o que vc acha do festival ter chamado vcs pra substituir um "artista" do "gênero" musical "trap"?
Que nojo.
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@stellarobards
o que vc acha do festival ter chamado vcs pra substituir um "artista" do "gênero" musical "trap"?
Que nojo.
vai dedicar alguma música para a sua musa inspiradora hui?
Como se todas as músicas que eu faço não fossem para ela.
cara qual foi sua reação ao ser chamada pra tocar no festival? MELHOR como foi tocar la?
Eu achei que alguém estava tirando com a nossa cara ou que era um daqueles emails de vírus e só soube que era verdade mesmo quando a gente subiu no palco para ensaiar pela primeira vez.
Tocar foi... surreal. Acho que foi o melhor show que a gente já fez.
pedir em namoro q eh bom nada ne mas tocar uma musica pra amada é fácil... dito isso musica foda prima parabens tomara q um dia tu namore pprt
Impressionante como se cuida da vida de outras pessoas nessa cidade...
Vocês não sabem de nada.
vc ja estava mandando fazer a classica camisa de SAUDADES ETERNAS para o seu irmão?
Você acha mesmo que eu usaria uma camisa com a cara do Hayden? Não, valeu.
vc já percebeu q sua vida amorosa tá muito melhor que a dos seus dois irmãos juntos? #Stella1stWin🥳
Primeira tá de sacanagem né.
quem vc acha que é o filho fav do seu pai e de sua mãe?
Não aguento a mentira de que eu sou a filha preferida do meu pai quando a resposta óbvia é a Ash para os dois. Sério, coloca eu, o Hayden e ela um do lado do outro. Para, né.
linda como é a rotina da sua casa? quais os prós e contras de morar no antro do caos?
Prós... prós... vish. Acho que o fato de a gente ser vizinho das minhas madrinhas? Mas tem dia que isso é um contra também. Ah! Eu gosto da parede preta.
Os contras pode escolher: a obra constante, os gritos, o Zeki de vizinho, as músicas do Hayden...
se vc pudesse mudar uma coisa sobre o ano que passou o que seria?
Vamos lá, correndo o risco da minha mãe estar escutando: é claro que eu mudaria o acidente do Hayden, a depressão, a quase morte blá, blá, blá.
Eu queria muito ter perguntado o nome da Hui antes.
vc pagou a língua esse ano? se sim de exemplos
É a Ashley que tá perguntando isso né? Menina enxerida.
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
"E qual o problema?" Retrucou meio contrariada, um bico presente em seus lábios. "E daí? Ele gosta! Ninguém fala que você tem baixos demais ou palhetas demais ou qualquer coisa demais." Na verdade pouco ligava para os bonés do pai de Stella - ok, na verdade ela ligava sim, pois era o jeito dela, mas ela gostava também de implicar com a loira. "Não fale assim do seu pai!" Ralhou, empurrando levemente o ombro dela antes de puxá-la novamente para perto, pois nunca conseguia ficar longe. "Hm, sei," riu baixo, pois a respiração dela contra seu pescoço causava cócegas. "Você acha?" Perguntou simples, um sorriso em seu rosto.
“Problema nenhum, amor. Eu acho lindo, só não sou assim.” O polegar de Stella passou pela bochecha esquerda de Hui antes de deixar um beijo carinhoso sobre os lábios dela. Achava tudo sobre ela lindo, talvez nunca tinha enxergado tanta beleza em algo antes de conhecê-la. “Minha mãe com certeza fala.” Revirou os olhos ao imaginar a cena. “Acho,” respirou o aroma mais uma vez e contemplou roubar um pouquinho do líquido quando saísse da casa da morena só para continuar o sentindo mesmo quando Hui não estivesse por perto. “Ei,” chamou de repente, o rosto ainda enterrado no pescoço da morena. “Você promete que nunca mais vai ficar sem me ver?”
