Noah Kahan
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shark vs the universe
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ojovivo
we're not kids anymore.
Stranger Things

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Misplaced Lens Cap

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@sex-more18
Na época, estava com cerca de 25 aninhos, era esbelta ao pé da letra. Com meus 1,70 m, 56 Kg, uma bondona que chamava atenção até daqueles florezinhas no escritório. Estagiava numa empresa de comércio, no jurÃdico e já estava concluindo a faculdade. Naquela sexta-feira, um (casual day), estava vestida com um tênis preto baixo, meia soquete branca, calça leg de malha preta que ficava totalmente agarrada deixando minha bunda maior ainda; uma calcinha fio dental preta; uma camiseta que vinha até um pouco abaixo de minhas nádegas e servia para tapar a vista do meu traseiro e de minha bucetinha cuja calça modelava totalmente, meu cabelo estava amarrado, rabo-de-cavalo, estava sem sutiã e meus seios balançavam a medida que eu caminhava livremente. Belo dia voltava para casa pois não teria aulas naquela noite. Peguei o primeiro ônibus que apareceu não me importando que estava super lotado, mal consegui colocar ambos os pés no primeiro degrau logo após a porta mas por sorte um rapaz da empresa, que pude identificar pelo seu crachá subindo imediatamente após eu ter subido, não permitiu que eu caÃsse para trás segurando-me pelas costas. Sua mão grande e quente, espalmada bem ao meio de minhas costas amparou-me evitando com que eu batesse minha cabeça na porta que estava se fechando. Agradeci-o e fui passando por entre as pessoas que estavam na parte detrás do ônibus. Caminhei até onde pude e depois fiquei parada no meio do corredor até ajeitar-me entre um homem de cerca de seus cincoenta anos, que estava trajando um terno marrom, com camisa rosa e gravata de listras e uma senhora, também, por volta de seus quarenta anos que sorriu amigavelmente enquanto deixava lugar para que eu me posicionasse de lado entre ambos. Fiquei de costas para o senhor e de frente para com a mulher para a qual retribui o sorriso e agradeci a gentileza, dizendo um tÃmido e baixo obrigado entre meu sorriso. Quando enfiei-me entre os dois (não há outro termo melhor para expressar a maneira que consegui aquele lugarzinho), minha bolsa ficou prensada entre minhas costas e o senhor e como me prendia demasiadamente machucando-me, puxei com certa força para parar a dor que sentia. Pedi desculpas ao senhor pensando tê-lo machucado com esse movimento, sorrindo docemente e voltei para responder a senhora que me perguntara algo. O ônibus continuou sua marcha ao meio de um trânsito terrÃvel caracterÃstico daquela hora. Avançava e parava bruscamente, fazendo com que os passageiros batessem de encontro uns aos outros. Eu avançava para cima da senhora batendo com meus seios em seu ombro direito, o homem, por seu turno, apertava com seu ombro esquerdo minhas costas e com seu quadril minhas nádegas, fomos nos resvalando por mais um ou dois quilômetros no trânsito intenso. Quase quinze minutos se passaram e sequer tÃnhamos avançado mais de cinco quilômetros. Prevendo que ficarÃamos muito e muito tempo ainda naquele ônibus, avancei com meu corpo a frente tentando abrir uma das janelas porque naquela altura o ar do interior do veÃculo estava insuportável, no movimento que fiz fiquei a frente daquele senhor. Ao terminar de abrir a janela superior a frente de onde eu estava não consegui retomar meu lugar e fiquei a frente do homem, mas havia uma distância razoável, ao menos para as condições do ônibus e me mantive naquele lugar conseguindo segurar com a mão direita a barra superior na qual as pessoas se agarravam para não caÃrem com os solavancos provocados pelas freadas bruscas que o motorista insistia em dar. Mantive-me naquela posição por mais um bom tempo, não sei ao certo, mas pelo menos mais um quarto de hora, quando mais uma leva de pessoas adentrou no ônibus. Inevitavelmente, aquele senhor teve de se aproximar bastante de mim e tocou com a pélvis minhas nádegas