quão mais próximo estiver melhor será. dizimar a distância significa que muito em breve poderá tê-lo em um contato demasiado prazeroso. precisa apenas acalmá-lo de toda aquela fúria visivelmente passegeira, o conhece bem demais para discernir toda aquela raiva. jordan ri suavemente por estar entretido, encaixando os dedos naquela cintura delgada de forma bruta. ele não irá ficar calmo enquanto não der um motivo para tal, por isso dedilha com os dígitos toda extensão da derme em uma carícia suave. eu sou idiota? por quê? as palavras são proferidas cheias de malícia em um sussurro rouco, rente a derme acetinada do pescoço. por estar deixando a minha vadia com vontade de me dar? os dedos espalmam por toda região da bunda ao segurá-la com agressividade, olhando-o intensamente ao que morde o inferior. até mesmo aproveita a música alta e a distração alheia para deslizar a mão direita sob a perna daquele, segurando-a com força ao que roça o quadril ao dele. desde quando estar em público é um problema para você? um tapa é audível na coxa direita de wooshin, pincelando-lhe uma marca avermelhada ao que captura o lábio inferior do outro. algo mais interessante do que foder você? não consigo pensar. a mão que outrora bateu na coxa de wooshin, acaricia em um afago cheio de segundas intenções com as costas da mão. você ainda está pensando na chave, baby?
De começo pode até mesmo negar, dizer que não quer aquilo. Mas quando parará de negar a si seus sentimentos? Porra, Jordan é basicamente o que quer ali, agora. O que precisa. E mesmo assim mantém toda a sua fúria para justificar... O que? Para negar aquela atração descarada que até mesmo os pais notavam que ele tinha? Porra, que motivo besta. Mas não deixaria de usa-lo porque é o que faz sentido a sua mente. Não deveria fazer sentido querer ficar ao lado dele, por mais que já morem juntos, façam tudo junto. São quase um casal que ameaça sempre estar com outros mas, Wooshin nunca passa disso, ameaças. Porque toda noite, é com Jordan que ele dorme abraçado. Simplesmente é um idiota Jordan. Como palavras ditas em meio a suspiros, ele morde sua própria boca. Tudo aquilo faz seu corpo se arrepiar, uma sensação de formigamento passando por sua mão. Eu não quero dar para você. Mentira, por que continua mentindo? Não consegue aceitar que quer tanto aquele? Não consegue deixar levar a sério o seu próprio desejo mais obscuro? Ou nem tão obscuro assim, porque é óbvio em seu olhar o quanto seu eu pertence a si. Você não deveria fazer isso aqui. A voz já está manhosa, claramente ao que se deixa levar para ele. Segura-se contra os ombros daquele. As mãos o seguram com as unhas, ao que começa a arquear a propria coluna. Eu não quero que me foda aqui. E as palavras não condizem com suas ações porque até mesmo a bunda é empinada para aquele. Eu quero ir pra casa, Jordan. E se quer dizer que quer ir foder com ele em casa, deixaria para que aquele adivinhasse.












