͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏͏ ͏𝗦𝗶𝗻𝗼𝗽𝘀𝗲 ──── Se existe um limite tênue entre autocontrole e tesão acumulado, Mingi tinha a certeza que já havia cruzado. Após te conhecer, um novo lado havia emergido: aquele cara que até então fazia as pessoas pirarem na cama, agora poderia implorar de joelhos por você.
🚬 1.1k [sub roommate loiro Mingi, dom maldosa leitora, masturbação!m com a calcinha da pp, muitos pensamentos e palavras sujas (tipo, muito mesmo), 'cachorrinho', 'brinquedo', metáforas religiosas em uns parágrafos, menção à free use e titfucking]
𝒽: Slá galeres, em algum momento eu aprendi que gosto de homem gostoso pateta manhoso e fico imaginando isso o dia todo. E sim... um POUCO (a menção a ser gamer) da personalidade da pp é minha mas deixei algo geral, pfvr n me odeiem <3. P.s: usem o poder da imaginação pra ver que o divo tá loiro na foto ty
Lençóis bagunçados. Gotículas de suor cobrindo a pele bronzeada. Arfadas escapavam dos lábios carnudos, judiados pelos dentes que os marcavam com força. Os olhos revirando com a sensação deliciosa em seu membro.
Sujo. Grudento. Nojento.
Song Mingi não se considerava o tipo que pirava em suas amigas. Sempre achou estranho como alguns caras ficavam próximos das mulheres na esperança de conseguirem uma transa. Porém, o que acontecia naquele momento, era a primeira exceção de sua restrição pessoal — antes de se conhecerem, o loiro estava acostumado a tomar a frente. Era quem iniciava toques não inocentes e fazia as pessoas suplicarem.
Talvez fosse seu jeito muito livre em falar sacanagens mesmo com o “amigo” ou a forma que não hesitava em soltar comentários dúbios e deixar o homem desconcertado. Você o fazia sentir uma necessidade primitiva em ser seu novo brinquedinho favorito.
Tudo piorou depois que passaram a morar juntos e, por vezes, podia escutar — mesmo em meio ao abafamento das paredes — o estado com que deixava todos os caras que dormiam contigo. Em uma dessas vezes, não pode se conter e se tocou tão forte, que teve (quase) certeza que seus gemidos brigaram com os do pobre coitado em sua cama. Mas, era viciante se imaginar na mesma posição do homem ao lado.
– “Meu Deus, que garoto nojento! Olha só como você me deixou: toda melada de porra (um barulho de tapa é escutado). Gozando assim eu vou me acostumar com brincar contigo todos os dias, cachorrinho. Cuidado.” escutou sua risada inundar seus ouvidos, fazendo o chegar ao clímax pela segunda vez naquela noite.
Tinha saído para alguma festinha com suas amigas. Você não era muito de ir à lugares movimentados, gostava de ficar no apartamento e passar o dia com algum game de horror estourando a caixa de som do seu PC. Mas, às vezes, colocava suas melhores roupas e decidia se divertir em alguma balada insalubre. Convidava Mingi, porém o loiro sempre negava, com medo do que seria da sua cabeça pervertida depois dos goles de álcool — não que fosse tentar algo à força, apenas sentia medo do quão submisso ficaria por você. Ainda carregava o orgulho de ser o cara que fazia qualquer um gozar em 5 minutos.
Por isso, nessa madrugada, decidiu colocar seu plano em prática: há alguns dias, enquanto lavava roupa, notou que um pertence bem específico seu havia se infiltrado no cesto de roupas sujas — uma calcinha preta de renda. Tinham dois cestos que ficavam lado à lado no banheiro, então era compreensível que no momento em que se despia, não notou que uma peça íntima acabou se misturando com as roupas de Mingi.
No entanto, ao invés de ser um cavalheiro e devolver o achado para dona, um pensamento passou como um flash em sua mente: “como seria sentir a renda fininha em seu pau?”. No primeiro momento, Song se sentiu enojado pelo pensamento. Mas, quanto mais encarava a calcinha, mais imaginava a sensação do tecido, mais queria sentir o cheiro da sua bucetinha que havia ficado ali, mais queria colocar a língua e sonhar em chupar cada centímetro seu.
Porra, havia ficado duro no meio da lavandeira…
Mesmo após 1 hora que já estava fora de casa, Mingi ainda contemplava se deveria mesmo fazer aquilo. Novamente sentiu a culpa no pé do estômago, o coração acelerado e a adrenalina consumindo suas veias. Foda-se! Precisava daquilo. Precisava te sentir de algum jeito ali e agora. Já estava com o pau duro por você há meses. Existe um limite tênue entre o autocontrole e o tesão acumulado.
A atual situação era suja demais, em todos os sentidos. Gemia manhoso tão alto, que nem mesmo as paredes e a porta eram capazes de abafar os sons que fazia. O peito musculoso subia e descia com tanta rapidez, jurava que poderia infartar a qualquer momento. Uma das pernas estava em cima do colchão, enquanto a outra servia de apoio no chão. A mão que simulava estocadas rápidas e violentas no pau segurava junto a maldita calcinha.
– “Filha da puta… me fazendo ser nojento assim…” chorava alto.
Queria tanto gozar. Os testículos doíam com tanta porra acumulada para você. Não conseguia se decidir entre deixar a calcinha na mão que trabalhava ou a levava ao rosto e se sufocava com seu cheiro até escorrer todo o líquido branco de seu pau.
Na mente de Mingi, passavam as fantasias mais loucas, que se fosse em qualquer outro momento, teria vergonha de imaginá-las: queria que fosse o brinquedo pessoal dele, enquanto falava sacanagem e o xingava da forma que desejasse. Queria chegar em casa, te jogar na cama e usar a sua bucetinha à bel prazer até te deixar cheinha, elogiando o tanto que ‘seu cachorrinho é sedento’.
Imaginava colocando o pau entre seus peitos, sentindo você simular estocadas com eles, cuspindo em cima da cena – “De novo, Mingi? Poxa, princípe… desse jeito eu vou ficar sem nada da sua porra para mim...”
Começou a gemer seu nome alto, desesperado. Os movimentos em seu membro aumentaram a intensidade violenta (se isso ainda fosse possível), erráticos. Gritos manhosos misturados com o barulhinho molhado ecoavam por todo o quarto, formando a sinfonia mais bela já escutada. Clamava por você como uma oração. Queria estar em seus pés, ajoelhado, clamar para que acabasse com sua dor e finalmente o fizesse atravessar o nirvana que precisava.
Foi assim, imaginando ser todo seu, com lágrimas nos olhos e a garganta já rouca que Mingi chegou ao clímax tão intenso que fez o loiro cair no chão. Mesmo assim, não parou os movimentos finais em seu pau, liberando toda a porra acumulada dentro de si, rezando para que um dia fosse toda dentro da sua buceta.
– “Humrum… Mingi?” limpou a garganta antes de chamar pelo homem. Não acreditava na cena em sua frente.
Ao olhar para você, Song viu o sorriso que se formava no canto da sua boca e a maneira que seus olhos estavam sombrios, como se tivesse acabado de encontrar a presa perfeita. Notou que você havia percebido a calcinha de renda preta, agora grudada no pau gozado.
– “Esse tempo todo tava com um cachorrinho do meu lado e nem sabia... Que nojo de você.” sorria do cara.
Mingi pode sentir o pau superestimulado ficando duro de novo, pronto para qualquer tortura que você o colocasse para enfrentar. Se isso significava finalmente te sentir em volta do seu pau, estava pronto para implorar de joelhos para que o tocasse.
– “Shhh, tá tudo bem agora.” – disse enquanto ajudava o loiro a se levantar – “Deita na sua cama e deixa que agora eu cuido de você, cachorrinho.”