"As pessoas demonstram amor de formas diferentes," murmurou baixo, deixando seus olhos se fecharem por alguns instantes ao sentir o carinho de Stella em seu rosto. "É, mas ela é sua mãe e mães sempre falam." Era verdade, sua própria mãe por mais carinhosa que fosse sempre achava algo para se queixar. Estava começando a ficar com sono, estar perto de Stella a acalmava. A fala da loira a fez soltar um riso, seus dedos passando pelos fios dourados da outra. "E quando foi que eu fiquei sem te ver? Você que tem que parar de irritar seus pais e assim ficar de castigo."
Stella sabia que era verdade, que o amor podia ser sentido e demonstrado de diversas formas diferentes, mas a verdade é que só realmente começou a entender isso depois de Hui. Foi a partir dela que suas palavras se tornaram mais doces e seu toque mais carinhoso, Stella nunca quis ser só algo passageiro para a outra. “Infelizmente.” Murmurou irritada apesar de saber que sua mãe merecia um desconto. O seu jeito usual de demonstrar amor era ser implicante, todos sabiam. “Isso que você tá me pedindo é impossível.” Riu um pouco. “E você ficou sem me ver sim! Me deixou só com o Zeki gritando lá da janela dele, você não sabe o quanto eu sofri.”
Hui revirou os olhos, uma de suas mãos na cintura da Stella puxando a loira para mais perto de seu corpo; sempre mais perto. Gostava de ter a loira ali, em seu quarto de tons claros, em sua cama de lençóis macios. Stella era linda em todos os âmbitos e ambientes, mas Hui pensava que ela ficava ainda mais deslumbrante onde chamava de casa. “Até parece que você não responde ele da mesma forma: gritando da sua janela.” Riu manso, deixando um beijo singelo no pescoço da loira. “Mas eu prometo. Não consigo ficar muito tempo longe de você.”
Stella não gostava muito de ficar parada, sentia-se presa, desconfortável, em sua essência existia algo que gostava de sempre estar em movimento, sempre indo a outro lugar. Com Hui era diferente. Deitada na cama da morena só tinha vontade de continuar exatamente daquela forma, não pensava em nada que não estar ali envolta por ela. Queria tanto ficar, que esse fosse o comum e que Hui até se esquecesse que ela tinha que ir embora. “Mas ele que começa.” Resmungou ou o mais próximo que conseguia chegar disso quando estava com seu rosto enterrado no pescoço dela. “Acho bom, não quero ficar longe também.” Levantou seu rosto o suficiente para ser capaz de deixar um carinho na bochecha de Hui. Era assustador, mas Stella ia ficar, não conseguia não ficar.
Revirou os olhos, mesmo que o sorriso em seu rosto denunciasse o que realmente pensava daquilo. Era amor, é claro. Carinho. Quando estava ao lado de Stella sempre seria aquilo. “Quando o assunto é você são sempre os outros que começam,” retrucou tranquila, ainda que seu tom de voz fosse levemente provocativo. Gostava de implicar com a loira, nem que fosse pra sentir seu peito morno ao ser alvo do olhar azulado de Stella. Concordou com a fala dela, mesmo que ela não pudesse ver o gesto. “Você quer passar a noite?” Perguntou como quem pergunta a cor do céu, seus dedos fazendo carícias suaves nos fios dourados da outra.
Stella se limitou a responder Hui com uma careta. Diferente de todas as outras pessoas em sua vida, quando Hui implicava com ela Stella chegava a sentir certa adoração. Seu revirar de olhos, seu tom provocativo, para a loira tudo aquilo era lindo. “No dia que eu responder não pra isso você pode me internar, ok?” Riu um pouco, deixando um beijo nos lábios da morena depois para se esconder novamente em seu pescoço depois. “Mas cuidado, eu posso ficar um tempão.”
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
"E qual o problema?" Retrucou meio contrariada, um bico presente em seus lábios. "E daí? Ele gosta! Ninguém fala que você tem baixos demais ou palhetas demais ou qualquer coisa demais." Na verdade pouco ligava para os bonés do pai de Stella - ok, na verdade ela ligava sim, pois era o jeito dela, mas ela gostava também de implicar com a loira. "Não fale assim do seu pai!" Ralhou, empurrando levemente o ombro dela antes de puxá-la novamente para perto, pois nunca conseguia ficar longe. "Hm, sei," riu baixo, pois a respiração dela contra seu pescoço causava cócegas. "Você acha?" Perguntou simples, um sorriso em seu rosto.
