g!p daniela x leitora , smut , oral , sexo desprotegido , xingamentos , palavras sujas , não gosta = não leia . não revisado ainda .
sinopse . daniela e você combinaram: sem sentimentos, só sexo. mas nenhuma de vocês conseguiu evitar.
contagem de palavras . 2.7mil.
nota: primeira coisinha mais longa que eu escrevo em pt… espero que gostem e dêem um feedbackzinho, se não aqui no post (que eu sei que vocês são tímidos) no inbox… preciso saber se está bom ou oque melhorar <3
english version.
sua relação com daniela era algo que só vocês entendiam, vinha de momentos que só vocês tinham vivido, era algo único, as manhãs com os lençóis amarrotados, as madrugadas de álcool, as brigas barulhentas e sem sentido, os olhares de desejo a distância… tudo com ela era intenso, daniela não saberia ser diferente disso, tudo dela era autêntico, o inesperado que você aprendeu a esperar, o ciúmes traidor que enchia o peito dela quando te via com alguém, mas a frieza depois de horas na cama, te dizendo que o que tinham era casual, era nada mais que um capricho, um corpo atraente que ela se encantou, mas que não estava disposta a dar um passo a mais.
você dizia o mesmo. dizia que era só por diversão, afinal, daniela sabia oque fazer quando estavam sozinhas, sabia qual lugar do seu pescoço beijar pra te ter molinha nas mãos dela, ansiosa pra fazer oque ela pedisse, e fazia, e gostava, pedia mais e não paravam até estarem cansadas demais. mas depois, quando caiam na cama sem folêgo, seu corpo ainda buscava o carinho dela, seus olhos ainda queriam ver os olhos dela se fechando, o sorriso bobo nos lábios bonitos, os braços dela na sua cintura, a respiração no pescoço. seu prazer também era aquele, ia além de querer ela dentro de você, queria o cheiro dela sempre no seu travesseiro, a risada descuidada dela ecoando pelo quarto, queria a mão dela entrelaçada na sua quando saíssem. mas não era assim com daniela, nunca era assim.
e você concordou: sem sentimentos, era só diversão.
e mais uma vez, foi como sempre acontecia, noite de quinta-feira, uma mensagem no seu celular.
“dani: tô com saudade”
“dani: posso te buscar que horas?”
seus dedos pairaram sobre a tela por alguns segundos antes de digitar a resposta, com nada além do horário, em duas horas.
e duas horas e uns minutinhos depois, lá estava ela, em seu carro moderno e vermelho vivo, silencioso, estacionava diante do seu prédio e não buzinava. os cabelos cacheados e pretos dela estavam soltos, caiam pelos seus ombros em curvas lindas, a maquiagem leve que realçava os olhos, o sorriso canalha e sincero que você tanto ansiava, você deslizou pelo banco do passageiro, colocando o cinto enquanto ela começava a dirigir, já saindo da sua rua.
“tá cheirosa.” daniela elogiou, sempre tinha um elogio diferente pra você, sempre reparava demais. “quer ir comer alguma coisa antes?”
a pergunta foi tão casual, tão sincera, por um instante você pausou, olhou pra ela, uma mão no volante, os olhos na estrada, a blusa do flamengo que ela tanto amava, a postura relaxada… por um instante imaginou que ela fosse sua, a pergunta tão natural nos seus lábios, mas daniela não era sua, e se forçava a lembrar disso.
“tipo um date? achei que a gente só ia pra sua casa.” disse, um tom divertido, mas não era engraçado.
daniela balançou a cabeça com um sorriso, virou numa curva, lambeu os lábios.
“como você quiser.” foi o que ela disse.
mas não poderia ser como você queria, nunca poderia, você queria daniela por inteira, e ela estava disposta a te dar apenas uma parte, uma pequena parte, aquela que vinha de um amor sem coração, abraços curtos e beijos longos, olhares roubados e saídas de madrugada, nada com ela era certo, nada era certeza e principalmente, nada era com compromisso, mesmo que você dormisse todos os dias esperando uma notificação dela, ansiosa por um pouco do afeto ela, mesmo que por uma sem propósito.
logo, chegaram a casa dela, um apartamento no centro, era perfeito, tinha aquele jeito de ser pouco habitado, daniela era ocupada e no seu tempo livre preferia baladas e festas invés de ficar em casa, exceto é claro, quando você ia pra lá.
era estranho, tentar agir como se tudo fosse casual, quando sabia que mais ninguém no mundo te interessava depois que ela apareceu, mas dani era magnética, tinha uma energia própria que te deixava em paz, acalmava sua mente, você só via ela e mais nada, só sentia os lábios dela nos seus, as mãos espertas te despindo com facilidade, a pele quente, sempre naturalmente quente contra a sua. as vezes, acordava com frio de noite, daniela estava lá, sempre tão quente, você se aconchegava perto dela e nesses momentos só existiam vocês, daniela, entre o sono e a consciencia, te abraçava forte, te deixava deitar a cabeça no peito dela, as vezes, até beijava sua testa, era genuíno e aquecia você, depois, resfriava quando te levava de volta pra casa, sem promessas de mensagens mais tarde, sem beijo de despedida, sem nada.
