Trampo foda da Samantha Machado ft. Mandrágora com participação especial da Bivolt no clipe

Love Begins
d e v o n
wallacepolsom
Misplaced Lens Cap

Janaina Medeiros
Lint Roller? I Barely Know Her

#extradirty

★

titsay
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Sweet Seals For You, Always
No title available
Keni
AnasAbdin
Show & Tell
Not today Justin
Game of Thrones Daily

PR's Tumblrdome
NASA
Claire Keane
seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States
seen from Saudi Arabia
seen from Brazil

seen from Brazil

seen from United States
seen from Lithuania

seen from Singapore
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
@sominas-e-music
Trampo foda da Samantha Machado ft. Mandrágora com participação especial da Bivolt no clipe
Jinwar: uma vila de mulheres em Rojava
Por cinco mil anos, as mulheres têm reconquistado seus valores. Elas têm carregado a resistência e lutado para que nossos valores não sejam perdidos. No Curdistão, no solo da Mesopotâmia, as mulheres curdas, tão criativas, se organizaram pela emancipação das mulheres novamente. Milhares de mulheres, baseadas na união, seguiram por esse caminho. Esses valores foram criados mais de oito mil anos atrás no planeta Terra. Hoje, temos nos reunido para fazer esses valores emergirem na história com mulheres organizadas, conscientes, mulheres que constroem o futuro com suas próprias cores, com seu próprio sistema, sua justiça e sua equidade, que fará nascer vida nova nesse solo.
- Construir uma vila como Jinwar requer muito esforço, é um projeto difícil. Nós experimentamos a guerra e para cá viemos com mulheres de diversas nações, discutimos sobre as dores das mulheres, pudemos compreender melhor umas às outras, sentir nossas dores, compreender nossas feridas. Mas se sentir sozinha não basta. Por isso uma vila de mulheres se tornou nosso lugar, para que a partir daí possamos caminhar com nossas próprias pernas e viver nossas vidas.
- Eu sou mãe de Seid Mazlums, meu nome é Heval Cihan, da cidade de Derbesiye. Estou organizada com a Fundação das famílias Mártires, que é como um conselho. Como parentes das Mártires, nós participamos dos trabalhos femininos na vila das mulheres.
- Na vila, a liberdade tomará forma pois as mulheres vêm sem homens. Quando vivemos com homens, somos oprimidas, trancadas dentro de casa, cheias de pressões que os homens nos impõem. Mas quando estamos entre nossas semelhantes, então há liberdade, e com a liberdade, há beleza.
- No início, quando ouvi falar em uma vila exclusiva para mulheres, achei estranho. Mulheres confiando suas vidas umas às outras? Era estranho pra mim. Mas mulheres podem fazer tudo. Temos gana.
- Aqui podemos cultivar jardins e plantar árvores.
- Por que tem que haver espancamento e opressão? Por quê? Por isso é que construímos uma vila só de mulheres. Uma vila que carrega o nosso nome.
- A vida das crianças será ótima. Elas terão o amor de suas mães, honestidade, paz, não haverá ódio, guerra, liderança. Sem a diferença entre homens e mulheres todo mundo será igual, os pensamentos serão transformados.
- Os homens sempre exploram o trabalho das mulheres, escravizam mulheres. Hoje alcançamos um nível em que os homens não podem roubar os frutos dos trabalhos femininos. Essa mentalidade finalmente será superada. Essa mentalidade não permanecerá e as mulheres serão bem-sucedidas. Nós, mulheres curdas, enviamos um apelo a todas as mulheres: todas precisam participar com seus próprios pensamentos, sua filosofia, sua ecologia nessa vila e apoiá-la. Mulheres, construam essa vila, tragam mulheres para ela.
- Meu sonho é que as mulheres vivam uma vida em comum juntas para determinar suas próprias regras, vivendo sua própria moral, para construírem sua autodefesa juntas, para ensinar umas às outras, cuidar elas mesmas de suas crianças. Não apenas as curdas, mas todas as mulheres. As mulheres despertencidas, que estão sozinhas. A vila é aberta a todas, todas são aceitas. A origem não importa, o que importa é que sejam mulheres.
Mulher! Vida! Liberdade!
A terra sem homens: por dentro da uma comunidade do Quênia onde só é permitida a permanência do sexo feminino.
