Cosimo Galluzzi
art blog(derogatory)

No title available
Acquired Stardust
cherry valley forever

pixel skylines
Jules of Nature
Alisa U Zemlji Chuda
No title available

Origami Around
wallacepolsom

oozey mess
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
No title available
AnasAbdin
will byers stan first human second

祝日 / Permanent Vacation
noise dept.

izzy's playlists!
Monterey Bay Aquarium

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Germany
seen from United Kingdom
seen from United Kingdom

seen from Singapore
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from Canada
seen from Germany
seen from United States

seen from Germany
seen from United States

seen from Germany

seen from Malaysia

seen from Singapore
@soutexto
a verdade é que você não tem medo que dê errado porque você já sabe como lidar com o fim o que te apavora mesmo é a possibilidade de dar certo de ter alguém que realmente fique e que te ame e cuide de você. porque você não sabe o que é dar certo, e acha que não merece esse tipo de amor. mas eu te digo: você também merece, você mais do que ninguém também é digno de viver algo lindo. céu de júpiter
“você me confundia
e eu chamava isso de amor.”
_ soutexo
Às vezes acho estranho pensar, que existe alguém vivendo dentro de mim, alguém tão pequeno que ainda cabe no silêncio entre uma respiração e outra.
Um bebê minúsculo, tocando as paredes do universo. Como quem diz: " ei, mãe... eu tô aqui "
E Deus…
como isso muda tudo. Porquê de repente o mundo continua igual , mas você não.
Você atravessa ruas sabendo que carrega um coração que não é o seu. Você dorme acompanhada. Chora acompanhada, Até o silêncio agora respira.
Tem algo poeticamente assustador em perceber que seu corpo virou abrigo. E talvez seja isso a maternidade no começo, amar alguém que você ainda nem viu direito, mas reconheceria em qualquer dimensão do universo.
- soutexto
“Por que dói, em ?
Por que o amor machuca assim, como se tivesse levado embora partes que ainda eram minhas?”
- soutexto
Desde que eu era pequena, o mundo sempre fez mais sentido entre as linhas de um livro. Eu vivia inventando histórias, traçando destinos, brincando de ser a dona de narrativas que não eram minhas. O papel aceitava tudo, mas a vida real... ah, a vida real cobra um preço alto por cada vírgula que a gente decide mudar de lugar.
Nesses últimos meses, tenho reescrito a minha própria trajetória de forma tão rápida que, às vezes, até eu perco o fôlego. Quando achei que já tinha vivido a maior virada de enredo da minha vida, descobri que estava enganada.
O universo tem um senso de humor peculiar. Logo quando a gente acha que estabilizou a narrativa, que alcançou o ápice do capítulo, vem um novo chamado. Um daqueles que exige que você faça as malas, atravesse um oceano e assine um compromisso com o desconhecido por anos.
Foi uma escolha difícil. Daquelas que dão um frio paralisante no estômago e fazem a gente questionar se realmente dá conta do recado. O medo do novo sempre sussurra no ouvido.
Mas a menina que passava horas lendo e escrevendo no quarto não me perdoaria se eu recuasse. Ela sonhou alto demais para que eu ousasse frear justo agora, com o passaporte na mão e todas as portas escancaradas à minha frente.
Eu passei a minha vida inteira construindo reviravoltas, desenhando a coragem dos outros e arquitetando finais que mudam tudo. Chegou a hora de ter a coragem de viver o meu próprio roteiro.
O próximo capítulo vai ser escrito longe daqui. E, pela primeira vez, eu não faço ideia de como a história termina. Mas estou pronta para escrever cada página.
- soutexto
"E se...? Essa é a única pergunta que importa. 'E se' é uma porta que eu nunca sei se quero abrir. Mas abro. Sempre abro. Eu olho para o cursor piscando e ele me desafia. Ele sabe que eu estou com medo de que a próxima frase não seja boa o suficiente. Mas ele continua piscando, como um coração que se recusa a parar. Então eu digito a primeira letra. E a segunda. E 'e se' vira 'e foi'."
- soutexto
eu ficaria
mil vezes
se fosse sempre você...
- soutexto
Dizem que as coisas terminam. Que o amor acaba, que os ciclos se fecham. Mas a palavra "acabar" me soa cirúrgica demais, limpa e domesticada. Finais raramente são cortes precisos de bisturi, eles são desbotamentos. O amor não desaba de uma vez como um prédio implodido. Ele sofre de infiltrações invisíveis. Goteja. Perde a temperatura, a urgência, até que um dia você acorda e percebe que está habitando uma casa de cômodos ocos, onde o eco da sua própria voz é a única coisa que responde.
Hoje eu tropecei em um escombro. Um fragmento de tempo congelado sob a luz de janeiro. Um instante estático, pacífico, onde a ruína já estava desenhada nas entrelinhas, mas ainda havia a teimosia em pintar as paredes descascadas. O contato com esse fragmento causa um solavanco inegável no peito. A clássica síndrome do membro fantasma, a parte amputada que, diante de uma mudança de clima, de repente volta a latejar.
E aí a gente se questiona com aquela perplexidade inevitável, o amor morre?
Ouso dizer que a resposta é mais cruel do que um simples "sim". O amor não morre de morte súbita, ele transmuta. Ele apodrece em costume, dilui-se em covardia, congela em inércia e, por fim, fossiliza em memória.
E memórias são pedras muito estranhas. Você jura que elas esfriaram, que não passam de pesos mortos no fundo de um arquivo qualquer. Até que o acaso te obriga a segurar uma delas, e ela inexplicavelmente queima. A crueldade de uma fotografia é a sua teimosa imunidade ao futuro. Aquele instante capturado não fazia a menor ideia do abismo que o engoliria logo adiante. A imagem repousa ali, intacta, alheia ao fato de que do lado de fora da moldura tudo já virou cinza.
Finais não exigem grandes vilões, nem culpas atiradas ao vento. Finais definitivos acontecem pelo esgotamento das estruturas, quando a permanência exige um esforço que a alma já não dá conta de sustentar.
O amor acaba? Sim. Mas é com o tempo, ele cumpre o seu percurso e silencia. Olhar para trás, deparar-se com um instante congelado e sentir esse breve aperto não invalida o adeus. É só a prova visceral de que a experiência foi absurdamente real antes de virar ruína. E de que as paredes desmoronadas também fazem parte do que constrói quem somos depois da poeira baixar..
- soutexto
“é você…
e eu nem preciso pensar muito.”
- soutexto
“amar você é leve…
e eu nem sabia que podia ser assim.”
- soutexto
“é bonito quando alguém fica…
sem você precisar pedir.”
- soutexto
“eu só queria reciprocidade…
não um esforço unilateral disfarçado de amor.”
- soutexto
“eu fiquei…
mesmo quando já não tinha mais motivo.”
- soutexto