Ás vezes nos perguntamos porque que a vida tanto se vira, uma hora é flor e outra pedra. Uma hora a gente dança na chuva e outrora a gente tá sem guarda-chuva, reclamando por estar se molhando. São muitas fases. Ás vezes boas e ás vezes ruins. Não entedemos o porque que a vida é assim. Por que precisamos estar sempre ocilando momentos? Ocilando viver coisas e experiências por toda vida? Não faz sentido!! Mas já dizia um velho sábio: “nos melhores momentos veremos quem estará e nos piores também.” Na maioria das vezes vamos de cima pra baixo pra entender que coisas e pessoas mudam mediante a nossa situação de vida. E que, o que você tem traz pessoas pra perto. E o que você deixa de ter, também pode afastar. Precisamos ocilar pra entender, que algumas situações só existem pra nos ensinar como e quem trazer pra perto de nós. Momentos ruins são necessários para o nosso entendimento de solidão. Quando tudo vai bem, a sua companhia é agradável, a sua vida financeira decola, e os lugares que você frequenta chamam uma diversa atenção, é valido perceber que a casa está cheia. E nos momentos contrários a isso, você possívelmente vai se encontrar sozinho ou com bem menos pessoas ao seu lado. Mas se engana quem pensa, que depois de passar por momentos ruins, de luta, de dor, de perda, de desestabilidade, e etc. A gente não vai aprender. Porque a gente vai, e muito. E vai crescer também. O que nos faz ter esperança nesse momento, é imaginar quando é que a roda da vida vai girar, e vamos estar no alto outra vez. Mas dessa vez mais inteligente, mais racional, e dando valor de verdade a quem e o que realmente importa. Coisas que os momentos bons nos tiram, nos desatentam, e nos cegam. Porque de fato, depois, só os momentos ruins e oscilantes da vida, nos ensinam e nos marcam de verdade.
Layara alves




