“Problema nenhum, amor. Eu acho lindo, só não sou assim.” O polegar de Stella passou pela bochecha esquerda de Hui antes de deixar um beijo carinhoso sobre os lábios dela. Achava tudo sobre ela lindo, talvez nunca tinha enxergado tanta beleza em algo antes de conhecê-la. “Minha mãe com certeza fala.” Revirou os olhos ao imaginar a cena. “Acho,” respirou o aroma mais uma vez e contemplou roubar um pouquinho do líquido quando saísse da casa da morena só para continuar o sentindo mesmo quando Hui não estivesse por perto. “Ei,” chamou de repente, o rosto ainda enterrado no pescoço da morena. “Você promete que nunca mais vai ficar sem me ver?”
"As pessoas demonstram amor de formas diferentes," murmurou baixo, deixando seus olhos se fecharem por alguns instantes ao sentir o carinho de Stella em seu rosto. "É, mas ela é sua mãe e mães sempre falam." Era verdade, sua própria mãe por mais carinhosa que fosse sempre achava algo para se queixar. Estava começando a ficar com sono, estar perto de Stella a acalmava. A fala da loira a fez soltar um riso, seus dedos passando pelos fios dourados da outra. "E quando foi que eu fiquei sem te ver? Você que tem que parar de irritar seus pais e assim ficar de castigo."
Stella sabia que era verdade, que o amor podia ser sentido e demonstrado de diversas formas diferentes, mas a verdade é que só realmente começou a entender isso depois de Hui. Foi a partir dela que suas palavras se tornaram mais doces e seu toque mais carinhoso, Stella nunca quis ser só algo passageiro para a outra. “Infelizmente.” Murmurou irritada apesar de saber que sua mãe merecia um desconto. O seu jeito usual de demonstrar amor era ser implicante, todos sabiam. “Isso que você tá me pedindo é impossível.” Riu um pouco. “E você ficou sem me ver sim! Me deixou só com o Zeki gritando lá da janela dele, você não sabe o quanto eu sofri.”
Hui revirou os olhos, uma de suas mãos na cintura da Stella puxando a loira para mais perto de seu corpo; sempre mais perto. Gostava de ter a loira ali, em seu quarto de tons claros, em sua cama de lençóis macios. Stella era linda em todos os âmbitos e ambientes, mas Hui pensava que ela ficava ainda mais deslumbrante onde chamava de casa. “Até parece que você não responde ele da mesma forma: gritando da sua janela.” Riu manso, deixando um beijo singelo no pescoço da loira. “Mas eu prometo. Não consigo ficar muito tempo longe de você.”
Stella não gostava muito de ficar parada, sentia-se presa, desconfortável, em sua essência existia algo que gostava de sempre estar em movimento, sempre indo a outro lugar. Com Hui era diferente. Deitada na cama da morena só tinha vontade de continuar exatamente daquela forma, não pensava em nada que não estar ali envolta por ela. Queria tanto ficar, que esse fosse o comum e que Hui até se esquecesse que ela tinha que ir embora. “Mas ele que começa.” Resmungou ou o mais próximo que conseguia chegar disso quando estava com seu rosto enterrado no pescoço dela. “Acho bom, não quero ficar longe também.” Levantou seu rosto o suficiente para ser capaz de deixar um carinho na bochecha de Hui. Era assustador, mas Stella ia ficar, não conseguia não ficar.
