Chinelo bom para começar uma boa surra!!!!!
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Chinelo bom para começar uma boa surra!!!!!
So Sexy!
Aí sabe usar um chinelo hein
Ohh yea
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Surra de chinelo e cinto no colo
Ohh yea
uma cinta assim é uma delicia
Cecilia, a primeira chinelada jamais se esquece
Cecilia me disciplinou
Aos 13 anos de idade, a identidade do fetiche
Nessa época tinha um amigo, o Jorge, onde diariamente na casa dele brincávamos, pois tinha um enorme terreno ao fundo.
Sua mãe, Cecilia, uma mulher bem cuidada, viúva, cuidava de Jorge e sua irmã. Ela trabalhava na época apenas a duas ou três casas pra cima de onde moravam.
Eu tinha uma paixão especial pelos pés de Cecilia, que sempre estavam com unhas pintadas, bonitas. Esses pés dentro de casa, sempre com havaianas tradicionais pretas , na época era a mais usada.
Essas havaianas eram tão usadas, que fazia marcas na parte de cima dos chinelos, onde chegava a ate em pontos, sumir a parte branca e deixar exatamente a marca de seus pés, e seus dedos, já mostrando a parte da borracha preta.
Eu tinha uma espécie de fascínio por aquela imagem, mas não entendia o motivo, mas não conseguia tirar os olhos de seus pés e suas havaianas.
Nos últimos dias de aula, meu amigo Jorge, foi reprovado na escola, não conseguiu nota. Ele estava triste e na saída acompanhei ate a casa dele.
Chegando na casa dele, entramos, a mãe dele já estava com almoço pronto esperando Jorge para almoçar, e depois iria trabalhar.
Assim que entramos na cozinha, Jorge contou o ocorrido para mãe dele, que tinha reprovado na escola. Cecilia ficou muito brava, puxou Jorge para perto, sentou em uma cadeira, tirou seu chinelo, puxou Jorge contra seu colo , baixou o calção da escola, e deu uma surra, mas uma surra mesmo . E eu ali na frente, estático, sem saber o que falar ou fazer. Jorge esperneava deitado no colo , mas Cecilia não parava a surra. Eu nunca tinha visto ninguem apanhar assim.
Quando parou de bater, mandou Jorge ficar ali na cadeira, como calção abaixado. Ela foi ate o quintal e voltou com duas espadas de são Jorge, eu nem imaginava o que era e nem para que serviria aquilo.
Ela entrou pegou Jorge pela orelha e fez com que ele ficasse ajoelhado em cima da cadeira.
Cecilia pegou a espada de são Jorge, e surrou tanto a bunda pelada do Jorge, que não conseguia parar de chorar, eu ali imóvel, sem reação, mas ao mesmo tempo com os olhos fixados naquela surra.
Aquela cena poluiu de uma forma minha cabeça, que com os dias não conseguia tirar os olhos dos pés e das havaianas de Cecilia.
Uns dias depois, logo que almocei subi na casa do Jorge, chegando lá, estava Cecilia, terminando de se arrumar para voltar ao trabalho, e Cecilia disse que Jorge tinha ido buscar umas coisas na casa da avó dele, e logo já voltava .
Assim que ela foi sair pra trabalhar, ela disse que poderia ficar no quintal esperando o Jorge voltar.
Vi quando Cecilia descalçou , tirou suas havaianas, deixou na saída da cozinha nos fundos da casa e calçou seu sapato.
Assim que ela saiu no portão pra fora, bateu uma vontade louca de pegar na mão aquela havaianas que eu não conseguia tirar os olhos .
E assim eu fiz, e assim que peguei na mão, vi que ainda estavam quentes pelo calor de seus pés. Por um instinto maior, coloquei seu chinelo bem próximo ao meu nariz e veio um cheiro fantástico, na hora me deu vontade de lamber aquela parte onde ficava as marcas de seus pés.
Nessa altura, uma coisa tomou conta de meu corpo, de minhas vontades, veio a cena dos seus pés naquelas havaianas e também a cena da surra que ela aplicou no Jorge .
Sem perceber, já estava ali excitado, e comecei a me masturbar lambendo e cheirando aquelas havaianas. Um cheiro maravilhoso, estava nas nuvens, até o momento que abri os olhos e vi Cecilia parada bem na minha frente.
Fiquei imóvel, sem reação, aquele misto de vergonha e medo. Ela perguntou o que estava acontecendo ali com o chinelo dela no rosto e me masturbando.
