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Depois da tempestade, a calmaria. (Parte 1)
Lá se vai meu sono, vai embora meu sossego e de mãos dadas vai também a quietude em minha mente, o silêncio que tomava conta do quarto, da cama, das cobertas, que se dobram, e desdobram em um ‘mar’ de tecido escorrendo pelo meu corpo inquieto. Levanto e respiro tão fundo como se escutasse por dentro o som do mar beijando a areia. Ainda, mesmo assim, tudo é calmaria, ainda tudo soa poético e doce, ainda preguiçosamente um motivo para ficar de pé. Ainda.
Visto as calças que estavam jogadas no chão, saio do quarto em passos curtos, mãos pela parede, luzes queimadas, portas trancadas e a televisão ligada. Observo por alguns segundos o filme que estava pela metade, enquanto acendo o cigarro. Filme de ação, antigo e um pouco entediante; sento-me ao lado da janela, trago o cigarro devagar e observo enquanto a fumaça se entrelaça com uma brisa úmida, em meio aos reflexos do poste que ilumina a rua.
Chove lá fora. Eu volto a me perguntar os motivos de minha inquietude.
(E eu estou pronto para descobrir)
Fecho os meus olhos cansados, passo a escutar o barulho da chuva. O quão delicadas eram as gotas que me molhavam escapando janela a dentro. Foi inevitável imaginá-la em um chuveiro, a água que escorre de seus cabelos contornando cada milímetro de seu corpo, aquela boca deixando escapar um sorriso malicioso, delicioso. Entro naquele êxtase por alguns minutos, o mar que beijava a areia agora nocauteia impiedosamente as rochas, e em meus pensamentos eu mal tinha a tocado, meu pau quase explodia de minhas calças, minhas mãos cerradas, como se estivessem agarradas em seus cabelos ainda molhados enquanto explodíamos de tesão, ainda a caminho do quarto, no corredor. As toalhas jogadas ao chão, a o vapor do banheiro ainda quente, misturada com os calafrios que ela me dá quando coloca ele devagar dentro de sua boca, olhando fixamente em meus olhos. Estou delirando apenas em pensar nela aqui, tudo isso por apenas ouvir o barulho da chuva. Eu não sei realmente o que fez comigo, o que eu sei é que não posso mais controlar o meu desejo. Tudo me lembra ela, tudo me inspira a pensar em putaria constantemente e, me pego muitas vezes fechando os olhos e indo para outra dimensão, chego a sentir seu cheiro, seu corpo, ouvir sua voz e de repente, como uma mágica tudo vai embora, fico eu ali explodindo de tesão sem ter o que fazer devido a hora, a chuva e inúmeros outros fatores que eu insisto em pensar que não posso vencer. Mas hoje não...
Não vai ser essa madrugada,
hoje vai ser do meu jeito. Entendeu?
Pego a camisa xadrez que estava pendurada na porta do quarto, calço meu coturno e pego a chave do carro, não me importo em te ligar, em me adiantar. Simplesmente saio com rumo ou, sem rumo, em direção a 'cura' para minha loucura. O sono foi totalmente embora, tomado pela vontade louca de ter meus dedos totalmente encaixados em sua cintura, meus dentes, junto com minha barba roçando deliciosamente em sua nuca, arrepiando os pelos em suas costas e deixando sua buceta pedindo pelo meu pau. Chego em seu portão, são 3 da manhã, tudo escuro e a chuva forte ainda não havia cessado; por alguns momentos, cheguei a desanimar e pensar que teria vindo até ali em vão e, deveria ter planejado melhor. A chuva bate incessantemente no parabrisa, o vento balança as árvores de forma que a tempestade pareça ainda mais avassaladora, parece acompanhar a minha loucura, o meu desejo eminente; pego o celular, não há tempo a perder, dois toques e desligo, paro um pouco pra pensar se ela vai me achar um maluco, volto a não me importar, te escrevo uma mensagem:
- Você está acordada?
Estava pensando em me adiantar e me explicar, dizer que estava ali, na frente de sua casa e que se quisesse eu iria embora; eis que me deparo com o sinal:
digitando...
- Agora sim. Aconteceu alguma coisa?
- Não não aconteceu nada (Ainda não aconteceu nada).
- O que você têm?
- Eu? Nada só estava me sentindo sozinho (e meu pau está quase explodindo).
- Está em casa?
- Bem, na verdade não.
- E aonde é que você está ein?
- Aqui na frente, no carro.
- Na frente? Na frente aonde? Aqui na minha casa?
- Sim, hahahaha.
- Está louco? São três da manhã.
- Sim, estou, louco demais. Venha abrir o portão.
- Está chovendo muito, vai para casa, amanhã conversamos.
