odeio o fato de que muita gente odeia o bakugo por achar que ele é cruel etc
ele literalmente se culpa por tudo e agia daquela forma quando CRIANÇA pois tinha ganhado poder muito cedo e sua vida começou a ter valor apenas quando ele se mostrava útil — óbvio que isso não justifica o que ele fazia com o Izuku, mas é bom lembrar que ele se arrepende de tudo e nem mesmo o Izuku culpa ele por isso
aproveitando que estamos em ano de eleição, vou aproveitar pra fazer uma limpa aqui CASO tenhamos alguém assim aqui
se você simpatiza minimamente com a direita brasileira (ou direita no geral); não sente nojo da família bolsonaro e tudo o que ela representa (assim como nikolas ferreira e adjacentes); acha que pessoas diferentes de você merecem menos direitos do que você ou qualquer coisa do tipo, eu quero você FORA DAQUI!!!
Onde os personagens de BNHA moram no Brasil, são todos amigos e Kirishima os convida para ir na lanchonete depois da aula.
Avisos: nesse universo, super poderes não existem e eles vivem suas vidas como jovens normais.
Além disso, os personagens podem parecer mais maduros ou terem personalidades diferentes do que realmente eram/tinham quando estavam na classe 1-A.
Contém bakudeku.
Todos eles tem 16 anos.
Slowburn.
masterlist – próximo
CAPÍTULO 1.
Era uma sexta-feira de início de mês, todos estavam tentando se concentrar na aula de matemática, mas parecia que o dia não estava fluindo. Midoriya, Kaminari e Uraraka por exemplo, estavam muito concentrados no fato de que não estudavam mais com Tenya Iida. Estava difícil para todos.
Kirishima então, teve uma ideia que ele julgava brilhante, levar todos na lanchonete e passar o dia com os amigos.
Ele resolveu perguntar primeiro ao seu melhor amigo, Bakugo. Então começou a escrever o bilhete, mesmo que a julgar pela cara do amigo, ele parecia que iria dar um soco na próxima pessoa que falasse com ele.
"Lanchonete hoje depois da aula com geral?" ele escreveu em um pedaço de papel amassado e o passou para o garoto sem se preocupar com os olhares, já que se sentavam ao fundo da sala.
— Sério Kirishima? — perguntou Bakugo, desanimado
— Ah qual é! Tá todo mundo com cara de merda hoje! A gente precisa ajudar eles.
— Tá legal, eu topo, mas não garanta que eu vá ajudar.
— Eu sei que você me ama! — o ruivo respondeu fazendo um biquinho irônico.
— Com licença, pessoal! Se não se importam, eu vou ao banheiro. — Disse a professora, tirando todos de transe. Ela tinha seu cabelo castanho que parecia ondular nas pontas solto, e sua roupa era a mais normal possível, uma camisa preta e uma calça jeans azul escura.
Assim que ela saiu de sala, Kirishima se levantou e gritou para chamar a atenção da turma — Ae galera! Eu e o meu amigo aqui — disse ele apontando para Bakugo, que ao ouvir afundou um pouco em sua cadeira — estamos planejando ir na lanchonete hoje. Tá todo mundo convidado. Mas eu não pago pra ninguém viu! — o garoto brincou arrancando risadas de seus amigos, mesmo que fosse verdade.
No momento em que ele terminou de falar, muitos comemoraram em êxtase, parecia ser exatamente o que aquela turma do primeiro ano do ensino médio precisava.
[...]
(no carro de bakugo)
— Espero que o Midoriya não tenha esquecido de falar com o Iida — disse Kaminari, sentado nos bancos de trás.
— Tenho certeza que ele não iria esquecer, o Midoriya tem muito compromisso com essas coisas — afirmou Eijirou do banco do passageiro.
Bakugo apenas se manteve em silêncio, pois já estavam estacionando na porta da cafeteria. Ele destrancou as portas e desligou seu carro. Os três desceram do carro e entraram da cafeteria, avistando um grupo de estudantes reunidos em uma mesa perto da janela. Dentre eles: Izuku Midoriya, Ochako Uraraka, Tenya Iida, Hanta Sero, Mina Ashido, Shoto Todoroki e Kyoka Jirou.
