Rufem os tambores porque 𝗣𝗥𝗜𝗠𝗥𝗢𝗦𝗘 𝗔𝗡𝗡𝗘𝗟𝗜𝗦𝗘 𝗕𝗔𝗟𝗗𝗪𝗜𝗡 acaba de entrar no campus da Briar University! Na ficha de inscrição consta que têm 𝟮𝟰 𝗔𝗡𝗢𝗦, 𝗖𝗨𝗥𝗦𝗔 𝗕𝗜𝗢𝗟𝗢𝗚𝗜𝗔, e irá morar no 𝗗𝗢𝗥𝗠𝗜𝗧𝗢𝗥𝗜𝗢 𝗗𝗘 𝗛𝗨𝗠𝗔𝗡𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘𝗦, quarto 𝟮𝟬𝟳! Aqui não encontramos informações extracurriculares… mas dizem que poderá fazer 𝗣𝗔𝗧𝗜𝗡𝗔𝗖𝗔𝗢 𝗔𝗥𝗧𝗜𝗦𝗧𝗜𝗖𝗔 𝗦𝗜𝗠𝗣𝗟𝗘𝗦! No off do campus, é conhecida por ser 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗟𝗜𝗚𝗘𝗡𝗧𝗘 e 𝗠𝗜𝗠𝗔𝗗𝗔! Espero esbarrar com 𝗘𝗟𝗔 nos corredores, afinal, é igualzinha à 𝗘𝗟𝗟𝗘 𝗙𝗔𝗡𝗡𝗜𝗡𝗚!
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𝐢. 𝗖𝗛𝗔𝗣𝗧𝗘𝗥 𝗢𝗡𝗘 :﹙𝒫𝐞𝐫𝐟𝐢𝐥﹚
nome: primrose annelise baldwin.
apelidos: prim, princesa, rosie.
pronomes e idade: ela/dela, 24 anos.
data de aniversário e signo: 02 de jul de 2002 (câncer)
gênero e orientação sexual: mulher cis, lésbica
alinhamento: bom caótico.
temperamento: sanguíneo e melancólico
status: solteira
traços positivos: riso fácil, gentileza, esforço, inteligência, proatividade, resiliência.
traços negativos: melancolia sazonal, amargura, insegurança.
ocupação e atividades extracurriculares: estudante de biologia e patinação artística simples.
cidade natal: massachusetts, estados unidos.
religiao: agnóstica.
personalidade: ambivertida
inspo:
temas de interesse: crack, enemies to lovers, angst, romance, rivalidade saudável e não saudável, fluffy. (só não aceito turnar smut, talvez se for por hc)
𝐢𝐢. 𝗖𝗛𝗔𝗣𝗧𝗘𝗥 𝗧𝗪𝗢 : ﹙ℋ𝐞𝐚𝐝𝐜𝐚𝐧𝐧𝐨𝐧𝐬﹚
﹙⋆﹚ ─── O principal motivo para ter escolhido se matricular na faculdade de biologia não foi por ser um sonho fofo de infância — a desculpa mais comum que usava sempre que alguém lhe questionava suas motivações para estar ali, mas sim seus pais, um neurocirurgião e uma anestesista, ambos de grande renome. Eles queriam e precisavam que sua filha mais nova seguisse seus passos depois que sua filha mais velha, Megan, decidiu que preferia viver loucamente a base de drogas e bebidas e fugir com o namorado para sabe-se lá onde.
E não podia ser de forma alguma ignorado o fato da família Baldwin ser essencialmente uma família de médicos há décadas. Então seria uma grande vergonha, além de ser péssimo para sua reputação que já estava por um fio, que Primrose, sua atual herdeira, se desviasse desse caminho logo agora que o escândalo da fuga de sua irmã estava prestes a se espalhar. Se acontecesse, eles definitivamente não conseguiriam fugir do ostracismo social.
E é claro que Prim não conseguiu arranjar coragem o suficiente para dizer que nunca havia pensado em medicina ou em qualquer outra área da saúde, de qualquer forma era cômodo e confortável seguir o que eles queriam então tudo bem, ela poderia lidar com isso. Embora ainda fosse bastante irritante tê-los ditando o tempo inteiro o que deveria fazer ou não de sua vida.
﹙⋆﹚ ─── Havia uma lista quase infinita de esportes que praticava desde a infância. E patinação artística era uma delas, além de ser sua atividade favorita para fazer e a que tinha o melhor desempenho. Começou a participar de competições aos sete e ganhar medalhas aos nove, e desde então nunca parou. Nessa época toda a pressão e obrigação de ser médica ainda ia para sua irmã mais velha, Megan, então tinha muito mais liberdade do que ela para seguir a carreira que bem entendesse. Bom, até a irmã sumir no mundo sem dar satisfação, agora a atenção de seus pais estava toda voltada para si, e ser patinadora artística já não era mais uma opção e sim um sonho bobo que deveria deixar para trás porque segundo sua mãe “não era mais criança” e deveria agir como a adulta que era. Mesmo assim, a primeira coisa que fez ao se inscrever na universidade foi entrar para o time de patinação, porque mesmo que não pudesse mais viver disso, ainda poderia aproveitar um pouco, antes de ter que assumir responsabilidades que nunca quis ter. Se ela iria fazer tudo que os pais queriam eles ao menos lhe deviam isso.