“tudo bem, linda?” dani parou, os lábios no seu pescoço, sentia os cachos esvoaçantes dela arrepiando sua pele, sentia as mãos dela puxando seus shorts pra baixo, eram curtos, como ela gostava, mas ainda preferia sem nada.
você decidiu fazer oque sempre fazia, ignorou o seu coração, aquele aviso que dizia que não deveria se deixar levar mais uma vez, sucumbiu a saudade que o corpo sentia pelo que não devia, beijou a boca dela, suas mãos decoradinha deslizaram pra debaixo da sua camisa do flamengo, puxou pra cima de uma vez só, dani não usava sutiã, os peitinhos dela eram lindos, os biquinhos amarronzados que você beijou e chupou, fazendo a mão dela se prender nos seus cabelos, mas pressionou um pouquinho sua cabeça pra baixo, precisava tanto de você lá embaixo.
você obedeceu, ajoelhando na frente dela, via o volume marcando a calça de moletom dela, puxou o tecido pra baixo, daniela pulsava pra você, ela era grande, veias sobresaltantes pelo comprimento, a cabecinha já babava pré-gozo, ansiosa pela sua boca. um sonzinho carente saiu dos lábios dela e você não resistiu mais, com a mãozinha na base, guiou ela até sua boca, era um gostinho um pouco amargo, mas parecia perfeito na sua boca, sentia ela pesada na sua língua, e sentia cada espasmo, a mão dela entrelaçada nos seus fios ficou uma fração mais apertada.
“mama tudo, vai, você aguenta, eu sei que você aguenta, é minha putinha, não é?” ela diz, a voz já uma oitava mais baixa, mais rouca, morrendo de tesão por nada além de uns beijos molhados. e você não estava diferente, as palavras sujas dela eram como um combustível, você engoliu ela mais fundo, engasgou, os olhos lacrimejaram, a mão de daniela na parte de trás da sua cabeça não te deixava voltar a trás, você sabia que ela pararia se você quisesse, se desse qualquer sinal de que não estava gostando.
mas é claro que você não dava nenhum sinal, mesmo com lágrimas escorrendo pelas bochechas, borrando o rímel da maquiagem que você fez só pra ela notar, mesmo com sua gargante se contraindo cada vez que você engasgava um pouquinho, olhava pra ela com devoção, deixava ela forçar sua cabeça pra baixo até a pontinha do seu nariz encontrar a virilha dela.
“porra, que linda… você é linda assim.” ela murmurou, bem baixinho, você quase não pode entender. parecia uma declaração.
logo, sentiu ela libertando sua cabeça, que naturalmente foi pra trás, o pau dela deslizou pra fora dos seus lábios, você já estava respirando fundo e rápido, daniela te puxou pra cima, não perdeu tempo pra beijar sua boca e finalmente puxar seus shorts pra baixo, tirando sua blusa também e te empurrando gentilmente pra deitar no sofá de couro espaçoso dela, tirou sua calcinha sem hesitação também, deslizando o tecido de renda pelas suas pernas, te fez soltar uma risadinha divertida, achando engraçado o desespero dela, era só o primeiro de muitos rounds, e ela já parecia pronta pra acabar com você.
daniela notou sua risadinha, um sorriso bobo apareceu nos lábios dela também, ela te deu um tapa estalado na coxa como um aviso, você deixou as pernas abertas pro corpo dela se encaixar entre suas coxas, sentiu o pau dela contra a sua bucetinha, já pingando , queria ela, queria tanto, era um atrito gostoso, dani começou a mover a cintura, deixava você sentir ela contra voce, pulsando, tão dura, melada… você pediu pra ela, entre os seus beijos apaixonados, contra os lábios dela.
“vai logo… quero você dentro de mim.” as palavras eram exigentes mas o tom era manhoso como uma gatinha, também se arqueava como uma, daniela não precisou ouvir duas vezes, puxou sua perna pro lado pra te abrir mais pra ela, e se guiou pra dentro de você, se forçando pra dentro antes da sua bucetinha receber ela tão bem, daniela soltou um palavrão contra a sua bochecha, beijava seu rosto enquanto entrava em você, sentia ela te abrindo, de pouquinho em pouquinho, você olhou nos olhos dela quando sentiu que ela estava toda dentro de você, os olhinhos já queriam lacrimejar de novo, ela era tão grande, uma dorzinha tão gostosa que sabia que ia permanecer até o dia seguinte e talvez por dias mais.
mas os olhos de mel de daniela tinham algo de diferente dessa vez… vulnerabilidade. podia ver no rosto dela, algo que ia além do prazer que sentiam quando ela começou a foder você, algo mais intenso, como um sentimento genuíno, real, vocês duas notaram, não conseguia desviar os olhos dos dela, estavam presos um no outro, colocou suas mãos no rosto dela, dani beijou a palma da sua mão por instinto, um instinto de carinho que vinha do fundo do peito dela, pouco visto por você. daniela era mais agressiva na cama, te colocava na posição que queria, metia em você até suas pernas bambearem, era como ela fazia, como você tinha certeza que era casual, mas agora? ela estava diferente.