Quem disse que manjar de matemática é "coisa de menino"? Isso de "coisa de menino" × "coisa de menina" é que é "ideologia de gênero". É o que precisa ser abolido da educação, da saúde, da psiquiatra, psicologia e do pensamento comum da "família tradicional brasileira". O gênero. O conservadorismo ensina que os homens são a cabeça (razão / decisões) e as mulheres o apoio da cabeça (corpo/mãos para fazer comida / cuidar de crianças / limpar a casa). Ou seja, as mulheres, de acordo com o pensamento conservador, são naturalmente "desmioladas", o que não é verdade. É essa mentira que sustenta tanta desigualdade. Homens não são mais inteligentes, não têm mais facilidade pra matemática do que mulheres. Natural é todo ser humano, independente de sexo, se interessar pelas ordens numéricas que regem o universo. A gente não se interessa não porque matemática é uma coisa chata de se aprender, e sim porque se ensina matemática de um jeito que fica quase impossível gostar dela. Isso pode ser mudado. Vamos mudar o mundo, meninas?
“Pro gringo vendem festa, cada pedaço da floresta.”
“Eu tenho um plano parceiro. Todo plano real envolve dinheiro. Fazer devolver tudo o que é nosso por direito. Depois aposentar minha mãe mais cedo. Enriquecer os pobres, cobrir de cobre ao contrário do que fez Macedo.”
Você já ouviu falar na indústria de laudos psicológicos falsos que visam diagnosticar crianças com “problemas mentais” para proteger pais estupradores da punição? Não?
Então assista a esse vídeo até o final, saia da apatia e venha para o lado certo da história. Posicione-se!
“O mundo gira e passa por aqui”. Pega a visão!
Palestrantes:
Maria Carolina Bissoto: Advogada, especialista em Direito Constitucional pela PUC-Campinas, foi pesquisadora júnior da Comissão Nacional da Verdade, exercendo seu cargo junto à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo "Rubens Paiva".
Célia Silva Coqueiro: Filha de Aderval Alves Coqueiro e Isaura Silva Coqueiro, sua familia foi para o exilio em 1971 após o pai banido ter sido morto no Brasil. Moraram no Chile e em Cuba, retornaram ao Brasil em 1979 com a decretação da Anistia. Como filha de militante político que fez resistência à Ditadura militar de 1964 sofreu as consequências ainda nos primeiros anos de vida.
Nota de fortalecimento à organização da Caminhada Lésbica
Tribadismo* é uma panaceia ancestral e vale o risco” - Cheryl Clarke
Em um contexto de crise política provocada pela extrema direita, faz-se necessário que nós, mulheres, em especial mulheres lésbicas, expressemos total apoio às mulheres que dedicam seu tempo – que sabemos ser escasso para o sexo feminino devido à dupla ou tripla jornada – à resistência antipatriarcal. A resistência antipatriarcal é histórica no movimento lésbico apesar de essa história ter sido suprimida, impedindo-nos de acessá-la. Valorizar a dedicação das mulheres às causas sociais não é, ainda, uma cultura entre nós. A rivalidade, um dos atributos da feminilidade, infelizmente, ainda é uma marca característica entre as mulheres, inclusive no meio lésbico. E ela é perpetuada até mesmo entre as lésbicas que não performam feminilidade estética. Nenhuma de nós escapa ao sistema que nos empurrou para nos percebermos como rivais. A rivalidade feminina é um estereótipo que, de tão repetido pelas mídias e incentivado dentro dos lares para que mães e filhas não se unam contra pais agressores, se tornou uma realidade. Realidade fabricada não deixa de ser realidade. A realidade precisa ser nomeada para que o problema seja solucionado. Nomear um problema é o passo número um para solucioná-lo. Não existe outro começo possível. A linguagem é ferramenta de poder. Nós precisamos tomar posse dessa ferramenta em nosso favor, contra a síndrome de propriedade dos homens.
