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Falem das novas prévias!!!
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Façam sugestões de matérias!
Inside #5 Por favor, não seja idiota! (Parte3)
Por fim, como derradeira dessa longa exposição que mais pareceu um puxão de orelha, vou pedir para que atentem para os malefícios da falta de pesquisa (já que alguns precisam da foto do moribundo na caixinha de cigarro para não fumar, né? Insistem em fingir que os prejuízos não existem enquanto não enunciados ou concretizados). Lá vai... Quem não pesquisa vai acabar, quase com certeza:
a) Fazendo papel de idiota por empregar mal uma noção errônea
b) Revoltando seus leitores e os convencendo de que não merece ser lido justamente porque é um perfeito idiota
c) Usando palavras bonitas que desconhece para bancar o culto e ninguém entenderá patavina da frase mal feita; o que o torna um pseudo-intelectual muito idiota que finge ao invés de estudar logo.
d) Se fizer sucesso, acabará tendo na cola os críticos que sabem que ele é, na verdade, um perfeito idiota e que não descansarão até que a humanidade acredite.
e) Incapaz de se manter no topo porque nem todas as gafes idiotas são engolidas pela opinião pública; e gente idiota só comete gafes idiotas.
f) Correndo o risco de um bom punhado do resto das pessoas começar a estudar direito um dia e ele se tornar um idiota solitário que fica para trás.
g) Denunciando que eu usei mil vezes o vocábulo idiota quando, secretamente, a razão para tal foi o fato de os sinônimos mais rebuscados desse não serem inteligíveis para idiotas que devem, mais do que ninguém, entender de uma vez por todas que estudar é necessário. Em todo caso, sinta-se à vontade para não ser um imbecil, boçal, estúpido, acéfalo, parvo, alienado, “bestalóide”, débil, e provar que a limitada fui eu. Adorarei ler um texto decente seu e pedir um autógrafo! O desafio está lançado, conquiste-me e eu serei eternamente sua fã!
Inside #5 Por favor, não seja idiota! (Parte2)
Enfim, da dupla de peso que não foi arrolada até agora, a última é o tema em questão: são elas a verossimilhança e a pesquisa. “Ain, Cele, eu já sabia que precisava disso, mimimi, sua óbvia!”. Pois é, até os meus gatos sabem disso, verdade. Mas quem foi que disse que os textos amadores e profissionais fazem o favor de obedecer a essas irmãs fundamentais? Vou nem falar da responsabilidade social para não assassinar meio mundo, deixe estar... Bom, verossimilhança... Ser verossímil, literariamente, consiste em ter um fluxo causal impecável. E o que é fluxo causal? É o encadeamento dos fatos da trama, meu bem; aquela coisa mágica que traz um arrebatamento belíssimo de beijar os pés dos mestres da Literatura por conseguirem convencer o leitor por inteiro de que tudo que aconteceu no enredo eram as únicas e insubstituíveis consequências dos atos anteriores. “Ohhh, que bruxaria!” Não, talento, compromisso, respeito ao público... Coisa que, atualmente, quase ninguém tem, ahá!
Agora, vou perguntar o porquê de a verossimilhança ser rara e, se você acertar, sinta-se presenteado (a) com uma estrelinha e um pirulito virtuais de bom menino (a). Por que, hein? Porque falta pesquisa! Olha, caramba, está tudo interligado! Mas hein? Sendo assim, que os anjos solfejem o “oh” da descoberta do seu maior inimigo, caro autor. A falta de pesquisa aprofundada sobre o assunto que você mesmo tematizou. Que estranho, não? Quer dizer que você foi arrogante ou despreparado o suficiente para resolver escrever uma obra inteira sobre um assunto que você não domina nada? Hum... Que bom... Então, a culpa sempre foi todinha sua! Parabéns! A propósito, esse foi o motivo de eu ter dito antes que o problema de hoje era mais capcioso e difícil de se identificar. Afinal, é da essência de muitos se considerarem infalíveis e recorrerem à negação quando diante de uma responsabilização negativa de seus atos. As pessoas simplesmente preferem morrer precárias a assumir limitações que prescindem em serem reconhecidas para que rumem ao conserto. Assumamos, portanto, que somos amadores e estudamos muito pouco. É o primeiro passo!
