i wanna testify scream in the holy light you bring me back to life and it's all in the name of love @craig-th
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* ˖ ▶˙ ˖ Aproveitador. A primeira sentença de injúria proferida pela progenitora em relação aquele. Sermão dedicado ao garoto, cujo sorriso angélico denota a essência pueril. Ledo engano. Seungyoon é tudo menos puro. Quem o conhece sabe reconhecer a malícia por trás de único vislumbrar. Onde as íris castanhas ostentam do fulgor da luxúria a emanar como néctar em algumas circunstâncias. Especialmente aquelas em que não dissimula o pecado da cobiça. Ostenta em tal jactância em que é impossível não perceber. A não ser que exista extrema inocência de terceiros. Em situações normais; portanto, é notável quando está afim de alguém. Às vezes os flertes estão embebidos na sutileza e, em outros, estão visíveis até demais.
* ˖ ▶˙ ˖ Agora, por exemplo. Seungyoon não emudece segundo sequer a vontade que tem de beijá-lo. Mas existem dois empecilhos básicos. Primeiro: Estão almoçando em um restaurante onde são praticamente o centro das atenções. Afinal, já havia sentido até mesmo a ação de um flash de uma foto não autorizada tirada deles. Pessoas indiscretas são um porre. Segundo: Thomas é uma das pessoas que sempre se esquiva de seus flertes. Só que quem disse que desiste fácil? Persistência o torna aproveitador das circunstâncias. ❝ ——— Yah. Eu disse para você que o levaria para comer um bom coreano não? Promessa é dívida. Espero que você goste do restaurante. ❞ @thomas-th
* drunk
Sua “amizade” com Seungyoon era provavelmente a coisa mais bizarra que Seulgi já havia se permitido nutrir em sua vida. Embora preferisse afundar-se sozinho, habituara-se a presença do outro, ao menos quando se tratava de deixar que o álcool fluísse em seu sangue. Ainda que preferisse alugar um quarto em um hotel suspeito, e despir-se de qualquer pretensão de dignidade ao esvaziar garrafas e garrafas, até mesmo alguém como Seulgi precisava de companhia. Não era aparente, talvez, mas o Kwon estava cansado de ouvir as mesmas palavras para descrevê-lo. Parecia um pecado, que tivesse ousado erguer barreiras porque os demais eram podres. Em momentos como aquele, em que o corpo começava a esquentar devido a quantidade absurda ingerida de destilados, Seulgi não sabia se a solidão era seu dom ou alguma maldição. Estaria fadado a infelicidade, de qualquer forma.
Deitou sua cabeça sobre o ombro de Seungyoon, um suspiro longo escapando por seus lábios. Este logo foi abafado por mais um gole, direto da garrafa. Existiam inúmeras coisas que ele gostaria de dizer. Eu me sinto sozinho. Eu não queria estar aqui. Eu queria ser melhor do que um idol estúpido, com problemas com álcool, e que pensa em se matar quase todos os dias. Mas, como acontecia frequentemente com Seulgi, ele quase não falava. Apenas deixou que sua mão escorregasse até uma das coxas de Seungyoon, apertando-a apenas um pouco. Era quase uma maneira de indulgência: não gostava de ficar perto de ninguém, na maior parte do tempo. Após mais um gole, colocou-se sobre o colo do loiro, olhos sérios encarando seus semelhantes. — Está muito cansado, huh? — perguntou, lábios próximos aos dele. — Espero que não esteja muito bêbado para aproveitar a noite, Seungyoon. — seu tom era provocante, e Seulgi deixou um riso soprado escapar por seus lábios.
with @seungyoon-th.
◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ Irresponsabilidade. Aquele é detentor de mérito ou condenação de ser personificação de tal palavra. Procure no dicionário o significado e irá encontrar o nome: Seungyoon. Não faz absolutamente nada para mudar a condição, pois torna-se favorável ostentar do título. Ninguém em sã consciência colocará expectativa nele, pois decepcionar-se é uma condição e não uma consequência. É o próprio saco de vacilo abençoado sob uma belíssima face. A dádiva de ter uma aparência como aquela não é para muitos. Porém, ainda há aqueles que acreditam em algum resquício de dignidade em Seung. Talvez exista, talvez não. Quem se importa? Especialmente quando está tão embriagado quanto agora. Sequer evoca o início daquela festa particular, pois quando está à mercê da vodka a temporalidade lhe é insignificante.
◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ Está pouco se fodendo se haverá compromisso no dia seguinte. Quer apenas esquecer a razão de estar consumindo tanto álcool. Aquela meta está bem fácil de ser atingida, afinal. É necessário pouco para que o poderio da consciência seda para o da irresponsabilidade. Lar doce lar. A famigerada zona de conforto. Céus! Como é prazeroso ser tão vagabundo. A ausência de decência denota a uma facilidade inquestionável de curtir a vida. Que exploda o mundo. Com um sorriso sacana nos lábios ao ter a mão sob a coxa, a atenção do coreano deriva para Seulgi. O olhar viperino avalia o semblante alheio ao tê-lo sentado em seu colo, a mão livre desliza das costas aos quadris do outro para trazê-lo para mais perto. O sorriso demuda a expressão séria embora a jocosidade esteja presente em suas orbes. ❝——— Pareço cansado para você, babe? ❞ Aproveitou-se da proximidade dos lábios de ambos para fitá-los nos olhos em provocação. ❝——— Você me conhece, Seulgi. Não me decepcione com essas perguntas. ❞ Deixou a garrafa de vodka ao lado para que deslize a ponta dos dígitos sob os lábios do outro, percorrendo-os em malícia ao morder os próprios lábios. ❝——— Acredita que pode me divertir essa noite? ❞ Soprou contra os lábios do outro ao peregrinar a mão sob o peitoral alheio, prendendo-se na cintura ao que a outra mão aperta os quadris do outro. ❝——— Sabe muito bem que eu não vim aqui apenas para beber, uh? ❞
𝓎𝑜𝓊'𝓇𝑒 𝓉𝒽𝑒 𝓉𝒾𝑔𝒽𝓉𝓇𝑜𝓅𝑒 𝐼'𝓋𝑒 𝓁𝑒𝒶𝓇𝓃𝑒𝒹 𝓉𝑜 𝓌𝒶𝓁𝓀 𝑜𝓃 ♡
Sora abriu os olhos, percebendo só pela forma irritante com que os raios de sol entravam pela janela que não estava em seu próprio quarto. Tateou a mesinha de cabeceira que encontrou em seu campo de visão em busca do celular e olhou as horas, constatando uma série de fatos: primeiro que já eram quase dez da manhã; segundo que estava muito atrasada; terceiro que apesar de não ser o seu próprio, aquele quarto não lhe era totalmente desconhecido.
Já tinha estado ali algumas vezes, na maioria só para deixar seu melhor amigo em casa. Algumas para trocar uns beijos com ele e sair praticamente correndo antes que as coisas esquentassem mais, só porque era assim que as coisas funcionavam. Era meio idiota, ela sabia. Mas gostava de fazer essas brincadeirinhas, em parte porque em todos aqueles anos já tinha aprendido a não levar a sério o jeito safado do outro e em parte porque achava que se cruzassem aquela linha, a amizade não seria mais como antes.
Com isso, ela teve uma quarta realização: eles tinham cruzado a porra do limite. Provavelmente mais de uma vez. Como diabos ela tinha deixado que isso acontecesse, era uma incógnita. Estava ligeiramente alta na noite anterior, mas já tinha ficado muito mais bêbada na presença dele outras vezes e nada acontecera em nenhuma delas. Não podia nem colocar a culpa na bebida, já que lembrava de todos os detalhes, como percebeu no instante seguinte, já ficando um pouco envergonhada. Virou-se lentamente na cama, temendo que ele acordasse, notando que ele dormia com o rosto praticamente enfiado em seu pescoço. Se esticou um pouco para olhar por cima dele e agradeceu mentalmente pelo fato de que seja lá quem fosse o membro da Stones que dormia na outra cama não estar ali.
Porra. Precisava levantar, tomar banho, passar em casa para trocar de roupa e passar uma maquiagem de gente, inventar uma boa desculpa para o atraso e trabalhar o resto do dia com a maior cara lisa, como se nada tivesse acontecido. Mas não poderia fazer nada disso enquanto ele não soltasse aquele aperto e a deixasse sair. “Seung, acorda” sussurrou, bem baixinho, cutucando o braço dele de leve. Quando não teve resposta, decidiu tentar uma abordagem mais agressiva, aumentando o tom de voz e estapeando a pele dele sem força. “ACORDA SEUNGYOON!”
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◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ dispõe de uma única regra de convivência: nunca em hipótese alguma deve ser acordado. independente do quão fastigiosa seja a circunstância, seungyoon almeja despertar por conta própria. até mesmo se o prédio sucumbir em chamas aquele prefere despertar autônomo. a razão de tal doutrina idiota? é que ser pego desprevenido o deixa demasiado irritante. não é como se fosse evoluir em sua escala de ser humano babaca, não! é suficientemente pior: seungyoon torna-se irritante por conta de sua lerdeza. facilmente sacaneado por quem quer que seja; por exemplo, se lhe disser que aliens existem ele irá acreditar. se lhe propor uma ideia totalmente besta sequer irá recusar.
◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ o problema; todavia, é que poderá despertar em qualquer horário. mas, afinal, quem poderá julgado naquele dia em específico? onde está tão bem aconchegado a silhueta feminina; da qual está para abraçá-la ao que o rosto repousa sob o pescoço. cujo perfume doce embriaga o olfato em olência deleitosa. tal que encontra-se no próprio paraíso? por qual razão irá recordar de seus compromissos? chame-o de irresponsável ou negligente, mas ninguém poderá contestar o fato primordial: seungyoon deseja estar ali na companhia dela.
◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ quiçá não devesse ter ultrapassado a linha tênue conforme demanda a razão. mas não é personificação de juízo, tampouco de arrependimento. até porque está feliz como nunca antes na companhia de alguém. não de qualquer pessoa; trata-se da presença de soraya. mulher a qual nutre sentimentalismo genuíno, cuja amizade lhe é demasiado importante. se deveriam ter transado ou não? ele não sabe responder, mas o que pode dizer sem sombra de dúvidas é que não está arrependido.
◜ * ˖ ▶ ˙ ˖ o que não espera é que o cântico inicialmente suave da voz a ondular o ambiente seja demudado a agressividade. ❝——— jesus cristo! Eu juro que não fiz nada. ❞ Estremece em equivalente sonolência ao levantar de forma abrupta, os olhos suavemente abertos recebem o incômodo da iluminação em seguida. ❝——— yah. ❞ Retorna a abraçá-la ao colocar o braço direito ao redor da cintura feminina, beijando-lhe o pescoço em atitude carinho. ❝——— bom dia para você também uh? dormiu bem?❞
❝ ————— Violino? Eu gostaria de saber tocar. Assim como tantas outras coisas. Mas não deve ser tão difícil assim, uh? Nada que esforço e dedicação não resolva. ❞
❝ ————— Mas tem alguma coisa no seu rosto, uh? Uma boca muito bonita. Me chamou atenção. Desculpe-me por tê-la constrangido.❞
❝ ————— Isso mesmo, meu anjo. Nosso segredo. Sabia que eu sou ótimo em guardar segredos? Você pode confiar em mim. Fico feliz que não tenha se machucado. Precisa de ajuda nisso aí? ❞
❝ ————— Que pena. Nós poderíamos começar bebendo alguma coisa. O que acha? Aceita uma água? Suco? ❞
❝ ————— Será que eu quero? Ah. Vai saber os motivos né? Mas realmente parece um coelho. Um coelho bem inocente. Cute. ❞
❝ ————— Será? Para isso é necessário que um de nós diga o que está pensando certo. Quer ser a primeira a dizer? Gostaria de saber se posso realizar os seus desejos sabe? Vai saber. ❞
❝ ————— Eu tenho um gosto peculiar para as coisas, meu anjo. Mas o que foi? Está com medo de mim? Sabe que não precisa ser. Eu sou praticamente inofensivo. Eu só mordo quando me pedem sabe?❞
❝ ————— Eu sou não é? Tem certeza? Uh. Talvez eu deva testar outra abordagem. Mas o que foi, babe? Tem medo que eu te ache a mulher mais bonita dentre as que eu conheço? Gosto é algo bem subjetivo e pessoal sabia? ❞
❝ ————— Mas é claro que tem o direito de se admirar. Falando nisso você é bem bonito. Nós parecemos bem juntos nesse espelho não? ❞
❝ ————— Qual é. Você acredita que não posso inspirar tanta confiança? Ah. Eu comprei no refeitório. Dinheiro de origens confiáveis. Quer um pedaço? ❞
❝ ————— Fome? Por que não me falou antes? O que você quer comer? Eu pago. Só pare de ser tão pirigótico logo pela manhã!❞
❝ ————— Uh. Sei do que está falando. Quer que eu toque para você? Os meus dedos podem ser bem úteis. ❞
“Oh, c’mooon. Não foi uma piada tão ruim assim, vai. Você podia pelo menos rir um pouquinho para não ferir o meu ego…”
❝ ————— Yah. O que é isso, meu anjo? Você sabe que eu adoro as suas piadas. Todas elas. Elas alegram o meu dia. Deveria ir um pouquinho mais perto para você ouvir dessa vez?❞