A rivalidade nos impulsiona mais à crítica do que à construção coletiva. É um comportamento autodestrutivo que mina a possibilidade de organização antipatriarcal. Principalmente, ela nos invisibiliza entre nós. Invisibiliza o valor de nossos trabalhos, de nossa dedicação, de nossa resistência, favorecendo, assim, o patriarcado, que suprimiu a história lésbica e continua tentando, incansavelmente, suprimi-la. Seja com violência explícita ou violência simbólica, o patriarcado tenta suprimir a ancestral história lésbica de resistência sexual. Quando uma lésbica não consegue enxergar o valor da resistência de outra lésbica, temos um problema interno que precisa ser debatido à exaustão até que seja solucionado. A história de contracultura sexual das mulheres lésbicas é perigosa para o poder de propriedade dos homens. O poder de propriedade dos homens existe e seu nome é pátrio poder. Toda mulher lésbica, para ser lésbica, enfrenta o poder de propriedade paterno e a obrigação do casamento heterossexual, fugindo, assim, de ser propriedade de um homem. Mulheres lésbicas são assassinadas nesse processo. Mães lésbicas são assassinadas dentro ou fora de suas casas por serem mães que, além de se recusarem a pertencer a um homem, ainda ousaram viver suas vidas junto de outra mulher. O lesbocídio, no caso, é uma punição que nos lembra que, se não nos submetermos à condição de propriedades, podemos ser assassinadas.
Ainda que o pai e o marido obrigatório não estejam presentes na vida das lésbicas, o fantasma e o estigma social de propriedades masculinas, reproduzidos socialmente por meio da lesbofobia dentro dos lares, nas ruas e ambiente de trabalho, pressionam as lésbicas às normas heterossexuais, que foram criadas e perpetuadas pelo elo entre o poder da igreja, dos médicos – principalmente psiquiatras - e da família. A correção das lésbicas é sistemática, mas como pouco discutimos sobre isso, ela segue naturalizada. Essa naturalização, que não é culpa de nenhuma mulher lésbica, abre brecha para masculinistas se apropriarem de nossas narrativas, distorcendo-as e nos esvaziando politicamente, distanciando lésbicas da história lésbica de resistência sexual. Nós somos sistematicamente corrigidas para atendermos às expectativas reprodutivas – ou seja, heterossexuais - da sociedade patriarcal, o que leva muitas de nós ao suicídio. O estigma de ser propriedade de alguém e não um ser humano com direito de ir e vir e de existir, para algumas mulheres, é compreensivelmente insuportável. Não temos tido o apoio umas das outras nesse processo de resistência à correção de nossas existências porque estamos programadas para a naturalização da cultura do estupro e para a rivalidade, que impede a luta contra essa naturalização, impedindo-nos de enxergarmos o valor umas das outras. A rivalidade não é incentivada somente pela mídia e dentro dos nossos lares. Ela está infiltrada e se fazendo de amiga dentro do nosso próprio movimento enquanto nos coloca umas contra as outras.
Sabendo disso, e sabendo, principalmente, do esforço descomunal que muitas mulheres lésbicas realizam para a construção da Caminhada Lésbica, organizando eventos em espaços diversos, no centro e nas periferias, dialogando com mulheres lésbicas de diferentes – e divergentes – posicionamentos políticos e principalmente se mostrando vanguarda do movimento feminista ao contemplarem o apoio ao exercício político das mães, oferecendo creche para que todas possam participar, a SóMinas #Herstorytelling, primeira produtora de conteúdo artistico com foco em direitos reprodutivos do Brasil, decidiu escrever essa nota de fortalecimento em face aos últimos acontecimentos, que não são tão novos assim. O problema que as lésbicas vêm enfrentando há anos com a presença de masculinistas colonizando nossos espaços não pode ser percebido como culpa da organização da Caminhada Lésbica. A culpa pelas violências masculinas é somente de quem as comete. Não saber como lidar com elas não é culpa de nenhuma mulher. É responsabilidade de todas nós, juntas. Só as organizadoras sabem o que é resistir nesse contexto. Existem muitos interesses conflitantes na organização da Caminhada Lésbica, que é construída tanto por mulheres militantes de partidos políticos quanto por mulheres anarquistas. Não é fácil resistir aos interesses dos partidos políticos nesses meios, pois o modus operandis da militância partidária é o da disputa por poder, não o da auto-organização. Alguns anos atrás, a organização da Caminhada Lésbica, liderada por mulheres lésbicas negras, fez muito