“Então as pessoas passaram a amar com o freio de mão puxado: com medo de parecer intensas, de precisar demais, de ficar. E, no meio disso tudo, o amor foi se tornando silencioso, superficial, apressado. Ninguém mais mergulha sem antes calcular a profundidade. Mas eu ainda acho bonito quem sente sem economizar. Quem se entrega mesmo conhecendo os riscos. Porque, no fim, o que destrói a gente não é ter amado demais, e sim perceber que, hoje em dia, quase tudo é amado de menos.”
Nebulento.





















