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@semsentidodeclinio-blog
Foi preciso ficar frente a frente com o DIABO para poder crer que realmente ele existe.
Bom dia a todos :)
E nada é como dizem, nada é como estamos acostumado a ver nos filmes e nas tela da TV
vivenciando aquilo, sabemos que nada fica frio, que não há tempo pra perguntar
Tem alguém ai ?
Isso não existe,é tão rápido e muito mais assustador
não da tempo pedir socorro, não há tempo nem falar, ou gritar, tudo passa diante dos olhos e fica tarde de mais, as vezes da tempo de correr, mas sabe de uma coisa
eles sempre conseguem alcançar, e muito aterrorizante os momento passado perto de algo assim
alguém sem vida, sentimos sua presença, podemos vê-lo e ouvi-los mas e impossível toca-lo mas, podemos ser tocados. As horas passadas perto deles são tenebrosas, são agoniantes,queremos sair e não conseguimos, queremos gritar, mas não é você que fala,é outra coisa, outra pessoa, outro ser.
Derrepentemente se vê diante de outra realidade, passar a ver coisas diante de seus olhos que não fazem parte de seu passado, sente dores que nunca queria ter sentido.
Não nos sentimos mais como antes após vivenciar algo assim
a lembrança de tudo fica na mente, as marcas no corpo, é tudo tão real e ao mesmo tempo
impossível de acreditar.
Era noite de domingo, hora certa não tenho como dizer, um grupo de amigos apenas atrás de um pouco de diversão. Bairro Antonio Bezerra, local de parada Cemitério Publico do Antonio Bezerra. O local onde passei as piores horas da minha vida.
Tudo parecia normal, apesar do local ser meio diferente para nós não tinha nada de incomodativo ali, andei em quanto à noite ai ficando mais tardia, andava eu e mais dois amigos, estava tudo tão calmo, a gente senta numa boa em cima de um dos tumulo, foi ai que começou os meus piores momentos, e uma das piores experiências que já tive.
Sentada em um pequeno tumulo todo em azulejos branco, não imaginava o que estava por vim, adiante de mim só via o nada de varias e varias covas fechada com almas que buscam um pouco de paz. Mas parece que ainda tem muitas que andam juntamente a gente que ainda permanece vivo, e quando nos vê por perto deles aproveitam essa chance para pedir ajuda, ou somente assustar, no meu caso foi para pedir ajuda, ou pelo menos foi o que pareceu ser. Diante dali vi o que pensei jamais possível, tantas vezes quis ver algo do tipo, achando que seria legal, talvez passar por coisas e eventos sobrenaturais. Mas não pensei que seria tão atormentador, tão perigoso e pra piorar tão marcante em minha vida e nos meus seguintes dias após isso.
A APARIÇÃO.
Como eu dizia, permanecia sentada olhando para frente, foi tão rápido, tão inesperado, mas vi-a passar,naquele momento senti que algo ruim estava por vim, jamais pensei em passar por algo assim, novamente aquela, aquilo ou seja o que for,passou por traz de mim e pediu ajuda.
__Me ajuda!__
Apartir daquele momento não consegui parar de chorar, era e não era mais eu, nem eu sabia mais, corri por aquele lugar junto com meus amigos, já não falava mais coisa com coisa, não dava pra saber se era real ou não o que saia de minha boca, era ela, era uma menina, levei uma queda, e ao levantar estava sabendo de toda sua história, tão pequena, vitima da maldade do seres humanos,estuprada e morta, por alguém de sua família, sua alma permeasse ali onde foi enterrada com seu pequeno vestido azul, cabelinho grande, liso, e pele clarinha, ela não saio mais do meu lado, meu desespero era grande, não dava pra parar de chorar, nada mais saia da minha boca, apenas duas frases. ( me ajuda... ele vai me matar ) e tantas vezes falei aquilo, tinha marcas no meu corpo, unhas, por quase toda minha perna, ela permanecia ali do meu lado,falando por mim,pedindo ajuda,minha voz era a sua, outros viam ela perto de mim,ate um certo momento, depois não a viram mais,eu passava a ser ela agora,fica difícil lembrar de tudo que houve aquela noite.Só me lembro cientemente da imagem dela,da sua voz, da sua roupa, e não tem como esquecer as marcas que ela me deixou a final ainda estão em mim.
Quando eu voltava a si pedia pra sair dali, mas era por pouco tempo, rapidamente voltava a pedir ajuda, mas não tinha a mínima ideia de como ajudar, depois de alguns acontecimentos saímos dali, mas nada adiantou. Continuava chorando, chorava tanto, ainda me sentia estranha, todos ali viam como eu tava, todos viram as marcas, em mim, mas como explica-las como surgira, e como eu sabia de tudo, horas já tinham se passado eu acho, ficamos em uma pequena praça, dois de meus amigos me colocaram em uma casinha de madeira e ficaram cuidando de mim, mas ainda ali não era eu, as lagrimas continuava a cair direto, eu dormia e acordava e cada momento que acordava pedia ajuda, me ajuda...me ajuda..e dormia,ouvia tudo ao meu redor mas não estava ali,ela estava ali, ela falava por mim.
