“Eu sei que nĂŁo sou lá muito boa pra falar de romantismo, mas vocĂŞ Ă© um desastre no amor. Se erros tivessem nomes prĂłprios, pode ter certeza que o pior de todos teria o seu nome. Eu sempre tĂ´ te odiando mais do que aceitando vocĂŞ ser a pessoa que quero pra mim, porque ao mesmo tempo que a compatibilidade existe, tambĂ©m existe o lado oposto. O teu problema Ă© seu jeito insensĂvel e incompreensĂvel (sĂŁo duas coisas que vocĂŞ finge ser para manter pose). E o meu problema Ă© tentar te entender mesmo sabendo que isso nĂŁo Ă© possĂvel, quando há uma pessoa que mais implica do que tenta me ouvir. Se todos os seus casinhos de antes deram errado, eu duvido muito que o nosso chegue a dar certo. Mas os outros vocĂŞ sabia que daria errado, pela tua parte de implicância. Já com o nosso, vocĂŞ se dá ao trabalho de se enganar e acaba trazendo esse cargo pra mim tambĂ©m. TĂ´ usando muitas das suas qualidades para te definir de um jeito bacana e avisar para as prĂłximas e emboscada que tu Ă©. Eu cai nessa e vai ser difĂcil eu sair. Mas eu tĂ´ aqui, tentando definir a nossa quase relação, fixa-indefinida-complicada.”
— Ele é totalmente o Oposto de mim.