“não me olha assim, porra…” ela sussurrou, sentia a correntinha de prata dela batendo contra o seu queixo, as mãos dela em cada lado da sua cabeça, suas pernas se fecharam naturalmente envolta dos quadris dela, puxando ela mais fundo, daniela gemeu, prendeu o lábio entre os dentes, e disse mais séria, mais baixo. “não me olha assim, ouviu?” repetiu “ou nunca mais te deixo ir embora, princesa, nunca mais deixo você olhar pra ninguém assim, ninguém além de mim.” e então te beijou de novo.
você não se deu conta do que ela disse. uma declaração, talvez. mas logo ela começou a ir mais rápido, trouxe sua perna pra cima, sob o ombro dela, queria mais acesso, mais velocidade, o corpo dela se movia por si mesmo, agora era mais forte, muito mais forte, seus gemidos ecoavam pelas paredes do apartamento, junto com o som do corpo dela colidindo com o seu, com tanta força.
o pau dela alcançava aquele ponto dentro de você, o que te fazia quase revirar os olhos e apertar as coxas juntas por reflexo, que fazia as pontas dos seus dedos ficarem brancas pela força que você agarrava o tecido do sofá, que fazia seus olhos lacrimejarem e sua boca secar pelos barulhos que você fazia.
uma camada de suor começava a se formar na sua pele, na de daniela também, tornando tudo mais intenso, gostoso, intímo, dani se inclinou pra te beijar mais uma vez, sua perna ainda no ombro dela, você ficava tão abertinha pra ela da sua forma, o pau dela continuava batendo no seu ponto, te dava tanto prazer, sentiu uma mão dela descer pro seu clitóris, os dedos começaram a brincar com ele, estimulando você, fazia suas costas arquiarem contra ela, mal conseguia beija-lá por conta dos sons de prazer que não paravam de sair da sua boca, era como daniela gostava de você, exatamente assim.
já sentia a pressão se formar na sua barriga quando escutou a voz dela.
“goza pra mim, vai.” ela murmurou contra a sua boca, os dedos ficaram mais agéis, as estocadas mais rapidas. “goza pra mim, você é minha puta, não é? me obedece então, goza pra mim.” você só conseguiu concordar com a cabeça e gemer mais alto enquanto apertava ela dentro de você, e obedeceu ela, gozou tão forte entorno do pau dela, suas pernas tremeram e sua cabeça pendeu pra trás, daniela não parou, beijou seu pescoço enquanto continuou os movimentos, o pau dela continuou te fodendo mas os dedos diminuiram a velocidade, ainda assim, era demais pra você, seu corpinho se contorceu, suas pernas tremiam.
“dani… dani!” você chorou baixinho, ela soltou uma risadinha, mas você podia ouvir o quão afetada ela estava, tão perto também. ainda assim parou, ofegante, alguns fios cacheados colando na testa dela. “tudo bem, princesa… tudo bem. já acabei com você, é?” ela riu, orgulhosa, soltando sua perna devagar, e depois tirando o pau dela de de dentro de você, bem, bem devagarinho, fez mais um gemidinho anasalado. o pau dela brilhava com o seu mel, e ela mesma suspirou entredentes vendo a sua bucetinha se fechar em torno de nada.
“cala boca… ainda não, a noite tá longe de acabar.” você disse, aos poucos, recuperando suas forças.
“eu sei.” daniela desmontou no sofá, cansada também. “quer água, bebê?” ela disse, afetuosa, a mão suadinha dela alcançou sua coxa num carinho inocente, uma pergunta casual, sabia que o próximo round iria vir em seguida, e se preocupava com você. mas você também se preocupava com ela.
