the bowstring's tension, so that gathered in the snap of release it can be more than itself. For there is no place where we can remain.”
Choi Sora iria se vingar, de um jeito ou de outro. Era insuportável a dor e o ódio que alimentava pela mãe; quando torturada, fazia o possível para torturar a matriarca de volta. Apossou-se do tom sutil, porém venenoso da mulher, o que irritava-na de formas absurdas. Desviou, durante sua adolescência, homens mal-intencionados, impedindo-os de caírem na lábia de Hyerim, fazendo com que se desmanchassem em suspiros pela filha única da mulher. A única coisa boa que ainda resistia em seu coração estava guardada à sete chaves; Sora frequentava, escondida, pequenas igrejas pelas cidades que passava, até estabelecer-se de vez em Busan com a mãe. Buscava amar e respeitar a única lembrança que tinha de seu pai. Impediria de deixar, até mesmo aquilo, cair em tentação. Seu único hobby também era um segredo impossível: após comprar um baixo com dinheiro que roubava aos poucos de Hyerim, dedicou todos os anos de sua adolescência a aperfeiçoar suas habilidades na música. Uma reza, um rock, um sorrisinho indecente: aquilo havia se tornado sua sina.
Com 17 anos, Sora apertou os botões de Son Hyerim o suficiente para fazer com que fosse expulsa de casa. A mãe havia finalmente sossegado com um namorado novo; pareceria até mesmo apaixonada, se não a conhecesse bem o suficiente. Sora injetou no homem um desejo impossível de possuí-la, e não a mãe; aquilo fez com que Hyerim finalmente fosse a traída, e não a traidora. A garota já estava acostumada a perpetuar seus hábitos tóxicos com todos os homens e mulheres que encontrava pela frente; não foi difícil acabar com a raça do namorado da mãe. O resultado da noite que passara com o homem estúpido fora uma surra, uma mala, e a case de seu baixo empurrada para fora do portão de casa. Refugiou-se na igreja por dias, até descobrir, por meio das freiras, a existência de Samcheok. A adolescente partiu com seus poucos pertences para a cidadezinha pacata, estabelecendo-se em paz com as economias que possuía: dinheiro. Muito dinheiro, roubado e escondido entre gavetas e bolsos de calças por anos à fio, o suficiente para que pudesse, finalmente, recomeçar.
free - is all that she could bleed, that’s why she’ll never stay… white - bare naked in the night just lookin’ for some play...
TRIVIA
Toca em uma banda junto de outros punks de Samcheok, a Thunder Secrets.
Odeia chocolate.
É extremamente cristã, mesmo que em segredo.
Cursa história para poder passar sua vida pesquisando Rainer Maria Rilke.
Sonha em descobrir para onde seu pai se mudou, para se juntar a ele.
Possui algumas tatuagens espalhadas pelo corpo, sendo sua preferida a cruz no tórax.
WANTED CONNECTION: TODOROKI ICHIKO.
Para mais informações, acesse a página de wanted connections da Samcheok.
SESSÃO POLICIAL
Gêmeos estudantes da Chungang assassinados na noite de segunda-feira.
Segundo a Polícia, os corpos dos irmãos gêmeos Moon Sungho e Moon Sungwoo possuíam características semelhantes ao assassinato da freira, ocorrido algumas semanas atrás. A delegacia de St. Mary segue investigando o caso e à procura de algum responsável.
“Prefeito estuda retomar o toque de recolher.”
As patrulhas noturnas terão agora reforços para que os cidadãos não precisem abrir mão de seus compromissos, porém a imprensa afirma que o prefeito pensa em retomar o toque de recolher para evitar outros casos semelhantes. Medidas de segurança também são analisadas para garantir a paz em Samcheok. Tomem cuidado e andem sempre acompanhados.
@scxsungwoo
@scxsungho
@scxsohee
Não desistam da comunidade, por favor! Eu amo aqui e não quero que acabe.
Vamos tentar, anon... mas para isso precisamos da colaboração dos players. Por favor, façam o que puderem para divulgar e chamar mais pessoas para que a cmm não morra, porque faremos o possível para mantê-la mas não podemos fazer isso sozinhas.
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À SUNKYU.
Você já viu Moon Sunkyu andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ela veio de Seoul e que se parece muito com Joy, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-la estudando Filosofia na Universidade Chungang ou trabalhando como tatuadora handpoke no Blue Moon Studio.