Alguns deles acenaram para o trio, que se juntou à mesa rapidamente.
— Nossa Kirishima, tu acertou demais nessa! — Exclamou Ashido.
— Mhm! — concordaram os outros.
— Valeu galera! — o ruivo agradeceu, levando sua mão a nuca em timidez. Não estava acostumado com tantas pessoas o elogiando.
— O que vocês acham de passarmos no shopping? — perguntou a de cabelo rosa.
— Eu topo! — afirmou Denki — quero muito comer um hambúrguer bem recheado hoje — disse ele enquanto acariciava a própria barriga, fazendo o grupo rir.
— Não sei se consigo ir hoje, tenho que estudar para a prova de química — lamentou Izuku, entristecendo todos na mesa, principalmente Bakugo, ele se recusava a dizer, mas tinha bastante carinho pelo amigo.
— Qual é Izuku? Vai ser legal! — Sero surgiu na conversa — e eu vou! — disse o moreno, aproveitando para confirmar sua presença.
— Se ele não pode ir não devemos insistir pessoal — disse Iida — além disso, a escola é mais importante do que ir ao shopping.
— Deixa de ser chato, Iida! — exclamou Mina ao seu lado enquanto dava um peteleco no ar em sua direção.
— Eu posso te ajudar, Izuku. Aí você vai poder ir ao shopping e estudar para a prova — ofereceu Todoroki, deixando o garoto sem graça.
— Ah, eu ficaria feliz! Se você não se importar eu aceito. — afirmou midoriya, causando uma leve agitação na turma.
Eles ficaram na lanchonete durante mais ou menos uma hora, e todos aceitaram ir ao shopping.
[...]
Estavam todos felizes de estar saindo, principalmente depois daquela manhã cansativa. Denki queria muito seu hambúrguer, além disso, queria fazer uma competição de quem comia mais com seu amigo Sero; Mina queria passar na loja de roupas com Jirou e Uraraka; Iida estava lá mais por companhia e para garantir que ninguém iria roubar ou explodir o local; Todoroki foi para se enturmar, a sua mãe tinha pedido para que tentasse fazer mais amigos. Ele já era amigo de seus colegas, mas estava se permitindo ser mais próximo; Kirishima foi para acompanhar os seus amigos; Izuku só queria relaxar, mas estava nervoso por dois motivos. Um, tinha uma prova de química na qual não dominava a matéria, e dois, iria passar o dia com o garoto que estava começando a gostar, Katsuki Bakugo; Bakugo estava dando carona para seus dois melhores amigos, e estava igualmente nervoso com a presença de Izuku, o garoto no qual gosta desde os seus 14 anos.
— Então, por onde começamos? — perguntou Mina, dando pulinhos de animação.
— Comida! — Sero e Denki gritaram em uníssono, pulando junto com Mina.
— Devíamos nos separarmos e depois voltar aqui — sugeriu Jirou, colocando suas mãos sobre a cintura.
— Acham mesmo uma boa ideia nos separarmos? — questionou Iida.
— Podemos fazer grupos de duas ou três pessoas
— Estão todos de acordo?
— Acho que sim — afirmou Mina, se virando para os amigos novamente — o que vocês acham?
Todos balançaram a cabeça em concordância, já achando seus pares.
Avisos: a partir de agora, a au irá focar na relação dos bakudeku e irá se passar na visão do Bakugo.
Bakugo teve que se juntar com Sero, Denki, Kirishima e Midoriya. Não fazia ideia de onde os outros tinham ido, mas sabia que não queria ir com eles.
Não pretendia se misturar muito, principalmente por que estaria junto de Izuku o dia todo. Tinha medo de demonstrar algo e todos perceberem. Além disso, não queria participar da competição de quem comia mais.