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
"E qual o problema?" Retrucou meio contrariada, um bico presente em seus lábios. "E daí? Ele gosta! Ninguém fala que você tem baixos demais ou palhetas demais ou qualquer coisa demais." Na verdade pouco ligava para os bonés do pai de Stella - ok, na verdade ela ligava sim, pois era o jeito dela, mas ela gostava também de implicar com a loira. "Não fale assim do seu pai!" Ralhou, empurrando levemente o ombro dela antes de puxá-la novamente para perto, pois nunca conseguia ficar longe. "Hm, sei," riu baixo, pois a respiração dela contra seu pescoço causava cócegas. "Você acha?" Perguntou simples, um sorriso em seu rosto.
“Problema nenhum, amor. Eu acho lindo, só não sou assim.” O polegar de Stella passou pela bochecha esquerda de Hui antes de deixar um beijo carinhoso sobre os lábios dela. Achava tudo sobre ela lindo, talvez nunca tinha enxergado tanta beleza em algo antes de conhecê-la. “Minha mãe com certeza fala.” Revirou os olhos ao imaginar a cena. “Acho,” respirou o aroma mais uma vez e contemplou roubar um pouquinho do líquido quando saísse da casa da morena só para continuar o sentindo mesmo quando Hui não estivesse por perto. “Ei,” chamou de repente, o rosto ainda enterrado no pescoço da morena. “Você promete que nunca mais vai ficar sem me ver?”
"As pessoas demonstram amor de formas diferentes," murmurou baixo, deixando seus olhos se fecharem por alguns instantes ao sentir o carinho de Stella em seu rosto. "É, mas ela é sua mãe e mães sempre falam." Era verdade, sua própria mãe por mais carinhosa que fosse sempre achava algo para se queixar. Estava começando a ficar com sono, estar perto de Stella a acalmava. A fala da loira a fez soltar um riso, seus dedos passando pelos fios dourados da outra. "E quando foi que eu fiquei sem te ver? Você que tem que parar de irritar seus pais e assim ficar de castigo."
Stella sabia que era verdade, que o amor podia ser sentido e demonstrado de diversas formas diferentes, mas a verdade é que só realmente começou a entender isso depois de Hui. Foi a partir dela que suas palavras se tornaram mais doces e seu toque mais carinhoso, Stella nunca quis ser só algo passageiro para a outra. “Infelizmente.” Murmurou irritada apesar de saber que sua mãe merecia um desconto. O seu jeito usual de demonstrar amor era ser implicante, todos sabiam. “Isso que você tá me pedindo é impossível.” Riu um pouco. “E você ficou sem me ver sim! Me deixou só com o Zeki gritando lá da janela dele, você não sabe o quanto eu sofri.”
Hui revirou os olhos, uma de suas mãos na cintura da Stella puxando a loira para mais perto de seu corpo; sempre mais perto. Gostava de ter a loira ali, em seu quarto de tons claros, em sua cama de lençóis macios. Stella era linda em todos os âmbitos e ambientes, mas Hui pensava que ela ficava ainda mais deslumbrante onde chamava de casa. “Até parece que você não responde ele da mesma forma: gritando da sua janela.” Riu manso, deixando um beijo singelo no pescoço da loira. “Mas eu prometo. Não consigo ficar muito tempo longe de você.”
“Sim, mas só porque ele me grita primeiro!” Resmungou um pouco contra o pescoço de Hui e apesar de constantemente se irritar falando de Zeki, Stella não era capaz de sentir qualquer emoção desconfortável quando estava ao lado de Hui. Era exatamente o que sentia quando escrevia uma música nova e talvez por isso havia uma explosão de coisas bonitas no peito da loira toda vez que encontrava a outra. “Eu também não, por mim eu ficava dias assim.” Nem precisaria avisar ninguém, tinha certeza que todo mundo saberia onde ela estava.
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
"E qual o problema?" Retrucou meio contrariada, um bico presente em seus lábios. "E daí? Ele gosta! Ninguém fala que você tem baixos demais ou palhetas demais ou qualquer coisa demais." Na verdade pouco ligava para os bonés do pai de Stella - ok, na verdade ela ligava sim, pois era o jeito dela, mas ela gostava também de implicar com a loira. "Não fale assim do seu pai!" Ralhou, empurrando levemente o ombro dela antes de puxá-la novamente para perto, pois nunca conseguia ficar longe. "Hm, sei," riu baixo, pois a respiração dela contra seu pescoço causava cócegas. "Você acha?" Perguntou simples, um sorriso em seu rosto.