O segundo e mais decisivo, por sua vez, é se empenhar verdadeiramente em ser preciso; comprometer-se a fazer direito e dar o seu melhor na proposta escolhida como enredo. Proteja-o de tudo o que pode impedir que ele alcance a sua função (finalidade essa que, se tal não a tiver, nem perca seu tempo. A não ser, claro, que pretenda ser mais um do rebanho que tem a sorte de fazer sucesso com o irrelevante, aquele punhadinho de síntese do nada que não acrescenta coisa alguma a ninguém). Ademais, tenha sempre em mente que somente você sabe de fato aonde quer chegar com cada minúcia entre as páginas. Por conseguinte, não caia nas armadilhas da pressa, da influência das torcidas, de agradar a Maricotinha nem mesmo a super Editora Fodástica Ltda. que sabe tudo do mercado. Ah é, sabe mesmo? E...? Vale a pena trair sua trama e vender qualquer bagaça mal feita por alguns trocados? Sujar seu nome autoral com todos aqueles que têm um mínimo de exigência? Se sim, já disse, para de ler meu texto, encosto! Se não, vem amiguinho, vamos evoluir juntos, dá a mão.
Então, você quis ser gente e resolveu pesquisar com afinco para mostrar que sabe o que diz. Ok, viva! E agora, onde encontrar as informações necessárias? Google? É, pode ser, ele ajuda muito. Contudo, ainda julgo que os livros sejam a melhor saída, dependendo do objetivo. Pega o bloquinho que eu vou dar o bizu mais sagaz e óbvio do mundo, hein! Pegou? Vamos lá! Sabe qual é o segredo? Antes de você, sempre terá existido alguém legal, ainda que exceção, que também se preocupou com esses fatores maiores e escreveu sobre o que sabia! Procure os filhotes desse sujeito! Suas teorias e livrinhos que mudaram o pensamento da época dele! Que inauguraram algo revolucionário, ou que simplesmente fizeram sentido do começo ao fim! Tome-o como seu exemplo na vida e nunca mais o perca. Depois, procure outros igualmente geniais. É por aí... Tenha base, vale tudo! Qualquer matéria ou tese bem construída há de ajudá-lo a solidificar a sua criação, seja ela fictícia, de mitologia, de lendas indígenas ou de um monstrengo inteiramente seu. Estude ao máximo sobre tudo que tiver interesse e sobre o que menos domina, pronto! “Tcharam!”. O único risco que você corre com isso é o de ser menos ignorante e escrever melhor. Está esperando o quê para começar, então? Senta o fiofó e abre a cabeça, recorra à humildade de aprender com quem sabe e suas conquistas serão ilimitadas e realmente meritórias quando se consumarem. Orgulhe a si mesmo, emocione a sua mãe! Faça algo que valha a pena!
Inside #5 Por favor, não seja idiota! (Parte1)
Quando na criação de uma obra, há algumas etapas que são de todo reincidentes:
a) Qual o enredo?
b) Como são as personagens?
c) Onde se passará?
d) De que gênero será em primazia?
e) Será que faz sucesso?
É muito comum que os autores ponderem tais questões antes de pôr a mão na massa de fato, certo? Porém, se você se restringe a essas meras cinco etapas mentais antes de escrever, saiba agora em primeiríssima mão que isso há de lhe causar problemas mais tarde.
Escrita vazia; quem nunca teve o desprazer de se deparar com uma? Ou, mais fácil ainda, quem já teve a felicidade de encontrar uma obra realmente boa e sem gafes? Acho que se pode contar nos dedos, decerto... Acontece que a composição literária, desde seus primórdios, foi de encontro a inúmeros obstáculos durante a sua jornada de evolução entre cada século: tabus, governos déspotas interessados apenas na alienação das massas, perseguições religiosas, preconceito; os livros de História são repletos de relatos acerca das barreiras que a literatura idônea enfrentou no passado para se propagar. Trágico é, diante disso, ter de reconhecer agora que adversidade contemporânea consegue ser consideravelmente mais perniciosa e difícil de se identificar.