ao que nada pude fazer. O ônibus foi se movimentando da mesma maneira e as bruscas freadas do seu condutor continuavam fazendo com que os passageiros fossem arremessados de um lado para o outro. Num dado momento, numa freada mais brusca que as demais, o homem bateu com mais força em minhas nádegas e pude sentir que algo que me tocara antes agora estava bem mais duro. Ele encostou seu pênis que estava pontudo dentro de suas calças, tocando minha nádega direita, talvez o melhor termo seria cutucando-a. Mantive-me no lugar, outra freada outra cutucada, sucessivas freadas e tantas cutucadas, até que encostou-se totalmente aninhando o duro pedaço de carne bem no meio de minhas nádegas. Arfei, tanto de indignação quanto da mais puro excitamento. Senti-me fadada a servir de objeto sem possibilidade de mudar de lugar. O ônibus balançou novamente e fez uma curva forte para a direita fazendo com que aquele senhor apertasse ainda mais minha bunda com seu pinto duro, espetando-a bem no meio. Sem dúvida o homem deliciou-se com minha posição já que devido a curva brusca feita pelo condutor empinei totalmente meu traseiro enquanto dobrava a parte superior do corpo evitando cair para a frente, até tive de segurar com uma das mãos na janela. Ao ver isto o homem segurou-me pela cintura para que eu não acabasse caindo por cima de um senhor bem mais velhinho que estava sentado. Foi vexaminoso no mÃnimo: montei no ombro daquele pobre e franzino velhinho que me olhou assustado. No mesmo momento senti minha bucetinha escorrendo um lÃquido e uma forte onda de calor percorreu por todo meu corpo, desde os cabelos até a ponta das unhas de meus pés. Uma rua pequena, estreita e o ônibus balançando de um lado para o outro desviando de carros mal estacionados e voltando a faixa onde deveria trafegar, eu, no mesmo tom, indo e voltando, arqueando minhas costas e sentindo o duro pinto enfiar-se bem ao meio de minha bundona. Repetidas vezes o senhor que estava, nesta altura grudado em minha bunda, segurou-me pela cintura para que eu não caÃsse e eu, sentia-me como se estivesse sendo possuÃda por ele bem aos olhos de todos os presentes. Não me contive e meu desejo soou mais alto que toda a minha razão e aproveitando o movimento do ônibus passei a empurrá-lo para trás batendo minha bunda em seu pau que já estava enorme e sobressai de sua calça, por sorte o paletó camuflava aquele monstro que me espetava. Depois de tudo isto e de minhas nada discretas esfregadas no senhor. Ele segurando-me a cintura começou a fazer movimentos repetidos de vai e vem como se estivesse me comendo. Eu, como já perdera todo o bom senso e razão, comecei a subir e descer, ir para a frente e voltar para trás, esfregando minha bunda na rola dura do homem. Certa hora ele, colocou uma de suas mãos em minhas costas e foi descendo-a até apertar minha bunda. Passou a mão, alisando-a toda, voltou e apertou uma e outra nádega seguidamente. Segurou seu pau duro como um ferro e espetou-o bem no meio, enquanto que com a outra mão puxava-me segurando minha barriga. Continuou a me foder por sobre minha calça justa de microfibra. Sua mão voltou e ele apertou minha bucetinha passando a mão nela e a apertando como em uma concha, passou o dedo médio ao meio dela e foi seguindo até espetá-lo em meu cuzinho. Minha calcinha, um fio dental, permitia que ele afundasse o dedo, enfiando seu dedo e minha calça cada vez mais dentro de meu cuzinho. Eu arfava como uma égua, passava por minha cabeça arrastar aquele senhor para fora do ônibus e montá-lo no meio da rua até gozar repetidas vezes com ele. Ele enfiava e tirava o dedo quase até a metade em meu cuzinho, empurrando cada vez mais a calça lá para dentro, fez tantas vezes até que a furou e senti quando o dedo de uma só vez foi enterrado no meu ânus, o que ardeu tremendamente. Tirou o dedo lá de dentro, enfiou na boca, molhando e sentindo meu sabor, socou-o novamente, lambe-o, meteu-o até que não sobrasse um milÃmetro do lado de fora. Chupou demoradamente o dedo e quando o olhei, ele sorriu para mim com o dedo na boca. Eu já estava arqueada desde que ele passara a