Todos estavam indo em direção ao Burger King, e Bakugo os seguia mas alguns passos para trás.
— Eu vou te destruir hoje! — Sero exclamava na cara de Kaminari, que bufava e resmungava de volta.
— Quantos hambúrguers acham que cada um vai comer? — Kirishima perguntou, colocando lenha na fogueira, o que fez os dois começarem uma discussão frenética que fez impossível distinguir o que cada um falava.
Chegando na praça de alimentação, Kaminari já foi direto em direção ao Burger King, perguntando a Sero o que pediriam para comer. Bakugo, Shoto e Izuku foram procurando um lugar para se sentar. Por sorte conseguiram se sentar nos sofás estofados. Depois de alguns minutos de silêncio puro, os outros três chegaram, dizendo que tinham pedido uma porção de frita para os que estavam sentados. Eles se jogaram nos sofás, que cabiam 3 de cada lado. Izuku estava na frente de Bakugo, na ponta. Ao lado de Midoriya, se sentava Todoroki e Hanta. No sofá de bakugo, Kirishima se sentava ao seu lado, e na outra ponta, Denki.
Bakugo ficava cansado só de ouvir aqueles três tagarelando, e para piorar precisava ignorar o que sentia por Midoriya, que estava bem na sua frente. Não sabia nem se tinha sido uma boa ideia ir ao shopping, mas queria aproveitar, já estava lá mesmo, o que mais ele poderia fazer?
— Vou no banheiro, já volto — avisou Bakugo ao ruivo ao seu lado enquanto se levantava. Ele realmente ia ao banheiro, mas planejava ir apenas para respirar. Ele não era uma pessoa muito social, passar tanto tempo tendo contato com outras pessoas o frustrava.
— Licença, Bakugo. Posso ir junto? — Izuku acelerou o passo para se juntar ao loiro, que apenas fez que sim com a cabeça.
Eles foram até o banheiro em completo silêncio, que chegava até a ser desconfortável.
Bakugo ficou apenas em frente ao espelho lavando as mãos, e Izuku entrou na primeira cabine liberada que achou.
— E-eu precisava falar com você sobre uma coisa — Izuku gaguejou, evitando contato visual enquanto ia em direção a pia para lavar suas mãos.
Bakugo sentiu seu rosto queimar levemente, não sabia do que se tratava e não podia se dar ao luxo de pensar que seria algo romântico.
— Pode falar — permitiu Katsuki, enquanto acompanhava Izuku para fora do banheiro.
— Eu tava pensando em chamar uma garota para sair... E precisava de ajuda para isso
Naquele momento o coração de Bakugo parecia parar.
— Ah.. Claro, mas o que te faz pensar que eu tenho prática com isso?
— Eu não sei... Só tenho essa impressão — disse Izuku, corando automaticamente.
— Entendi. Com o que exatamente você quer que eu te ajude?
— Eu não sei o que falar... Tenho medo de dizer algo errado e ela me odiar.
— Não acho que vá acontecer, Izuku. Você só precisa ser você mesmo — Katsuki realmente queria o ajudar, mas não conseguia pensar em algo que faria alguém não gostar de Midoriya.
— Você acha? E se... — Midoriya começou a falar, mas logo foi interrompido pelo loiro.
— Tenho certeza que não vai acontecer nada de errado, não vejo motivo para alguém odiar você — disse Bakugo por puro impulso, suas bochechas ficaram vermelhas assim que percebeu o que tinha dito, e seu coração pareceu acelerar.
Merda, Merda. Pensou Bakugo. Eu não devia ter dito isso. Eu não posso deixar escapar nada.
— Obrigado, Kacchan! — agradeceu Izuku, dando aquele sorriso de orelha a orelha que sempre matava Katsuki.
Quando chegaram à mesa, viram que apenas restava um pequeno pedaço de hambúrguer no prato dos garotos. Não sabia quantos eles tinham comidos, mas Bakugo tinha a impressão de que era o terceiro, pois ambos estavam escorados no sofá com a respiração pesada.