- Não, eu preciso hoje.
- Ok, você já me acordou mesmo, vou até aí no carro para conversarmos.
- Eu não quero conversar, eu quero entrar. Eu preciso entrar, você não me entende?
- Você bebeu? Não estou entendendo.
- Eu vou explicar bem certinho quando você vir abrir.
- Tudo bem, estou indo. Vou procurar um guarda-chuva.
- Ok.
Passam-se 5 minutos e nada dela vir, a chuva ainda não cessou. Uma luz acende, e vejo sua sombra na parede do lado de fora. Saio imediatamente do carro, e vou até o portão com a mesma velocidade em que ficava encharcado. Ela não encontra o guarda-chuva e vem ao meu encontro em meio a toda aquela tempestade. Vento, trovoadas, raios, relâmpagos, não ouvia nada, não via nada, mal conseguia ajuda-la a abrir o portão enquanto olhava o seu corpo, todo molhado, a camiseta, marcando perfeitamente seus seios, os pelos do seu braço arrepiados. Fonte de toda a minha loucura, eu queria te devorá-la ali mesmo, na chuva, no relento, mas fiquei olhando-a correr para a garagem enquanto eu fechava o portão. Que delícia.
Eu fui indo em sua direção, enquanto ela me encarava, com ódio e um ar de riso no olhar.
- Olha isso, eu estou inteira molhada. E você pode tirar esse sorrizinho da cara. Você é louco? É madrugada, o que estava pens....
- Shhhhhhh. Não fala nada.
(E ela não falou. Ela entendeu)
Encostei-a na parede, corri sutilmente minha mão pelo seu corpo exposto pela roupa toda molhada, senti cada centímetro, não havia tocado ao menos seus lábios ainda, ela esperava por um beijo, um beijo apenas, eu implorava por mais. Minha mão subiu pelo seu pescoço, encaixou entre sua garganta e seu maxilar, juntei-a pela cintura e fiquei olhando bem dentro de seus olhos, alguns segundos. Ela até pensou em falar, eu sei. Mas não era possível.
O beijo. Foi daqueles que arrepiam, dos pés até a cabeça. Ela me juntava tanto ao seu corpo que era como se fossemos nos unir em um só, cravava suas unhas em minha nuca, quase arrancava minha barba. Perdi todo o resto de controle que ainda me havia, se é que ainda existia realmente algum. Minhas mãos corriam descontroladamente pelo seu corpo molhado, apertavam, arranhavam. A vontade de te chupar molhada daquela forma me deixava quase maluco, minha boca mordia e salivava por sua buceta e meu pau latejava, quase explodia. Peguei-a no colo. Minha intenção era leva-la até o quarto, mas no meio do caminho encontramos inúmeras paredes. Na primeira em que encostamos, ela, completamente louca, roçava sua buceta em meu pau, com força, puchava meus cabelos para traz e mordia meu pescoço, minhas orelhas. Gemia de tesão como se eu estivesse a comendo de roupa, ali mesmo, tremia. Não de frio. De tesão. Delirava. Enlouquecida. Eu assistia tudo olhando nossas sombras em uma só na parede em que a luz refletia. Ela me devorava.
E eu? Eu queria mais.
Levei-a um pouco mais a dentro, coloquei-a de pé, no chão. Ela me olhou e disse:
- O que foi?
Fiquei te apreciando um pouquinho. Dei um beijo em seu queixo seguido de uma mordida e disse:
- Não se mecha!
Desci apenas sentindo seu corpo com minha boca, arrastando os lábios por entre seus seios, roçando a minha barba levemente em sua barriga até chegar em sua cintura e em suas pernas. Ela estava com uma camiseta minha que usava sempre para dormir. Tirei sua calcinha bem devagar. Coloquei sua perna em meu ombro, olhei-a lá de baixo, dentro de seus olhos, senti sua respiração mudar, os pelos em sua perna se arrepiar enquanto minha boca ainda te provocava por ali. Fui rodeando, mordendo, fazendo-a ficar louca, quase implorando. Até que já sem aguentar, ela agarrou em meus cabelos e enfiou minha cara no meio de suas pernas e, num misto de respiração e gemidos, gozou, gozou muito, jorrou em minha boca. Me lambuzei. Sua buceta escorria em minha boca, suas unhas quase cravavam em minha cabeça. Nós dois tremiamos, pulsávamos. E ela queria mais. Me levantou e, enquanto me beijava abria minha calça, me empurrou para o banheiro e disse:
- Eu quero mais! Me dê mais...
Eu obedeci.
