A festa predileta dela era o Briar Blaze, simplesmente pela ridicularidade que era tudo aquilo. Ela hilariou um monte de atletas construindo um barco e pessoas enchendo-o de coisas e colocando fogo. Agora, todo aquele ritual já tinha acontecido, e Mali estava preparando uma bebida enquanto conversava com Jackie na cozinha da ABG. — Então basicamente foi isso, ela e o namorado de dez dias conseguem pagar o aluguel sem mim e querem privacidade, então eu que moro com ela a quinze meses, preciso me mudar o mais rápido possivel. — contou, rolando seus olhos. Odiava a ideia de voltar a morar no campus, já passava tanto tempo na universidade, mas talvez precisasse fazer aquilo por um tempo.
Depois de recusar um sanduíche duvidoso, Jackie procurava por mais petiscos na cozinha e acabou alongando a estadia depois de encontrar com Mali, já conhecida da rádio. Era uma ouvinte do podcast dela, mesmo fora da produção, e ficava encantada com o jeito que ela conseguia fazer boas analogias para que os ouvintes entendessem termos esportivos. "Espera, dez dias? Não sei se chamo de louca ou corajosa. Talvez os dois." Deu de ombros, jogando uma bolinha de queijo para dentro. Aquela era a deixa que estava buscando. "E se eu te dissesse que uma querida colega de rádio sua está pensando em dividir o apartamento?" Repousou o salgadinho na mesa, tentando abrir o sorriso mais convidativo possível. "É perto do campus e super espaçoso, deixa eu te mostrar!" Destravou o celular, abrindo a galeria e mostrando as fotos que tinham com os amigos e o apartamento no fundo. "Ainda não tirei fotos decentes, mas talvez nem precise, se você quiser dar uma olhada. Você tem pets, Mali?"
“olha, tô começando a achar que você não quer que eu vá morar com você,” scarlett riu da tentativa em vão de jackie enquanto se abaixava para pegar a bolinha que rolava pelo chão. “mas vamos fazer o seguinte: se eu acertar, você paga minha parte do aluguel no primeiro mês,” a garota sugeriu com um sorriso no rosto. assoprando a bola de ping-pong para dar sorte, se concentrou e arremessou. a bolinha até que chegou perto do copo da amiga mas passou direto. a culpa provavelmente sendo da visão turva causada pela cerveja, ou talvez por ser péssima naquilo, “merda!”
Jackie levantou as mãos, teatralmente, como se quisesse mostrar inocência. Não queria parecer desesperada, mas também não queria ficar por muito mais tempo no apê sozinha. Já considerava uma vitória ter convencido Scar a visitar o local. "Vamos ver, vai!" Respondeu empolgada, rindo do ritual da adversária — apesar de estar torcendo para que ela acertasse naquele momento. Não se importaria em pagar mais, o dinheiro poderia até vir de um indivíduo ruim, mas ela fazia questão de gastá-lo da melhor forma. "Caramba, Scar, vamos apostar outra coisa. Acho que meu apartamento deve estar interferindo no ângulo da bolinha." Esticou o braço para recuperar a bola, parando por alguns segundos para pensar. "Se eu acertar, você vai cobrir aquela matéria com os calouros da patinação em dupla, hm? Que tal?"
"Cara, que ideia foi essa!" As solas do coturno iam ao encontro da grama, Jackie pisava nas faíscas que se espalhavam enquanto o resto do corpo estudantil — e talvez, docente — estava ocupado demais queimando outros objetos. Ela não era a melhor companhia para situações de emergência, mas não queria noticiar um incêndio no campus como capa do jornal da faculdade. "Você viu quem foi o calouro? Era amigo seu? Ai, caramba, tá se espalhando pra cá, pula ali naquele arbusto, Charlie!" Apontou efusivamente para o local, enquanto dava mais pisões para tentar sufocar aqueles princípios de chamas.
˚. 🎙️ de jackie para don t0xicturtle, no briar blaze.