﹙⋆﹚ ─── Ser uma das populares do campus nunca foi intencional — até porque sempre foi tímida, diferente da irmã que era sociável e extrovertida, mas aconteceu antes mesmo que Primrose pudesse perceber e pedir para parar. Agora tem uma espécie de fã clube, composto tanto por garotos que ainda esperam por uma chance e garotas que querem ter o posto de sua melhor amiga. Isso faz com que a maioria de suas relações seja de interesse, ela sabe que estão com ela apenas porque é vantajoso e não porque realmente querem ser amigos dela. E isso por si só é bastante frustrante. A falta de relações verdadeiras impede que consiga ser ela mesma, afinal quem ia querer saber da garota nerd que ama conversar sobre jogos, mangás e que ainda dorme abraçada com sua pelúcia de infância porque só assim consegue dormir direito? Isso mesmo, ninguém. E quanto a personalidade confiante e quase mimada que ostenta pelos corredores do campus? Tudo mentira, aquela garota não existe.
﹙⋆﹚ ─── Está totalmente fora do estereótipo de loira burra e só de alguém sequer supor isso já a ofende profundamente. Porque se tem algo do qual se orgulha bastante é de ser inteligente e saber responder qualquer pergunta que seus professores lhe façam durante as aulas, porque qual era o sentido de ser rica se não poderia usar isso para aumentar ainda mais seu repertório acadêmico? E as notas de seu boletim eram um grande indicativo disso, uma vez que não são nada além de impecáveis. E não há nada que ela adore mais do que quando seus professores a usam de exemplo para o restante dos alunos. Porque sim, ela prospera com a validação acadêmica.
﹙⋆﹚ ─── Só teve um namorado em toda sua vida, mas o relacionamento não durou nem mesmo um ano inteiro. Não era que o garoto fosse chato ou algo assim, na verdade ele era bem doce e compreensivo com todas as duas questões, mas não importava o que ele fizesse, Primrose simplesmente não conseguia se sentir verdadeiramente atraída por ele — talvez nem tivesse aceitado seu pedido se não fosse por sua mãe lhe dizendo que deveria.
Até que um fatídico dia seu namorado a convidou para conhecer os pais dele — o que ela aceitou por pura pressão, e como se sua situação já não estivesse péssima veio a última pá de terra em cima de si: conheceu a irmã mais velha de seu namorado que por coincidência tinha acabado de chegar de uma viagem ao Japão. E sim, Primrose se encantou por ela e não, não foi o tipo de encanto platônico que você sente quando simplesmente admira alguém. Depois disso o relacionamento só foi afundando cada vez mais, foram inclusive parando de se ver porque a loira sempre arranjava uma desculpa quando ele a convidava mesmo que fosse apenas para dar uma volta — uma hora era seu gato inexistente que estava doente, outra estava ocupada ajudando a mãe a preparar o jantar sendo que tinham uma cozinheira só para isso, mentiu tanto que quase ficou ficou sem desculpas. E não se falavam nem mesmo na faculdade porque ela fugia toda vez que o via minimamente perto, uma atitude bem infantil, por sinal. Eventualmente teve de ser sincera consigo mesma sobre sua atração por mulheres, e como consequência encerrou o relacionamento sem dar muitas explicações, é claro, porque mais uma vez não conseguiu encontrar coragem para contar ao agora ex que era lésbica e estava apaixonada pela porra da irmã dele. É, ela era definitivamente a vadia mais covarde e cruel do mundo inteiro, mas o que poderia fazer?
﹙⋆﹚ ─── Apesar dos pesares, é sim uma pessoa fácil de se conviver — se você não for o ex dela, é claro. Além de ser muito fácil de agradar, basta apenas fazer algumas piadinhas cronicamente online, lhe convidar para um sorvete depois da aula, ser gentil e pronto! Automaticamente Primrose já começou a gostar de você e isso vale para o contrário também, se alguém tiver uma atitude minimamente babaca e que lhe dê uma sensação de possível redflag ela vai automaticamente se afastar e evitar interações, podendo até ser um pouco rude se a pessoa em questão não entender o recado e continuar a tentar uma aproximação. Ela odeia pessoas sem noção, e infelizmente está rodeada de muitas delas.
𝐢𝐢𝐢. 𝗖𝗛𝗔𝗣𝗧𝗘𝗥 𝗧𝗛𝗥𝗘𝗘 : ﹙𝒫𝐞𝐫𝐬𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞﹚
𝒞𝐨𝐧𝐞𝐱𝐨𝐞𝐬 𝐫𝐞𝐪𝐮𝐞𝐫𝐢𝐝𝐚𝐬 . . .