Não sabia o que dizer, não conseguia falar uma palavra. Levantei meu calção, coloquei sua havaianas ali no chão , onde ela tinha descalçado.
Cecilia ficava repetindo, e perguntando o que significava aquilo, eu não conseguia sequer uma palavra, na verdade não tinha o que dizer.
Ela me pegou pelo braço e disse que iria me levar ate minha casa e assim conversar com minha mãe a respeito do acontecido.
Implorei para que não fizesse isso. Já estava ali muito envergonhado, e a vergonha que iria passar em frente minha mãe seria ainda pior que isso.
Implorei quase ao ponto de chorar, foi quando veio a frase : “Conto para sua mae, e ela lhe castiga , ou eu faço isso aqui mesmo, você quem escolhe”
Disse que preferia que ela mesmo me castigasse, mas que toda a estória não saísse dali .
Cecilia me puxou para dentro da cozinha, foi até o telefone e ligou para sua sogra dizendo para que ela pudesse segurar o Jorge lá por uns 40 minutos, pois tinha uma coisa pessoal para resolver.
Assim que desligou o telefone, ela foi até a porta da cozinha, tirou seu sapato, e voltou já com suas havaianas nos pés. Puxou uma cadeira, sentou, tirou uma havaiana de seus pés mirou ela pra mim e mandou que fosse ao seu encontro.
Na hora tentei falar, implorar, etc, ate aquele momento so tinha levado alguns tapinhas na vida, nunca tinha levado uma surra de verdade.
Mas para evitar de tudo chegar na minha casa, cheguei ao lado da cadeira, Cecilia apontou e mandou eu baixar meu calção e deitar sobre seus joelhos.
Envergonhado e com medo, abaixei meu calção, e timidamente fui deitando meu corpo sobre as pernas de Cecilia.
Assim que me acomodei, ela puxou também minha cueca para baixo, e começaram as chineladas, alternadas em cada lado de minha bunda . As primeiras arderam muito, eu segurava para não chorar, mas ela parecia não se importar muito com isso. Ela batia e me xingava ao mesmo tempo. Depois de uns 5 minutos eu já não sentia mais a bunda, parecia que estava toda adormecida, nesse momento ela parou, pegou seu chinelo e esfregou na minha cara, e dizia, cheira agora seu moleque”, estava se masturbando com isso, cheira então .
E recomeçaram as chineladas, agora com mais força, e não segurei as lagrimas, pedia para parar, mas era em vão.
Foram muitas chineladas, talvez centenas, acho que pelo menos uns 15 minutos ali deitado e apanhando.
Mais uma vez ela parou e esfregou sua havaiana na minha boca, na minha cara, e mandou eu me levantar.
Hora que levantei, mexeu a pele , pude sentir o estrago que seu chinelo fez.
Fui levantar o calção, mas fui impedido por Cecilia, que se levantou e foi lá no quintal. Voltou na mão com duas espadas de são Jorge, olhou e sorriu , perguntando seu eu achava que tinha terminado.
Pedi com todas as forças para que ela não usasse aquilo, que já tinha apanhado bastante e não iria aguentar.
Ela ironicamente disse, aguenta sim.
Me segurando pela orelha me conduziu a apoiar contra uma cadeira , ficando em pé e mais exposto ainda.
Ela começou a bater a espada de são Jorge, de leve, na própria mão , e foi bem perto e falando: quis deixar aqui a conversa , então vai ser do meu jeito!
Estava tremendo de medo, foi quando veio o primeiro golpe, minhas pernas tremeram eu gritei de dor, mas no mesmo instante fui silenciado e que se gritasse apanharia ainda mais .
No segundo golpe já estava chorando, e ela ia batendo e minhas pernas tremiam eu tentantava abaixar e ela mandava levantar. A ardência era muito , mas Cecilia só parou quando as duas espadas de são jorge ficaram totalmente destruidas.
Eu so tremia, minhas pernas ficaram bambas, eu não conseguia sair do lugar.
Assim que parou, ela foi ate na frente, tirou sua havaianas do pé , olhou no meus olhos e esfregou na minha cara e ia dizendo: é isso que você gosta? Esse cheiro te dá prazer? Eu ali imóvel não respondia uma nenhuma palavra . Ela soltou sua havaiana ao chão, mandou eu levantar o calção , e disse: Agora mostra as marcas pra sua mãe ver como se educa uma situação assim.
Olhou seriamente e disse que em dois dias eu teria que voltar nesse horário para a segunda parte do castigo, que ela ia dar um jeito de mandar o Jorge fazer algo fora de casa, e que se eu não fosse, ela desceria em casa para conversar com meus pais .