“não… quero fazer você gozar.” você disse, um último suspiro de recuperação antes de se levantar pra montar o colo dela, sentando sobre as coxas dela antes de envolver o pau dela com a sua mão pra trazer ela pra sua entradinha de novo, sentando devagar. daniela tinha marra, mas agora estava tão necessitada que só soube colocar as mãos na sua bunda e assistir a sua bucetinha engolindo ela de novo. você ainda estava tão sensível e doloridinha, soltou um chorinho e ela olhou nos seus olhos. “senta devagar pra não machucar, amor.”
amor.
você olhou no rosto dela também e ignorou o conselho, indo forte, mais rápido, não sabia oque daniela tinha hoje, te tratando como namoradinha invés do que era… só uma foda. mas gostava demais daquilo, e era perigoso. daniela gemeu quando você começou a cavalgar nela, sua cinturinha se movendo, pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, rebolava um pouco antes de sentar com força, fez ela agarrar a sua bunda com mais força, se inclinar pra beijar seus peitinhos, seu pescoço, tudo que ela podia alcançar, você só conseguia agarrar os ombros dela e continuar, machucava de um jeito tão gostoso, você não queria mais nada.
“que delícia, senta pra mim assim mesmo, você é tão boa, me deixa maluca.” ela disse contra sua pele, sua voz tremida e arrastada denunciava o quão perto ela estava de te encher todinha. “gostosa do caralho, não para não, eu já tô perto, porra, amor, que bucetinha gostosa.” ela sempre ficava com uma boca particulamente suja quando estava perto de gozar, e depois de te dar um orgasmo tão gostoso, você não iria provocar ela por chegar lá rápido. então foi mais rápido, se ela queria gozar dentro de você te chamando de amor, então assim seria, apertou ela toda vez que estava toda dentro, só pra sentar de novo e de novo, daniela não demorou muito.
continuou sussurando que ia gozar de forma desconexa antes de finalmente chegar lá, você sentia ela gozando dentro de você, era muito, e muito quente, um jato atrás do outro, escorria pelo pau dela antes de você parar de sentar, daniela continuou pulsando dentro de você enquanto você deixava o corpo exausto cair sobre ela.
as peles suadas de vocês era quase só uma agora, você escondeu o rosto no pescoço dela e ouviu a risadinha dela, sem provocação, só era genuína, quase fofa. “você é demais.” ela disso, virou o rosto pra deixar um beijo na sua bochecha. você abriu os olhos e lá estava o olhar de novo, o mesmo de antes, carinhoso demais, sincero demais, dessa vez escondeu o rosto de novo, não podia deixar ela ver o quanto aquilo te afetava, não podia iludir a si mesma confundindo aquilo com sentimento. talvez ela estivesse mais carinhosa hoje, e fosse só isso.
infelizmente, daniela interpretou aquilo como um não, e se deixou acreditar que você não retribuia os sentimentos dela.
avisos – contém menção a " sexo " entre adolescentes, muita baba, Jeno sendo um nerdinho pervertido, reader sendo uma mimadinha, Jeno recebendo um babado da reader, uso de apelidos fofos em momentos que não merecem esses apelidos.
Era pra ser apenas uma sessão de estudos, Jeno sempre te ajudava nas provas de química antes e depois de começarem a namorar. Todas as sextas-feiras o bom menino estava na, sentadinho no seu lado, te ensinando a como lembrar da tabela periódica, além de ser elogiado por sua mãe, dizendo que você nunca tinha trazido um menino para casa e agora traz um garoto bonito e espertinho.
Agora Jeno fodida a sua boquinha suja do gloss rosado, o pau dele era grosso, veiudo, e grandinho, não combinava nadinha comna aparecia nerdinho inocente de Lee, mas obviamente você não estaria reclamando de nada. Jeno era um deus grego, era alto, tinha um maxilar bonitinho, e um corpo que com certeza era esculpido por algum Michelangelo.
— sua mãe pode nós ver assim, [nome], ou você quer que ela veja o genrinho ingênuo dela fudendo a boca da filha dela, uhm? – Jeno disse sorrindo, continuando com os movimentos rápido na sua boca.
Finalmente ele gozou bem fudinho na sua garganta, tinha um gosto meio amargo, por conta da dietinha desregulada de Neno.
— quer colinho do Neno, bebê?
Você acena burrinha e senta no colinho dele animadinha, era a melhor sensação estar nos braços fortinhos dele.
Jeno começa a brincar com a mancha umida da sua calcinha rosinha, era tão excitante fazer isso com o seu corpo, Jeno amava fazer isso no seu quartinho feminino, cheio de coisas femininas, fotos dos dois juntinhos e tudo mais!
Sem perceber, Jeno já socava dois dedos bem fundo na sua bucetinha quentinha.
— Neno~ – você geme manhosinha, mordendo o ombro de Lee, não queria chamar a atenção da sua mãe que estava no primeiro andar, cozinhando o jantar.
Jeno brinca com o seu nervinho com o polegar, queria tanto gozar nos dedos do nerdinho.
Obviamente que gozou rápido, Jeno começa a deixar vários beijinhos pelo seu rosto, deixando vários selinhos no seu lábios rosinha.
Since my team is playing today against japan and I dint have the time to make art about it,I'm posting this old Brazilian Miku as the Abaporu art I made in highschool👀