TRIGGER WARNING: ABORTO
FICHA TÉCNICA
Nome: Moon Sunkyu.
Data de Nascimento: 20/10/1997.
Origem: Seul, Coreia do Sul.
Altura: 1,68cm.
PERSONALIDADE
Espontânea: A naturalidade com que palavras, risadas e até xingamentos deixam os lábios de Sunkyu faz com que as pessoas ao seu redor se perguntem se aquela garota possuía algum filtro entre o cérebro e a boca. E, honestamente, ela mesma achava que não - e também não acreditava que precisasse de um. Suas atitudes não ficam para trás: ela realmente faz o que lhe dá na cabeça, e dificilmente pensa duas vezes antes de agir. Por conta disso, Sunkyu é praticamente um livro aberto. Não consegue esconder seus sentimentos e tem sérias dificuldades para mentir - o que pode ser bom, mas também muito ruim.
Tranquila: Sunkyu, em toda sua honestidade, não se importa com muita coisa. É o tipo de pessoa que vive um dia após o outro sem se preocupar com o que vai acontecer nas horas seguintes. Não é como se fosse indiferente ou fria: ela só prefere não se ocupar com o que foge do seu controle. Esse é um traço de sua personalidade do qual ela se orgulha, pois foi conquistado com muita terapia. Ainda assim, algumas coisas permanecem sendo gatilho para os cada vez mais raros ataques de pânico e esses são os únicos momentos em que ela deixa toda essa tranquilidade de lado.
Negligente: Com suas responsabilidades, sua vida amorosa, seus amigos, sua família. Sunkyu pode parecer uma pessoa desapegada ao ponto da negligência, mas esse é simplesmente o seu jeito. Não consegue demonstrar afeto com fervor e é comum que suma da vida dos amigos pra voltar dias depois como se nada tivesse acontecido - e ainda tem a cara de pau de cobrar atenção mesmo quando ela própria não a oferece. Mas, apesar de ser desligada e não muito presente na vida de suas pessoas queridas, Sunkyu ainda é uma pessoa com quem se pode contar. Ela, do seu jeitinho, tenta ajudar da maneira como pode.
Instável: Apesar da terapia, dos remédios e das terapias alternativas, Sunkyu ainda é bastante instável. Mesmo que as crises depressivas e os ataques de pânico tenham consideravelmente diminuído, ainda há momentos em que ela pode ter recaídas severas e não consegue se controlar com facilidade. Geralmente, nesses momentos, acaba falando e fazendo coisas que normalmente não faria e é bem possível que acabe magoando qualquer um tente ajudá-la. É preciso ter bastante paciência durante suas crises.
BACKGROUND
Foi em um hospital no centro de Gangnam que Sunkyu abriu os olhos para o mundo pela primeira vez. Gordinha, saudável e já com um sorrisinho nos lábios rosados, a menininha significava o ápice do amor daquele jovem casal. A gravidez, no entanto, não foi planejada: ela, com 19 anos, ele, com 22; ambos hippies, desempregados e sem planos para um futuro que não fosse a semana seguinte, sequer consideravam a possibilidade de ter uma criança. Mas não importava, porque agora os três eram uma família e mais os novos pais certamente fariam daquela nova fase a melhor de suas vidas, porque Sunkyu estava nela.
É evidente que nem tudo são flores, especialmente quando se trata de uma vida adulta forçada repentinamente num casal tão jovem. O pai, que havia acabado de se formar como artista plástico, demorou para conseguir vender suas primeiras obras e, pelo caráter mais caseiro de sua atividade, era ele quem, essencialmente, cuidava da bebê. A mãe, ainda estudando, conseguiu um emprego como assistente de cabeleireira num proeminente salão da cidade. O que começou como um esforço para se manterem, acabou virando o trabalho de uma vida e quando Sunkyu alcançou seus dez anos de idade, o pai já era um artista consideravelmente famoso e a mãe, uma das cabeleireiras mais requisitadas de toda Gangnam.
“Tudo ao seu tempo”, eles diziam para a jovem Sunkyu. Ela era uma criança bem educada, inteligente e carinhosa, mas extremamente cabeça dura e teimosa. Nunca gostou de obedecer ordens e nunca gostou de esperar: o que ela queria, ela queria, no mínimo, pra ontem. Mas na mesma velocidade em que se interessava pelas coisas, Sunkyu também perdia o interesse. Das as aulas de piano às práticas de box, nenhuma delas conseguiu prender a atenção da garota por mais de quatro meses. A única coisa que, de fato, a fazia se empenhar eram as classes de arte que tinha com o seu pai. Na realidade, aqueles momentos que passava com o genitor eram os seus preferidos e foram os responsáveis por aflorar a veia artística em Sunkyu, que durante a adolescência frequentou cursos, escolas e oficinas para continuar aprendendo sempre.