Ah, criticar o próximo... Instinto tão natural e, para alguns, tão delicioso! É comum que o mundo e o contexto sejam acusados por tudo de contraditório que acontece à vontade humana, claro. Será que, no entanto, não eram justo tais controvérsias que incentivavam a filosofia e a superação de antes? Vejamos, século XXI: tecnologias em alta e inversamente proporcionais ao crescimento dos valores ideológico-morais; os continentes se encontram de algum modo integrados, globalizados, de fato, mas, muito possivelmente, em um processo contínuo de uniformização de imbecis; ouso dizer... Tome seu trono, Sra. Falsa Sabedoria! Despose o imediatismo e teremos de prole a nossa geração fast-food que levou pras cucuias o ditado sobre a pressa ser inimiga da perfeição. Está aí o motivo de termos hoje tão frequentemente o fenômeno que chamo de ejaculação precoce autoral: mal de todo escritor apressadinho que voa atrás da sede de reconhecimento e desrespeita a própria obra; esquece-se de embasar com segurança e lógica o fluxo causal que rege a sua criação; aquilo que deve proteger com unhas e dentes, por ironia. Como e por que o fazem? Continue lendo, só vai levar uns minutinhos da sua preciosa atenção. Prometo!
Retomemos, pois, aqueles cinco amiguinhos que enumerei lá em cima e pensemos no que há de errado com eles... Se você disser que não há nada de equivocado ali, estará quase certo. Que bom, não? Não, que merda, querido. É esse quase que acaba com os seus escritos, pode apostar sua vida nisso. O que há de ruim ali, na verdade, é uma falta; a ausência de quesitos essenciais sem os quais, se você fizer sucesso, a meu ver não deveria ter orgulho de si mesmo e sim se preocupar com a seletividade do seu público. Sim, seletividade... As ofertas andam tão pobres, quando comparadas à qualidade dos clássicos, que cair no gosto do povão não pode mais ser considerado parâmetro para mensurar capacidade alguma; nem a minha, nem a sua. Então, faça o favor de prosseguir na leitura apenas se quiser ser um autor digno de verdade e não uma estrela sem mérito e com o traseiro para a Lua.
muito boa as matérias (connor)
Nhac, obrigada, Connor <3
Inside #4 Americanização (Parte2)
Quanto mais desistimos do que é brasileiro, mais permitimos que o que é de fora entre, e assim, o mercado nacional se adequa, deixando de lado o que é nosso, então, sem apoio e com os produtos americanos sendo esfregados em nossas faces, voltamos para o fator um.
Não adianta falarmos tanto sobre as editoras não nos darem uma chance, se nós não o fazemos antes. Além disso, me pergunto como pode ser mais fácil você escrever uma história em um lugar que jamais conheceu (em alguns casos) do que uma que se passe na sua rua. E nem adianta falar que o gênero não vai se adequar; nós o adequamos.
Um exemplo do quanto podemos adequar o sobrenatural (no caso, vampiros) é o autor brazuca André Vianco. Quem já leu qualquer um de seus livros (eu li apenas “Os Sete”, por enquanto…) pode dizer que ele não deixa nada a desejar em relação aos escritores no mundo afora (aliás, chega a ser até mais interessante do que outras obras internacionais).
Se você julga impossível criar uma história com uma temática não muito comum para o país, dentro dele, eu só lamento. Com um pouquinho de criatividade e bom senso, é fácil esquematizar enredos, seja nas nossas metrópoles ou no interior, afinal, lendas tem todos os lugares; romances, risadas, problemas, mortes, entre outros, também.