Nossa, mas ele tá demorando. Jackie pensou, ajustando o corset vermelho sobre o busto enquanto corria os olhos pelo lado de fora da ABG. Já tinha parado três rapazes que pareciam ter uma carinha de gamer, procurando pelo seu parceiro de jogos da madrugada. Era divertido conversar com t0xicturtle nos chats das partidas, logo, não hesitou em encontrá-lo pessoalmente quando descobriram que ambos estudavam em Briar. Se já se davam bem nas telas partilhadas, ao vivo poderia ser ainda melhor, assim pensava. Ao escutar passos se aproximarem, tentou mais uma abordagem: "Ei! Você é...Ah, não. Oi, Don."
O tom saiu mais decepcionado do que pode evitar, não que tivesse algo contra o projeto de ator, mas haviam perdido o único elo que os unia na temporada passada: um jogador de basquete fascinado com o sobrenatural. "Aproveitando a festa?" Complementou para não parecer tão amargurada já no início do semestre, embora imaginasse que tal impressão fosse difícil de consertar.
O som da música eletrônica que tocava na área da piscina — onde a maior parte da festa da abg acontecia, parecia distante ali na sala de jogos e isso era exatamente o que Primrose estava procurando e precisando naquele momento. Sério, ela não conseguia entender como as pessoas gostavam tanto de estar todas juntas de modo que mal conseguiam andar direito pelo lugar sem esbarrar com um estudante suado e pegajoso, eca. E mesmo que estivesse levemente embriagada isso ainda a incomodava bastante, não conseguia evitar. “Acha que eles vão ficar muito putos se souberem que eu quebrei a luminária? Juro que foi cem por cento sem querer...” Não estava super bêbada, mas tonta o suficiente para esbarrar sem querer na mesinha que ficava ao lado da porta que acabara de abrir e ainda rir disso como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. Rip luminária de estrelinhas. “Tanto faz, só tem a gente aqui então se você não contar ninguém vai descobrir... Você não vai contar que fui eu né?” O álcool circulando em seu organismo a fazia falar com jackie como se aquele fosse apenas mais um dia normal em suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Provavelmente se arrependeria de não ter saído da sala assim que a viu, mas isso era algo para a Primrose do futuro lidar.
Já tinha se emocionado recebendo abraços calorosos, perdido no beerpong, queimado uma reportagem antiga e até colhido informações relevantes sobre a nova temporada. A noite estava sendo produtiva para Jacinda, mas ela parecia não ter mais o mesmo de pique da época de caloura empolgada. Aproveitou a batida eletrônica com bons goles de bebida, um pouquinho além da conta, e foi procurar um refúgio para beber um pouco d'água e descansar as pernas.
O barulho de um objeto se espatifando no chão captou sua atenção, fazendo Jackie erguer o tronco do puff largo em que estava deitada. "Eu? Eu só trabalho com a verdade. Pura e direta." Respondeu num tom risonho, finalizando a frase com um estalar da língua. A risadinha familiar, porém, a fez voltar os olhos para a figura que adentrara a sala. Primrose. Prim. Prim Prim. My Primcess. Os apelidos da infância correram pela mente de Jackie e ela piscou duas vezes, só para ter certeza de que era mesmo a antiga amiga que falava consigo de forma tão casual. "Eu não conto...Se você não contar que eu derramei metade da minha água naquele sofá ali." Apontou rindo para o móvel do outro lado da sala. Os goles de horas atrás ajudaram a se fazer soar casual também, como se não houvesse alguns bons anos de mágoas, saudades e dúvidas reprimidas entre elas. "Shhh, é nosso segredo?" Estendeu a mão para ela, tentando firmar uma espécie de promessa de dedinho, com uma expressão abobalhada no rosto.
A festa tava rolando, a música alta, as pessoas falando mais alto ainda, os grupos se amontoando e aos poucos diminuindo para duplas e as vezes trios, era a típica festa de fraternidade. Angel conversava com uma caloura que havia lhe abordado em algum momento, nem se lembrava quando mais, quando foi interrompida por um dos rapazes da ABG pedindo que buscasse algo para ele no depósito em baixo das escadas e sem pensar muito ela acatou o pedido. Era normal entra em cômodos aleatórios e encontrar casais em vários estágios da noite, não teria sido a primeira vez que aconteceria se fosse o caso, mas dessa vez a figura feminina e parcialmente despida estava sozinha, o que levantou um pequena bandeira de alerta na cabeça da mulher.