Foi nessa época que a então adolescente conheceu, pela primeira vez, o amor. Inesperadamente, ele veio em forma de uma linda garota de cabelos escuros e rosto angelical. Lara foi o primeiro amor e a primeira namorada de Sunkyu. Foi uma relação inocente e pura, como não poderia deixar de ser, uma vez que as duas garotas eram jovens e estavam apenas dando os primeiros passos nessa área da vida. Sunkyu foi feliz durante o tempo em que passaram juntas e ela era incrivelmente apaixonada por Lara que, apesar da religiosidade, retribuía seus sentimentos. Seus pais nunca se opuseram, talvez pela vivência deles e, na verdade, até aprovaram o relacionamento da filha.
Elas encontraram seu fim quando Sunkyu se viu obrigada a fazer um intercâmbio para os Estados Unidos. É verdade que esse sempre havia sido o seu sonho, mas quando a hora chegou, ela não quis deixar Lara e seus amigos para trás. Porém, depois de tanto se esforçar para conseguir uma bolsa em uma das melhores escolas dos EUA, seus pais não permitiram que ela desperdiçasse essa oportunidade. “Tudo ao seu tempo”, eles repetiam, dizendo que um novo amor e novos amigos surgiriam quando ela menos esperasse. De certo modo, eles estavam certos e ela realmente não esperava pelo que viria a acontecer.
Com dezesseis anos, Sunkyu se viu em um país estrangeiro, com uma cultura diferente e sem uma real vontade de estar ali. Diante de tudo isso, a garota acabou por se isolar e sua vida foi virada de cabeça para baixo. Afastada de Lara, ela fez de tudo para preencher o vazio que a amiga e ex-namorada deixou, envolvendo-se com qualquer um que lhe desse o mínimo de atenção. Infelizmente para ela, o “qualquer um” em questão era um garoto que parecia ser um príncipe, mas se tornou um verdadeiro carrasco. Sunkyu sofreu diversos abusos psicológicos e até mesmo físicos. Longe de sua família, sem verdadeiros amigos, e dentro de um relacionamento abusivo, a depressão foi lenta, mas certamente, ocupando um espaço em seus dias. E tudo só piorou quando ela descobriu que estava grávida. Aos 17 anos. De um cara que ela estava começando a odiar. Desesperada e sem saber o que fazer, Sunkyu contatou a única pessoa em quem confiava para pedir ajuda: uma tia solteirona que o resto da família achava ser louca mas que, para a adolescente, era seu próprio porto seguro. Sem pensar duas vezes, a mulher enviou uma boa quantidade de dinheiro para a sobrinha e ela realizou o aborto. Sozinha. Ninguém soube, ninguém a amparou. Sunkyu chorou durante um dia inteiro pelo seu filho, pela sua situação e pela raiva que sentia do então namorado - com quem imediatamente terminou a relação e cortou todo tipo de contato. Os ataques de pânico começaram um tempo depois e, após de três meses, Sunkyu implorou para voltar pra casa.
Mesmo com todas as coisas ruins, a estadia da garota no país norte americano não foi de todo um desperdício. Lá, ela conheceu uma nova forma de arte: a bruxaria natural. Foi através disso que Sunkyu encontrou forças para seguir com o tratamento da depressão e da síndrome do pânico. E foi através da bruxaria, também, que conheceu o handpoke, técnica de tatuagem que não se utiliza de máquinas. Junto à terapia e aos remédios, essas duas coisas eram o que mantinham a garota em paz. Evidentemente, Sunkyu terminou a escola mais tarde do que o esperado e demorou ainda mais um ano antes de começar a faculdade. Seu psiquiatra sugeriu que ela procurasse um lugar calmo para iniciar seus estudos e tentar deixar os remédios de lado. Foi assim que sua família encontrou Samcheok. Apesar de toda sua história religiosa, o lugar parecia ser perfeito: uma cidade universitária, calma e pacata. Ela conseguiu um emprego com o que mais amava fazer e vivia confortavelmente perto da faculdade. Ainda não era perfeito, mas era exatamente o que Sunkyu buscava naquele momento.
