So I Won't lose my drawings.
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⁂
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@super-troux4
So I Won't lose my drawings.
10 minutes -> 3 hours
Título: CLT depressiva vira Agro girl.
Capítulo 1- Stressed out.
(Adendo especial de que #^%#%@ ou ***** ou qualquer coisa assim não é palavrão, é só a minha incapacidade de escolher nomes.)
Encarava o teto acinzentado, vendo os pontos pretos se moverem...Se eram aranhas ou moscas flutuantes? Não tinha certeza. Já fazia 5 minutos que o alarme tocava, deveria levantar, mas...Sentia-se tão cansada quanto no momento em que se deitou.
Passou as mãos pelo seu rosto, precisava sair dali. Não havia opção. Levante-se, *******. Pensava consigo mesma, tentando forçar seu cérebro a movimentar aquele corpo moribundo, o barulho infernal do alarme sendo um incentivo extra.
Respirou fundo e tomou um impulso, sentando-se na cama. Com uma mão coçando os olhos, desligou o alarme; por mais que o que quisesse mesmo era jogá-lo contra a parede, vendo aquela máquina infeliz se despedaçar em diversos pedacinhos.
Estando sentada, ficar em pé já era mais fácil. Seus músculos doíam enquanto seus pés sentiam o gelado do chão, andava de maneira automática para o minúsculo banheiro.
Não há muita necessidade de detalhar sua rotina banheral (banheirística?) até o momento do banho. Respirou fundo ao entrar no box e ligou a água, tinha que fazer que nem esparadrapo; assim entrou debaixo de uma vez. A água gelada só faltava congelar seus ossos, mas a acordou de vez.
Ensaboou-se o mais rápido que dava, não duvidaria nada de que ficaria com alguma hipotermia caso ficasse mais alguns minutos ali debaixo. Quando terminou, fez questão de se enrolar na toalha o mais rápido que dava. A toalha era ríspida, arranhando sua pele. Nem parecia ser feita de tecido e sim de palha de aço.
Os próximos passos foram mais rápidos. Em alguns minutos, colocou parte de seu uniforme, com exceção da blusa, para não sujá-la. Trabalha trancada dentro de um escritório e ainda tinha que usar uniforme, nunca compreendeu essa lógica.
Foi até a cozinha, os armários tragicamente vazios já chegavam a ter teias de aranha, definitivamente precisava limpar o apartamento algum dia. O problema é que, quando finalmente tinha tempo livre, hibernava até o próxima manhã.
Esquentou um pouco d'água e derramou sobre um coador de café. Aquele cheiro deveria lhe trazer alguma alegria, mas só sentia náusea ao senti-lo. Pegou a caneca quente, respirou fundo e meteu para dentro. Era amargo e descia queimando sua garganta, mas lhe acordava ainda mais.
Com a cafeína em seu corpo, pegou as últimas duas torradas e as comeu rapidamente. Agora, escovar os dentes. Escovou rapidamente seus dentes amarelados, não conseguindo evitar seu reflexo no espelho rachado.
Suas olheiras a faziam parecer mais um guaxinim do que um ser humano, além daqueles olhos tom de musgo e caídos, como se estivesse sempre triste (o que não fugia tanto assim da realidade), seus ossos marcados em seu rosto quase sem carne, seu cabelo escuro úmido embolado que escorriam em sua pele. Sabia que poderia ser bonita caso se cuidasse mais...entretanto, como quase tudo em sua vida. Ela é um potencial desperdiçado.
Quando terminou de escovar apenas passou um pente para abaixar a juba e o prendeu. Colocou a blusa, um perfuminho e pronto. Desligou o gás, checou se realmente tinha fechado as janelas, pegou sua mochila (maleta?), crachá, trancou a porta e foi para o ponto.
O ponto de metrô não era longe; apenas uns 7 minutos andando rápido. Chegando lá já estava lotado, uma fila de gente que pareciam tão alegres quanto a sua própria pessoa por estarem ali tão cedo.
O homem na sua frente fumava, a fumaça entrando diretamente nos seus átrios. Tossiu algumas vezes em uma tentativa de bom senso, mas foi uma missão fracassada. Se ele notou não deu a mínima.
O metrô (como sempre) atrasou cerca de 20 minutos, até menos do que o usual. Tentou entrar lá dentro com a multidão e ali se iniciava os jogos vorazes, não havia misericórdia na luta pelos lugares.
Com sua sorte de milhões acabou em pé. Sentia como se estivesse em uma lata de sardinhas; quanto mais pontos passavam mais apertado ficava, além de fedorento. O homem ao seu lado parecia não conhecer a palavra desodorante.