"Hey, desculpe, não sabia que havia alguém aqui." Ela respondeu, se pegando a observar por mais tempo do que deveria antes de desviar o olhar para as prateleiras em busca do que havia ido buscar porém agora reconhecendo a pessoa que lhe fazia companhia. "Jackie... Eu só vim buscar uma caixa que pediram." garantiu, não queria que pensasse que a estava seguindo, porém perguntou logo depois "você está bem?". Ela deu um passo a frente em direção de Jackie que estava no caminho, bloqueando a vista para algumas das prateleiras, enquanto buscava pela caixa iria ter certeza de que não havia acontecido nada pior que apenas um copo de cerveja derramado. O passo a frente veio logo antes do som alto da batida da porta atrás de si, 'quer lacrar essa merda? delicadeza inexistente.' pensou.
Não demorou muito para que reconhecesse a voz da famosa ala-esquerda do time. Além da cobertura dos jogos para cumprir seu dever esportivo, também assistia às partidas para apoiar Malu, a melhor amiga. Seus olhos já estavam mais do que acostumados em ver Angel e toda sua pompa, dentro e fora do rinque, mas os neurônios ainda pareciam pifar e gerar uma série de reações não esperadas: bochechas mais rosadas e uma pequena hesitação ao falar.
"Huh?" Perguntou depois de se virar, agora devidamente vestida com o cropped, apesar de ter escutado muito bem a pergunta. "Ahã, tá tudo bem." O som alto da batida, em união com o passo à frente de Angel, fizeram a morena dar um passo curto para trás, mas o suficiente para esbarrar a cabeça de leve na prateleira. "Merda!" Murmurou, se sentindo idiota por parecer desastrada, ainda mais na frente de Angel. Limpou a garganta e deu um passo à frente, tentando se recompor. Não tinha certeza de como a outra se sentia sobre si depois das críticas da temporada passada. "Ah, o que você veio buscar mesmo? Eu te ajudo a levar."
˚. 🎙️ de jackie para scarlett, no beer pong da abg.
"Tá, se eu acertar essa aqui, quer dizer que você precisa ir logo visitar o apartamento e ir morar comigo." O tom era brincalhão, mas tinha um fundo de verdade: o apartamento estava começando a ficar grande demais. Cerrou os olhos, unindo forças sabe-se lá de onde para acertar o copo de Scarlett. A bolinha quicou na mesa e ricochetou na cabeça de um grandalhão do basquete. Acertou em tudo menos no seu alvo. "Droga, essa não valeu!"
O trabalho naquela noite deveria ser somente acompanhar os iniciantes na cobertura geral do evento, mas Jackie não pôde evitar colocar a mão na massa. Um dos responsáveis pelas reportagens tinha passado mal — ela avisou para não confiar no cachorro-quente — e ela teve que substituí-lo. "Uma palavrinha para o Briar News?" Disse no tom de jornalista simpática e profissional, que aprendera a aperfeiçoar ao longo do curso, mas uma tosse apareceu quando percebeu quem ela havia escolhido para a entrevista. Um dos novatos a encarou perguntando se estava bem. Ela limpou a garganta, tentando não parecer afetada pelo rosto do antigo amigo. "Claro que tá tudo bem. Vamos de novo. Hum, então. Quando esse barco queimar, se você pudesse apagar uma única coisa da última temporada, o que seria?" Péssima escolha: relembrar logo da última temporada em que a amizade deles queimou tal qual as tochas daquela noite.
Desde o segundo ano, em que fora jogada na piscina, Jackie sempre deixava uma muda de roupa extra na bolsa. Dessa vez, um desastrado tinha derramado quase todo o copo de cerveja no seu corset vermelho. Estava terminando de trocar a peça por um cropped preto, quando escutou a porta do cômodo abrir. "Ai, caramba, que susto!" Exclamou, cobrindo o busto. "Sei que aqui não é o lugar certo, mas só precisava tirar essa roupa molhada. Já vou sair..." Deu as costas, mal reparando em quem estava na porta, para terminar de se aprontar. Ainda precisava checar se o seu bloco de notas novo tinha sido afetado pelo acidente.