“Problema nenhum, amor. Eu acho lindo, só não sou assim.” O polegar de Stella passou pela bochecha esquerda de Hui antes de deixar um beijo carinhoso sobre os lábios dela. Achava tudo sobre ela lindo, talvez nunca tinha enxergado tanta beleza em algo antes de conhecê-la. “Minha mãe com certeza fala.” Revirou os olhos ao imaginar a cena. “Acho,” respirou o aroma mais uma vez e contemplou roubar um pouquinho do líquido quando saísse da casa da morena só para continuar o sentindo mesmo quando Hui não estivesse por perto. “Ei,” chamou de repente, o rosto ainda enterrado no pescoço da morena. “Você promete que nunca mais vai ficar sem me ver?”
"As pessoas demonstram amor de formas diferentes," murmurou baixo, deixando seus olhos se fecharem por alguns instantes ao sentir o carinho de Stella em seu rosto. "É, mas ela é sua mãe e mães sempre falam." Era verdade, sua própria mãe por mais carinhosa que fosse sempre achava algo para se queixar. Estava começando a ficar com sono, estar perto de Stella a acalmava. A fala da loira a fez soltar um riso, seus dedos passando pelos fios dourados da outra. "E quando foi que eu fiquei sem te ver? Você que tem que parar de irritar seus pais e assim ficar de castigo."
Stella sabia que era verdade, que o amor podia ser sentido e demonstrado de diversas formas diferentes, mas a verdade é que só realmente começou a entender isso depois de Hui. Foi a partir dela que suas palavras se tornaram mais doces e seu toque mais carinhoso, Stella nunca quis ser só algo passageiro para a outra. “Infelizmente.” Murmurou irritada apesar de saber que sua mãe merecia um desconto. O seu jeito usual de demonstrar amor era ser implicante, todos sabiam. “Isso que você tá me pedindo é impossível.” Riu um pouco. “E você ficou sem me ver sim! Me deixou só com o Zeki gritando lá da janela dele, você não sabe o quanto eu sofri.”
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
"E qual o problema?" Retrucou meio contrariada, um bico presente em seus lábios. "E daí? Ele gosta! Ninguém fala que você tem baixos demais ou palhetas demais ou qualquer coisa demais." Na verdade pouco ligava para os bonés do pai de Stella - ok, na verdade ela ligava sim, pois era o jeito dela, mas ela gostava também de implicar com a loira. "Não fale assim do seu pai!" Ralhou, empurrando levemente o ombro dela antes de puxá-la novamente para perto, pois nunca conseguia ficar longe. "Hm, sei," riu baixo, pois a respiração dela contra seu pescoço causava cócegas. "Você acha?" Perguntou simples, um sorriso em seu rosto.
“Problema nenhum, amor. Eu acho lindo, só não sou assim.” O polegar de Stella passou pela bochecha esquerda de Hui antes de deixar um beijo carinhoso sobre os lábios dela. Achava tudo sobre ela lindo, talvez nunca tinha enxergado tanta beleza em algo antes de conhecê-la. “Minha mãe com certeza fala.” Revirou os olhos ao imaginar a cena. “Acho,” respirou o aroma mais uma vez e contemplou roubar um pouquinho do líquido quando saísse da casa da morena só para continuar o sentindo mesmo quando Hui não estivesse por perto. “Ei,” chamou de repente, o rosto ainda enterrado no pescoço da morena. “Você promete que nunca mais vai ficar sem me ver?”
@stellarobards
As vezes, Hui pensava que não existia nada melhor do que cozinhar em paz, sentir o cheiro de cebola refogada e ouvir uma boa música enquanto isso. Entretanto, quando trocava mensagens com Stella, quando via seu sorriso ou escutava sua voz ela tinha certeza que aquilo sim era a melhor coisa do mundo. Quando ouviu sua portar bater, não hesitou em ir abrir, um sorriso fácil ao ver sua pessoa predileta. “Oi.”