Só foi liberada de sua tortura cerca de 1h50min depois. Agora era uma pequena caminhada, ou melhor, corrida de 25 minutos até a empresa. Esse era seu exercício diário.
A caminhada era ao som de Britney; tinha medo de ser assaltada, assassinada ou algo assim, mas o silêncio estando 100% acordada era ainda mais perturbador, sua mente é uma constante inimiga que ama a lembrar de sua miséria.
Entrou dentro do prédio, lá dentro sentiu o frescor do ar condicionado. Caso pudesse ficaria ali parada por alguns minutos. Na portaria tinha Tom, que compartilhava de sua mesma felicidade de estar acordado nessa hora da manhã. Murmurou um bom dia para ele, que foi respondido com um aceno do mesmo, e entrou.
A subida no elevador rápida, só tinha mais um rapaz do 4 andar -Carlos? Caique ? Caio? Ca alguma coisa- que conversava no celular. Acenou para ele que apenas ignorou. Ele falava sobre algo da empresa, porém como ainda não tinha tirado o fone, não entendeu muito bem.
Não demorou muito e a porta abriu em seu andar, o terceiro. Guardou o fone, respirou fundo, sentindo o cheiro forte até demais do perfume de alguém, provavelmente Giulia, ela sempre parece ter jogado o vidro inteiro de perfume no corpo antes de chegar.
Entrou no andar. Entretanto, apesar do cheiro forte, lá parecia mais um enterro. O que raios aconteceu ali? Só chegou meia hora atrasada, porém alguma coisa aconteceu.
Marcou o ponto e foi para a sua cadeira, dando um leve toque no ombro de Andreia.
--*******, Oi! Ela dá um pequeno sorriso educado, enquanto abaixava o fone.
--Oi, uh... o que diabos aconteceu? Aqui está parecendo um enterro.
Ela empalidece um pouco, engolindo seco, seus dedos começaram a batucar a mesa.
--Ah... bem, o Sr. $%#%@% avisou para todo mundo que haverá cortes e... e ele vai precisar... Uh...'redimensionar para a rua' algumas pessoas; se é que você me entende. Ela diz, ainda tentando dar um sorriso amarelo. --Mas vai dar tudo certo...
E educadamente voltou para fazer outra chamada... Merda, merda, merda, merda, merda, merda, merda. Com a sua sorte de milhões... merda. Estava ferrada, para dizer o mínimo.
Respirou bem fundo, respira por 4, prende por 4... ou era 6, e solta por 4. Pode ser que não fossem demiti-la, e seria bom não dar razão para isso. Logo começou a trabalhar.
Seu papel era cobrar dívidas; traduzindo? Um inferno disfarçado de trabalho. As pessoas ignoravam, contavam histórias tristes, xingavam, ameaçavam... até têm umas descentes; mas não têm essa sorte de pegar os não caloteiros.
Hoje não foi muito diferente. Teve que ouvir um homem cujos gritos até a deixaram meio surda, que a chamou de tantos nomes que provavelmente iria vencer o bingo de xingamentos levados da semana. Depois tentou ligar para uma senhora que aparentemente deu o número errado. Após isso, veio uma outra moça que contou uma história lamentável, digna de livro.
Após um tempo trabalhando assim, essas histórias nem a afetavam mais... pelo menos era o que dizia para si mesma. Quando chegou a hora do almoço, nunca imaginou que iria torcer para voltar a trabalhar. No momento em que se sentou para comer seu humilde sanduíche, a perspectiva de ser chutada para fora voltou à sua mente.
Seu pé inconscientemente batia contra o chão, enquanto mastigava sem sentir o sabor... não que fosse muito gostoso mesmo, pão com uma margarina de qualidade questionável. E se fosse demitida? Céus, provavelmente iria morar debaixo da ponte, morrer de fome e seu corpo seria devorado por ratos.
Sentia cada vez mais como se tivesse engolido uma bola de sinuca, dificultando engolir o sanduíche. Seu coração parecia que tinha alguém o apertando, será que teria um infarto? Do jeito que está, uma morte rápida seria bem vinda.
Acabou deixando o almoço pela metade, voltando para o seu lugar. Queria conversar, mas Andreia sempre saía para almoçar fora, o namorado dela tem uma vendinha de lanches ou algo assim.
As pessoas ao redor também estavam tensas, porém mais presas as próprias panelas ou em suas mentes...talvez no máximo Giulia e Rodrigo quisessem, mas não conseguia falar com a Giulia sem sufocar lentamente, nem com Rodrigo sem ter ela por perto.
Assim pela primeira vez no século, trabalhou durante o resto da sua meia hora de almoço. O resto do dia foi nesse ritmo de perigo a qualquer momento.