Claro, acho que vocês vão sair na capa da matéria! Jackie se despedia de um grupo de calouras-vikings que responderam empolgadas à todas suas perguntas; a promessa da capa era um mero subterfúrgio para saber mais do novo critério de seleção do time feminino de basquete. Descobrira coisas interessantes, a mente já trabalhava fazendo conexões com outras informações, mas precisava ir ao banheiro antes de procurar por mais fontes. Um barulho, vindo de outra cabine, chamou sua atenção. Parecia um miado.
"Trouxeram filhotes pra cá?!" Ao abrir a porta, porém, se deparou com outra espécie de gatinha. Não demorou muito para reconhecer a dona do choro. Parecia um choro, pelo menos. "Tori?" Perguntou, embora não precisasse de confirmação. Deu dois passos para trás, depois um para frente, os neurônios calculando o que fazer naquela situação. Teria sido mais fácil de resolver se fosse um felino mesmo.
Enquanto as pessoas estavam felizes atirando os papéis e até alguns pertences para queimar junto com o barco, Malu tinha uma expressão mais fechada, mais contida. Olhou para o papel uma última vez e fez uma bolinha rapidamente, atirando longe no fogo sem mais hesitar. Não se sentiu mais leve, não se sentiu livre, muito pelo contrário, o coração parecia pesar. A carta de negação para entrar no seu time favorito foi como uma facada no peito, não tinha certeza de como prosseguir ainda após esse baque. Ao sentir que já não estava mais sozinha, virou-se na direção da presença e seus olhos captaram a figura de @sognantes . E agora sim o sorriso aparecia em seus lábios, agora sim o peito afrouxava e conseguia respirar com mais facilidade. A visão da melhor amiga era o suficiente para lhe acalmar, ainda não tinha contado nem mesmo para ela sobre a rejeição. “ I don't know what I'd do without you. I mean that." disse como forma de saudação, esticando os braços para envolvê-la em um abraço. Aquele era para ser seu último semestre... mas duvidava que fosse mesmo depois de tudo o que aconteceu. “ Ainda bem que não preciso descobrir ainda o fazer sem ter você o dia inteiro comigo."
Depois de garantir que os calouros do jornal tinham tudo que era necessário para cobrir o evento, Jacinda partiu em direção à cerimônia. Contribuiu com o fogaréu, lançando uma reportagem velha sobre Desmond às chamas. Começou, então, a procurar pelo rosto que mais que mais precisava ver naquele momento. O único capaz de afastar o stress daquele início de semestre. "Psiu!" Sussurrou assim que encontrou a sua goleira favorita, logo sendo recebida com um enlace. As palavras de Malu eram tão aconchegantes quanto os abraços. Quem diria que aquela menina para quem pediu uma caneta emprestada, no primeiro dia do curso, se tornaria a sua leal escudeira durante todos os anos seguintes. "Ah, até parece, Malu. Acho que eu já teria sido expulsa se não tivesse teus abraços para me acalmar." Respondeu com a voz abafada pela posição em que estavam. "Precisamos aproveitar o tempo que ainda temos assim..." O tom era carinhoso e sincero, nem queria para pensar em como seria não tê-la ali no próximo semestre. "Quer dividir aquele cachorro-quente tenebroso e me contar como foi seu dia?"
abaixo do read more, tem alguns prompts para interação. digite o nome do seu muse + número do prompt ou deixe um like para um starter personalizado.
01: jackie está cobrindo um colega da reportagem e entrevistando seu MUSE para o jornal. 🆗
02: algum calouro achou de bom tom dançar por aí com uma tocha. MUSE e jackie estão tentando apagar um mini incêndio.
03: jackie não é de ferro e vai se divertir também, MUSE e ela estão apostando algo no beerpong. 🆗
04: jackie encontra MUSE (bêbado?) chorando e não sabe bem como reagir, mas tenta ajudá-lo. 🆗
05: MUSE está alugando o ouvido de jackie pois jura que precisa dar sua opinião para o jornal/rádio.
06: jackie perde uma aposta e precisa cumprir um desafio imposto por MUSE.