E lembre-se: não é por que se passa no Brasil que ele se torna automaticamente inferior aos outros livros. Recado dado…
Inside #4 Americanização (Parte1)
Americanização. De acordo com o Wikipédia, “é o termo empregado para descrever a influência que os Estados Unidos exercem sobre a cultura de outros países, resultando no fenômeno da substituição de uma determinada cultura pela cultura estadunidense.”
Uma palavra que exprime a força que os modos americanos têm exercido sobre os outros países. Nós falamos sua língua (o inglês), comemos seus alimentos (fast-foods) e até utilizamos seus produtos (Apple, Microsoft etc). A forma de vida dos norte-americanos tem sido muito copiada por boa parte população mundial. E um exemplo disso é a maneira como agregamos informações e buscamos estilizar quase tudo que temos dentro deste padrão, como as webs.
Hoje em dia, se buscarmos dentro das comunidades onde estas são postadas, entraremos em um “mundo” completamente diferente do que conhecemos. Os enredos são formados e colocados com situações e pessoas na parte norte do continente; são jovens estudando em high schools com líderes de torcida; mulheres trabalhando em enormes edifícios em grandes metrópoles americanas; rapazes chamados John, Liam ou Matthew e meninas com os nomes Mary, Amber, ou Ashley, entre tantos outros exemplos.
É um fato consumado que os Estados Unidos parecem ter feito uma lavagem cerebral em todos nós. Se você for a uma escola e perguntar quem é Stephenie Meyer, todos saberão que ela é a autora de Crepúsculo. Mas se questionar aos alunos quem foi Gonçalves Dias, provavelmente terá uma classe cheia de interrogações plantadas acima de suas cabeças. Afinal, se mal lemos o que é feito pelos autores contemporâneos de nosso país, que dirá conhecer um poeta que viveu no inicio pro meio do século XIX.
Estamos nos tornando uma geração sem cultura e não adianta apontar o dedo para uns ou outros, pois a culpa é de toda a população (quase toda, talvez). Nós fechamos a porta para mais de 90% do que é nacional e depois reclamamos que a literatura brasileira não é valorizada em nosso próprio país.
Agora eu te pergunto: quantos livros de autores nacionais, sejam eles clássicos ou não, você já leu durante a sua vida? Já ficou em dúvida em uma livraria, segurando um livro de autor nacional e um americano, do mesmo gênero e levou o segundo, pois era um best-seller? Quantas webs vocês já leu/escreveu que se passassem no Brasil, não importasse o gênero que elas fossem? Se suas respostas foram: a) 0; b) sim; c) 0; eu sinto em lhe dizer, mas… você foi americanizado!
É engraçado quando tratamos um assunto de tal importância da forma mais banal possível. Até porque, no momento em que permitimos tanto que um país entre em nosso lar, estamos abdicando um pouco mais da nossa própria cultura. Admitir não é fácil, mas nós realmente desvalorizamos tudo que nos pertence, que é o nosso patrimônio. E o pior: é um ciclo vicioso.
Gosto tnt daqui...
Obrigada, noni. Ficamos felizes em saber disso *-* (Verena)
omfg, finalmente *u* se eu tivesse alguma sugestão... ]= argh! ]ç~sçdf~]çsd
ahhh, pensa um pouco... qualquer ajuda é o bastante (Verena)
Matéria nova saindo hoje!
(façam mais sugestões...)
Essas resenhas são incriveis
Muito obrigada, nós tentamos dar o nosso melhor nas resenhas e sempre manter a sinceridade né? É mto bom receber o reconhecimento de vocês.
O submit não vai, hm =/
poxa =/
vou procurar aqui e mando os trechos por submit ^.^
que ótimo!
quota os beijos de percabeth e de romione =[
Eu não tenho os ebooks, vou tentar achar. Uma ajudinha com o cap e a página seria legal rs :) (Vel)
Ela é linda mesmo, PQP =[[
demais kkkk essa ai furou a fila da beleza três vezes morta/
gente, eu já falei, mas não canso de repetir, esse theme... ç.ç... Lindo. Lindo demais.
Emma Stone cedendo sua beleza pro SWJ.