TRIVIA
Sunkyu estuda e pratica bruxaria natural desde os 16 anos;
É vegetariana;
Possui um gato preto chamado Yin e um branco chamado Yang;
Tem síndrome do pânico e atualmente não toma mais remédios, mas ainda faz tratamento;
Vende quadros, desenhos e fanarts para complementar sua renda;
Já realizou um aborto e esse é o seu segredo mais profundo: somente duas pessoas sabem desse fato.
É extremamente apaixonada por livros, filmes e contos de terror;
Dificilmente bebe álcool, mas é uma forte adepta a entorpecentes naturais, em segredo, obviamente. No entanto, desde que se mudou para Samcheok, tem dificuldades para consegui-los;
É bastante religiosa. Suas crenças, porém, diferem da maioria da dos cidadãos da cidade e, por isso, ela mantém seus cultos, rituais e altares em segredo;
Possui 7 tatuagens, médias e em lugares escondidos. Todas, é claro, feitas no estilo handpoke.
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À GUNN.
Você já viu Gunn Vänskä andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ele veio de Helsinque e que se parece muito com Boss Yhenn, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-lo trabalhando em sua própria empresa de negócios.
FICHA TÉCNICA
Nome: Gunn Vänskä
Data de nascimento: 31/07/1989.
Origem: Helsinque, Finlândia.
Altura: 1,85cm
PERSONALIDADE
Um homem de várias faces, dono de um olhar frio e calculista onde só os que consegue conquistar seu coração, enxergam a pessoa por detrás de tais coisas. Geralmente coisas fáceis demais não atraem em nada o rapaz Finlandês, ele gosta de um bom desafio e deixa isso sempre fitado em qualquer uma de suas conversas onde quer ir mais além.
Ou você o ama ou o odeia, isso é quase que como uma regra na vida do homem. Geralmente quando vê a pessoa pela primeira vez, Gunn gosta de estudar seu perfil psicológico/mental, gosta de observar, sendo assim um grande observador. Aprendeu isso com o passar dos anos, com a própria família e até mesmo quando esteve longe do irmão mais novo.
Sempre teve uma vida muito complicada e sem quaisquer regalias, por isso está acostumado com o pouco que tem, apesar de atualmente ter muito. Já foi preso e isso é uma coisa do passado que ele quer esquecer, apesar de ter se divertido em alguns momentos.
Regido pelo signo de Leão, ele, não pensa que as coisas giram em torno dele, diferente dos demais, mas quando toma sua desição, não há quem faça-o mudar de ideia e se tem… Ele ainda não conheceu.
É apaixonado pelo seu irmão mais novo que cuidou como um filho, por isso se não quiser encrenca, não o machuque, não brinque com seus sentimentos e nem ouse em falar alguma coisa de Jack pelas costas, Gunn sempre está ouvindo tudo e todos, a qualquer momento, a qualquer instante ele pode simplesmente aparecer atrás de você.
BACKGROUND
Nada na vida são mil maravilhas, mas na vida de Gunn, só teve uma coisa boa que havia acontecido.
Gunn Vänskä nasceu em uma família um bocado complicada, por assim dizer, para não dizer muito conturbada. Seus pais não eram um exemplo desde que nascera – e ele, inclusive, sequer sabia como havia sobrevivido àquela família até seu primeiro ano de vida – tinha dado sorte, era o que sempre pensava. Seus pais eram os típicos que só viviam brigando entre sí, por conta do álcool, drogas e demais derivados dos mesmos, Boss – como era chamado por seus amigos –; sempre presenciava seus pais entre tapas… E beijos. Ele não aceitava toda aquela situação, então desde criança, tomou a frente para, independente de qualquer coisa, defender sua mãe, ele era contra violência, principalmente com mulher. O enfrentamento que ele dava ao seu pai, sempre gerava alguns belos roxos em seu rosto, mas não se importava. Ele não podia presenciar a agressão em sua mãe, principalmente por conta da gravidez da mesma, que era agitada, devido os próprios descuidos da coreana-finlandesa.
Foram os noves meses mais complicados para o garoto. Ele sempre visando o bem estar da mãe mais do que o próprio, aguardou muito aquela criança que tinha uma ligação desde a barriga e quando seu irmão mais novo viera ao mundo, tudo o que Gunn queria era protegê-lo, não importava mais sua mãe, bem menos seu pai, que eram vulgarmente falando, dois grandes bêbados.