Seu coração batia rapidamente, como se estivesse no meio do mato e a qualquer momento um bicho podia a pegar. A única diferença era que o mato era seu escritório e o bicho, seu chefe. Mas em ambos os casos, muito provavelmente terminaria morta no final, ou de morte matada ou de fome na rua.
Porém, conforme o dia foi chegando ao final com mais ligações; contudo sem nenhuma fora do normal, começou a sentir que talvez, apenas talvez, a demissão fosse em outro andar, ou em outra área que não fosse telemarketing. Quem o desgraçado do $%#%@% só estivesse fazendo medo.
Seu tempo terminou, arrumou suas coisas e lavantou-se com sua bolsa. Ninguém havia sido chamado, nem falaram mais nada...talvez, tudo desse certo. Muito provavelmente apenas ficou ansiosa atoa e-
--Srta. **********, antes de sair, poderíamos conversar em minha sala?
Merda.
Aqui @nahidonthaveto
mutuals this winter we are all doing this
@super-troux4 cadê meu chocolatinho?
Cadê o meu cholatinho?
EU PEDI PRIMEIRO
Mas eu mandei um reverse, minha cara
mutuals this winter we are all doing this
@super-troux4 cadê meu chocolatinho?
Cadê o meu cholatinho?
Thought crimes of course aren’t real but uh. We know those aren’t just thoughts anymore once you’ve posted them publicly, yeah?
Then they’re just crimes.
sure, fictional crimes since nothing happened and no one was hurt. should we put the fictional handcuffs on? "sorry, you wrote about murder which is illegal, go spend 20 years in mind jail"
Today is my birthday 🌱
I will be grateful for the repost ~
if you have a desire to please me on my birthday, then you can send me a donation 👉🏻👈🏻
Im really pround of this one, tried to paint like arcane style :D
Im so pround
Never take him on Ascent, otherwise you will have to listen to his wonderful crowing, lol
I think he should be a rooster. The symbol of France, after all. His nanotattoos migrated onto his crest and feathers, why not?
( I dedicate this sketch to @ellemany . Thanks for the inspiration! ✨)
Mermay!
No, I did not use this as an excuse to draw one of my fave couples, what are you talkint about?
Isa and Luca, from Monster Au + my contribution to @toadstepfever5 fanfic. So, I was drawing their necklace and noticed the difference between the two (yes, I was making them the same: blue orb, shark tooth (in my head) and shell. Turns out the sequence change in her necklace. Why? Is there a story? I didn't come up with it and I will obsess over it because I need to know the story behind the necklace. Girl, explain hahahah
Also, for someone who doesn't enjoy to draw the sea and refuse to use reference, I do draw a lot of it, because of those two dumm dumms and I want to be mad, but can't...
By the way, why am I the only one on board with this ship? What is wrong with you, guys? hahaha
Mermay contribution (it was my birthday present for myself, but it took more time than I wanted... Why does it take so much time to draw?)
@toadstepfever5, thanks for Merman Luca, love it so much (you couldn't tell, could you? ahaha) Please, tell me they will get a chapter on Moster Au, or a spin-off, i'm not picky
Mermay contribution (it was my birthday present for myself, but it took more time than I wanted... Why does it take so much time to draw?)
@toadstepfever5, thanks for Merman Luca, love it so much (you couldn't tell, could you? ahaha) Please, tell me they will get a chapter on Moster Au, or a spin-off, i'm not picky
Refiz a cena da TMJ#27, porque eu precisava que o Luca tivesse o cabelo que ele tinha na série 1, porque eu queria sangue, porque eu queria mudar umas falas... Não sei se ficou "pesado", eu não sou fã de terror, mas vampiros são isso: pernilongos sobrenaturais que te seduzem antes de tomaram todo seu sangue, não? Predatores têm técnicas avançadas de caça e os vampiros sempre estiveram associados a uma espécie de "tentação", sedução fatal... Mania estranha de colocar justo eles para o público infanto-juvenil...
