Não me recordo de ter escrito sobre ti. Meu amor, verdadeiro amor. Acho que inconscientemente quis-te só pra mim. Meu coração guardou, escondeu Tola fui! De nada valeu, só dor causou. De meu amor fez piada, zombou jogou fora todos os "eu te amo". Preferiu uma boca de um bar, uma beleza de uma fotografia. Eu chorei, cai. Todas as foto rasguei, todos os sonhos apaguei. Com minhas próprias mãos, quis arrancar ferir meu peito. Esse peito que tanto amou, cansou. Hoje bate triste, faz meu corpo funcionar. Como máquina estou, seguindo estou. Amar é para os fortes, e eu amo, ainda o amo.
Clarisse. (seja-luz)

