fazer isto e não tornei a minha posição, usava como desculpas ter de me segurar a barra que fica por cima dos bancos dos passageiros. Lambeu outra e outra vez o dedo e foi inundando meu cu com sua saliva, nesta mesma hora imaginei o que me aconteceria logo após. O senhor voltou a mão e encostou-a em minha bunda novamente, mas agora senti apenas o dorso da mão, após alguns movimentos da mão para cima, para baixo e para os lados, senti seu pênis duro cutucando novamente meu cuzinho mas, desta vez, estava para fora de suas calças. Sua saliva que molhara minha calça e meu cu, permitiram que ele empurrasse o pênis que passou pela abertura que ele fizera com o dedo em minha calça. A ponta do pênis ainda esbarrou no fio dental mas numa outra estocada ela entrou na portinha do meu buraquinho. Ele segurou-me novamente na barriga e puxou-me para trás, o nervo duro entrou mais um pouquinho. Num outro aperto, ele fez sumir a cabeçona inchada que abriu as pregas de meu cuzinho. Segurou-me e foi empurrando a dura pica no meu cu. CentÃmetro por centÃmetro foi fazendo-a entrar até que quando chegou a metade daquele pauzão de cerca de dezoito centÃmetros iniciou um gostoso vai-e-vem. Apertei meu cuzinho, fiz ele piscar e apertar aquele cacete gostoso. Ele meteu mais forte, puxou um pouco e meteu de novo. Meu cu estava em brasa e ele não parava de me foder e eu, morria de medo de que algum passageiro prestasse atenção à quela perversão. O homem continuou a bombar, enfiando e tirando a sua rola dura, até que socou-a com tanta força que dei um gritinho que abafei colocando a mão sobre minha boca. A pica dele entrou arrombando meu cuzinho por pelo menos uns quinze centÃmetros, senti que começou a pulsar e um lÃquido imediatamente escorreu na porta de meu cuzinho. Ele ainda tirou alguns centÃmetros e voltou a enfiá-los fazendo um som bem caracterÃstico. Seu pauzão ainda ficou pulando por uns dois ou três minutos dentro do meu ânus, quando ele o puxou pausadamente, até retirá-lo todo de lá. Meu cuzinho ardeu e doeu muito, senti que a calça encharcara e tratei de descer a blusa para cobrir minha bunda. Fiquei totalmente enrubescida e não tive coragem de olhar para trás, o homem passou por mim, apertou o botão sinalizando que desceria. O vi caminhando colocando um jornal por sobre a cabeça para esconder a cabeça calva das primeiras gotas de chuva. Com o cu ardendo, a calça furada na bunda e encharcada de esperma e saliva, desci do ônibus e fui caminhando admirada com o que eu fizera e deixara que fizessem comigo naquele ônibus. Senti-me uma puta, uma verdadeira dama do lotação não mas do ônibus. Após o homem descer, dois ou três rapazes esfregaram-se em minha bunda e nada falei ou queixei-me. Acho que gostara e seguiria gostando sempre disto, para sempre!Â
Tenho 26 anos, sou uma mulher bonita e atraente de corpo e rosto, pele clara, cabelos morenos lisos, estatura e peso médios. Moro há alguns anos sozinha com meu namorado, num apartamento em uma cidade pequena do interior do Estado, ambos somos bem resolvidos profissionalmente e bastante felizes em todos os aspectos. Há pouco tempo, contudo, como é de se esperar em uma relação conjugal, nosso sexo deu uma esfriada, e nas semanas anteriores ao acontecido neste conto estávamos meio afastados, sexualmente falando. Nossa vida sexual sempre foi muito boa, bastante tradicional, talvez até demais. Como eu adoro jogos de todos os tipos (video-game, tabuleiro, cartas, etc.), e o meu namorado também, tive uma idéia para "esquentar" um pouco a relação: e se eu propusesse a ele algo diferente, algo como um strip-poker? Na sexta-feira a noite, quando estávamos ambos em casa após o trabalho, resolvi conversar com ele a respeito e, com uma cara maliciosa, fiz a proposta do jogo. Ele ficou bastante entusiasmado com a idéia, como eu imaginava, e me perguntou como irÃamos fazer. Sugeri que nos vestÃssemos como se fôssemos sair a uma festa e preparássemos cada um a bebida de sua preferência, e sentássemos na sala aonde poderÃamos jogar. Ele aceitou na hora, tomou rapidamente um banho e foi se vestir, enquanto isso eu entrei no