Tem mais: os autores da série 3 esqueceram que o Luca um dia gostou da Isa - sei que os dois não vão se juntar para chifrar o DC (porque a TMJ não tem coragem de colocar traição e isso me faria perder um pouco de respeito por ambos, admito) -, mas ignorar os sentimentos das personagens é o que mais acontece, né? O foco é a aventura, não o quanto isso afeta emocionalmente os adolescentes, porque impacto psicológico é coisa de mentira, a Mônica nunca sofreu bullying e não teve nenhum impacto negativo na autoestima depois de uma infância inteira de apelidinhos Desculpa, perdi o foco. Culpa dos autores que puseram a Isa para correr pros braços do Luca e ignorar o namorado dela, oferecer vida eterna (não precisava disso, né? Se ele ia ser só o jantar, por que ela tinha que perguntar se ele queria se tornar vampiro? E mais, ela pergunta se ele quer ser jovem e BONITO para sempre, ou seja, ela acha ele gato e os dois não estão se pegando por quê?! Termina esse namoro frio e sem graça, MSP, e junta os dois, por favor. Te peço isso todo dia kkkkk
Meu outro argumento é: a Isa vampira é a Mônica. (E isso é um tapa na cara de todos os Dôconica, porque estão repetindo a fórmula do fracasso, dá para ver que os autores não sabem fazer o DC ter uma namorada: ele é egocêntrico, sem um pingo de inteligência emocional, pirracento, de todos da turma é o único que se recusou a mudar :/) E teria sido muito mais legal se a Vampirisa fosse uma mescla da menina doce que ela era na série 1 e uma versão bruta e assassina (tipo médico e o monstro, só que em conflito). O "sangue" vampiro que corre nas veias dela a faz esquecer o que tá rolando e comete atrocidades sem nem ver. Só que para isso, a personalidade "normal" dela tem que ser mais doce, mais meiga - tal como fizeram com a Magali/Bruxa do Norte. Mas não, o que a gente tem que ver é o comitê vampiro discutindo como vão implantar a nova política, para onde vão realocar a verba da construção.... ARGH!
Juro, se é para ter vampiro, usa como metáfora: é uma doença, é seu corpo fora do seu controle, é você se tornar o catalisador de tragédias, tem a questão da ostracização, preconceito, não só um plano maléfico de um vilão meh... TMJ, as coisas precisam de peso/prejuízo, seus personagens precisam de ser mais do que peças convenientes na ação para o resultado almejado, precisam de desenvolvimento. Sinceramente, só valeu pelas capas do DC gótico :/ Notoriamente, só fizeram esse arco de Vampirisa e tão insistindo, porque não sabem o que fazer com a garota (sim, a Isa só servia para falar de peso e "como seu preconceito é errado, porque ela consegue fazer tudo que você achou que ela não conseguiria", uma personagem fraca e sem graça, perfeita para histórias slice-of-life se a TMJ soubesse como…
Enfim, outro testamento kkkk
PS: por favor pessoas que desenham e/ou escrevem fanfics, se juntem na minha causa e façam coisas sobre esse ship... Tô me sentindo a única tripulante deste navio afundando... :P mas me recuso a abandonar o barco :D
A drawing I made and decided to paint, cause hey, I know how to use colorido pencils.
The reference I used from pinterest:
Yes, I got lazy to make the background ;-;
Apenas um texto de qualidade questionável.
Quando ela tinha quatorze anos, ela cobriu todas as paredes de seu quarto com embalagens de doces, ela dizia que era para nunca esquecer do doce sabor da vida mesmo quando tudo voltasse a piorar.
Se isso adiantou?
Oh não, era uma boa ideia cheia das melhores intenções mas era estúpida, quando seu pai viu o que fez mandou-a retirar tudo e apesar de todos os seus protestos acabou fazendo, era de dar pena, ver seus belos olhos, de cor semelhante a uma avelã, vermelhos de tanto chorar, seu projeto de meses jogados no lixo, todas aquelas memórias jogadas fora.
Você pode até se perguntar, mas o que meras embalagens teriam de tão especial? São apenas doces, ou melhor, nem mais doces eram, mas apenas o que sobrou daquilo, seria o mesmo do que guardar os cabos, e apenas os cabos, de flores mortas.
Mas o que espera que eu lhe diga, meu caro leitor? Que aquilo lhe foi dado por uma pessoa querida por si, que já se encontrava falecida ou algum outro clichê?
Oh não, eu não lhe faria uma coisa dessas, meu caro, até porque já não tenho tempo para isso, quem imaginaria que tal texto de procedência inútil sobre uma garota do qual tu não conheces iria durar tanto…Então, por favor, perdoe-me mas essa é uma pergunta que no momento ficará sem resposta, agradeça ao ser de intelecto limitado a metade de um neurônio que resolveu que ao invés de estudar iria escrever esse texto de qualidade questionável.
De todo modo, foi de extremo agrado esse tempo passado contigo meu caro leitor, espero que venhamos a nos ver novamente em um futuro próximo e em uma história que tenha de preferência um início, um meio e um fim, coisa que em momento algum esse protótipo de história teve, se é que possamos chamar isso de história…está mais para apenas meus comentários, mas sobre isso eu não venho a ter culpa, a única coisa verdadeiramente planejada foi o primeiro parágrafo! Bom, não irei mais enrolar pois eu realmente já estou atrasado, espero vê-lo novamente em breve meu caro e até a próxima!
@nahidonthaveto
É ainda menor do que eu me lembrava kakakakakkakaa
Adrian is here!! 🥳🎉
@ellemany