bem em romper com o apoio da prefeitura para não ser cooptada por partidos e interesses que não são os das mulheres lésbicas. Essa resistência à apropriação precisa ser mencionada, valorizada e aplaudida. Há muito o que se aplaudir em relação à organização da Caminhada Lésbica e não vai ser a presença de masculinistas tomando os nossos espaços que vai nos impedir de nos orgulharmos do que já foi feito até hoje por mulheres lésbicas que, mesmo com pouco tempo e muitos problemas pessoais, se recusam a ficar somente olhando a história se desenrolar e participam ativamente dela para mudar seu curso, ainda que limitadas pela violência e perseguição masculinistas.
Dito tudo isso, como não poderia deixar de dizer, acreditar na ideia de “pênis lésbico” é ingenuidade, falta de acesso à história ancestral de resistência lésbica às normais heterossexuais-reprodutivas e naturalização do estupro corretivo de lésbicas. A organização da Caminhada Lésbica não tem culpa da permanência de masculinistas nos nossos espaços. Se queremos mudar a realidade, nós precisamos nos propor a lutar por isso, e não é sentada em frente a um computador, criticando quem está se movimentando, que isso poderá se materializar. Mulheres lésbicas, tomem seus lugares na resistência antipatriarcal. Insiram seus corpos nessa história, muito mais do que as palavras críticas. Cuidemos umas das outras, de nossas memórias, de nossa ancestralidade e façamos a nossa parte para que nenhuma mulher lésbica seja invisibilizada por masculinistas que se dizem lésbicas.
Sejamos visíveis umas para as outras e aprendamos a reconhecer nossos valores!
* Tribadismo significa “ela que roça” e faz referência a uma prática sexual entre duas mulheres em que elas se apoiam os corpos e pactuam peitos com peitos, vulva com vulva, e começam a contorsear-se, esfregando-se mutuamente os clitóris até chegar ao orgasmo simultâneo. Leia mais sobre tribadismo clicando aqui.
A força que essa mãe precisa ter me destroça por dentro. Revogação da Lei da Alienação Parental e da Guarda Compartilhada Obrigatória já!
Congresso argentino debateu hoje a despenalização do aborto.
Assista ao terceiro episódio da série documental Tech Girls produzida pela Samsung. Parabéns Andrea Naccarati de Mello, diretora de marketing da Samsung, pela brilhante campanha. PLAY!
FICHA TÉCNICA
Cliente: Samsung
Agência: Isobar Brasil
Criação e Produção de Conteúdo Executiva: The Story Lab
Título: Tech Girls
Produto: Institucional
Aprovação: Andrea Mello, Juliana Martins
Criação e roteiro: Vivian Lagua
Criação e Produção Executiva: Luciana Mendes
Diretor de Criação Executivo: Andrea Siqueira, Douglas Kozonoe, Camila Moletta
Redator: Thomás Davini, Lucas Vieira (Madu)
Diretor de Arte: Thiago Grossi, Rafael Barbaroti (Tchuli)
Motion Design: Fabio Del Rio, Francisco Martins
Connections Strategy: Camila Lima, Daniela Altenfelder
Audience Strategy: Bruna Bosco, Beatriz Sá, Beatriz Vignoto
Negócios: Carol Escorel, Camila Alvarenga, Renata Ribeiro
Projetos: Marcus Martins, Bianca Paiva, Priscyla Castilho
Produção RTV: Juliana D’antino, Murillo Moretti
Comunicação: Marina Tunes
Produtora de vídeo: Spray Filmes
Diretora: Judith Belfer
Assistente de direção: Ana Rios, Larissa Pamela de Andrade
Fotografia: Fernanda Frazão, Julia Equi, Michele Diniz.
Produtora Executiva: Gabriela Boghosian
Diretora de produção: Tarcila Roskosz Villa e Juliana Salviano Loureiro
Assistentes de produção: Mariana Cristina Bortolotti e Sara de Rizzo Avanci
Técnica de som: Maria Clara Cervantes
Logger: Milena Fernanda Hage e Tamiris Soares Inô
Coordenadores de produção: Maeve Cabral Corona e Fernando Contreras
Assistentes de coordenação: Daniela de Oliveira e Daniel Bento Borges
Maquiadora: Sulamita Pereira Dancuart
Montadoras: Fernanda Krajuska, Daniela Ribeiro Guimarães e Livia Massei
Produtora de áudio: Sonora
Bivolt mandando um freestyle na Avenida Paulista.
A Coletiva Matinta lançou uma série em quadrinhos para promover a educação sexual de meninas de um jeito lúdico, didático e muito eficaz. Acesse o blog para conferir as duas tirinhas que já foram lançadas.
Uma rainha é uma rainha, né, mores.
Showzão, só minas no palco!