Agarrei-a pela cintura e juntei-a de costas junto ao meu corpo já nu. Arranquei a sua camiseta, beijava e sussurrava deliciosamente em sua nuca: “Safada, gostosa”. Uma de minhas mãos ainda permanecia em sua cintura, enquanto a outra juntava freneticamente seu pescoço até a minha boca. Suas mãos se atracavam a pia, encaixei meu pau entre suas pernas, e o roçava devagar na entrada de sua buceta, que escorria por ele, derretia. Ela tremia, peguei firme em seu braço, levantei-a para perto de mim novamente e, ao mesmo tempo em que acariciava seus seios deliciosos, senti o meu pau escorregar, encaixar perfeitamente em sua buceta, por trás. Sua bunda empinada, seu peito jogado para frente encaixando em minhas mãos, meu pau entrando inteiramente em sua buceta. Não nos contemos mais, ela definitivamente grita, urra de prazer. Agarro-me em sua cintura e te fodo devagar mas com força, estocando firme no fim de cada vai e vêm. Continuo fazendo o mesmo por alguns minutos, e vou aumentando a velocidade, sinto escorrer em minhas pernas, ela goza, treme por inteiro, mal consegue manter-se em pé, cai de joelhos no chão, gozando, e eu mal consigo deixá-la pensar. Coloco meu pau em sua boca, e quando sua língua o toca eu vou ao espaço. Ela cospe, chupa e olha para mim satisfeita, ou quase satisfeita:
- Goza em mim, me lambuza.
Seu desejo é uma ordem, a cada vez em que enche a boca com ele, e saliva deixando-o escorrendo eu quase caio, gozo em seu queixo, seu pescoço, seus seios, de uma forma que nunca havia me sentido. E ela ainda continua me chupando, dessa vez, quase eu mesmo vou ao chão. Minhas pernas tremem, ela toda lambuzada de porra, de tesão, levanta olha bem dentro dos meus olhos com o dedinho entre os dentes de sua boca e me fala:
- Que delícia. Vem, vamos tomar um banho...deixa que eu limpo você.
Eu só queria saber, o que ela fez comigo? Quando é que eu me deixei ser enfeitiçado dessa forma? Eu não vi, não quero ver, quero continuar, perdido em suas curvas, em seus, em meus, em nossos desejos até a vida acabar.
Tomamos banho abraçados, deixando que água caísse em nossos corpos, nosso beijo molhado, mais ainda molhado, delicioso, louco. Nos amamos enquanto, nos olhamos, enquanto eu corria minha mão pelo seu corpo ensabuado, desbravando cada centímetro sobre o brilho do seu olhar. Quando o desejo começa a nos tomar por completo novamente ela me pede para sair com um sorriso lindo e inocente em seu rosto e, esperar na cama. Contemplo-a mais uma vez por alguns segundos, a imagem que estava em minha cabeça antes, é a mesma que tenho agora. Um sorriso bobo aparece em meu rosto enquanto caminhava até o quarto. A escuridão de minha insônia e eternos questionamentos, se torna devagar minha própria luz.
Ela é daquelas mulheres que gosta de tomar um bom banho para se revigorar depois de uma boa gozada, eu sou do tipo que sempre quero mais, a todo momento, mas meus olhos cansados mal ficavam abertos. Adormeci, depois de finalmente aquietar a minha alma. E na calmaria que esse tesão me trouxe, acordei logo quando o sol começava a iluminar o dia, com ela deitada em meu peito, ainda enrolada na toalha, cabelo molhado e uma expressão de paz. Como um anjo, um anjo só meu. Não lembrava em nada a maluca que quase me devorou a poucas horas, e eu, me vi propositalmente preso a você, completamente...completo, e repleto do amor que eu não imaginava existir. Adormeci novamente. Eu finalmente estava em paz, e entregue as nossas únicas certezas nada complexas: para sempre será amor, para sempre será tesão, para sempre será, como uma eterna combustão de prazer e felicidade. Se isso não é estar em paz, juro a vocês, não sei o que é.
(O que aconteceu quando acordamos? Isso é assunto para outra hora).
Imaginação
Queria um cigarro.
E sei que em um dia tão amarrado ele não seria má companhia.
Queria um motivo. Queria não pensar tantas perversidades durante o meu dia, queria parar de pensar em cordas, algemas, marcas, mordidas, cabelo e gemidos. Queria não pensar tanto em você e em tudo que eu quero te mostrar e todo o eu que, eu não sei se você também vai gostar. Fora do teu quarto serei sempre como você já conhece, mas dentro dele meu amor, quero te fazer chegar a ‘lugares’ que nunca foi.
Queria um boquete. Exagerei?