Passou parte da sua infância cuidando daquela pequena vida, visto que seus pais poucos ligavam pra Jackson. Então, Gunn acabou se tornando pai do bebê, principalmente depois que seus pais os abandonaram, deixando ambos para trás sem pensar duas vezes. A única família que os meninos tinham agora era um ao outro e para usar de sinceridade, Gunn gostava das coisas assim, mais calmas. Ele dava conta de trabalhar, estudar, e cuidar do irmão, com ajuda de pessoas avulsas, tinham o que comer e como sobreviver e só por ver sempre aquele lindo sorriso no rosto do seu pequeno estava maravilhoso.
O laço entre eles só aumentava com o passar dos anos.
Finalmente no colegial, Gunn se via mais independente quanto a cuidar do seu irmão, ele dava conta sozinho, quando o moleque estava na escola, ele se dobrava em dois para trabalhar e estudar. Tinha uns amigos barra pesada da escola e isso acabou o colocando em um “mau” caminho, onde ele usava drogas, mas não perdia o controle como seus pais, bebia, e fumava regularmente. Era um grupo de meninos revoltados e abandonados pelos pais, onde ele se encaixou bem e ganhou o apelido de Boss. Ele era bem visto no meio dos outros pelo fato de ter decisões, era quase como um líder, ainda que tivesse sido o último a entrar, sua paciência era quase zerada, mas ele sabia controlar os próprios ânimos e pensar antes de tomar qualquer decisão, por isso, era visto como um “Boss” pelos demais, viera a se tornar um dos maiores traficantes e um dos mais respeitado, em sua fase adulta. Seu pequeno irmão também fazia parte daquela trupe recrutada por Gunn, onde o pequeno teve que concluir vários desafios para que adentrar com os demais.
Entretanto, nem nada eram flores na vida daquele BadBoy.
Certo dia, já na sua fase adulta, Gunn deixou ser enganado pelo seu melhor amigo, a quem confiava fielmente, o mesmo apunhalou Gunn pelas costas, armando uma grande trapaça para que Gunn fosse preso, e ele tomasse conta de seus “negócios”. No dia em que havia sido preso, Boss sabia quem o tinha traído, apenas sorriu para aquele homem como quem dissesse: “Saia da cidade, ou quando eu sair da prisão, vou caçar você como um leão caça a sua presa”; se preocupa imensamente com o irmão, mas sabia que ele iria conseguir caminhar com as próprias pernas, com a criação que Gunn havia dado, mas ainda assim estava receoso. Por fim, ele só aceitou a história de vida.
Sua vida na cadeia havia sido complicada no começo, mas como sempre ele sabia tomar as rédeas de qualquer situação, e então também passou a ser a pessoa mais respeitada de dentro da prisão, sendo assim o líder de uma das grande alas do lugar, conseguindo até mesmo comandar o tráfico lá de dentro, sendo assim seu pequeno estava sempre protegido e também com dinheiro que ele mesmo mandava por meio de seus subordinados.
Passaram-se anos e ele finalmente estava livre, a primeira coisa que ele queria era aparecer perante ao seu pequeno e dar-lhe um abraço apertado, e assim reconstruir sua vida – pacata e agitada – com Jackson e isso ocasionou a sua mudança para a nova cidade e talvez uma nova vida.
CURIOSIDADES
Gunn é traficante de drogas, uns dos mais conhecidos do meio, mas guarda esse segredo com sete chaves;
Ele detesta ver qualquer mulher ser agredida e sempre se mete em brigas por conta disso;
Sua única família é o seu irmão mais novo;
Admira a sinceridade das pessoas, uma vez que foi traído pela pessoa a quem mais confiava;
Tem uma situação financeira boa, mas não demonstra tal coisa, não gosta de se gabar por isso;
Já passou poucas e boas, como apanhar do pai, e ver seu pai batendo em sua mãe grávida;
É muito sociável e carismático quando conhecido a fundo;
Gosta de proteger quem significa pelo menos um pouco pra ele;
Tem o título de Badboy desde sua adolescência.
@scxjia
Os personagens abaixo tem 48 horas para demonstrar atividade no tumblr.
@scxsohee
@scxgabriel
ASK GAME #3
Atos íntimos não sexuais. — envie o símbolo na ask!