banho e me preparei para a "festa". Resolvi fazer uma surpresa para ele e, como eu sei que ele gosta, me depilei completamente para a ocasião. Eu disse completamente mesmo! Sinto-me um pouco sem jeito em ficar assim lisinha, mas como ele já tinha dito em outras ocasiões que adora, resolvi fazer um agrado. Foi assim, de banho tomado, perfumada, depilada, com um lindo vestido de festa colado que tinha comprado recentemente e salto-alto que encontrei meu namorado, que já me esperava na mesa da sala. Quando vi ele sentado, bebericando seu uÃsque com as cartas e fichas na mão lembrei que minha idéia tinha um porém: Ele jogava poker com frequência com seus amigos nas quartas-feiras a noite, e jogava muito bem. Eu por outro lado, gostava de jogar, mas fora algumas partidas "de brincadeira" pela internet não tinha nenhuma experiência, apenas conhecia o básico do jogo. E, para a minha supresa, foi mais ou menos isso que ele me perguntou, depois de me despir com os olhos enquanto eu sentava: "Eu estou adorando a idéia!" -disse ele- "Mas tem certeza que quer mesmo me desafiar nesse jogo? Sabe que eu jogo bem isso, não sabe?" - completou. Achei graça do "ar de superioridade" dele ao falar isso, e pensei comigo que, mesmo que perdesse, acabaria ganhando o que queria no final, e essa era a idéia. Então, para não perder a pose, respondi fingindo me sentir ofendida: "Ah é? Você está se achando muito, pois saiba que vou literalmente lhe tirar até as calças hoje!" - e ri bastante da situação e do trocadilho. Ele riu e emendou: "Ok, mas lembre-se que poker é um jogo sério, e que pra mim aposta é aposta. O que for combinado quem perder vai ter que aceitar e cumprir, certo?". Eu concordei e completei com ar desafiador: "Tu bem sabe que eu sempre cumpro a minha palavra e pago as minhas dÃvidas, não sabe?". Ele acenou com a cabeça, era verdade. Sempre fui de cumprir as minhas promessas, seja como for. Então começamos a partida, entre um gole e outro de nossas bebidas, a coisa foi ficando cada vez mais quente. Como eu (e ele) imaginávamos, eu perdia rodada após rodada. Tirando o inÃcio do jogo, quando consegui com muito esforço ganhar o casaco do seu terno, de resto fui perdendo uma peça de roupa atrás da outra, enquanto meu namorado me olhava com desejo e eu, apenas de calcinha já dava mostras de excitação evidentes. Numa última rodada, perdi finalmente minha última peça de roupa e fiquei completamente nua e exposta ao meu namorado, que curtia muito a situação e tratou de reparar e comentar minha depilação. Ficar assim, totalmente exposta, depilada em frente a meu namorado que estava, ao contrário, vestido, me deixava ao mesmo tempo constrangida e muito excitada. Comentei então que a situação era injusta e que queria ver ele sem roupas também. Ele riu e disse: "Jogo é jogo, você perdeu, eu ganhei. Você não tem mais nada pra apostar, por isso não posso tirar minhas roupas. Ou quer apostar mais algo?". Cada vez mais no clima do jogo, e já desinibida pela bebida, sugeri então que não tinha mais nada para tirar, mas que poderia apostar algo que ele quisesse que eu fizesse de especial para ele. Era a deixa que ele estava esperando, disse prontamente que apostaria suas roupas, todas, se eu realizasse uma performance especial para ele. Aceitei. Jogamos novamente. Perdi. Agora sim me sentia indefesa, estava nua, na frente do meu namorado, que já me olhava com um ar de propriedade, pensando no que iria me pedir pra fazer. Então ele disse com uma tom de comando, não de pedido: "Coloque seus sapatos de salto, apenas, pegue o óleo corporal para massagem que usamos uma vez e você vai dançar para mim enquanto passa o óleo em todo, eu disse TODO o seu corpo, com especial atenção aos seus seios, bucetinha lisinha e cuzinho, quero tudo bem lubrificado, por dentro e por fora!" Aquela ordem me deixou com as pernas tremendo, era uma novidade pra mim meu namorado agindo daquela forma, me sentia completamente submissa, e isso me deixava surpreendentemente excitada. Já estava ficando completamente molhada quando comecei a dançar, de salto alto, nua na sua frente, enquanto passava