07: depois de alguém derrubar bebida nela, jackie entra em quarto para se trocar, MUSE também entra lá por algum motivo e a porta trava atrás dos dois. 🆗
Rufem os tambores porque JACINDA ‘JACKIE’ WILLIAMS acaba de entrar no campus da Briar University! Na ficha de inscrição consta que tem 24 ANOS, cursa JORNALISMO ESPORTIVO, e irá morar em RESIDÊNCIA PRÓPRIA! Aqui não encontramos informações extracurriculares… mas dizem que poderá fazer REDAÇÃO DO JORNAL, PRODUÇÃO DE PROGRAMA NA RÁDIO e É MEIO DE REDE NO VOLÊI! No off do campus, é conhecida por ser ORGANIZADA e CRÍTICA! Espero esbarrar com ELA nos corredores, afinal, é igualzinha à MIKEY MADISON!
ABOUT
Jacinda é um fruto da relação entre um atleta profissional, Desmond Callahan, conhecido dentro do hóquei pelas vitórias agressivas no Bruins e atitudes problemáticas, e Alexandra Williams, uma assistente pessoal que se deixou levar por galanteios. Cresceu ocupando um lugar estranho: próxima o suficiente para enxergar os bastidores da fama e do dinheiro, mas distante o bastante para nunca ser tratada como parte da família. Era somente a filha querida da assistente, Desmond fazia questão de mantê-la por perto sob aquela justificativa.
Embora nunca tenha carregado o sobrenome do pai, ele garantiu que nada faltasse financeiramente, e ela cresceu cercada por oportunidades que muitas pessoas jamais teriam. Jackie nunca sentiu grande culpa por aceitar esse apoio; prefere enxergar isso como uma obrigação dele, não como um privilégio dela.
Desde criança, demonstra um interesse genuíno por esportes. A mãe chegou a acreditar que aquilo era apenas uma tentativa inconsciente de se aproximar do pai, mas o fascínio permaneceu mesmo quando ela começou a rejeitar qualquer associação com ele. Não importava a modalidade: ela adorava assistir jogos, discutir estratégias e entender o que separava uma equipe vencedora de uma equipe comum.
Seu maior conflito é tentar provar para si mesma que não é como o pai. O problema é que, quanto mais determinada ela fica em construir o próprio caminho, mais percebe certos traços dele aparecendo em suas escolhas. Guarda o segredo desse parentesco sob quatro chaves, morre de medo que alguém descubra e associe as conquistas dela ao genitor.
Faz parte do jornal da universidade e assina uma coluna esportiva que divide opiniões no campus. Os textos costumam ser elogiados pela qualidade da análise e criticados pela falta de delicadeza. Jackie acredita que está apenas sendo honesta, mas nem todo mundo concorda. Já entrou em conflito pelas críticas publicadas em suas matérias, afinal, às vezes ela é bruta demais com algumas palavras.
Também participa da produção da rádio, onde ajuda a desenvolver pautas, coberturas e debates relacionados aos esportes do campus. É mais confortável trabalhando nos bastidores do que sendo o centro das atenções.
EXTRAS
Antes de iniciar a faculdade, teve um gap year no Canadá atuando como voluntária em uma equipe de futebol feminina juvenil.
No segundo ano da faculdade, fez um intercâmbio em Madrid para acompanhar o projeto da equipe de base de basquetebol. Acabou atrasando algumas disciplinas por isso, mas valeu a pena pois ficou encantada com a experiência! Adorou ter aumentado seu currículo na área esportiva e melhorado o espanhol.
Não gosta que a chamem pelo primeiro nome, sente que estão brigando consigo, poucos tem permissão para chamá-la assim.
Vermelho é sua cor favorita e marca registrada.
Odeia favoritismos e privilégios no mundo acadêmico e esportivo, Embora às vezes não perceba os próprios.
Joga vôlei pela universidade principalmente porque gosta da modalidade e da sensação de estar em movimento. Diferente do jornalismo, o esporte nunca foi um projeto de carreira para ela. É um espaço onde consegue desligar a cabeça por algumas horas.
Quando gosta de alguém, tende a demonstrar interesse ajudando de forma prática, oferecendo soluções ou tentando resolver problemas. É muito mais fácil vê-la fazendo algo por alguém do que ouvindo-a falar sobre sentimentos.
É viciada em chá verde.
Mantém uma pasta escondida com tudo o que a imprensa já publicou sobre o pai.