Naquele momento já tinha certeza que tinha virado quase um refém, e se não cumprisse as ordens dali pra frente, seria sempre ameaçado em ela ir contar aos meus pais.
Cecilia colocou seu sapato, deixou suas havaianas ali, fazendo um gesto que era para eu ver mesmo, e foi para seu trabalho.
Fiquei uns minutos, e não conseguia tirar novamente os olhos daquelas havaianas, parecia uma loucura. Mas evitei pegar novamente, assim como também não esperei o Jorge, estava todo ardido e com cara de quem chorou, ele ia ficar perguntando, então fui embora.
Cheguei em casa fui ao banheiro, quando olhei no espelho, minha bunda estava toda marcada, toda vermelha.
Entrei no chuveiro, deixei cair muita agua, e lembrando da surra, lembrando das havaianas, dela me batendo, esfregando os chinelos na minha cara, e tudo aquele pensamento foi me deixando excitado, e sem saber por que, mesmo achando muito estranho, acabei ali me masturbando, e foi algo muito diferente, não entendia por que eu tinha gostado de tudo aquilo .
Passaram dois dias, teria que subir novamente na casa de Cecilia, pensei em não ir, porem tinha um medo de ela vir contar aqui para minha mãe, mas ao mesmo tempo um desejo.
Resolvi subir e saber o que estaria por vir.
Assim que cheguei, Cecilia me levou ate aquela parte do fundo onde era a cozinha, puxou uma cadeira, sentou, balançava sua havaiana no pé , tipo amedrontando, bateu levemente sobre sua perna chamando para ir ao seu colo.
Falei que já tinha sido castigado pelo meu erro, mas não adiantou, ela ali sentada apenas sinalizando onde eu deveria estar.
Deitei sobre seu colo ali todo envergonhado, mas de imediato ela já me pegou pela orelha ordenando que tirasse meu calção e minha cueca.
Assim que deitei novamente, já sem calção e sem cueca, Cecilia passou a mão sobre minha bunda e disse ... “hoje realmente você vai conhecer o que é uma surra” ... mandou-me pegar o chinelo do seu pé , e as chineladas começaram, mas dessa vez bastante diferente, ela alternava entre os dois lados da bunda, com muito mais força que há dois dias atrás.
Comecei a chorar, ardia demais, mas ela não parava, me xingava , quando parava um pouco esfregava seu chinelo na minha cara como se quisesse mostrar com o que eu estava sendo surrado.
Minhas pernas tremiam, chorava, mas não dava sinal de piedade ou que fosse parar. Apanhei ali durante muito tempo, não sei dizer quanto tempo fiquei ali no colo dela, mas foi um tempo enorme e muitas chineladas.
Parou, minhas pernas estavam tremulas, minha bunda estava toda ardida, foi quando ela disse...”hoje não terá a espada de são Jorge”, juro que naquela hora até fundo aliviado.
Mas durou pouco meu alivio. Sem poder erguer meu calção ela foi me puxando ate uma poltrona na sala.
Pela orelha me conduzia ate o braço do sofá, obrigando-me a debruçar ali , mas com os pés no chão.
Escutei então um barulho que me aterrorizou, Cecilia tirava a sua cinta da cintura.
Olhei para o lado e vi ela dobrando pela metade sua cinta de couro, e veio primeiro golpe, pulei, me contorci de dor, mas ela me segurou com a mão e disse que seria pior se eu não ficasse queito.
O zumbido da cinta era amedrontador, nunca tinha apanhado de cinta. A cada golpe lagrimas escorriam, minhas pernas tremiam de medo e de dor.
Foram dezenas, todas na bunda e nas coxas ... ela parou e se afastou.
Na hora suspirei aliviado, mas, o pior estava por vir .
Ela se afastou para poder ter a distancia de poder golpear com cinto aberto, esticado,
No primeiro golpe, já fiz xixi nas pernas, de tanta dor, tentei fugir, mas ela me pegou pelo braço e me colocou novamente na posição.
Foram inúmeros golpes com a cinta aberta, a velocidade e os estalos eram amendrotadores, fora a dor.
Minhas pernas ficaram bambas, tremulas , e ela resolveu então parar com a cinta .
Tirou com maestria sua havaianas do pé, esfregou no meu rosto, e partiu novamente para coça de havaianas.
Depois de muito implorar, Cecilia parou, novamente esfregou sua havaianas na minha cara, e mandou levantar meu calção.
Continua ...