♔ : Ache muse se vestindo — sem querer ou não. ♕ : Mãos dadas. ♖ : Muse lavando seus cabelos. ♗ : Seu muse caindo no sono com a cabeça em meu colo. ♘ : Cuddling debaixo do cobertor. ♙ : Dividindo a cama. ♚ : Cafuné. ♛ : Dividindo uma sobremesa. ♜ : Massagem nos ombros. ♝ : Lendo um livro juntos. ♞ : Cuidando de muse doente. ♟ : Cuidando de uma ferida. ♤ : Tomando banho juntos. ♧ : Seu muse brincando com meu cabelo. ♡ : Caindo no sono juntos. ♢ : Beijos na testa ou na bochecha. ♣ : Coçando as costas. ♥ : Seu muse se lamentando por algo. ♦ : Dança lenta.
Atenção! Vamos fazer diferente: Não reblogue a ask game da central! Dê like, assim todos verão quem quer jogar ou não.
A IGREJA DE ST. ANDRE DÁ AS BOAS VINDAS À AUDREY.
Você já viu Audrey Zschokke andando pelas ruas de Samcheok? Dizem os boatos que ela veio de Zurique e que se parece muito com Lily Maymac, mas as pessoas falam demais nessa cidade. Poderá encontrá-la trabalhando como body piercer no Blue Moon Studio ou estudando moda e têxtil na Universidade Chungang.
FICHA TÉCNICA
Nome: Audrey Zschokke.
Data de Nascimento: 02/11/1994.
Origem: Zurique, Suíça.
Altura: 1,65cm.
PERSONALIDADE
Encantadora: Com o seu charme, delicadeza e elegância, sempre teve facilidade para conseguir quem quisesse, inclusive muitos clientes quando trabalhava para Jaekyung. Fazendo com que alguns deles desenvolvessem sentimentos por ela.
Manipuladora e oportunista: Podia facilmente fingir-se de vítima. Manipular qualquer pessoa para conseguir o que quer, principalmente as melhores oportunidades. Muitas vezes fingiu reciprocidade dos sentimentos para clientes em troca de benefícios.
Vaidosa: Extremamente cuidadosa com a sua aparência, está sempre tentando ficar melhor e parecer melhor. Não sai da moda e está sempre inventando e reinventando estilos.
Insegura: Por ter dificuldade em confiar nos outros e sempre esperar o pior das pessoas, não consegue se abrir pra ninguém. Sendo raro alguém conhecê-la realmente. Mostra-se apenas superficialmente.
Rancorosa: Quando algo é feito contra si, não consegue esquecer e precisa revidar da pior forma. Sempre com tudo milimetricamente planejado, é difícil com que qualquer plano seu dê errado. O que é feito, se paga.
Impaciente e ansiosa: Se tem algo que a faz ficar inquieta rapidamente, é quando não consegue o que quer na mesma hora. Não é sempre que consegue esperar calmamente sem que a sua ansiedade ataque.
BACKGROUND
Nascida em 2 de novembro de 1994, na Suíça, Alexis Reyes, filha de pai filipino, dono de uma pequena loja de roupas, e mãe, professora de dança, nativa do seu país; teve em parte da sua vida, tudo o que quis. Desde o seu nascimento, foi sempre mimada por sua família, mesmo que tivessem uma condição limitada, nunca lhe faltara nada. Entrou cedo na escola, o que justificou o fato de ser adiantada na vida acadêmica. Obediente e calma, era o tipo de filha que qualquer um sonharia em ter. Não só fazia as suas obrigações, como também ajudava em casa no que podia. Comunicativa, atenciosa e extremamente simpática, sempre conseguiu fazer amizade facilmente por onde quer que passasse, o que chegava a atrair ainda mais pessoas para perto de si. Até os seus 14 anos, não pôde reclamar de nada, mesmo vivendo na humildade, tinha tudo o que era necessário para ter uma vida digna e feliz.
Foi perto do fim do ano, em 2008, onde trabalhava em um curto período na loja de roupas do seu pai, que conheceu uma mulher, uma senhora coreana que com os seus quarenta anos de idade, aparentava ser dez anos mais nova, chamada Hwang Jaekyung. Ela era incrível. Bonita e esbelta. Olhava algumas roupas na loja, quando parou Alexis e a elogiou, dizendo-lhe que poderia ser modelo, e assim, pedindo para que vestisse uma das roupas pendurada na arara. A partir desse dia, a mulher aparecia sempre em seu horário de trabalho, trazendo roupas para que ela provasse e tirasse fotos com o celular.
