Isso, senta. Vai lá acreditar nesse Estado...
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Isso, senta. Vai lá acreditar nesse Estado...
''A pergunta soa quase absurda, mas eu me sinto na obrigação de fazê-la: Diante de tudo o que aconteceu , você ainda será capaz de se apaixonar? A proximidade do fim carrega um quê de egoísmo: é uma luta que se trava a sós. Não seria o amor, do seu ponto e vista, um capricho típico de um homem de que, por estar distante da morte, ainda vive a ilusão da eternidade?''
"Acho que foi Michel de Montaigne quem disse que não existem duas opiniões iguais. Isso devia ser verdade no século XVI. Quinhentos anos depois, é cada vez mais difícil escutar algo que não seja uma diluição mequetrefe do pensamento alheio. É um fenômeno complexo, que envolve probabilidade estatística e vagabundagem intelectual. Opinar deixou de ser um ato criativo. Já nem mesmo é uma escolha: aos poucos, o ato de abrir a boca e dizer o que se pensa transformou-se em uma necessidade fisiológica, como espirrar ou ir ao banheiro. Opina-se para o nada, pelo simples prazer de fazer ecoar a própria sabedoria, o que me faz imaginar o que aconteceria se um dia, por algum motivo neurológico ou sobrenatural, fôssemos impedidos de manifestar opiniões. Massacres. Quebra-quebras. Suicídios em massa. O mundo entrando em colapso, agônico e afônico."
"Ocorre-nos , ás vezes, encontrar pessoas geralmente desconhecidas, que nos inspiram um interesse instantâneo, à primeira vista antes mesmo que possamos trocar uma palavra com elas."
Crime e castigo
Os mesmos sintomas.
Mas o exame revelou que não tinha febre, nem dor em nenhuma parte, e a única coisa que sentia de concreto era uma necessidade urgente de morrer. Bastou ao médico um interrogatório insidioso, primeiro a ele e depois à mãe, para comprovar uma vez mais que os sintomas do amor são os mesmos do cólera. - Gabriel Garcia Marquez in “O Amor nos Tempos do Cólera”
Nunca teve pretensões a amar e ser amada, embora sempre nutrisse a esperança de encontrar algo que fosse como o amor, mas sem os problemas do amor.
Gabriel Garcia Marques em “o amor nos tempos do cólera” (via direamore)
É tudo faz de conta, não é?
Diego Vínicius. (via my-dearest-dreams)
Você é o fantasma eterno do que uma vez existiu.
Band Of Horses. (via iwillcarryuhometonight)
“É possível amar e não ser feliz, é possível ser feliz e não amar, mas amar e simultaneamente ser feliz, isso seria milagre.” ”
Honoré de Balzac
Namorar era como comprar um cachorro de porte grande, sem pensar na merda que você teria que limpar.
- Você foi toda madura nas mensagens.
Ser maduro é pra quem não gosta, principalmente sendo mulher. Com algumas exceções nunca foi típico feminino a famosa lógica de partir pra outra e pronto. A gente grita, chora, fica deprimida, algumas até se aventuram a achar sapos e fazer comida quando nunca fizeram, só pra colocar na encruzilhada. Eu simplesmente só desejava que da próxima vez, ninguém me pedisse desculpas, porque ninguém pede desculpas por te fazer feliz e nada muda com uma palavra depois(...)
Não entenda mal, não é uma questão de preguiça, nem comodismos. Os planejamentos parecem muito mais interessantes sem a execução. Os planejamentos não tem distrações, são sem imprevistos.
Eu sei o que quero fazer, mas nada que eu quero tem força suficiente. Eu nunca aprendi a estudar, fazer isso pela primeira vez é como tentar andar de bicicleta logo depois que você caiu. Há uma certa insegurança sobre como me sinto em relação a palavra capacidade.
Então, meu corpo é submetido a uma letargia e uma grande vontade pelo nada, onde tudo que eu penso deixo imediatamente pra semana que vem(…)
(Let me tell you)
A primeira coisa que alguém faz quando leva um pé na bunda, é querer ter o gosto de fazer isso de volta. Dizer que nem uma ‘recalcada’: - Agora que perdeu, vai dar valor. Já perdi as contas de quantas vezes eu li textos e mais textos que pareciam concorrer pra suicida que não tem coragem de se matar. Todos bem ridículos com uma pitada de bom humor, porque todo poderiam virar letras de pagode. A intenção com toda certeza desse pequeno experimento é só fazer uma daquelas coisas da famosa frase “Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Achava que era a Isabel de “Marca de uma lágrima”, eu sempre me preocupava com o amor romântico, embora nunca tenha assistido muito filmes de princesas ou gostasse de filmes com casais apaixonados. Eu só descobri diário de uma paixão quando meu ex-namorado gay colocou pra a gente assistir.
Sei lá, mesmo agora... eu nunca me entendi.
Eu sou uma pessoa muito sentimental. Mas são poucos os que sabem disso.
Querido John. (via viver-r)