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~ 22.10.15 ~
Feelings as colours
Empathy is light blue. Annoyance is poisonous, lime green. Satisfaction is black. Insecurity is orange. Physical pleasure is brown. Inspiration feels heavy...Perhaps dark grey.
My favourite feeling, anticipation, is a mixture. It's bright and light, gentle brushing that makes me ache with excitement. I'd say sunny yellow and spring green. Some baby blue. But when it's special, it's red. Definitely red.
Pain is bitter, painted in twilight blue. Depression is melange grey.
I am yet to find more. I don't know what feels girly pink or royal purple. I sense that whatever is white won't be good, but tangelo will be sweet. Beige? Celeste? Emerald? No idea.
After I find all of these, there will be the hues. The level of saturation and vibrance. The angle, and so on.
Then colors will run out and I will either have to invent new ones or stop feeling.
Seja você mesmo, todos os outros já existem...
Quem nunca buscou por aprovação de pessoas? Quem nunca se preocupou com aquilo que as pessoas iriam pensar? Quem nunca se preocupou com a própria reputação (mais do que com o nosso testemunho, vamos ser sinceros)? Nós buscamos por aceitação, nós queremos ser aceitos pela sociedade. Então, vamos repetindo comportamentos que julgamos ser "normais" e corretos, talvez, por serem comuns. Porém, aprendi com a Psicologia que nem tudo o que se acontece com muita frequência é realmente normal e, também, nem tudo o que pouco acontece é anormal. Afinal, somos pessoas diferentes, com vidas diferentes, históricos diferentes, gostos e maneiras de pensar/agir completamente diferente. Mas, tendemos a não aceitar bem aquilo ou aquele que é diferente de nós, costumamos nos afastar, tratá-lo como um problema, simplesmente por ser diferente (complicado mesmo é quando a pessoa começa a acreditar que ela é realmente um problema). Talvez lidamos assim, porque achamos isso chato ou até mesmo porque não seja cômodo pra nós lidar com "o diferente". O resultado disto tudo é que, na maioria das vezes, as pessoas acabam fingindo ser quem elas não são (ou quem elas nunca quiseram ser), apenas para não serem rejeitados. Vamos falar a verdade, ninguém quer ser rejeitado. Com isso, as pessoas vão ficando reprimidas, demonstrando cada vez menos o que pensam ou o que sentem. E em paralelo à isso, vão imitando outras pessoas, aquelas pessoas que aparentam ser bem aceitas pela sociedade, são essas que todos querem imitar. Cada um vai mudando suas próprias características, alterando sua personalidade e perdendo aquilo que é realmente seu (aquilo que nunca deveria ser mudado, a não ser que fosse um problema de caráter). E, no final, o que será de nós? Pessoas parecidas umas com as outras, andando por ai, como um bando de xerox rs. Mas, que na verdade, por dentro, estão cheias de sonhos, desejos e subjetividades que nunca foram exteriorizadas. Que mundo triste! Por isso fomos chamados pra realmente andar na contramão deste mundo e não nos conformar com ele e aquilo que para ele é "normal". Sabemos bem o que provém do maligno. A Bíblia nos convida a sermos inconformados com este século e tudo o que ele induz a sociedade a se conformar. E aí, como é que você pensa? E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimentes qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
Bia Vidal
[VÍDEO]
Postagem do canal SBS The Show no dia 22.10.15 .
Por trás das câmeras do SBS MTV The Show durante o último dia de Hongbin como MC do programa.
[VÍDEO]
Transmissão de Hongbin para o aplicativo V no dia 22.10.15 .
Nota: O vídeo se encontra sem legendas.
The Vamps in Paris by Dean Sherwood