A imagem pequena e sofrida do seu rosto, e a tristeza na sua voz, não sai da minha mente, queria tanto poder ajuda-la, mas não sei como,foi horrível tudo que passei, tenho certeza que não esquecerei tão cedo. Não sei o que fazer, nem consigo deixar de lembrar não da pra pagar as marcas feitas por ela.
*--*
Boa tarde a todos..
O sentimento da vingança é tão agradável, que muitas vezes o homem deseja ser ofendido para se poder vingar, e não falo apenas de um inimigo habitual, mas de uma pessoa indiferente, ou até mesmo, sobretudo em alguns momentos de humor negro, de um amigo.
Tesouro macabro
A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José. Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos. A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha. "Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso com a caverna. "Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá." Entusiasmou-se Pablo. "Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão." Protestou José. "Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa sua vida." Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente, acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo. Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita."Estamos ricos José, ou melhor, estou rico José!" Virando-se imediatamente para o amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso e vê o pavor do amigo que suplica."Não Pablo, pelo amor de Deus... nós somos amig...." E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro, Pablo espalha os miolos do amigo no chão... "He, he, he...agora o ouro é só meu, todo meu." Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo."Pena que você não poderá se divertir com este dinheiro companheiro." Pablo coloca o saco com o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena inesperada e pavorosa. "Não, não pode ser !!!" Agoniza o coitado. Ao invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José.
Casa dos Rostos
Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento.
Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato.
Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal.
Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo.
Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira.
Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rastos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos.
Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois.
Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens.
Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros.
O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns quimicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluiram que explicasse a origem dos retratos.
O Mosteiro de Satanás
1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do queparecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.
Leonel acorda com muita dor de cabeça em um quarto escuro. Ele estava deitado numa cama simples e pela janela podia ver que a chuva não havia reduzido. Quando tentou levantar-se da cama a porta se abre e um homem alto vestido de monge entra no quarto. "Você deve deixar o mosteiro imediatamente." falou, com uma voz preocupada. "Estou doente, não podem me mandar embora deste jeito, por favor deixe-me ficar.", agonizou Leonel quase chorando. O monge não disse mais nada e se retirou do recinto. Preocupado em ter que ir embora Leonel se levanta e sai do quarto sorrateiramente. O lugar mais parecia um calabouço medieval. O coitado não sabia o que fazer. Por instinto Leonel desce as escadas da masmorra. Uma voz o chama. Ela vem de uma cela, a porta está trancada e pela pequena grade um homem magro de cavanhaque conversa com Leonel. "Amigo, você precisa me ajudar. Esses monges me prenderam aqui e me torturam quase diariamente. E eles farão isso com você também se não fugirmos logo. Por fa..."Antes do sujeito concluir o monge alto grita com Leonel. "Saia daí!!!" agarrando-o pelo braço o monge arrasta o enfermo rapaz escada acima. O pobre Leonel não tinha forças para reagir e foi levado facilmente.
Já em uma sala gigantesca repleta de monges Leonel se vê como um réu sendo julgado. O franciscano que parecia o líder falou. "Rapaz, você deve ir embora imediatamente. Foi um erro nosso tê-lo deixado entrar aqui. Sabemos do seu estado de saúde mas não podemos deixá-lo ficar". Leonel mal ouviu o homem e desmaiou novamente. O infeliz viajante acorda mais uma vez na masmorra.
A porta do quarto estava aberta e Leonel sai a procura do homem que estava preso no andar de baixo. Sem vigília, ele consegue chegar até a cela do magrelo. Mal se aproxima e Leonel é surpreendido com o sujeito na pequena grade já pedindo ajuda. “Por favor, me tire daqui. Eles vão nos torturar, eles são de uma seita maligna. São adoradores de Satanás.” Tremendo como uma vara verde em dia de chuva, Leonel corre atéum pequeno depósito em busca de uma ferramenta capaz de abrir a cela. Minutos depois ele retorna com um imenso pé de cabra.
Com um pouco de esforço a porta é arrombada. O sujeito magro sai correndo da cela e rindo como se uma piada hilária tivesse acabada de ter sido contada. Sem saber do que se tratava, Leonel corre também, mas dá de cara com um monge de quase dois metros de altura. “ O que você acaba de fazer, maldito?!” Rugiu o franciscano. “Me solte! Me solte seu filho de Satanás!” Gritava Leonel tentando se soltar do agarrão do monge. Com um olhar de temor e raiva o homem alto encara o pobre Leonel... “Você não sabe o que fez... sua vida está condenada agora. Você acaba de libertar o próprio Satanás. E ele fará de você o seu servo predileto. Sua alma será dele”. Logo após o monge ter terminado de falar Leonel dá um grito de pavor... seu último grito de pavor. Naquele instante o pobre e inocente viajante acaba de ter um fulminante ataque cardíaco que levou sua alma literalmente para os quintos dos Infernos, ao lado do, agora, seu eterno mestre, Satanás.