Perto do seu aniversário de 15 anos, a nova amiga ofereceu um trabalho já desejado pela garota. Uma oportunidade para modelar na Coréia do Sul, ela iria se certificar que a empresa pagasse tudo, desde a passagem a hospedagem, pedindo apenas para que os pais dessem uma pequena quantia de investimento para algumas roupas e o que tivessem interesse em dar para o lazer da filha. A empolgação da família foi enorme, e mesmo com a loja de roupas quase falindo, o pai se esforçou para pagar o que precisava, e para arrumar toda a documentação necessária para a viagem.
Em menos de seis meses, Alexis já estava com a mala pronta para embarcar com destino a Seoul, onde trabalharia. Jaekyung teria ido antes e avisado que, quando a suiça chegasse, ela estaria no aeroporto para buscá-la. Ela realmente estava, mas não estava sozinha. Junto da senhora que dizia-se sua amiga, estava um homem; bem mais velho, com aparência de quase 50 anos, mas com roupas caras, o que a fez pensar que poderia ser o marido da mulher. Eles a levaram a um salão de beleza e depois a uma loja de roupas, tudo que aparentava ser bastante caro, e assim a sua transformação começou.
Com os seus 15 anos, parecia ser mais velha com toda aquela superprodução, e também por seu corpo já ser bem desenvolvido para a idade. Achou que finalmente começaria o casting, mas a sua rota tornou-se diferente. O homem que a acompanhava não era o marido de Jaekyung, mas sim o seu primeiro cliente. Ele a levou para jantar, inicialmente. E em um dos andares do prédio daquele mesmo restaurante onde comeram, ele a levou para um quarto e a abusou, com práticas bdsm.
Depois disso, a sua vida trabalhando em um estilo de book rosa começou, nunca mais tendo notícia da sua família. Não era uma prostituição qualquer, onde poderia ser submetida a receber os seus clientes em lugares imundos, até teve que fazer isso algumas vezes, mas poucas. Foi treinada para ser acompanhante de homens da alta sociedade, afim de satisfazer os seus desejos sádicos e masoquistas, mas tudo o que recebia não era para si, e sim para a sua cafetina, Jaekyung. Com o passar do tempo, acabou se aproximando de vários clientes, uns até mesmo jovens; e foi assim, que descobriu como fabricar algumas drogas. Um deles, um dos seus primeiros, assíduo, a ensinou tudo, ou quase tudo, que sabia, e a ajudou a produzir diversas quantidades para venda, afim de fazê-la ganhar dinheiro escondido. Viveu por alguns anos dessa maneira, poderia até mesmo achar que ele tivesse sentimentos por ela, o que acabou a beneficiando, pois foi ele também que a ajudou a fugir no começo do ano de 2015, ainda com 20 anos.
Em abril de 2015 fugiu para a cidade de Samcheok. Sabia que não iriam procurá-la por lá, mudando o nome, adotando apenas o sobrenome de sua mãe e passando a atender por Audrey Zschokke, ou apenas Audi. Com a ajuda do seu cúmplice e o dinheiro que ganhou com a venda de drogas, conseguiu um apartamento, passou a trabalhar como Body Piercer na Blue Moon Tattoo Studio e a estudar Têxtil e Moda na Universidade de Chungang, mas vez ou outra produzia as suas drogas e vendia para alguns usuários.
Por causa das suas experiências de vida e das pessoas que convivia, a sua personalidade acabou mudando um pouco. A garota que, antes era educada, calma e obediente, sem perder a delicadeza e ganhando elegância, tornou-se uma mulher misteriosa, que não confiava em ninguém, debochada e algumas vezes irônica e oportunista. Escondendo a pessoa simpática, engraçada e companheira que era. Sempre tendo um pé atrás com todo mundo, não conseguia abrir-se para qualquer um.
TRIVIA
É extremamente vaidosa. Está sempre se arrumando e procurando aprender sobre moda ou beleza.
Fala inglês, francês, alemão e coreano fluente.
Não gosta de rotular a sua sexualidade.
No fundo, adora pessoas extrovertidas.
Não costuma ter muita paciência.
Ama animais.
Mesmo gostando de sair bastante, de vez em quando gosta de curtir um tempo em casa.
É boa na dança e animando festas.
@scxhaerin