Stella sentia uma agitação em seu peito e queria muito, muito mesmo, transformá-la em força contra o acelerador do carro, mas tinha prometido que tomaria cuidado e sempre mantinha as promessas que fazia para Hui - e somente as que fazia para ela. No entanto, quase esqueceu de desligar o carro tamanha vontade que tinha de vê-la logo, mas tudo deu certo e logo estava batendo à porta dela. “Oi,” Stella sorriu também e, segurando o rosto de Hui com as duas mãos, a puxou para deixar um beijo em seus lábios. “Senti sua falta, sabia?”
Era impossível ver Stella e não sorrir, quase como se fosse um ato totalmente involuntário ao se deparar com a luz dourada da loira. “Hmm,” murmurou em resposta, um sorriso fácil em seu rosto. Sem precisar pensar muito, apoiou sua mão esquerda contra a bochecha de Stella, roubando mais um beijo antes de puxa-la para dentro de casa e fechar a porta. “Eu senti a sua também. Você dirigiu com cuidado?”
Sentia uma porção de coisas boas quando olhava o rosto de Hui, sentia inclusive que seu peito explodiria em milhares de cores todas as vezes. “Claro que sim, princesa. Tudo por você.” Entrelaçou seus dedos nos de Hui, estava tão feliz de estar ali. “Mas não vi meu pai achando o boné, vou ficar te devendo essa.”
Hui somente sorriu, deixando mais um beijo no rosto de Stella e a puxando na direção de seu quarto. Gostava da forma como a loira sempre a tratava com carinho, quase como se ela fosse algo precioso. "Depois eu pergunto a ele sobre, certeza que ele vai me contar com todos os detalhes." Conseguia até imaginar o sorriso do pai de Stella. "Por que você não compra um boné novo pra ele?"
“Você vai até se arrepender de ter perguntado.” Balançou sua cabeça como se reprovasse a ideia de Hui, mas no fundo queria mesmo ter visto a reação de seu pai quando achasse o boné. Não mais do que queria ver a morena, óbvio. “Eu? Por que?” Franziu as sobrancelhas, não conseguindo entender porque faria aquilo. “Acho que ele já tem bonés demais na verdade. Ele não é nem calvo, não entendo.” Rolando seus olhos, Stella sentou-se na cama de Hui, a puxando para que ficasse ao seu lado. “Tem alguma coisa diferente no seu cabelo.”
Empurrou de leve o ombro de Stella. "Não fale assim! Seu pai fica fofo quando fala das coisas que o deixam feliz." O que era quase tudo, se Hui parasse pra pensar. Nunca tinha conhecido alguém que ficava verdadeiramente feliz com coisas tão pequenas. "Porque ele é seu pai e você o ama," disse de forma simplista, se acomodando ao lado de Stella e deixando mais um beijo contra os lábios dela. "Vai ver ele tem apego emocional, amor." O que era compreensível. "An?" Franziu o nariz, passando a mão por seus fios castanhos de forma automática. "Mas eu não fiz nada."
“Você acha tudo fofo.” Falou com certa implicância, mas a verdade era que achava aquilo lindo - como Hui sempre via beleza em tudo. “Eu nunca disse isso, princesa. E ele já tem boné demais, eu que não vou contribuir com essa loucura.” Pensava que o amor deixava mesmo as pessoas malucas, né? Como que sua mãe não achava terrível a quantidade de bonés que seu pai tinha? “Não… acho que é crise de meia idade. Se bem que ele é muito velho, então é crise de final de idade.” Giorgian estava caducando, era isso. “Acho que só senti muita falta dele então,” falou antes de enterrar seu rosto na curva do pescoço de Hui, sua mão esquerda se perdendo por entre os fios dela. “Você deve ser a mulher mais cheirosa do mundo.” Comentou sem sair de sua posição, respirando fundo para encher-se do seu aroma preferido.
fala gente fina pq vc n canta mais? mó vozona
Preguiça.