Até posso mas, fecho os olhos e imagino sua barriga toda arrepiada enquanto eu deslizo uma pedra de gelo até o seu clitóris, e roço minha barba em suas coxas. Ah como eu quero, suas mãos entre meus cabelos e o gosto doce da sua buceta se derretendo em minha boca, enquanto eu vejo entre seus seios, você morder os lábios e cerrar os olhos, pronta pra gozar e encharcar a minha língua, derreter todo o gelo que está já, lá dentro, gemer, ranger os dentes para não gritar, quase me enforcar com suas pernas enquanto levanta sua cintura se contorcendo frenéticamente, cravando as unhas no meu braço.
Quero te invadir.
Jogada de bruços sem forças e tremendo, com a cama toda molhada de tesão. Te invadir de uma vez, te levantar pelos cabelos, beijar a sua boca, a deitar carinhosamente com o lado do rosto no travesseiro, empinar o seu rabo delicioso e entrar sem pena. Sentir suas pernas tremerem quando coloco bem fundo, tiro quase tudo, e coloco de novo.
Quente.
Quero fazer-te louca e, minha, toda minha.
Você recupera as forças e rebola.
Bato ainda devagar e você me pede:
- Bate! BATE!
Eu bato. E você urra e rebola mais. Praticamente não me movo, e você senta e rebola com voracidade. Deliciosamente safada.
Levanto de pé, você ajoelha. Enfia meu pau na boca de uma vez, chupa com pressão arranha minhas pernas inteiras, e não tira os olhos dos meus. O senhor boquete. E me pede:
- Me deixa sentar em você, deixa?
Me joga na cama e esfrega buceta na minha cara. Eu quase sinto ela escorrer em meus lábios, que delícia. Depois desce, e senta, devagar, está apertadinha, quase gozo. Vai colocando, aos poucos, até sentar em tudo, a minha salvação e a sua breve espera, para foder loucamente na sequência, sem pena de mim, quase arrancando minha pele com as unhas.
O cabelo em seu rosto suado, não esconde a minha missão cumprida. Vejo em seus olhos que esta em outro mundo. Senta e senta mais, rebola e geme em um ritmo incontrolável. Goza. Goza muito, pernas tremem, não respondem, e eu não espero, te enxo de porra, derramo gostoso e coloco fundo, sinto cada parte de você arrepiada, goza, de novo.
Queria que fosse verdade. Queria agora.
Gosto das suas criações, dos seus textos, do teu jeito de mostrar que uma trepada é mais intença que muita coisa.
Obrigado, há sempre mais detalhes em cada gesto antes de uma bela trepada, espero que continue gostando e eu sempre continuarei trepando e escrevendo.
A Madrinha’
Odeio casamentos.
Primeiramente vou deixar bem claro isso para que vocês entendam que nada é mais entediante do que um monte de velhas e velhos questionando a quantidade de fitas na decoração da igreja, ou um monte de encalhadas chorando porque queriam estar no lugar da noiva.
Mas escute uma coisa, não gostar de casamento não quer dizer que eu não vá neles. Eu gosto é das madrinhas, casadas ou não, safadas ou não, normalmente são as mais gostosas da festa com seus vestidos de paetê, decotes enormes e calcinhas fio dental (quando as usam). Andam pelo salão sempre olhando para os lados, sabem do tesão que me causam e não cumprem o protocolo.
Estão ali para serem mais deliciosas que a noiva. E estão afim de tudo para ter certeza que são (repito, fuja das choronas).
A celebração é a hora do estudo e do primeiro contato. Amasso a bituca do cigarro com o pé, coloco meu óculos no bolso do paletó. Vejo alguns conhecidos com suas caras enojadas, como se eu fosse um pervertido, apenas pelo fato de que sempre fui eu o descarado a chamar o noivo para as orgias da faculdade. Boas lembranças.
Sentei no fundo, aonde tinha visão privilegiada de toda a igreja. Normalmente eu respeito instituições religiosas. Mas as mulheres respeitam? Com seus vestidos colados, olhares obscenos e decotes de dar água na boca. Como é que se tem respeito desse jeito?
Começam as formalidades, e como o esperado, as duas primeiras são as choronas, deliciosas, mas choronas. A terceira, o desejo ardente de qualquer homem dentro daquela igreja, uma mulher que exalava sexo, mas inexplicavelmente desalmada e ainda por cima melhor amiga da noiva. Uma boa escolha se você quisesse arranjar um casamento e ser corno logo depois. Eu só queria sexo, pau e buceta, loucas gozadas e alguma coisa que fizesse valer a pena o sacrifício de estar ali. Entram as irmãs do noivo na sequencia, duas beldades, as quais eu já tive em minha cama depois de umas doses de tequila. E então parece que a luz mudou. Vinda de outra cidade acompanhando o amigo mais pinguço da festa, a madrinha mais linda de todos os casamentos, vestido verde claro, desenhando seu corpo delicioso, peitos relativamente pequenos, cintura fina, bunda redondinha, tinha no máximo 1,65, morena, dos olhos escuros, uma boca de outro mundo. Uma pena, estava de calcinha, mas um olhar como se fosse chupar qualquer um da cabeça as bolas.
