Mito da caverna é uma expressão. Abstracta
Mito é um substantivo masculino e flexão do verbo mitar (na 1ª pessoa do singular do Presente do Indicativo), cuja origem vem do Grego mythós, que quer dizer “discurso, mensagem, palavra, assunto, lenda, invenção, relato imaginário”.
Caverna é um substantivo feminino, com origem no Latim cavus, que significa “vazio, com material retirado”. Edson Jesus…
No livro II, Sócrates argumenta com Gláucon e expõe a tríplice divisão dos bens.
A tríplice divisão dos bens
Primeira classe de bens cuja posse aspiramos, não pelo efeito que produzem, mas por eles mesmos.
Segunda classe de bens que são desejáveis não só em si mesmos, mas também pelos seus resultados.
Terceira classe de bens, todos esses nos beneficiam, mas nos são penosos e ninguém os escolheria por si mesmos, senão unicamente pelos ganhos e outras vantagens que deles resultam.
Gláucon desafia Sócrates a provar que o homem justo é melhor do que o injusto. Gláucon diz que todos que praticam a justiça o fazem contra sua vontade
Seguindo essa linha, Gláucon define a origem e essência da justiça como um meio termo entre:
o maior bem → cometer injustiça sem sofrer castigo
o maior mal → sofrer injustiça sem poder castigá-la
Segundo Gláucon:
A justiça é aceita não como um bem, mas como algo que se respeita devido à incapacidade dos homens para cometer injustiça sem poder castigá-la.
Não há maior perfeição na injustiça do que fazer-se passar por justo sem o ser.
Quem é mais feliz, o justo ou o injusto?
Gláucon propõe dar poder e reputação para o injusto, e o justo terá tudo menos a sua justiça retirada de si. Tendo o injusto e justo chegado ao extremo, poderão decidir qual dos dois é mais feliz.
Sócrates então diz que é mais fácil ver a justiça no Estado do que no indivíduo, pois a natureza da justiça nos Estados e nos indivíduos diferem-se.
Sócrates sugere a criação de um Estado para que ambos possam observar como desenvolve-se junto dele a justiça e injustiça.
Na opinião de Sócrates, um Estado nasce das necessidades dos homens, pois ninguém basta a si mesmo, mas todos precisam de muitas coisas.
As grandes necessidades da vida e as classes de cidadãos que lhes correspondem
Provisão de alimentos
Habitação
Vestuário
Divisão do trabalho por aptidão, cada pessoa trabalha melhor dedicando-se a apenas um ofício.
Sócrates acha necessário a educação do corpo e da alma. O corpo com a ginástica e a alma com a música.
Sócrates fala também da necessidade de líderes chamados "guardiões". Para manter a ordem e proteger o Estado, Sócrates acha necessário que durante o ensinamento aos guardiões, façam a censura de mitos e fábulas que retratam a indecência dos deuses. Um guardião crescer ouvindo mitos e fabulas sobre deuses que matam uns aos outros e vivem na corrupção não seria o ideal para o processo de civilização do Estado.
Segundo Sócrates, se a divindade é boa, só é causa do bem. Não deve-se deixar que explique males como obra divina, e se fizer, terá de fazer o mesmo com coisas boas.
A divindade não é autora de todas as coisas, mas unicamente das boas.
A divindade não pode ser modificada por outra coisa, nem deseja modificar-se.
Para finalizar o livro II, Sócrates fala dos dois tipos de mentiras:
A verdadeira mentira (ignorância que existe na alma do enganado)
Sócrates, por meio da dialética, argumenta sobre a justiça com Céfalo, Polemarco e Trasímaco. Os três possuem diferentes concepções sobre o que é justiça.
Céfalo diz que a justiça é falar a verdade e devolver o que pegou-se emprestado.
Sócrates o refuta dizendo que a justiça não limita-se a falar a verdade e devolver o que pegamos emprestado, sugerindo que a justiça deve ser mais do que simples honestidade.
Polemarco diz que deve-se dar a cada um o que lhe é devido, e que devemos fazer o bem a amigos e mal a inimigos.
Sócrates o refuta dizendo que isso não é realmente justo, pois o prejuízo dos outros contraria a natureza benéfica da justiça.
Trasímaco trás a visão dos sofistas, dizendo que a justiça é o interesse do mais forte, ser injusto é mais vantajoso do que ser justo.
Sócrates o refuta dizendo que se a justiça é absoluta, não pode ficar à mercê da vontade do mais forte.
O livro I é concluído sem uma definição completa sobre o que é justiça.
Nesse livro, Platão utiliza Sócrates como personagem principal que, por meio da dialética, expõe suas ideias de como seria uma república ideal.
• Método Dialético: perguntas e respostas para refutar as definições apresentadas.
Três pontos da dialética
Ideias:
Pensar
Questionar
Hierarquizar
Idealizando a filosofia política, Platão critica a democracia e questiona o que seria a justiça.
Para Platão, a sociedade justa seria dividida em três principais classes:
Classe Econômica
Classe Militar
Classe Magistrada
Nessa sociedade, haveria uma organização da sociedade pela separação de pessoas por aptidão; separar as pessoas para fazerem aquilo que nasceram pra fazer.
Outros pontos:
Ninguém pode garantir que o estudioso não seja corrompido, a ignorância corrompe, uma vez que saiba o certo, não fará o errado.
O estudo não impede a corrupção.
Se a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor.
Mito da caverna é uma expressão. Mito é um substantivo masculino e flexão do verbo mitar (na 1ª pessoa do singular do Presente do Indicativo), cuja origem vem do Grego mythós, que quer dizer “discurso, mensagem, palavra, assunto, lenda, invenção, relato imaginário”. Abstracta
Caverna é um substantivo feminino, com origem no Latim cavus, que significa “vazio, com material retirado”.
Mitoze-se:…
Pois aquele que tem um natural tranquilo e bem-humorado não sentira o peso dos anos, e ao que não é assim, não só a velhice mas a própria juventude é pesada
No mundo inteligível, a ideia do bem é a ultima a ser aprendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas