Sabe o que é luxo de verdade? Tranquilidade.
One Nice Bug Per Day
Three Goblin Art
trying on a metaphor
cherry valley forever

pixel skylines
almost home
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
occasionally subtle
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if i look back, i am lost
hello vonnie
🪼

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@santograaldepernambuco
Sabe o que é luxo de verdade? Tranquilidade.
“Trust Issues” by takiisbranding aka Bruno Cæsar.
Ele merece cada correria minha
Cada alucinação romântica
Sinceramente, ele merece o deleite
Do meu corpo e mente
Da minha alma incoerente
Minha paixão, meu fogo, meu leite
Ele merece o viver e o esperar
E que eu chegue sem anunciar
"Querida Milena,
Eu queria que o mundo estivesse acabando amanhã. Então eu poderia pegar o próximo trem, chegar à sua porta em Viena, e dizer: "Vem comigo, Milena. Vamos amar-nos uns aos outros sem escrúpulos, medo ou moderação. Porque o mundo está acabando amanhã." Talvez nos ame injustificadamente porque achamos que temos tempo, ou temos que contar com o tempo. Mas e se não tivermos tempo? Ou se o tempo como o conhecemos, for irrelevante? Ah, se ao menos o mundo estivesse acabando amanhã. Nós poderíamos ajudar um ao outro."
Franz Kafka in, Cartas à Milena.
se quiser ir, vai amor. caminha com teus próprios pés...
o momento mais místico que me vem agora:
minha irmã-amiga me mentindo
provocante relampeando uma beleza farsante
a boca entortando a garganta pendendo
o som do radinho trazendo um coco
a música me circundando
lá embaixo eles prendem o meu amante
ela toda danada dizendo os olhos virados atrás de uma brecha na minha mente
a voz mangando: pede pra ela casar contigo
sorrindo
o ritmo o coco o transe
eu digo a minha amigona que sou eu mesma
que tô ali naquele momento
eu sei que ela quer me destruir me diminuir montar em mim ou me roubar alguma chama
mas a chama é tu, amiga
eu vejo que ela não vê
olhando pra mim
e a música torando o aço
e eu sabendo que a liberdade ricocheteia
no vão
do corpo do mundo
e por isso q eu
nunca tô
nem aí
pra nada
Ferrante Ferranti
Santa Margherita di Belice, Sicile (1987)
Shitalpati (Bengali: শীতল পাটি) is a mat woven from cane or murta plants, originally from the Sylhet region of Bangladesh. The murta plant (Schumannianthus dichotomus) grows around water bodies in Sylhet. The main bearers and practitioners are weavers living mostly in the low-lying villages in the greater Sylhet region of Bangladesh, but there are also pockets of Shital Pati weavers in Barisal, Tangail, Comilla, Noakhali, Chittagong and other areas of the country. After the partition of Bengal, Shitalpati weaving was kept alive among Sylheti refugees in India, and eventually Coochbehar and Jalpaiguri became prominent centres.
Shitalpati is usually rectangular in shape which can be rolled up to put away. When spread on the floor or bed, its upper surface appears glossy and smooth while the inner surface is rough. The people all over Bangladesh use it as a sitting mat, bedspread or praying mat. Although made of flat, thin strips of green cane, its natural look is brown in finished form. The weaving pattern gives it a texture akin to a jigsaw puzzle. The weavers are known as patial or patikaar (meaning 'mat-maker'). Sometimes the cane strips are woven in a way so as to create motifs of birds, animals, flowers and leaves or other symmetric patterns.
1 / 2 / 3 / 4 / 5 / 6 / 7 / 8 / 9 / 10 / 11 | folk art series
eu realmente fico líquida
quando vejo sua confiança
o brilho da auto estima
eu quase grito:
fode comigo!!!
Romance
Eu viro onça. sussuarana. de um jeito que ele nunca soube escrever. ele escreve, escreve. e ele nunca consegue...
homens-humanos.
heterossexuais. limitados limitantes. uma linearidade. uma rigidez. um romance. ele me pega pela mente, me chama, ele acende velas e faz feitiços com o meu nome. se quiser te mando outros dados sobre mim, do tipo que não podem ser digitalizados. porque só a minha cara, e o meu jeito, e a minha fala, nunca serão suficientes. para o teu ego.
um romance: um cheiro, um beijo, um sorriso discreto. mosaicos, labirintos, dinheiros em rios... peguem a princesa! botem ela em um castelo. o resto deixem para o caçador.
a bruxa é mainha: ardilosa princesa encantada. cheia de sabedoria e sobrevivências.
e a força da jurema me puxa de debaixo da terra exibindo os milhares de romances que imperam na vida-além-mim tantos reis e príncipes, na beira da minha vida. e um útero tão inútil quanto o sangue e as vísceras... porque o que continua mesmo é o encantamento
eles atravessam os Andes e os Oceanos e sussurram para mim forças de batalhas. fugir pra onde? temer a quem?
se sou eu, se sou eu, eu?
a rainha, o deus, as árvores, a presença infinita. o personagem, o amante, o salvador, o branco. o negro, a índia, o jesus, a guerra, a rua. a noite estrelada.
precioso mar onde se curvam galáxias inteiras. um romance: nada meu será de ninguém.
e no entanto somos um. o mesmo. e tudo.
quero ambos.
casar com um, encontrar o outro às vezes, no meu gosto. quero ouvir as mentiras que eles contam e sorrir. nutrir a poética desses dois amantes. improváveis soldados. presas de um sistema delirante.
quero ambos.
compartir um gozo em três partes do meu corpo pequeno e submisso. presa de um labirinto divertido. e as mocinhas pobres, e as patricinhas, e as românticas, putinhas, farsantes, me olhando de esquiva a perguntar-se: que mundo é esse que ela domina sem pestanejar? com cinismo e caos embolando amor e ódio, fazendo chover no concreto e todas as pessoas, todas,
excitam-se
pensando: eu também posso. por que não?
mulheres meninas em rios de amantes. os homens fazem promessas e libertam-se dos erros de antes. oferendas à natureza. tudo caminha utopicamente. em um grito contido de arrepio. sussurros do núcleo chegam aos ouvidos:
quero tudo. quero logo.
Eva e Lilith são a mesma pessoa.
e os homens são a projeção que nós criamos.
eu posso ainda perambular dizendo-me muito solta e ficar também presa agudamente no olhar de um rei. quando me confessa a verdade da sua maldade. e o encanto funesto que lhe faz querer-me só dele. então, eu assino papéis, e declamo poemas de escárnio. fazendo do amar um engodo de classe.
o que somos? um sopro que reorganiza a comédia. teatros viciados.
(tenho pensado muito sobre os arquétipos do masculino e do feminino, como há tanto tempo. não quero dividir porque acho secreto. me divirto invertendo e buscando. significados. a partir desses signos desconexos).
eu não quero aprender a lutar
eu quero viver em um mundo onde eu
não precise me defender
utópico, eu sei
mas o que posso fazer?
se alguém vier me matar
eu acho que vou me deixar morrer
Você é a poesia que meus átomos decoraram, que minha alma fez de oração.
Fonte: @modificalizada