Eis o meu alvo.
O casamento rolando e eu não tirava os olhos dela. Ela vasculhava com seus olhos a igreja toda. Pretendia saber se estava gostosa. E como eu queria dizer sussurrando em seu pescoço que ela estava maravilhosa. Seu único defeito era seu acompanhante, não conseguia saber em que andamento estavam as conversas, mas pelo nível de atenção que ele tinha dela, não eram muito próximos.
Um pouco antes do fim, eu sai da igreja.
Odeio as tradições de arroz e pretendia um bom lugar no estacionamento da festa. Aguardei a saída das madrinhas, fiz questão de olhar bem fundo em seus olhos, enquanto tentava entender o que ela realmente procurava. Entrei no meu carro e fui para o local da festa. Estacionei meu carro embaixo de umas árvores nos fundos do salão, planejando talvez uma saída estratégica para mais tarde.
Acendi o meu cigarro, e comecei a planejar meu plano, quando avistei os primeiros carros. Procurei uma mesa sabendo com certeza que iria me sentar para jantar junto com as crianças, afinal é onde ficam os indesejados em casamentos. Logo tive a companhia dos primeiros adolescentes, uma menina de uns 16 anos que parecia querer engolir seu namoradinho com cara de punheteiro que não parava de me pedir cigarros.
O meu whisky custou a chegar, e quando chegou, quase matei-o inteiro depois de ver o que menos esperava. A linda madrinha de meus sonhos pervertidos não estava mais com seu acompanhante, mas entrou no salão de mãos dadas com quem parecia ser seu marido. Sentaram em uma mesa de família e ela começou a ficar um pouco retraída pela presença de seus familiares. Perdi até a fome...
De tanto tesão que me deu.
Precisava acender um cigarro, mas meu pau quase saltava pra fora da calça. Terminei meu whisky, e enquanto tentava me acalmar não olhava em sua direção para não ver suas cenas de moça 'comportada'. Confesso que saí um pouco sem esperança que fosse conseguir me aproximar, meus planos foram por água abaixo enquanto meu tesão aumentava.
Dois cigarros no maço, já estava na minha cola o adolescente mascador de cigarros. Acendi um e já fiquei com o outro na mão, lhe dei logo em seguida e disse 'me deve um maço', ele ficou sem graça e eu continuei:
' Cara se não for por você, faça por mim, para de bater punheta e dê a rola na mão da sua namoradinha, se não outro cara vai fazer isso. '
Ele começou a me responder gaguejando mas eu nem prestei atenção, olhei por entre os carros, a madrinha estava saindo pela porta, deixei-o falando e a passos lentos, fui caminhando ao encontro dela. Ela me viu chegando e eu desviei o caminho, percebi que ela estava vindo na minha direção. E adivinha o que ela me pediu?
'Você tem um cigarro?'
Maldito pirralho.
'Tem o meu, pode pegar'
Ela aceitou sem nem pensar, e eu olhava para seu decote enquanto ela tragava. Desejando ter aquela boca tragando o meu pau. Tive que perguntar.
'Amiga da noiva?'
'Prima na verdade. E você?' me respondeu, me olhando da cabeça aos pés.
'Acho que amigo de ninguém. Posso ser seu amigo se quiser.'
Ela sorriu, olhou para os lados, me olhou fixamente nos olhos, e eu acompanhei os dela para baixo. Foi quando ela disse:
'Desse jeito meu marido não deixa sermos amigos'.
Jogou a bituca e se virou rebolando com um sorriso safado no rosto. O que ela viu? Meu zíper aberto. Que boa maneira de fazer amizade.
Foram dois, três whiskys, pedi a garrafa. Já estava com a certeza que dessa vez passaria em branco. Estava sozinho na mesa, ficava vendo a babaquice da gravata, me vangloriando por estar na mesa das crianças e por poucas pessoas gostarem de mim. Já estava bêbado, resolvi usar minha 'saída estratégica' para dormir no carro. Foi quando me dei conta de quê o maldito adolescente estava atrás de outro fumante. O acompanhante e o marido estavam mendigando .. Saí e o avistei, junto com ela.
'Então você tinha cigarros?' A bebida perguntou a ela por mim.
'Achei que você não ia sair mais'. disse como se estivesse me esperando.
'Você não é minha amiga mas pode me dar um cigarro?' estava trançando as pernas.