o óleo de massagem pelo meu corpo sentia meu desejo aumentar a cada segundo. Quando massageava minha bucetinha, introduzindo meu dedo médio e depois ao fazer o mesmo com meu cuzinho, em frente ao meu namorado completamente vestido me sentia tão vadia quanto uma stripper de uma boate qualquer, mas estava fazendo isso pelo desejo, e não pelo dinheiro. Acho que ele percebeu isso, porque quanto terminei de dançar ele comentou: "Você gosta disso, não gosta? Te excita ficar assim, a minha mercê, não é mesmo?". Eu estava tão excitada com a situação e cheia de desejo que não pude mentir, simplesmente acenei com a cabeça, ele entendeu. Completamente molhada e cheia de tesão, implorei a ele que tirasse as roupas e me comesse ali mesmo. Comecei a me esfregar, nua e besuntada de óleo contra o corpo dele, como uma cadela no cio, precisava ser comida, ser saciada mais do que qualquer coisa no mundo. Meu namorado rapidamente percebeu a situação de vantagem que lavava. Ele estava no controle, e sabia disso. Eu me sentia uma vadia, excitada, precisava de sexo naquele momento, e faria qualquer coisa por isso. Ele aproveitou a ocasião, e falou no meu ouvido enquanto eu me esfregava em pé contra seu corpo, molhando suas roupas com minha bucetinha encharcada e com meu corpo besuntado de óleo: "Tu fica muito gostosa assim putinha desse jeito. Nunca tinha te visto assim nesses anos. Tu sabia que tu era uma putinha assim? Sabia?" Eu não sabia. Mas naquela hora eu descobri que era verdade. E meu namorado sussurando isso no meu ouvido daquela forma me deixava ainda mais cheia de tesão. Respondi sem pensar: "Não sabia. Mas eu sou uma putinha, sou tua putinha, faço o que tu quiser! Me come, por favor!". Pronto. Era o que ele queria ouvir. Me pegou com força pelo meu rabo de cavalo, mas sem machucar, e disse: "Então fica de joelhos na minha frente, minha puta!". Estremeci na hora, mas prontamente fiquei de joelhos na sua frente. Aproveitei para mordiscar seu pau por cima das calças, que estava duro como uma pedra. Ele puxou a minha cabeça para trás e segurou enquanto me olhava dizendo: "Tu é muito vagabunda, tu quer chupar meu pau, né putinha? Pede por favor!". Nessa altura eu nem pensava mais, meu orgulho já tinha me abandonado por inteiro, eu era apenas a putinha cheia de tesão. Falei: "Por favor! Por favor deixa a tua puta chupar esse pau!" Ele então abriu o ziper das calças e tirou aquele caralho duro pra fora, me sentia como uma criança em frente a um picolé de chocolate no verão eu precisava sentir o gosto daquele pinto na minha boca. Ele disse: "Chupa, vadia, eu sei que tu quer um pau grande na tua boca! Mas não coloca as mãos, quero que tu use uma das tuas mãos na tua bucetinha raspadinha e a outra no teu cuzinho enquanto me chupa!". Eu obedeci. Enquanto eu me masturbava e introduzia com vontade meu dedo no meu cuzinho lubrificado, ele segurava meu cabelo e controlava o ritmo em que eu chupava o seu pau. Aquilo tudo estava me deixando maluca de tesão, ele estava totalmente no comando, me sentia como se ele estivesse me comendo com as minhas próprias mãos, em poucos minutos eu comecei a sentir que estava quase gozando e comecei a gemer forte. Ele percebeu. E então ordenou: "Pára, putinha. Não mandei você gozar. Você vai gozar quando eu mandar!" Então ele tirou o pau da minha boca e puxou minhas mãos para cima. Eu não aguentava mais precisava gozar, precisava ser penetrada. Pedi: "Por favor, eu imploro, preciso sentir teu pau na minha buceta molhada, come a tua putinha, come!" Ele então respondeu, já tirando as roupas: "Eu vou te comer, vadia, como tu merece, mas tu tem que me dar algo em troca!". Naquela altura eu já concordaria com qualquer coisa, disse que sim, perguntei o que ele queria, que faria qualquer coisa. Ele respondeu o que queria em troca, e eu aceitei. Logo depois tivemos o sexo mais incrÃvel dos últimos anos, gozei como uma maluca, e depois dormi abraçada nele, quase sem forças, mas muito feliz. Ah, quanto ao que prometi para meu namorado naquela hora? Fica para a próxima.
que posiciones hay?
Depende de la posicion que usted se refiere.Â