'Tenho mais no carro, você me espera aqui?' disse
'Não, você vai fugir, vou com você.' minha lucidez começou a retornar.
Enquanto caminhávamos na direção do carro dela, eu olhava aquelas pernas, os pelos descoloridos, a pele morena. Chegando em seu carro avistei o meu um pouco mais longe, em um escuro total. Ela abriu a porta me pediu pra segurar sua bolsa, empinou aquele rabo enorme e entrou de quatro para encontrar o maço de cigarro, eu já estava quase fazendo uma loucura, imaginando seu cabelo em minhas mãos, sua calcinha colocada de lado e meu pau em sua buceta molhadinha, estava tão em transe que não estava nem escutando que você me perguntava do isqueiro. Eu tinha, em meu bolso. Mas ofereci o acendedor do meu carro.
Ela me deu o maço, e disse 'Fica pra você, meu marido não pode saber que eu fumo, muito menos que tenho um amigo novo, nosso segredo, ok?'
Eu adoro segredos.
'Posso te contar um segredo?' Perguntei já encostado no meu carro enquanto esquentava o acendedor. Ela apenas me olhou. Eu disse 'Odeio casamentos. E eu faria qualquer coisa para ter um boquete agora.'Ela riu, e mandou 'Mas quem está me devendo é você, acabei de te dar um maço de cigarros'. Eu fiquei pensando por um minuto, em uma forma de fazer ela ficar me devendo alguma coisa.
Ela acendeu o cigarro, encostou no carro e ficava a me olhar.
Eu abaixei lentamente, ela nem olhou para mim. Coloquei sua perna em meu ombro e sua calcinha de lado,
Hora de pagar um favor.
Abri lentamente aqueles lábios, e coloquei minha língua o mais fundo que conseguia, sentia seu clitóris escorrer em minha boca, enquanto os pelos em sua perna se arrepiavam. Tentava olhar para cima, via você tragando o cigarro tão deliciosamente, e cravando seus dedos em meu cabelo, enfiando minha cara na sua buceta. Você rebolava bem devagarinho quando minha língua atingia o ponto que mais gostava, me pedia para parar mas apertava mais a minha cabeça. Foi mudando de respiração, quase me arrancando os cabelos, eu me lambuzando todo com seu mel. Gemeu gostoso, gozou tudo o que podia em minha boca, tremia inteira. Me puxou para cima, me beijou, me mordeu e me lambeu. Mas quando eu ia tirar o pau pra fora, ela me disse:
'Meu cigarro acabou, já chega, vamos entrar'.
Tudo bem, ela gosta de jogos. Vamos jogar.
Eu sabia que não iria poder leva-la embora, portanto tinha que encontrar uma forma de ter o que queria ali mesmo.
Enrolei um pouco enquanto ela entrava. E observei uma porta ao lado dos banheiros que dava em um corredor levando a uma dispensa. Fui para a mesa e lá estava ela, sentada com sua sogra e cunhada, como se não tivesse acabado de gozar loucamente na boca de um estranho. Seu marido estava em uma mesa só de homens, onde contavam e riam do dinheiro arrecadado com a porcaria da gravata.
Eu não podia mais esperar muito tempo, olhar para ela com seu olhar dissimulado, e não imaginar o que eu poderia fazer, era impossível.
Estavam servindo alguns aperitivos, me levantei para pegar sem tirar os olhos dela e nem ela de mim. Ela se levantou, foi até a mesa dos rapazes, seu marido nem lhe deu atenção. Virei de costas, enquanto ela caminhava até a mesa de frios. Parou do meu lado, colocou o dedo na boca pra escolher qual queijo ela queria. Ao lado estava uma senhora que ajudava servir. Perguntei a ela, 'A senhora sabe onde é o banheiro?' Ela apontou e disse 'Ali ao lado daquela porta azul'. Exatamente como queria que falasse, a porta azul era o meu destino, mas como tive receio, sabia que por medo, ela não iria me acompanhar.
Mas foi ao banheiro e, eu a esperei na porta. Não tinha muito tempo para tomar uma atitude. Peguei-a pelo braço, e a puxei para a porta azul.
Ela tentou fugir dizendo 'Não eu não posso, vão nos pegar'. Mas isso foi até eu lotar a mão em sua buceta ainda molhada. O fato dela ainda ter medo, e tentar olhar pelo canto da porta fazia meu pau latejar. Peguei em seus cabelos, abri a calça, ela colocou meu pau praticamente todo em sua boca, sentia seus lábios encostar na base dele, e forçava sua cabeça nele até sentir sua saliva escorrer. Seus olhos fixamente nos meus, quando tirava meu pau pra fora, ela ria, e passava ele em seu rosto. Levantei-a pelos cabelos, virei o seu vestido para cima, com seu rosto colado na parede, arrebitava aquele rabo para mim, estava tão excitado que não sabia se ia aguentar, coloquei meu pau bem devagar, a cabeça passou apertadinha, fui até o meio e ela gemeu gostoso, fazia o vai e vem e eu estava quase gozando, tirei tudo e vi como estava molhado e como ela se arrepiava, coloquei até o meio segurando firme em seus cabelos, segurei em sua cintura, e coloquei tudo com força. Ela gozou. E não conseguia parar em pé. Ajoelhou, e disse 'agora é a sua vez', me masturbava e chupava a cabeça do meu pau com aquela cara de safada. Gozei em sua boca. Não deixou escapar uma gota. Me encostou na parede, levantou, virou de costas, meu pau estava 'meia-vida', foi passando a buceta nele, rebolando, até que entrou, quando eu achei que ela não teria mais forças, ela rebolava como uma puta no meu pau, e me pedia para gozar mais.'Goza lá dentro, goza'. Eu olhava aquele rabo delicioso, subindo, descendo, fazendo movimentos circulares, grudei em seu pescoço, juntei perto do meu corpo, e coloquei meu pau até no fundo, e perguntava em seu ouvido:
'Você quer porra? É isso que você quer?'
Ela dizia: 'Isso, é isso que eu quero, coloca tudo e goza bem fundo'.
Indomável, rebolava no meu pau sem parar, sentia minha calça se molhar de tanto mel que escorria da sua buceta. Quando senti que ia gozar, juntei-a novamente, segurando em seu pescoço, coloquei bem fundo, e derramei porra quente em sua buceta deliciosa, ela ainda rebolava um pouco, e ria incontrolavelmente. Pegou sua bolsa no chão, sacou um batom, escreveu seu telefone na minha perna, e disse no meu ouvido antes de sair:
'Amigos?'
Sozinhos...
Eu olho ao meu redor, enquanto caminho pela rua, vejo uma senhora de guarda-chuva, olho a fixamente em seus olhos até que se sinta nua, tiro-lhe a roupa a cada piscada, mas não digo nada, nem movo um músculo. Ela passa, tenta me olhar até chegar na esquina e a multidão me engole, a deixo meu sorriso no canto da boca e a fumaça do meu cigarro
Arrumo meus óculos escuros, inúteis perante a esse dia nublado, essencial para se esgueirar por olhares promiscuos. Começo a caminhar, a esperar, que um olhar sem vergonha me encontre novamente sozinho na multidão.
Clichê isso, você acha? Eu também acho...
A verdade mais nojenta é que eu estou me fodendo para o que alguém acha, e vocês vão me entender.
Volto a caminhar, lentamente, sinto os pingos de chuva, ao meu redor hoteis antigos, malcuidados pelo tempo, mas de bom grado para quem (eu) pensa em chupar uma buceta com geléia de amostra grátis do café da manhã.
‘Um expresso grande, por favor.’
Ao lado da cafeteria, vejo que algumas pessoas gostam mais de café do que de trepar. E estava ali como um espectador das vidas alheias, foi quando vi, que alguém tinha me visto.
Eu não estava sozinho, não agora.
Havia um casal, jovens, cheios de fogo, a ponto de trepar no meio da rua quase entravam parede a dentro da loja de tecidos da esquina e pareciam invisíveis, por um momento até para mim.
Mas a menina não.
Ela me olhava fixamente, mesmo em quanto seu namoradinho semi-virgem a abraçava carinhosamente - que bonitinho. “Meninas são tão mulheres”, essa música me toca na cabeça todas as vezes que vejo cenas como essa, ela pegava a mão dele, e arrastava até sua virilha, fazia-o apertar, dava sorrisos safados por cima do seu ombro, e ele acuado, sentia medo. Começava a ser visivel para os outros ‘meros mortais’.
Mas eu e a menina não.
Acendi outro cigarro. Em meu pensamento eu à comia verozmente, pegando em seus cabelos loirinhos, esfregando sua cara na parede, enquanto meu pau entra em sua bunda redondinha. Fazia isso constantemente na rua, mas com ela era diferente...
Ela sabia.
Não só sabia que era deliciosa e safada, mas sabia que eramos anônimos, isolados em nossos pensamentos frenéticos e obscenos. Afinal eu não me sentia mais nenhum pouco sozinho na multidão. Ficava imaginando quando o inocente iria embora, imaginava cada parte do seu corpo em minha lingua. Só de ver o olhar que ela me lançava, me buscava incansavelmente com seus olhos, sua buceta provavelmente estaria escorrendo, e porque eu não posso beber? Ninguém vai fazer isso? Foda-se a imoralidade, eu não quero nem saber.
O ‘gurizão’ decidiu largar o osso afinal, não ia lamber. Deu dois selinhos e saiu, confiante de si, ‘eu dei uns pegas’ - coitado. Mal sabia ele do que estava por vir. Ela olhou mais uma vez, enquanto eu jogava o cigarro, antes do cigarro tocar o chão molhado, ela saiu.
Andou meio quarteirão, cara no celular, passos rápidos que faziam levantar seu vestido vinho, e eu imaginava minha cara enfiada naquelas pernas. Ela passou de um, dois...no terceiro hotel, ela deu uma breve parada embaixo ao toldo, deixou cair o celular, em cima do tapete e entrou.
‘Não tem vaga no hotel, mas agora é horario de almoço. O que você vai comer?’
Eu tinha duas certezas. A primeira é que eu estava ‘faminto’. A segunda é que eu nunca poderia pedir um ‘almoço’ melhor. Subi as velhas escadas, percebi vários quartos fechados. Cheguei até a entrada de um corredor, onde encontrei um presente.
Sua calcinha, vermelha, como o vestido. Me indicava o caminho, não por estar ali, mas porque meu corpo já agia sozinho, meu pau saltava para fora após sentir o que eu já havia constatado, ela estava toda molhadinha. Após dois passos, olhei a frente, no fim do corredor, o vestido vermelho se destacava a meia luz, encostada de costas para mim no corrimão de algo como se fosse uma sacada. Fiquei fantasiando por alguns segundos.
‘Você vai ficar aí parado?’
Menina, menina, eu ja tinha feito tanta coisa em meu pensamento que não sabia onde começar, mas eu logo me lembrei, aonde minha boca queria estar.
‘O almoço está pronto?’
Não à esperei responder.
Levantei seu vestido, e bebi, me deliciei, com seu mel. Eu enfiei minha lingua, e sentia sua perna tremer. Quanto mais eu chupava, mais ela gemia, mais ela se molhava, e me molhava.
‘Eu quero seu pau, agora!’
Ela me suplicava. Eu disse ‘Cala a boca’.
‘Abre as pernas, e não faça barulho’ disse à ela sem sair debaixo do vestido, e coloquei, devagar mas de uma vez, todo meu pau em sua buceta, segurei firme no corrimão, e fodi com vontade.
‘Se você gritar eu vou comer o seu cú’. E ela gemia, cada vez mais alto. Estranho seria não pensar que era o que ela queria.
Grudei em seus cabelos, segurei em sua garganta, e disse novamente para parar de gritar, sem parar de foder. Mas ela não parou, quanto mais eu fazia, mais ela gemia.
Puxei-a pelos cabelos, coloquei-a de joelhos, e disse:
‘- Agora você vai calar a boca!’
E ela sorriu, indecente e deliciosamente. Chupou. Um boquete como eu nunca tinha recebido na vida. E não cansava, colocava tudo na boca, tudo sem tirar os olhos dos meus, aliás os seus, lacrimejavam. Quando ela começava a parar, eu me agarrava em seus cabelos e ‘providenciava’ mais um pouco.
Já de joelhos, foi fácil coloca-la de quatro. Quando enconstei meu pau em sua bunda, senti seus pelos dês de as pernas até a nuca se arrepiarem. Senti que não ia demorar, para ela gozar.
Coloquei meu pau para dentro, até o fundo, e deixei, enquanto massageava seu ânus levemente com meu polegar molhado de saliva, ela rebolava. Safada.
‘Vou fazer você gozar, como uma louca’ eu disse.
‘Eu duvido’ me provocava, já com a voz trêmula.
Grudei em seus cabelos, dei duas voltas, e meti com gosto, uma grito, foram 3 ou 4 bombadas e ela disse:
‘- Não vou aguentar, vou gozar!’
‘- Não pense em fazer isso antes de mim’
Batia sem pena em seu rabo gostoso, empinado para mim. Eu já não estava mais aguentando. Foi quando senti o corpo dela inteirinho se contrair, coloquei bem fundo e segurei.
O orgasmo da mulher. A melhor sensação para ela, o tesão supremo para o homem. Eu não queria gozar, mas quero sentir esse calor, sua vagina apertando meu pau, suas mãos quase arrancar o carpê no chão. Mas eu gozei, na sua bunda, nas suas costas e um restinho na sua boca. Assim nos conhecemos, nos despedimos, sem nomes, sozinhos.
Uma delicia de almoço, ela não vai se esquecer. (Nem você!)
Fiquem a vontade (isso inclui tirar a roupa)!
Meu nome é Gian.